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Copyleft by AlFabio1 Programação eXtrema Desenvolvendo Software com Qualidade e Agilidade Prof. Dr. Fabio Kon Prof. Dr. Alfredo Goldman Departamento de.

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1 Copyleft by AlFabio1 Programação eXtrema Desenvolvendo Software com Qualidade e Agilidade Prof. Dr. Fabio Kon Prof. Dr. Alfredo Goldman Departamento de Ciência da Computação IME / USP 2 de abril de 2003 VI Semana da Computação

2 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio2 Programação eXtrema XP l Metodologia de desenvolvimento de software aperfeiçoada nos últimos 5 anos. l Ganhou notoriedade a partir da OOPSLA2000. l Nome principal: Kent Beck.

3 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio3 Reações a XP l Alguns odeiam, outros amam. l Quem gosta de programar ama! l Deixa o bom programador livre para fazer o que ele faria se não houvesse regras. l Força o [mau] programador a se comportar de uma forma similar ao bom programador.

4 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio4 Modelo Tradicional de Desenvolvimento de Software 0. Levantamento de Requisitos 1. Análise de Requisitos 2. Desenho da Arquitetura 3. Implementação 4. Testes 5. Produção / Manutenção

5 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio5 Premissas Básicas do Modelo Tradicional l É necessário fazer uma análise de requisitos profunda e detalhada antes de projetar a arquitetura do sistema. l É necessário fazer um estudo minucioso e elaborar uma descrição detalhada da arquitetura antes de começar a implementá-la. l É necessário testar o sistema completamente antes de mandar a versão final para o cliente.

6 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio6 O que está por trás deste modelo? Custo de mudanças requisitos desenho testes análise implementação produção

7 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio7 E se a realidade hoje em dia fosse outra? Custo de mudanças tempo

8 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio8 E se essa fosse a realidade? l A atitude dos desenvolvedores de software seria completamente diferente: l Tomaríamos as grandes decisões o mais tarde possível. l Implementaríamos agora somente o que precisamos agora. l Não implementaríamos flexibilidade desnecessária (não anteciparíamos necessidades).

9 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio9 E essa é a nova realidade ! (pelo menos em muitos casos) l Orientação a Objetos: facilita e cria oportunidades para mudanças. l Técnicas de Refatoração. l Testes automatizados: nos dão segurança quando fazemos mudanças. l Prática / cultura de mudanças: aprendemos técnicas e adquirimos experiência em lidar com código mutante.

10 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio10 A Quem se Destina XP? l Grupos de 2 a 10 programadores l Projetos de 1 a 36 meses (calendário) l De 1000 a linhas de código l Papéis: l Programadores (foco central)(sem hierarquia) l Treinador ou Técnico (coach) l Acompanhador (tracker) l Cliente

11 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio11 E Se Eu Não Me Encaixo Nesses Casos? l Você ainda pode aprender muito sobre desenvolvimento de software. l Terá elementos para repensar as suas práticas. l No início se dizia: l Ou você é 100% eXtremo ou não é eXtremo. Não dá prá ser 80% XP. l XP is now like teenage sex. l Hoje não é mais necessariamente assim.

12 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio12 As 12 Práticas de XP (versão 2000) Planejamento Fases Pequenas Metáfora Design Simples Testes Refatoração Programação Pareada Propriedade Coletiva Integração Contínua Semana de 40 horas Cliente junto aos desenvolvedores Padronização do código

13 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio13 Princípios Básicos de XP l Feedback rápido l Simplicidade é o melhor negócio l Mudanças incrementais l Carregue a bandeira das mudanças / não valorize o medo (Embrace change) l Alta qualidade

14 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio14 As 4 Variáveis do Desenvolvimento de Software Tempo Custo Qualidade Escopo (foco principal de XP)

15 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio15 Um Projeto XP l Fase de Exploração l duração: até 20% do tempo total. l termina quando a primeira versão do software é enviada ao cliente. l clientes escrevem historias (story cards). l programadores interagem com clientes e discutem tecnologias. l Não só discutem, experimentam diferentes tecnologias e arquiteturas para o sistema. l Planejamento: 1 a 2 dias.

16 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio16 Um Dia na Vida de um Programador XP l Escolhe uma história do cliente. l Procura um par livre. l Escolhe um computador para programação pareada (pair programming). l Seleciona uma tarefa claramente relacionada a uma característica (feature) desejada pelo cliente.

17 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio17 Um Dia na Vida de um Programador XP l Discute modificações recentes no sistema l Discute história do cliente l Testes l Implementação l Desenho l Integração

18 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio18 Um Dia na Vida de um Programador XP l Atos constantes no desenvolvimento: l Executa testes antigos. l Busca oportunidades para simplificação. l Modifica desenho e implementação incrementalmente baseado na funcionalidade exigida no momento. l Escreve novos testes. l Enquanto todos os testes não rodam a 100%, o trabalho não está terminado. l Integra novo código ao repositório.

