A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

´Metodologia de Produção e Mídias Interativas 1 Aula 2 Hipertexto Como Projetar Mylene Melly.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "´Metodologia de Produção e Mídias Interativas 1 Aula 2 Hipertexto Como Projetar Mylene Melly."— Transcrição da apresentação:

1 ´Metodologia de Produção e Mídias Interativas 1 Aula 2 Hipertexto Como Projetar Mylene Melly

2 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas2 Aula 2 História e Evolução do Hipertexto História e Evolução do Hipertexto Como Projetar Como Projetar Referências Referências

3 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas3 Evoluçaõ das Comunicações Comunicação oral e interativa – culturas tribais mesmo tempo e espaço (lembrança=memória auditiva). Uso da dramatização, dança, música como forma de transmitir e perpetuar acontecimentos Comunicação oral e interativa – culturas tribais mesmo tempo e espaço (lembrança=memória auditiva). Uso da dramatização, dança, música como forma de transmitir e perpetuar acontecimentos Comunicação escrita – textos lineares e uso de alfabetos (compreensão e análise fora do contexto da produção) Comunicação escrita – textos lineares e uso de alfabetos (compreensão e análise fora do contexto da produção)

4 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas4 Evolução das Comunicações 3000 AC Mesopotâmia – formas de escrita usando ideogramas e fonemas 3000 AC Mesopotâmia – formas de escrita usando ideogramas e fonemas 3000 AC Egito – papiros e tintas rudimentares para representação de signos 3000 AC Egito – papiros e tintas rudimentares para representação de signos AC – Ásia Ocidental, alfabeto norte semítico AC – Ásia Ocidental, alfabeto norte semítico 1400 AC – Síria, escrita cuneiforme 1400 AC – Síria, escrita cuneiforme 1000 AC – Oriente próximo, escrita aramaica 1000 AC – Oriente próximo, escrita aramaica 1000 AC -900 AC – Grécia, alfabeto grego 1000 AC -900 AC – Grécia, alfabeto grego Nesta época inscrições eram feita em cerâmica, cera, argila, pelos de animais e papiros Nesta época inscrições eram feita em cerâmica, cera, argila, pelos de animais e papiros

5 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas5 Evolução das Comunicações Sec III AC – biblioteca do museu de Alexandria (objetivo reunir todo o conhecimento do mundo). Pergaminho, livro como reunião de vários pergaminhos ou papiros Sec III AC – biblioteca do museu de Alexandria (objetivo reunir todo o conhecimento do mundo). Pergaminho, livro como reunião de vários pergaminhos ou papiros IX DC – Contos árabes Mil e uma noites (12 volumes história contém outra história – primeiro uso consistente de links IX DC – Contos árabes Mil e uma noites (12 volumes história contém outra história – primeiro uso consistente de links

6 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas6 Evolução das Comunicações Sec XII – introduzido papel no mundo ocidental Sec XII – introduzido papel no mundo ocidental Meados do Sec XV – Gutenberg inventou a imprensa e a tipografia. Biblia de Gutenberg é considerada a primeira publicação impressa. (passagem dos manuscritos para impresso). Profundas mudanças na comunicação escrita. Leitor passou a ter acesso a teorias e conhecimentos antes restritos aos mestres. Leitura e interpretação mais individualizados – surgimentos de representações gráficas, tabelas, desenhos, mapas. Meados do Sec XV – Gutenberg inventou a imprensa e a tipografia. Biblia de Gutenberg é considerada a primeira publicação impressa. (passagem dos manuscritos para impresso). Profundas mudanças na comunicação escrita. Leitor passou a ter acesso a teorias e conhecimentos antes restritos aos mestres. Leitura e interpretação mais individualizados – surgimentos de representações gráficas, tabelas, desenhos, mapas. Padronização do livro moderno (paginação, sumários, citações, capítulos, títulos, resumos, erratas, esquemas, diagramas, índices, palavras-chaves, bibliografias, glossários, ISBN, data de publicação, edição, etc). Padronização do livro moderno (paginação, sumários, citações, capítulos, títulos, resumos, erratas, esquemas, diagramas, índices, palavras-chaves, bibliografias, glossários, ISBN, data de publicação, edição, etc). Itens corriqueiros, nem notamos a existência Itens corriqueiros, nem notamos a existência Representou uma forma de interação completamente diferente dos manuscritos anteriores Representou uma forma de interação completamente diferente dos manuscritos anteriores Forma rápida de permitir ao leitor a possibilidade de avaliar a obra. Através de citações, referências acesso não linear a outras obras (James Joyce – Ulysses ver Forma rápida de permitir ao leitor a possibilidade de avaliar a obra. Através de citações, referências acesso não linear a outras obras (James Joyce – Ulysses ver

