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Aula 2 Hipertexto Como Projetar

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Apresentação em tema: "Aula 2 Hipertexto Como Projetar"— Transcrição da apresentação:

1 Aula 2 Hipertexto Como Projetar
Mylene Melly ´Metodologia de Produção e Mídias Interativas

2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas
Aula 2 História e Evolução do Hipertexto Como Projetar Referências Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

3 Evoluçaõ das Comunicações
Comunicação oral e interativa – culturas tribais mesmo tempo e espaço (lembrança=memória auditiva). Uso da dramatização, dança, música como forma de transmitir e perpetuar acontecimentos Comunicação escrita – textos lineares e uso de alfabetos (compreensão e análise fora do contexto da produção) Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

4 Evolução das Comunicações
3000 AC Mesopotâmia – formas de escrita usando ideogramas e fonemas 3000 AC Egito – papiros e tintas rudimentares para representação de signos AC – Ásia Ocidental, alfabeto norte semítico 1400 AC – Síria, escrita cuneiforme 1000 AC – Oriente próximo, escrita aramaica 1000 AC -900 AC – Grécia, alfabeto grego Nesta época inscrições eram feita em cerâmica, cera, argila, pelos de animais e papiros Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

5 Evolução das Comunicações
Sec III AC – biblioteca do museu de Alexandria (objetivo reunir todo o conhecimento do mundo). Pergaminho, livro como reunião de vários pergaminhos ou papiros IX DC – Contos árabes Mil e uma noites (12 volumes história contém outra história – primeiro uso consistente de links Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

6 Evolução das Comunicações
Sec XII – introduzido papel no mundo ocidental Meados do Sec XV – Gutenberg inventou a imprensa e a tipografia. Biblia de Gutenberg é considerada a primeira publicação impressa. (passagem dos manuscritos para impresso). Profundas mudanças na comunicação escrita. Leitor passou a ter acesso a teorias e conhecimentos antes restritos aos mestres. Leitura e interpretação mais individualizados – surgimentos de representações gráficas, tabelas, desenhos, mapas. Padronização do livro moderno (paginação, sumários, citações, capítulos, títulos, resumos, erratas, esquemas , diagramas, índices, palavras-chaves, bibliografias, glossários, ISBN, data de publicação, edição, etc). Itens corriqueiros, nem notamos a existência Representou uma forma de interação completamente diferente dos manuscritos anteriores Forma rápida de permitir ao leitor a possibilidade de avaliar a obra. Através de citações, referências acesso não linear a outras obras (James Joyce – Ulysses ver Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

7 Evolução das Comunicações
Roda de leitura de Agostinho Ramelli – primórdio do hipertexo (Paris, 1588). Nunca implementada Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

8 Evolução das Comunicações
Sec XVIII - Classificação em bibliotecas: fichas catalográficas(alfabéticas a partir dos títulos e sumários) e em árvore (árvore do conhecimento). Sec XIX – evoluções tecnológicas no ramo da eletricidade. 1837 – alfabeto foi codificado em Morse Telegráfo Máquina de escrever Fonográfo Telefone e rádio 1890 – cartões perfurados de Hermann Hollerith Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

9 Evolução das Comunicações
Sec XX cinema falado, televisão, gravador, caneta esferográfica, fotocopiadora e os primeiros computadores. Novos suporte: fotossensíveis (filme, microfilme, microficha), mecânicos (disco de vinil) e magnéticos Nesta época começa-se a ter consciência da enorme quantidade de informação disponível e na consequente capacidade de acessá-la e absorvê-la Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

10 História do Hipertexto
2 - Aspectos econômicos, sociais e legais História do Hipertexto Vannevar Bush iniciou uma pesquisa envolvendo militares e academia que culminaria no desenvolvimento da. Escreveu descrições visionária do potencial uso da tecnologia da informação, inspirando, mais tarde, os criadores da Internet. Foi nomeado pelo Presidente Roosevelt Chairman da National Defense Research Committee em 1940 para auxiliar na 2- Guerra Mundial Em 1941, Bush foi nomeado diretor na recem criada "Office of Scientific Research and Development", criado para cordenar pesquisas no desenvolvimento de armas. Esta organização empregava mais de cientistas no final da guerra e supervisionou o desenvolvimento da bomba atômica. Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