19 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio19 Testes l Fundamento mais importante de XP. l É o que dá segurança e coragem ao grupo. l Testes de unidades (Unit tests) l escritos pelos programadores para testar cada elemento do sistema (e.g., cada método em cada caso). l Testes de funcionalidades (Functional tests) l escritos pelos clientes para testar a funcionalidade do sistema.

20 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio20 Testes l Testes das unidades do sistema l Tem que estar sempre funcionando a 100%. l São executados várias vezes por dia. l Executados à noite automaticamente. l Testes das funcionalidades l Vão crescendo de 0% a 100%. l Quando chegam a 100% acabou o projeto.

21 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio21 O Código l Padrões de estilo adotados pelo grupo inteiro. l O mais claro possível. l XP não se baseia em documentações detalhadas e extensas (perde-se sincronia). l Comentários sempre que necessários. l Comentários padronizados. l Programação Pareada ajuda muito!

22 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio22 Programação Pareada l Erro de um detectado imediatamente pelo outro (grande economia de tempo). l Maior diversidade de idéias, técnicas, algoritmos. l Enquanto um escreve, o outro pensa em contra- exemplos, problemas de eficiência, etc. l Vergonha de escrever código feio (gambiarras) na frente do seu par. l Pareamento de acordo com especialidades. Ex.: Sistema Multimídia Orientado a Objetos

23 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio23 Propriedade Coletiva do Código l Modelo tradicional: só autor de uma função pode modificá-la. l XP: o código pertence a todos. l Se alguém identifica uma oportunidade para simplificar, consertar ou melhorar código escrito por outra pessoa, que o faça. l Mas rode os testes!

24 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio24 Refatoração (Refactoring) l Uma [pequena] modificação no sistema que não altera o seu comportamento funcional l mas que melhora alguma qualidade não- funcional: l simplicidade l flexibilidade l clareza l desempenho

25 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio25 Exemplos de Refatoração l Mudança do nome de variáveis l Mudanças nas interfaces dos objetos l Pequenas mudanças arquiteturais l Encapsular código repetido em um novo método l Generalização de métodos raizQuadrada(float x) raiz(float x, int n)

26 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio26 Cliente l Responsável por escrever histórias. l Muitas vezes é um programador ou é representado por um programador do grupo. l Trabalha no mesmo espaço físico do grupo. l Novas versões são enviadas para produção todo mês (ou toda semana). l Feedback do cliente é essencial. l Requisitos mudam (e isso não é mau).

27 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio27 Coach (treinador) l Em geral, o mais experiente do grupo. l Identifica quem é bom no que. l Lembra a todos as regras do jogo (XP). l Eventualmente faz programação pareada. l Não desenha arquitetura, apenas chama a atenção para oportunidades de melhorias. l Seu papel diminui à medida em que o time fica mais maduro.

28 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio28 Tracker (Acompanhador) l A consciência do time. l Coleta estatísticas sobre o andamento do projeto. Alguns exemplos: Número de histórias definidas e implementadas. Número de unit tests. Número de testes funcionais definidos e funcionando. Número de classes, métodos, linhas de código l Mantém histórico do progresso. l Faz estimativas para o futuro.

29 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio29 Quando XP Não Deve Ser Experimentada? l Quando o cliente não aceita as regras do jogo. l Quando o cliente quer uma especificação detalhada do sistema antes de começar. l Quando os programadores não estão dispostos a seguir (todas) as regras. l Se (quase) todos os programadores do time são medíocres.

30 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio30 Quando XP Não Deve Ser Experimentada? l Grupos grandes (>10 programadores). l Quando feedback rápido não é possível: l sistema demora 6h para compilar. l testes demoram 12h para rodar. l exigência de certificação que demora meses. l Quando o custo de mudanças é essencialmente exponencial. l Quando não é possível realizar testes (muito raro).

31 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio31 Conclusão Vencendo os Medos l Escrever código. l Mudar de idéia. l Ir em frente sem saber tudo sobre o futuro. l Confiar em outras pessoas. l Mudar a arquitetura de um sistema em funcionamento. l Escrever testes.

32 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio32 As 12 Práticas de XP (versão 2000) 1.Planejamento 2.Fases Pequenas 3.Metáfora 4.Design Simples 5.Testes 6.Refatoração 7.Programação Pareada 8.Propriedade Coletiva 9.Integração Contínua 10.Semana de 40 horas 11.Cliente junto aos desenvolvedores 12.Padronização do código

33 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio33 Práticas de XP l As práticas foram refatoradas (veja l Mas a idéia é exatamente a mesma l Novas práticas interessantes: Conserte XP quando a metodologia quebrar. Mova as pessoas. Client Proxy (by Klaus)

34 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio34 Conclusão l XP não é para todo mundo. l Mas todo mundo pode aprender com ela.

35 2 / abril / 2003 Copyleft by AlfFabio35 Maiores Informações Prof. Dr. Fabio Kon Prof. Dr. Alfredo Goldman


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