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Nordeste Por que chove pouco no sertão O Sertão é a sub- região que apresenta o menor volume pluviométrico de todo o país. A escassez e a distribuição.

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1 Nordeste Por que chove pouco no sertão O Sertão é a sub- região que apresenta o menor volume pluviométrico de todo o país. A escassez e a distribuição irregular das chuvas nessa área devem-se à dinâmica das massas de ar e à influência do relevo. ntes/visualizar/climas-do-brasil-e-a-dinamica-das-massas- de-ar.wsa Geografia espaço e vivência. Ed. atual. m.br/massasbr.htm

2 Nordeste Por que chove pouco no sertão O relevo localizado na porção leste da região Nordeste também exerce influência no clima do Sertão. Entre as formas de relevo existentes, estão as chapadas da Borborema e Diamantina, que funcionam como um bloqueio aos ventos de leste, quentes e úmidos. Essas chapadas impedem que as massas de ar quentes e úmidas avancem do oceano para o interior. Ao se aproximar delas, as massas de ar elevam-se sobre o relevo e resfriam-se. Esse resfriamento faz com que a umidade presente nessas massas de ar se condense, provocando forte precipitações na porção voltada para o agreste e a Zona da Mata, chegando ao Sertão com pouca umidade. Geografia espaço e vivência. Ed. atual 1- Ventos úmidos; 2- precipitação; 3- ventos secos no interior. Planalto da Borborema

3 Nordeste Por que chove pouco no sertão Polígono nas secas ografia/secaNE1.jpg A evaporação das águas no semi-árido é muito alta, por força do sol e do vento e pela falta de plantas e outras coberturas naturais suficientes. Além disso, as chuvas na região não caem ordenadamente e cerca de 50% dos terrenos do Semi-árido são de origem cristalina, rocha dura que não favorece a acumulação de água, sendo os outros 50% representados por terrenos sedimentares, com boa capacidade de armazenamento de águas subterrâneas. São apenas dois os rios permanentes que cortam o Semi-Árido: o São Francisco e o Parnaíba; sendo que os demais aparecem de forma intermitente (apenas nos períodos de chuva), desempenhando, contudo, um papel fundamental na dinâmica de ocupação dos espaços nessa região. O Polígono das Secas compreende a área do Nordeste brasileiro reconhecida pela legislação como sujeita a repetidas crises de prolongamento das estiagens e, conseqüentemente, objeto de especiais providências do setor público.

4 Nordeste O fenômeno natural das secas no nordeste ensejou o surgimento de um fenômeno político denominado indústria da seca. Os grandes latifundiários nordestinos, valendo- se de seus aliados políticos, interferem nas decisões tomadas, em escala federal, estadual e municipal. Beneficiam-se dos investimentos realizados e dos créditos bancários concedidos. Não raro aplicam os financiamentos obtidos em outros setores que não o agrícola, e aproveitam- se da divulgação dramática das secas para não pagarem as dívidas contraídas. Os grupos dominantes têm saído fortalecidos, enquanto é protelada a busca de soluções para os problemas sociais e de oferta de trabalho às populações pobres. a_seca Indústria da seca

5 Nordeste Transposição do R. S. Francisco Eixo Norte que levará água para os sertões de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. Eixo Leste que beneficiará parte do sertão e as regiões agreste de Pernambuco e da Paraíba. francisco/projeto/risco.asp


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