11 História do Hipertexto
2 - Aspectos econômicos, sociais e legais História do Hipertexto 1945 “As we May Think” de Vannevar Bush “Consider a future device for individual use, which is a sort of mechanized private file and library. It needs a name, and to coin one at random, "memex" will do. A memex is a device in which an individual stores all his books, records, and communications, and which is mechanized so that it may be consulted with exceeding speed and flexibility. It is an enlarged intimate supplement to his memory. . Vannevar Bush; As We May Think; Atlantic Monthly; July 1945 Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

12 História do Hipertexto
Bush acreditava que a mente humana funcionava por associação de idéias e não de forma linear Memex propiciaria uma forma individual de leitura não linear em diferentes mídias. Princípio básico do hipertexto: interconexão de informação através da associação de idéias (nós, links, âncoras) Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

13 História do Hipertexto
2 - Aspectos econômicos, sociais e legais História do Hipertexto 1945 “As we May Think” de Vannevar Bush Memex era um dispositivo mecanizado que permitiria a um pessoa guardar seus livros, fotos, jornais, revistas e correspondências e consultá-los de forma rápida e flexível como se fosse uma extensão de sua memória. Tratava-se de uma mesa com telas translúcidas, teclado, botões, alavancas, e mecanismos de armazenamento, e projeção baseado no uso de microfilmes. A ligação entre itens correlatos seria feito por indexação associativa (um item poderia selecionar outro item para ser lido) Esta idéia ficou adormecida por quase 20 anos. Vannevar Bush; As We May Think; Atlantic Monthly; July 1945 Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

14 Evolução das Comunicações
Na década de 50 – rádio a transistor, circuito integrado 60 – fitas magnéticas usadas em computadores. Foi criado o satélite de telecomunicações Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

15 História do Hipertexto
1963 – Douglas Engelbart escreveu o artigo “ A Conceptual Framework” no qual defendia a idéia que o computador poderia aumentar o desenvolvimento do pensamento humano. 1965 – Engelbart inventa o mouse 1968 – Apresenta ao mercado o sistema de editoração Augment (multi janelas, colaboarativo, boa interface, funcionando com mouse) desenvolvido em Stanford, que fazia uso de links para associação de arquivos. Do ponto de vista de trabalho colaborativo pode-se citar: mensagens eletrônicas, teleconferência, compartilhamento e arquivamento de mensagens. Segundo Shneirderman e Kearsley a demonstração do Augment foi a pedra fundamental da história do hipertexto. (no final desta década foi criada a Arpanet). Vídeos de 1968 – apresentação do Augment - Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

16 História do Hipertexto
Ted Nelson é uma figura controversa. Possui grandes ideias, mas nunca terminou nenhum de seus projetos. Seu principal projeto, Xanadu de 1967, seria um sistema eletrônico de publicação distribuído mundialmente cujo intuito era criar uma biblioteca universal. Ted cunhou o termo hipertexto. É conhecido por ter idéias radicais, opondo-se a autoridades e tradições. Constantemente ele repete as 4 máximas que guiam sua vida: "most people are fools, most authority is malignant, God does not exist, and everything is wrong." (Wolf, 1995) Xanadu foi concebido como uma ferramenta para preservar e aumentar a produção literária e artisitica. Xanadu consistiria numa rede mundial que permitiria que a informação fosse armazenada não como doucumentos separados e sim como uma litaratura. Documentod ficariam disponíveis indefinidamente. Cópias virtuais de qualquer documento poderiam ser feitas por usuários. Ao invez de sistema de copyright, autores seriam remunerados automaticamente a cada cópia feita através de sistemas de Xanadu nunca foi completamente implementado e está longe disso, WWW tem muito em comum com Xanadu, mas este último é muito mais visionário. O código de Xanadu é também aberto ao público. Ver: Nelson, T., Literary Machines - Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

17 História do Hipertexto
Andries van Dam – Brown University estudos sobre hipertextos, computação gráfica 1970 – IBM inventa disquete Comercialização do chip eletrônico informática expande-se nas indústrias, no setor de serviços e no bancário 1972 sistema de hipertexto ZOG Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

18 História do Hipertexto
Final da década de 70 – apple e IBM lançam seus computadores pessoais. Informática alcança escritórios. Surgiram os primeiros videodiscos hipermídia AspenMovieMap desenvolvido por And Lippman do MIT Surge o SW de processamento de texto Wordstar Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

