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Enfermagem em Ginecologia Prof.: Fernanda Caroline Madeira.

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1 Enfermagem em Ginecologia Prof.: Fernanda Caroline Madeira

2 A ginecologia é a área que presta assitência à mulher não grávida. Neste contexto é necessário: Manter uma conduta profissional dentro da ética (comentários preconceituosos: CUIDADO) Ter atencão a não exposicão da mulher Atitude humana independente das particularidades

3 QUEIXAS MAIS FREQUENTES DAS MULHERES: Ciclos irregulares Coágulos com a menstruacão Cólicas menstruais Mudancas importantes no estado de ânimo antes ou durante o período menstrual Dor nos flancos (cintura) Dor durante a relacão sexual (dispareunia)

4 Fluxo Hemorragia menstrual abundante ou muito longa Hemorragias genitais anormais Inflamação abdominal baixa Esterilidade Borra escura ao passar o período menstrual Menstruação dolorosa Náuseas, vômitos ou enjoo quando vai chegar o período menstrual Métodos contraceptivos

5 CÂNCER DE MAMA

6 O câncer de mama se origina a partir do crescimento desorganizado e sem controle de células presentes no tecido da glândula mamária. É importante saber que o câncer de mama não afeta só as mulheres, mas também os homens numa proporção de cem mulheres para cada dois homens.

7 Estima-se que no mundo ocorram cerca de 1 milhão de novos casos por ano, sendo a 1ª causa de morte por câncer em mulheres. É a forma mais comum de câncer em mulheres, afetando, em algum momento de suas vidas, aproximadamente uma em cada nove mulheres que atingem os noventa anos no mundo ocidental.

8 8 SINTOMAS Os sintomas do câncer de mama palpável são: Nódulo ou tumor no seio, acompanhado ou não de dor mamária. Alterações na pele que recobre a mama, como abaulamentos ou retrações ou um aspecto semelhante a casca de uma laranja. Nódulos palpáveis na axila.

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10 10 FATORES DE RISCO História familiar Idade Menarca precoce (idade da primeira menstruação), Menopausa tardia (instalada após os 50 anos de idade), Ocorrência da primeira gravidez após os 30 anos Nuliparidade Ingestão regular de álcool, mesmo que em quantidade moderada Exposição a radiações ionizantes em idade inferior a 35 anos. Obesidade Uso de hormônios como anticoncepcionais e reposição hormonal

11 11 DETECÇÃO PRECOCE O Exame Clínico das Mamas (ECM) Deve ser realizado anualmente em todas as mulheres acima de 40 anos. A Mamografia Deve ser realizado em mulheres entre 50 a 69 anos, com intervalo de 2 anos. O Auto-Exame das Mamas Deve ser realizado mensalmente, 7 dias após a menstruação.

12 EXAME CLÍNICO E AUTO EXAME DAS MAMAS O exame clínico das mamas é realizado pelo médico ou enfermeiro, geralmente durante a consulta ginecológica e segue basicamente os mesmos passos do auto exame das mamas. Inspecão Palpacão Compressão dos mamilos

13 13 Procurar por alteracões como: erupcões cutânea, secrecões mamilar espontânea, retracão mamilo, mamilo invertido, aspecto de casca de laranja, e proeminência venosa aumentada.

14 NO CHUVEIRO 14

15 DEITADA 15

16 MAMOGRAFIA: É a radiografia da mama que permite detectar lesões quando elas ainda são muito pequenas, em sua fase inicial.

17 TRATAMENTO As formas de tratamento variam conforme o tipo e o avanço do câncer. Os mais indicados são: Quimioterapia: Uso de medicamentos para matar as células malignas circulantes; Radioterapia: Tratamento que se faz aplicando raios para eliminar qualquer célula que tenha sobrado no local da cirurgia;

18 Hormonioterapia: Medicação que bloqueia a ação dos hormônios femininos; Cirúrgico: Setorectomia: retirada do tumor Quadrantectomia: retirada de um quadrante Mastectomia: retirada da mama

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22 22 PREVENÇÃO Nunca é demais lembrar o quão são importantes alguns cuidados com as mamas. Mesmo que ainda não existam maneiras preventivas contra o câncer de mama, o que faz muita diferença na sobrevivência contra a doença é a detecção precoce, por meio do auto-exame, exame clínico e mamografia.

23 CÂNCER DO COLO DO ÚTERO

24 24 O CÂNCER DE COLO DE ÚTERO É O SEGUNDO TIPO DE CÂNCER MAIS COMUM ENTRE MULHERES NO MUNDO, SENDO RESPONSÁVEL, ANUALMENTE, POR CERCA DE 471 MIL CASOS NOVOS E PELO ÓBITO DE 230 MIL MULHERES POR ANO. FOI ESTIMADO CASOS NO BRASIL EM EM 2010 FORAM 4986 ÓBITOS NO BRASIL.

