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III SISEE Rio de Janeiro, 18 de Setembro de 2008. Perspectivas da Bioeletricidade Sucroalcooleira Brasileira André Luis Da Silva Leite Guilherme de Azevedo.

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1 III SISEE Rio de Janeiro, 18 de Setembro de Perspectivas da Bioeletricidade Sucroalcooleira Brasileira André Luis Da Silva Leite Guilherme de Azevedo Dantas

2 Janela de Oportunidade para a Bioeletricidade A Reforma do Setor Elétrico associada a redução da escala mínima eficiente das plantas de geração criaram condições para a inserção de fontes renováveis de energia na matriz elétrica mundial. O atual ciclo expansivo do setor sucroalcooleiro garante a oferta de grandes montantes de biomassa a serem utilizados para a produção de eletricidade.

3 Entraves à Promoção da Bioeletricidade O resultado do PROINFA e do Leilão de Fontes Alternativas indicou a permanência de tradicionais obstáculos a promoção da bioeletricidade: Remuneração Justa da Bioeletricidade Custos de Conexão

4 A Minimização dos Entraves e o Sucesso do Leilão de Energia de Reserva Preço de R$ 157,00 por MWh Estações Coletoras

5 Potência OfertadaPotência Contratada Preço PROINFA 973,5 MW445 MWR$ 93,77 LFA MW511,9 MWR$ 138,85 LER2.921 MW2.380 MWR$ 154,84 Análise Comparativa dos Resultados dos Instrumentos de Contratação de Bioeletricidade Fonte: Elaborado por GESEL/UFRJ.

6 Lições do Leilão de Energia de Reserva e o Futuro da Bioeletricidade A solução das estações coletoras eliminou o problema dos custos de conexão. A forte desistência de usinas localizadas no estado de SP indicou que permanece a necessidade de se equacionar o diferencial de rentabilidade entre projetos greenfield e projetos retrofit. O leilão deixou clara a intenção dos empreendedores de destinarem parte de sua energia assegurada para o mercado livre.

7 Conclusões: O equacionamento dos tradicionais entraves à inserção da bioeletricidade através da atuação correta do Ministério de Minas e Energia e do amadurecimento dos agentes privados permite se vislumbrar um horizonte promissor para a bioeletricidade. Desta forma, a inserção de uma capacidade instalada próxima a 28 MW com o intuito de comercialização em um horizonte de 20 anos se constitui em uma perspectiva plausível. Por outro lado, o desenvolvimento da segunda geração de biocombustíveis pode se constituir em um obstáculo para a geração de bioeletricidade devido ao custo de oportunidade da queima da biomassa da cana para a produção de eletricidade. O crescimento exponencial da demanda mundial por etanol pode levar aos usineiros optarem pela produção de etanol celulósico em detrimento a produção de bioeletricidade.

8 Obrigado! GESEL - Instituto de Economia - UFRJ Tel (55)


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