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1 Título: Financiamento, Aprendizado e Cooperação. Autor: Luiz Martins de Melo – Prof. Adj. IE/UFRJ do Mestrado em Administração da UNESA/MADE. Seminário.

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1 1 Título: Financiamento, Aprendizado e Cooperação. Autor: Luiz Martins de Melo – Prof. Adj. IE/UFRJ do Mestrado em Administração da UNESA/MADE. Seminário Mercosul Aprendizado, Capacitação e Cooperação em Arranjos Produtivos e Inovativos Locais de MPEs: implicações para políticas

2 2 Introdução O objetivo desse trabalho será o de examinar as formas de diminuição do risco e da incerteza do financiamento do investimento em inovação isto é a possibilidade de desenvolver mecanismos de cooperação e aprendizado entre os investidores/financiadores e as empresas. Para isso será necessário discutir as formas possíveis de compartilhamento do risco e as fontes de financiamento mais apropriadas para o financiamento das pequenas empresas inovadoras entre as quais o capital de risco (venture capital).

3 3 A Experiência Americana Os principais pré-requisitos para o financiamento da inovação referem-se a existência de condições macroeconômicas satisfatórias, uma estrutura institucional que fomente o processo de inovação e uma adequada política de inovação. Uma estrutura institucional local (governança) e uma política de inovação em um contexto de macroeconomia benigna constituem o que se tem definido como arranjos produtivos locais ou sistemas locais de inovação [1] Lastres e Cassioalto (2003). [1]

4 4 A Experiência Americana As estruturas do mercado de capitais e o papel das instituições financeiras públicas e privadas em relação ao funding da inovação, constituem outro elemento decisivo para o desenvolvimento sustentado das firmas inovadoras. Estes aspectos constituem o duplo ambiente empresarial no qual as firmas competem e que moldam as suas atividades de inovação. Estes dois ambientes estão relacionados e influenciam a formação dos fatores que constituem as competências das firmas, que interessam diretamente ao financiamento do processo de inovação.

5 5 A Experiência Americana As estratégias das empresas seguem padrões específicos da indústria, da sua localização regional e nacional mostrando que essas particularidades exercem uma forte influência no desempenho das firmas O financiamento de longo prazo da P&D industrial e das outras inovações relacionadas com ela, tem mais a ver com a organização dos mercados financeiros e da maneira como essa organização molda a direção das empresas do que apenas com o custo do financiamento, sendo este mais um indicador da ausência de arranjos institucionais para o financiamento a custos baixos e em condições favoráveis causa deles

6 6 A Experiência Americana Os contrastes diferenças entre os países incluem uma longa lista de diferenças estruturais como: tamanho e sofisticação do mercado de ações, o papel dos bancos na propriedade e controle do capital das empresas e uma variedade de diferenças nas normas de regulação dos mercados: legislação antitruste, legislação empresarial, legislação do mercado acionário para o controle das informações privilegiadas etc

7 7 A Experiência Americana Fonte: NSF(2002). Adaptação do autor

8 8 A Experiência Americana

9 9

10 10 A Experiência Americana

11 11 A Experiência Americana Tabela 5 Total dos Fundos para o Financiamento da P&D nos EUA por Tamanho da Empresa Fonte: NSF(1998).

12 12 A Experiência Americana

13 13 A Experiência Americana

14 14 A Experiência Americana

15 15 A Experiência Americana

16 16 A Experiência Americana

17 17 O Capital de Risco no Brasil

18 18 O Capital de Risco no Brasil

19 19 O Capital de Risco no Brasil Fonte: Valor Econômico, 13/05/2004.

20 20 Fonte: FINEP O Capital de Risco no Brasil DISCRIMINAÇÃO Equalização de Taxas de Juros em Financiamento à Inovação Tecnológica - Nacional 0, , , ,00 Subvenção Econômica a Empresas que Executam PDTI ou PDTA - Nacional 0, , , ,00 Estímulo a Empresas de Base Tecnológica mediante Participação no Capital - Nacional 0, , , ,00 Fomento a Investimentos de Capital de Risco em Empresas de Base Tecnológica no Brasil - Projeto INOVAR - Nacional , , ,000,00 TOTAL , , , , ,00

21 21 Conclusão

22 22 Conclusão Incerteza e partilhamento do risco podem ser obstáculos para o financiamento das firmas se as instituições financeiras são avessas ao risco e a política macroeconômica é hostil ao investimento. Mas um aceitável nível de conhecimento sobre as atividades das firmas pode reduzir os problemas de incerteza. A acumulação de conhecimento através do relacionamento interativo entre firmas e instituições financeiras é um modo de reduzir as restrições de informação e conhecimento entre as partes.