7 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas7 Evolução das Comunicações Roda de leitura de Agostinho Ramelli – primórdio do hipertexo (Paris, 1588). Nunca implementada Roda de leitura de Agostinho Ramelli – primórdio do hipertexo (Paris, 1588). Nunca implementada

8 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas8 Evolução das Comunicações Sec XVIII - Classificação em bibliotecas: fichas catalográficas(alfabéticas a partir dos títulos e sumários) e em árvore (árvore do conhecimento). Sec XVIII - Classificação em bibliotecas: fichas catalográficas(alfabéticas a partir dos títulos e sumários) e em árvore (árvore do conhecimento). Sec XIX – evoluções tecnológicas no ramo da eletricidade. Sec XIX – evoluções tecnológicas no ramo da eletricidade – alfabeto foi codificado em Morse 1837 – alfabeto foi codificado em Morse Telegráfo Telegráfo Máquina de escrever Máquina de escrever Fonográfo Fonográfo Telefone e rádio Telefone e rádio 1890 – cartões perfurados de Hermann Hollerith 1890 – cartões perfurados de Hermann Hollerith

9 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas9 Evolução das Comunicações Sec XX Sec XX cinema falado, televisão, gravador, caneta esferográfica, fotocopiadora e os primeiros computadores. cinema falado, televisão, gravador, caneta esferográfica, fotocopiadora e os primeiros computadores. Novos suporte: fotossensíveis (filme, microfilme, microficha), mecânicos (disco de vinil) e magnéticos Novos suporte: fotossensíveis (filme, microfilme, microficha), mecânicos (disco de vinil) e magnéticos Nesta época começa-se a ter consciência da enorme quantidade de informação disponível e na consequente capacidade de acessá-la e absorvê-la Nesta época começa-se a ter consciência da enorme quantidade de informação disponível e na consequente capacidade de acessá-la e absorvê-la

10 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas10 História do Hipertexto Vannevar Bush iniciou uma pesquisa envolvendo militares e academia que culminaria no desenvolvimento da. Escreveu descrições visionária do potencial uso da tecnologia da informação, inspirando, mais tarde, os criadores da Internet. Vannevar Bush iniciou uma pesquisa envolvendo militares e academia que culminaria no desenvolvimento da. Escreveu descrições visionária do potencial uso da tecnologia da informação, inspirando, mais tarde, os criadores da Internet. Foi nomeado pelo Presidente Roosevelt Chairman da National Defense Research Committee em 1940 para auxiliar na 2- Guerra Mundial Foi nomeado pelo Presidente Roosevelt Chairman da National Defense Research Committee em 1940 para auxiliar na 2- Guerra Mundial Em 1941, Bush foi nomeado diretor na recem criada "Office of Scientific Research and Development", criado para cordenar pesquisas no desenvolvimento de armas. Esta organização empregava mais de cientistas no final da guerra e supervisionou o desenvolvimento da bomba atômica. Em 1941, Bush foi nomeado diretor na recem criada "Office of Scientific Research and Development", criado para cordenar pesquisas no desenvolvimento de armas. Esta organização empregava mais de cientistas no final da guerra e supervisionou o desenvolvimento da bomba atômica. 2 - Aspectos econômicos, sociais e legais

11 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas11 História do Hipertexto 1945 As we May Think de Vannevar Bush 1945 As we May Think de Vannevar Bush Consider a future device for individual use, which is a sort of mechanized private file and library. It needs a name, and to coin one at random, "memex" will do. A memex is a device in which an individual stores all his books, records, and communications, and which is mechanized so that it may be consulted with exceeding speed and flexibility. It is an enlarged intimate supplement to his memory.. Vannevar Bush; As We May Think; Atlantic Monthly; July 1945 Vannevar Bush; As We May Think; Atlantic Monthly; July Aspectos econômicos, sociais e legais

12 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas12 História do Hipertexto Bush acreditava que a mente humana funcionava por associação de idéias e não de forma linear Bush acreditava que a mente humana funcionava por associação de idéias e não de forma linear Memex propiciaria uma forma individual de leitura não linear em diferentes mídias. Memex propiciaria uma forma individual de leitura não linear em diferentes mídias. Princípio básico do hipertexto: interconexão de informação através da associação de idéias (nós, links, âncoras) Princípio básico do hipertexto: interconexão de informação através da associação de idéias (nós, links, âncoras)