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26 26 SINTOMAS EXISTE UMA FASE PRÉ-CLÍNICA (SEM SINTOMAS) DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO, EM QUE A DETECÇÃO DE POSSÍVEIS LESÕES PRECURSORAS É ATRAVÉS DA REALIZAÇÃO PERIÓDICA DO EXAME PREVENTIVO. CONFORME A DOENÇA PROGRIDE, OS PRINCIPAIS SINTOMAS DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO SÃO: SANGRAMENTO VAGINAL CORRIMENTO DOR

27 27 Estágio I: Carcinoma limitado ao útero Estágio II: Tumor invade além do útero, mas não atinge a parede pélvica ou o terço inferior da vagina. Estágio III: Tumor que se estende a parede pélvica e ou compromete o terço inferior da vagina. ESTÁGIO DO CÂNCER DE COLO DO ÚTERO

28 28 E STÁGIO IV: T UMOR QUE INVADE A MUCOSA VESICAL OU RETAL E OU QUE SE ESTENDE ALÉM DA PELVE. Metástase a distância

29 29 FATORES DE RISCO BAIXAS CONDIÇÕES SÓCIO-ECONÔMICAS INÍCIO PRECOCE DA ATIVIDADE SEXUAL MULTIPLICIDADE DE PARCEIROS SEXUAIS TABAGISMO HIGIENE ÍNTIMA INADEQUADA USO PROLONGADO DE CONTRACEPTIVOS ORAIS PRESENÇA DO VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO

30 30 P APILOMA H UMANO V ÍRUS É um vírus transmitido pelo contato sexual que afeta a área genital tanto de homens como de mulheres. O HPV é uma família de vírus com mais de 80 tipos. Enquanto alguns deles causam apenas verrugas comuns no corpo, outros infetam a região genital, podendo ocasionar lesões que, se não tratadas, se transformam em câncer de colo do útero. Apesar da infecção pelo papilomavírus ser muito comum, estima-se que cerca de 25% das mulheres estejam infectadas pelo vírus, somente uma pequena fração ( 10%) das mulheres infectadas com papilomavírus oncogênico eventualmente desenvolverá câncer do colo do útero.

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32 32 ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO USO DE PRESERVATIVOS DURANTE A RELAÇÃO SEXUAL DETECÇÃO PRECOCE DA LESÃO PRECURSORA E DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CÂNCER (PREVENÇÃO SECUNDÁRIA) ATRAVÉS DA REALIZAÇÃO DO EXAME PREVENTIVO DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO (CONHECIDO POPULARMENTE COMO EXAME DE PAPANICOLAU)

33 QUAIS MULHERES DEVEM SE SUBMETER AO EXAME PREVENTIVO? Toda mulher que tem ou já teve relacão sexual, especialmente aquelas na faixa etária de 25 a 49 anos, considerando os critérios: Os dois primeiros exames: anualmente Após dois exames com resultado normal: realizar, um a cada três anos Quando o exame acusa infeccão por HPV ou uma lesão de menos gravidade (NIC I): repetir 6 meses depois Se forem apontadas lesões mais graves: (NIC II e NIC III) o médico irá decidir a melhor conduta

34 TRATAMENTO Os mais comuns são a cirurgia e a radioterapia. Mas o tipo de tratamento varia de acordo com o estadiamento da doenca, tamanho do tumor e questões pessoais, como por exemplo, o desejo de ter filhos. É importante lembrar que o diagnóstico precoce oferece maiores chances de cura

35 VACINA: Atualmente já existe uma vacina que oferece protecão contra o HPV. Lembrando que isso não é válido para todos os subtipos do virus, de modo que o exame preventivo deve continuar a ser realizado mesmo em mulheres vacinadas. A inclusão dessa vacina no calendário de vacinacão esta sendo estudada pelo Ministério da saúde. São 3 doses, sendo que após a dose inicial a segunda e a terceira são administradas no segundo e sexto mês.

36 Câncer de Vulva

37 É relativamente raro, geralmente acomete mulheres acima de 65 anos. Manisfesta inicialmente por uma pequena ferida puriginosa e as vezes dolorida. O diagnóstico e feito através de biópsia e o tratamento é vulvectomia total ou parcial.

38 Câncer Endométrio

39 É um câncer que está mais associado ao estilo de vida, do que a foteres genéticos. Fatores de risco: obesidade, nuliparidade, ciclos menstruais irregulares, anovulação, menarca precoce, menopausa tardia, diabetes, HAS. Manifestações: Sangramento Diagnóstico: U.S. Tratmento: Histerectomia total / Mirena

40 Câncer de Ovário

41 É uma doenca de baixa incidência, porém entre as neoplasias ginecológicas, é a que propociona maior risco de óbito. As manifetstacões clínicas são inespecíficas. Os principais fatores de risco são: nuliparidade, menarca pecoce, menopausa tardia e história familiar. Tratamento: ooforectomia

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