23 23 Conclusão O processo de aprendizado é muito importante no financiamento quanto no processo de inovação. A criação de instituições especializadas em financiar determinados tipos de ativos de alta incerteza em seus retornos, que possam preencher os vazios entre o comportamento convencional do sistema financeiro e o apoio para a criação de firmas de alta tecnologia, como exemplo de uma atividade pouco ou quase nunca contemplada pelos bancos comerciais comuns. O primeiro modo, aprendizado interativo é mais apropriado para firmas estabelecidas. O segundo modo, do qual o financiamento se dá na forma de participação é mais adequado para as novas firmas inovadoras em setores de baseados em ciência.

24 24 Nos países de capitalismo tardio que passaram por um processo de catching up em desenvolvimento industrial e tecnológico o mercado de venture capital não se desenvolveu como nos EUA (Melo,1994 e Chesnais, 2000). A necessidade de financiamento das empresas nos países em estágios mais atrasados de desenvolvimento são diferentes. Elas não são inovadoras líderes, são seguidoras de um modo geral. Esse parece ser o caso do Brasil atualmente. Emular o sistema de venture capital não parece ser uma boa idéia, como analisado nas seções anteriores deste trabalho. Conclusão

25 25 No Brasil para que se tenha um desenvolvimento da forma de financiamento via investimento em participação é necessário que se mude as formas de em que a intermediação financeira se dá atualmente no Brasil. O desenvolvimento de mercado de títulos, primário e principalmente secundário, exige várias mudanças institucionais, em especial para aumentar a transparência do mercado e o desenvolvimento de investidores institucionais dispostos a investir nesses papéis. Conclusão

26 26 Para o fortalecimento do mercado de títulos privados a primeira condição, e a mais importante, é a redução do espaço ocupado por títulos públicos. De novo voltamos para a macroeconomia benigna, citada anteriormente Uma segunda condição se liga ao risco de um aumento de juros pela fragilidade financeira externa e interna da economia brasileira. Taxa de juros alta significa um forte incentivo ao mercado de renda fixa e um desestímulo para o lançamento e a colocação de qualquer papel privado de renda variável longo prazo. Conclusão

27 27 Em terceiro lugar, a utilização dos recursos dos fundos setoriais para a constituição de um seguro de garantia de crédito e de garantia liquidez. O primeiro para garantir o risco do financiamento e o segundo para garantir o investimento em participação, à titularidade dos ativos e a securitização das dívidas. A securitização é desintermediação financeira, aumenta a competição, reduz o poder dos bancos, diminui os spreads extorsivos, fortalece o mercado de capitais e aumenta o crédito. Conclusão

28 28 Em quarto lugar é importante dar atenção para formas de organização da produção que melhor se adeqüem à natureza do processo de inovação nas pequenas e médias empresas e sejam compatíveis com a operação do investimento em participação. As aglomerações produtivas caracterizadas como sistemas locais de produção e arranjos produtivos locais, por criarem um ambiente mais propício para a redução da incerteza do processo de inovação pelos mecanismos de cooperação, podem ser definidas como uma forma mais compatível com o financiamento via participação, que também necessita de processos com forte interação entre as partes. Conclusão

29 29 Finalmente, é necessário que se elabore uma política de inovação que contemple as diferentes formas de cooperação e aprendizado existentes na economia brasileira. O reconhecimento das especificidades locais é um elemento crucial para a definição das novas formas que deve tomar o financiamento da inovação. Em especial, com respeito as NFBTs e pequenas empresas, as estruturas financeiras de crédito não são as mais apropriadas. As formas de participação nessas empresas e em seus investimentos devem ser estimuladas uma política específica para isso deve ser elaborada. O arcabouço institucional surge com o desenvolvimento, em vez de causar o desenvolvimento Conclusão

30 30 Anexos: Desempemho do FNDCT/Fundos Setoriais

31 31 Fonte: BASTOS, V. D. REVISTA DO BNDES, RIO DE JANEIRO, V. 10, N. 20, P , DEZ O FNDCT, os Fundos Setoriais de C&T e o Financiamento da Inovação no Brasil

32 32 O FNDCT, os Fundos Setoriais de C&T e o Financiamento da Inovação no Brasil

33 33 O FNDCT, os Fundos Setoriais de C&T e o Financiamento da Inovação no Brasil

34 34 O FNDCT, os Fundos Setoriais de C&T e o Financiamento da Inovação no Brasil

35 35 O FNDCT, os Fundos Setoriais de C&T e o Financiamento da Inovação no Brasil

36 36 O FNDCT, os Fundos Setoriais de C&T e o Financiamento da Inovação no Brasil

37 37 Fonte:SIAFI

38 38 Fonte: Valor Econômico, 18/05/2004

39 39 Fonte: Valor Econômico, 18/05/2004


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