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Economia Monetária II Aula sobre Independência do Banco Central e Regime de Metas de Inflação Prof. João Felippe Cury M. Mathias 14/08/2012.

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1 Economia Monetária II Aula sobre Independência do Banco Central e Regime de Metas de Inflação Prof. João Felippe Cury M. Mathias 14/08/2012

2 Curso de Economia Monetária II Prof. Dr. João Felippe Cury M. Mathias 2 Independência do Banco Central Cukierman, Webb & Neyapti (1992) Goodhart (1994) Os proponentes da tese da IBC se baseiam nos pilares teóricos da economia novo- clássica, sugerindo que políticas monetárias ativas só alterariam o desemprego temporariamente e sob surpresa. Assim, a melhor resultado da política monetária é a estabilidade de preços.

3 Curso de Economia Monetária II Prof. Dr. João Felippe Cury M. Mathias 3 IBC A tese da IBC defende que o BC deveria ser independente do governo no objetivo da estabilidade de preços, mesmo que isso represente o sacrifício de outros objetivos. Assim, o objetivo único das autoridades monetárias é combater a inflação.

4 Curso de Economia Monetária II Prof. Dr. João Felippe Cury M. Mathias 4 O viés inflacionário Segundo os proponentes da tese da IBC existe um viés inflacionário presente na economia que se expressa através da implementação de políticas monetárias inconsistentes com o equilíbrio que corresponde à taxa natural de desemprego.

5 Curso de Economia Monetária II Prof. Dr. João Felippe Cury M. Mathias 5 Credibilidade-reputação-delegação Credibilidade: nas regras de política monetária; Reputação: perante os agentes privados. Trata-se do grau de confiança dos agentes nos dirigentes do BC, medida pelo comportamento pregresso; Delegação: a um agente que mantenha a reputação e a credibilidade nas regras de política monetária.

6 Curso de Economia Monetária II Prof. Dr. João Felippe Cury M. Mathias 6 Regime de Metas de Inflação: o que é É um regime que propõe uma meta de crescimento para algum índice de preço, que é anunciada no início de um determinado período. A meta é estabelecida pelo governo e/ou parlamento e deve ser perseguida pelo Banco Central cuja política monetária passa a ter um único objetivo: alcançar a meta inflacionária estabelecida.

7 Curso de Economia Monetária II Prof. Dr. João Felippe Cury M. Mathias 7 Um breve histórico Nova Zelândia (1990) Canadá (1991) Reino Unido (1992) Finlândia (1993) Suécia (1993) Austrália (1993) Chile (1991) Colômbia, México, Brasil (1999)

8 Curso de Economia Monetária II Prof. Dr. João Felippe Cury M. Mathias 8 Regime de Metas de Inflação: pressupostos Fracasso do regime de metas monetárias (Friedman): impossibilidade de previsão do comportamento da demanda por moeda num sistema financeiro caracterizado por inovações financeiras e mobilidade de capitais; O pressuposto teórico de que a política monetária é ineficaz para afetar as variáveis reais da economia de forma duradoura. Consequentemente o regime de metas de inflação reconhece que o objetivo de política monetária é a inflação baixa e estável.

9 Curso de Economia Monetária II Prof. Dr. João Felippe Cury M. Mathias 9 Regime de Metas de Inflação e credibilidade A credibilidade é fundamental para a condução da política monetária. Assim, dentro do regime de metas de inflação é fundamental a comunicação com o público, sobretudo no que tange à prestação de contas e à transparência. Assim, o Banco Central publica relatórios periódicos de inflação. Quando as metas não são alcançadas, o BC explica as razões (ver carta2004.pdf) Defende-se a adoção de um Banco Central independente para que se proporcione uma maior credibilidade.

10 Curso de Economia Monetária II Prof. Dr. João Felippe Cury M. Mathias 10 Regime de Metas de Inflação: aspectos operacionais 1.Deve-se escolher uma meta pontual e/ou uma banda. A banda tem a vantagem de conceder flexibilidade, uma vez que estabelece intervalos de confiança para a inflação (piso e teto); 2.A escolha do período de tempo no qual a meta é esperada ser alcançada. Um horizonte mais curto pode sinalizar um maior comprometimento do BC no combate à inflação; 3.A definição do índice de preços que será adotado como referência para a meta.

11 Curso de Economia Monetária II Prof. Dr. João Felippe Cury M. Mathias 11 O caso brasileiro A meta de inflação foi instituída no Brasil em 2 de junho de Contexto da crise da segunda metade de São propostas pelo Ministro da Fazenda, mas decididas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), constituído pelos ministros da Fazenda e do Planejamento e pelo presidente do BC. Índice de preços: IPCA (IBGE)

12 Curso de Economia Monetária II Prof. Dr. João Felippe Cury M. Mathias 12 Metas de Inflação do Brasil

13 Curso de Economia Monetária II Prof. Dr. João Felippe Cury M. Mathias 13 Meta de Inflação para 2007 RESOLUCAO Fixa a meta para a inflação e seu intervalo de tolerância para o ano O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do Art. 9º da Lei nº4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna público que o Conselho Monetário Nacional, em sessão realizada em 23 de junho de 2005, tendo em vista o disposto no Decreto 3.088, de 21 de junho de 1999, R E S O L V E U: Art. 1º Fixar para o ano de 2007 a meta para a inflação de 4,5%, com intervalo de tolerância de menos 2,0 p.p. e de mais 2,0p.p., de acordo com o parágrafo 2º do artigo 1º do Decreto nº 3.088,de Art. 2º Determinar ao Banco Central do Brasil a efetivação das necessárias modificações em regulamentos e normas, visando a execução do contido nesta Resolução. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 23 de junho de Henrique de Campos Meirelles Presidente

14 Curso de Economia Monetária II Prof. Dr. João Felippe Cury M. Mathias 14 Metas de inflação: críticos e defensores Os críticos e os defensores do regime de metas de inflação respaldam seus argumentos nas teorias monetárias; Os críticos defendem que a redução do desemprego deveria ser um objetivo de política monetária. Uma política monetária cujo objetivo seja apenas o controle da inflação seria subutilizada; Os favoráveis defendem que a prioridade da política econômica é o controle dos preços. O melhor que o governo deve fazer é não atrapalhar, permitindo que o mercado possa executar melhor seu papel na alocação dos recursos da economia. O crescimento econômico não depende de fatores monetários e sim reais.


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