19 História do Hipertexto
Decada de 80 Videotexto, minitel, fibra ótica, telas touch sreen, interfaces WYSIWYG, memórias óticas, scanners, CD-ROMs, protocolo TCP/IP, Internet, interfaces mais amigáveis (menus, janelas, ícones) Informática começa a fazer parte do cotidiano das pessoas Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

20 História do Hipertexto
Decada de 80 Vários sistemas de hipertexto comercial surgiram: Guide para PCs– University of Cantebury – Peter Brown TIES (The Interactive Encyclopedia System) – University of Maryland, Bem Shneiderman KMS sucessor do ZOG Notecards – Xerox Palo Alto – Frank Halazs, andy Trigg,Tom Moran Intermedia – Brown University HyperCard para Mac – Apple Computer – Bill Atkinson 1983 – Randall Trigg – University of Maryland defende a 1- tese sobre hipertextos 1987 – Primeira conferência sobre hipertextos Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

21 História do Hipertexto
Tim Bernes Lee - The inventor of HTML. Graduate of Oxford University, England, Tim is now with the Laboratory for Computer Science ( LCS)at the Massachusetts Institute of Technology ( MIT). He directs the W3 Consortium, an open forum of companies and organizations with the mission to realize the full potential of the Web. With a background of system design in real-time communications and text processing software development, in 1989 he invented the World Wide Web, an internet-based hypermedia initiative for global information sharing. while working at CERN, the European Particle Physics Laboratory. Before coming to CERN, Tim was a founding director of Image Computer Systems, and before that a principal engineer with Plessey Telecommunications, in Poole, England. Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

22 História do Hipertexto
Marc Andreesen was a student and part-time assistant at the Nationa l Center for Supercomputing Applications (NCSA) at the University of Illinois when the World Wide Web began to take off. His position at NCSA allowed him to become very familiar with the Internet. Like just about everyone else who was involved with the Internet, he also became familiar with the Web. Most of the browsers available then were for Unix machines which were expensive. This meant that the Web was mostly used by academics and engineers who had access to such machines. The user-interfaces of available browsers also tended to be not very user-friendly, which also hindered the spread of the Web. Marc decided to develop a browser that was easier to use and more graphically rich. In 1992, Andreesen recruited fellow NCSA employee, Eric Bina, to help with his project. The two worked tirelessly. Bina remembers that they would 'work three to four days straight, then crash for about a day' (Reid, 7). They called their new browser Mosaic. It was much more sophisticated graphically than other browsers of the time. Like other browsers it was designed to display HTML documents, but new formatting tags like "center" were included. Especially important was the inclusion of the "image" tag which allowed to include images on web pages. Earlier browsers allowed the viewing of pictures, but only as separate files. Mosaic made it possible for images and text to appear on the same page. Mosaic also sported a graphical interface with clickable buttons that let users navigate easily and controls that let users scroll through text with ease. Another innovative feature was the hyper-link. In earlier browsers hypertext links had reference numbers that the user typed in to navigate to the linked document. Hyper-links allowed the user to simply click on a link to retrieve a document. Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

23 História do Hipertexto
In early 1993, Mosaic was posted for download on NCSA's servers. It was immediately popular. Within weeks tens of thousands of people had downloaded the software. The original version was for Unix. Andreesen and Bina quickly put together a team to develop PC and Mac versions, which were released in the late spring of the same year. With Mosaic now available for more popular platforms, its popularity skyrocketed. More users meant a bigger Web audience. The bigger audiences spurred the creation of new content, which in turn further increased the audience on the Web and so on. As the number of users on the Web increased, the browser of choice was Mosaic so its distribution increased accordingly. By December 1993, Mosaic's growth was so great that it made the front page of the New York Times business section. The article concluded that Mosaic was perhaps "an application program so different and so obviously useful that it can create a new industry from scratch" (Reid, 17). NCSA administrators were quoted in the article, but there was no mention of either Andreesen or Bina. Marc realized that when he was through with his studies NCSA would take over Mosaic for themselves. So when he graduated in December 1993, he left and moved to Silicon Valley in California. Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

24 História do Hipertexto
Avanço do hipertexto na Web – discutido na aula passada Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