13 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas13 História do Hipertexto 1945 As we May Think de Vannevar Bush 1945 As we May Think de Vannevar Bush Memex era um dispositivo mecanizado que permitiria a um pessoa guardar seus livros, fotos, jornais, revistas e correspondências e consultá-los de forma rápida e flexível como se fosse uma extensão de sua memória. Tratava-se de uma mesa com telas translúcidas, teclado, botões, alavancas, e mecanismos de armazenamento, e projeção baseado no uso de microfilmes. A ligação entre itens correlatos seria feito por indexação associativa (um item poderia selecionar outro item para ser lido)Memex era um dispositivo mecanizado que permitiria a um pessoa guardar seus livros, fotos, jornais, revistas e correspondências e consultá-los de forma rápida e flexível como se fosse uma extensão de sua memória. Tratava-se de uma mesa com telas translúcidas, teclado, botões, alavancas, e mecanismos de armazenamento, e projeção baseado no uso de microfilmes. A ligação entre itens correlatos seria feito por indexação associativa (um item poderia selecionar outro item para ser lido) Esta idéia ficou adormecida por quase 20 anos.Esta idéia ficou adormecida por quase 20 anos. Vannevar Bush; As We May Think; Atlantic Monthly; July 1945 Vannevar Bush; As We May Think; Atlantic Monthly; July Aspectos econômicos, sociais e legais

14 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas14 Evolução das Comunicações Na década de 50 – rádio a transistor, circuito integrado Na década de 50 – rádio a transistor, circuito integrado 60 – fitas magnéticas usadas em computadores. Foi criado o satélite de telecomunicações 60 – fitas magnéticas usadas em computadores. Foi criado o satélite de telecomunicações

15 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas15 História do Hipertexto 1963 – Douglas Engelbart escreveu o artigo A Conceptual Framework no qual defendia a idéia que o computador poderia aumentar o desenvolvimento do pensamento humano – Douglas Engelbart escreveu o artigo A Conceptual Framework no qual defendia a idéia que o computador poderia aumentar o desenvolvimento do pensamento humano – Engelbart inventa o mouse 1965 – Engelbart inventa o mouse 1968 – Apresenta ao mercado o sistema de editoração Augment (multi janelas, colaboarativo, boa interface, funcionando com mouse) desenvolvido em Stanford, que fazia uso de links para associação de arquivos. Do ponto de vista de trabalho colaborativo pode-se citar: mensagens eletrônicas, teleconferência, compartilhamento e arquivamento de mensagens. Segundo Shneirderman e Kearsley a demonstração do Augment foi a pedra fundamental da história do hipertexto – Apresenta ao mercado o sistema de editoração Augment (multi janelas, colaboarativo, boa interface, funcionando com mouse) desenvolvido em Stanford, que fazia uso de links para associação de arquivos. Do ponto de vista de trabalho colaborativo pode-se citar: mensagens eletrônicas, teleconferência, compartilhamento e arquivamento de mensagens. Segundo Shneirderman e Kearsley a demonstração do Augment foi a pedra fundamental da história do hipertexto. (no final desta década foi criada a Arpanet). (no final desta década foi criada a Arpanet). Vídeos de 1968 – apresentação do Augment - Vídeos de 1968 – apresentação do Augment -

16 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas16 História do Hipertexto Ted Nelson é uma figura controversa. Possui grandes ideias, mas nunca terminou nenhum de seus projetos. Seu principal projeto, Xanadu de 1967, seria um sistema eletrônico de publicação distribuído mundialmente cujo intuito era criar uma biblioteca universal. Ted cunhou o termo hipertexto. É conhecido por ter idéias radicais, opondo-se a autoridades e tradições. Constantemente ele repete as 4 máximas que guiam sua vida: "most people are fools, most authority is malignant, God does not exist, and everything is wrong." (Wolf, 1995) Ted Nelson é uma figura controversa. Possui grandes ideias, mas nunca terminou nenhum de seus projetos. Seu principal projeto, Xanadu de 1967, seria um sistema eletrônico de publicação distribuído mundialmente cujo intuito era criar uma biblioteca universal. Ted cunhou o termo hipertexto. É conhecido por ter idéias radicais, opondo-se a autoridades e tradições. Constantemente ele repete as 4 máximas que guiam sua vida: "most people are fools, most authority is malignant, God does not exist, and everything is wrong." (Wolf, 1995) Xanadu foi concebido como uma ferramenta para preservar e aumentar a produção literária e artisitica. Xanadu consistiria numa rede mundial que permitiria que a informação fosse armazenada não como doucumentos separados e sim como uma litaratura. Documentod ficariam disponíveis indefinidamente. Cópias virtuais de qualquer documento poderiam ser feitas por usuários. Ao invez de sistema de copyright, autores seriam remunerados automaticamente a cada cópia feita através de sistemas de Xanadu foi concebido como uma ferramenta para preservar e aumentar a produção literária e artisitica. Xanadu consistiria numa rede mundial que permitiria que a informação fosse armazenada não como doucumentos separados e sim como uma litaratura. Documentod ficariam disponíveis indefinidamente. Cópias virtuais de qualquer documento poderiam ser feitas por usuários. Ao invez de sistema de copyright, autores seriam remunerados automaticamente a cada cópia feita através de sistemas de Xanadu nunca foi completamente implementado e está longe disso, WWW tem muito em comum com Xanadu, mas este último é muito mais visionário. O código de Xanadu é também aberto ao público. Xanadu nunca foi completamente implementado e está longe disso, WWW tem muito em comum com Xanadu, mas este último é muito mais visionário. O código de Xanadu é também aberto ao público. Ver: Nelson, T., Literary Machines - m.au/ted/TN/PU BS/LM/LMpage. html

