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Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Ditadura Militar no Brasil Deixaram que os adversários escrevessem a história, e como os inimigos não.

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1 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Ditadura Militar no Brasil Deixaram que os adversários escrevessem a história, e como os inimigos não mandam flores, vamos aturar as mentiras e, com muito esforço, tentar reverter os fatos verdadeiros. JOSÉ BATISTA PINHEIRO

2 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda GOVERNO DE ERNESTO GEISEL ( ) Ernesto Geisel Mandato : 1974 até 1979 Vice-presidente : Adalberto Pereira dos Santos Local de nascimento : Bento Gonçalves (RS)

3 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Lento processo de transição rumo à democracia. Seu governo coincide com o fim do milagre econômico e com a insatisfação popular em altas taxas. A crise do petróleo e a recessão mundial interferem na economia brasileira, no momento em que os créditos e empréstimos internacionais diminuem.

4 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Geisel anuncia a abertura política lenta, gradual e segura. A oposição política começa a ganhar espaço. Nas eleições de 1974, o MDB conquista 59% dos votos para o Senado, 48% da Câmara dos Deputados e ganha a prefeitura da maioria das grandes cidades. Reprodução da capa da revista Veja, edição de 13/04/1977.

5 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Os militares de linha dura, não contentes com os caminhos do governo Geisel, começam a promover ataques clandestinos aos membros da esquerda. Em 1975, o jornalista Vladimir Herzog á assassinado nas dependências do DOI- Codi em São Paulo. Vladimir Herzog

6 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda

7 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Em janeiro de 1976, o operário Manuel Fiel Filho aparece morto em situação semelhante. Em 1978, Geisel acaba com o AI-5, restaura o habeas-corpus e abre caminho para a volta da democracia no Brasil. o II Plano Nacional de Desenvolvimento (PND). Manuel Fiel Filho

8 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Pragmatismo responsável - ampliar a presença brasileira na África e na Europa, evitando o alinhamento incondicional à política dos Estados Unidos.

9 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Acordo nuclear Brasil-Alemanha; Projeto Pro-álcool; Maquete de Angra

10 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Esq./dir.: Hans Matthöfler (Ministro das Minas alemão), Shigeaki Ueki (Ministro das Minas e Energia do Brasil) e Paulo Nogueira Batista (Presidente da Nuclebrás) por ocasião da assinatura do Acordo Nuclear e dos contratos entre a empresa alemã KWU e a Nuclebrás. Bonn, Alemanha em 27 de junho de 1975.

11 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda 12/05/78 Metalúrgicos da Scania, em São Bernardo do Campo, iniciam a primeira greve do país após o AI- 5. Criados Comitês pela Anistia em São Paulo, no Distrito Federal e outros estados;

12 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Pacotão de Abril: Leis que alteravam as eleições. Uma parte dos senadores não mais seria eleita por voto direto, mas sim indicado pelo presidente da república = senadores biônicos. Parlamentares sob as mais diversas acusações são cassados, as regras eleitorais são alteradas para forçar a vitória do partido que dá sustentação ao governo militar, - ARENA.

13 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda A reação da sociedade civil: -Igreja Católica (CEBs e Teologia da Libertação); Grupos feministas; UNE; OAB; Greves operárias no ABC paulistas.

14 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda GOVERNO DE FIGUEIREDO ( ) João Baptista de Oliveira Figueiredo Mandato : 1979 até 1985 Vice-presidente : Aureliano Chaves Local de nascimento : Rio de Janeiro Juro que farei deste país uma democracia - Ao tomar posse, em 15 de março de 1979.

15 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda A vitória do MDB nas eleições em 1978 começa a acelerar o processo de redemocratização. Figueiredo decreta a Lei da Anistia. Eu não disse que fazia? -Figueiredo, ao assinar a Lei da Anistia, em 27 de junho de 1979.

16 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda 28/08/79 Sancionada a Lei da Anistia (Lei Federal 6.683), que beneficia pessoas entre cassados, banidos, presos, exilados ou simplesmente destituídos de seus empregos. Com ela, podem voltar ao Brasil líderes como Leonel Brizola, Miguel Arraes e Luis Carlos Prestes, entre outros. Brizola

17 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Os militares de linha dura continuam com a repressão clandestina.

18 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Cartas-bomba são colocadas em órgãos da imprensa e da OAB (Ordem dos advogados do Brasil). Sala da funcionária Lyda Monteiro, vitimada pelo atentado a bomba contra a sede da OAB. Lyda Monteiro

19 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda No dia 30 de Abril de 1981, uma bomba explode durante um show no centro de convenções do Rio Centro. O atentado fora provavelmente promovido por militares de linha dura, embora até hoje nada tenha sido provado. Bomba que deveria ser detonada no Riocentro e explodiu no automóvel dos militares que a transportavam.

20 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Podem ser criados novos partidos;

21 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Em 1979, o governo aprova lei que restabelece o pluripartidarismo no país. A ARENA muda o nome e passa a ser PDS, enquanto o MDB passa a ser PMDB. Outros partidos são criados, como : Partido dos Trabalhadores ( PT ) e o Partido Democrático Trabalhista ( PDT ). Lula assina ata de fundação do PT

22 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Nos últimos anos: -A inflação é alta e a recessão também. -A oposição ganha terreno com o surgimento de novos partidos e com o fortalecimento dos sindicatos. -Em 1984, políticos de oposição, artistas, jogadores de futebol e milhões de brasileiros participam do movimento das Diretas Já. A Redemocratização e a Campanha pelas Diretas Já

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25 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda -O movimento era favorável à aprovação da Emenda Dante de Oliveira que garantiria eleições diretas para presidente naquele ano. -Para a decepção do povo, a emenda não foi aprovada pela Câmara dos Deputados.

26 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda 25/04/84 Congresso Nacional rejeita a emenda Dante de Oliveira, que previa eleições diretas para a presidência;

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29 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda No dia 15 de janeiro de 1985, o Colégio Eleitoral escolheria o deputado Tancredo Neves, que concorreu com Paulo Maluf, como novo presidente da República. Ele fazia parte da Aliança Democrática – o grupo de oposição formado pelo PMDB e pela Frente Liberal.

30 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Figueiredo e Maluf

31 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Era o fim do regime militar. Porém Tancredo Neves fica doente antes de assumir e acaba falecendo. Assume o vice- presidente José Sarney.

32 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda

33 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda Em 1988 é aprovada uma nova constituição para o Brasil. A Constituição de 1988 apagou os rastros da ditadura militar e estabeleceu princípios democráticos no país.

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35 Ditadura Militar – 1964/1985 Adriano Valenga Arruda


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