25 Elementos Básicos do Hipertexto
Nós Âncoras Links Importante É uma nova forma de escrever, onde a associação de idéias deve prevalecer em detrimento da linearidade Exemplos na literatura As mil e uma noites The garden of forking paths - Borges Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

26 Metodologia de Produção de Mídias Interativas
Efeitos Sociais Hipertexto – não linearidade, objetivando auxiliar na busca de informações Novas maneiras de conceituar, estruturar, diagramar, ler, escrever Papel de autor e leitor se confudem Levy: “Com hipertexto, toda leitura é uma escrita potencial” Autor divide autoria Necessita do mesmo amadurecimento que ocorreu com a imprensa de Gutenberg Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

27 Metodologia de Produção de Mídias Interativas
Efeitos Sociais Interatividade: Rádio, TV, imprensa – difusão unilateral, apenas uma visão da realidade (dos grupos proprietários da mídia) Hipertexto: análise e crítica do leitor. O fluxo informacional pode ser reorientado, interrompido em tempo real. Permite ainda a elaboração de obras coletivas (concatenação do conhecimento de vária pessoas) Papel de autor e leitor se confudem Levy: “Com hipertexto, toda leitura é uma escrita potencial” Autor divide autoria Quebra dó paradigma da linearidade, da educação que nos foi dada – outra forma de pensar Necessita do mesmo amadurecimento que ocorreu com a imprensa de Gutenberg Web é anarquica: qualquer pessoa pode publicar suas idéias Exclusão: ocorre como em qualquer outra forma de comunicação: escrita, telefone, etc. Universalidade, globalização – processo de produção da informação horizontal, descentralizado e interativo. Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

28 Metodologia de Produção de Mídias Interativas
Efeitos Sociais Quebra do paradigma da linearidade, interatividade, compartilhamento de informações promovem o desenvolvimento de novas relações com o saber – precisam ser absorvidos pelos métodos educacionais de contrução do conhecimento Aprender a aprender Aprender coletivamente e de forma interativa Quanto mais participativa a apreensão do conhecimento melhor Acesso ilimitado a informação Filtragem da informação (aprender a ir direto ao que interessa) Desenvolvimento do aspecto cognitivo de forma personalizada (tours guiados, livre seguir de links, buscas diretas) Ensino a distância, bibliotecas virtuais Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

29 Metodologia de Produção de Mídias Interativas
Desvantagens Desorientação no hiperspaço Ferramentas de buscas ineficientes Anarquia – “o que é informação boa” Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

30 Substituiçao de Tecnologias
Uma tecnologia não substitue as outras A imprensa não eliminou a comunicação oral ou a manuscrita A fotografia não acabou com a pintura A TV não acabou com o rádio ou com o teatro O vídeo e a TV a cabo não acabou com o cinema Uma nova tecnologia influencia outras, e cria uma nova forma de comunicação Marshall McLuhan - em “Understanding Media” “o meio é a mensagem” descreve como a tecnologia mudou as relações sociais e as ações mentais. Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

31 Metodologia de Produção de Mídias Interativas
Futuro do Hipertexto Futuro: Videos que vimos: integração massiva das mídias Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

32 Metodologia de Produção de Mídias Interativas
2 - Aspectos econômicos, sociais e legais Exercício Ler: Em grupo: Montar uma história ( 1 hora) Apresentar para a classe (10 minutos) Cada grupo deve ter uma pessoa que sabe mexer com power point (fazer links) ou com um editor HTML Dicas: conceituem, trabalhe em grupo, divisão de tarefas, comunicação Ler: Miller, G.A., The Magical Number Seven, plus or minus two: some limitations on our capacity for processing information – Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

33 Metodologia de Produção de Mídias Interativas
2 - Aspectos econômicos, sociais e legais Bibliografia Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

34 Metodologia de Produção de Mídias Interativas
2 - Aspectos econômicos, sociais e legais Bibliografia Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas

35 Metodologia de Produção de Mídias Interativas
2 - Aspectos econômicos, sociais e legais Bibliografia Dias, C. A., Hipertexto: evolução histórica e efeitos sociais, Ci. INf. Brasília v.28, n. 3 p , set./dez. 1999 Aula 2 Metodologia de Produção de Mídias Interativas


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