17 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas17 História do Hipertexto Andries van Dam – Brown University estudos sobre hipertextos, computação gráfica Andries van Dam – Brown University estudos sobre hipertextos, computação gráfica 1970 – IBM inventa disquete 1970 – IBM inventa disquete Comercialização do chip eletrônico informática expande-se nas indústrias, no setor de serviços e no bancário Comercialização do chip eletrônico informática expande-se nas indústrias, no setor de serviços e no bancário 1972 sistema de hipertexto ZOG 1972 sistema de hipertexto ZOG

18 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas18 História do Hipertexto Final da década de 70 – apple e IBM lançam seus computadores pessoais. Informática alcança escritórios. Surgiram os primeiros videodiscos hipermídia AspenMovieMap desenvolvido por And Lippman do MIT Final da década de 70 – apple e IBM lançam seus computadores pessoais. Informática alcança escritórios. Surgiram os primeiros videodiscos hipermídia AspenMovieMap desenvolvido por And Lippman do MIT Surge o SW de processamento de texto Wordstar Surge o SW de processamento de texto Wordstar

19 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas19 História do Hipertexto Decada de 80 Decada de 80 Videotexto, minitel, fibra ótica, telas touch sreen, interfaces WYSIWYG, memórias óticas, scanners, CD-ROMs, protocolo TCP/IP, Internet, interfaces mais amigáveis (menus, janelas, ícones) Videotexto, minitel, fibra ótica, telas touch sreen, interfaces WYSIWYG, memórias óticas, scanners, CD-ROMs, protocolo TCP/IP, Internet, interfaces mais amigáveis (menus, janelas, ícones) Informática começa a fazer parte do cotidiano das pessoas Informática começa a fazer parte do cotidiano das pessoas

20 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas20 História do Hipertexto Decada de 80 Decada de 80 Vários sistemas de hipertexto comercial surgiram: Vários sistemas de hipertexto comercial surgiram: Guide para PCs– University of Cantebury – Peter Brown Guide para PCs– University of Cantebury – Peter Brown TIES (The Interactive Encyclopedia System) – University of Maryland, Bem Shneiderman TIES (The Interactive Encyclopedia System) – University of Maryland, Bem Shneiderman KMS sucessor do ZOG KMS sucessor do ZOG Notecards – Xerox Palo Alto – Frank Halazs, andy Trigg,Tom Moran Notecards – Xerox Palo Alto – Frank Halazs, andy Trigg,Tom Moran Intermedia – Brown University Intermedia – Brown University HyperCard para Mac – Apple Computer – Bill Atkinson HyperCard para Mac – Apple Computer – Bill Atkinson 1983 – Randall Trigg – University of Maryland defende a 1- tese sobre hipertextos 1983 – Randall Trigg – University of Maryland defende a 1- tese sobre hipertextos 1987 – Primeira conferência sobre hipertextos 1987 – Primeira conferência sobre hipertextos

21 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas21 História do Hipertexto Tim Bernes Lee - The inventor of HTML. Graduate of Oxford University, England, Tim is now with the Laboratory for Computer Science ( LCS)at the Massachusetts Institute of Technology ( MIT). Tim Bernes Lee - The inventor of HTML. Graduate of Oxford University, England, Tim is now with the Laboratory for Computer Science ( LCS)at the Massachusetts Institute of Technology ( MIT). He directs the W3 Consortium, an open forum of companies and organizations with the mission to realize the full potential of the Web. He directs the W3 Consortium, an open forum of companies and organizations with the mission to realize the full potential of the Web. With a background of system design in real- time communications and text processing software development, in 1989 he invented the World Wide Web, an internet-based hypermedia initiative for global information sharing. while working at CERN, the European Particle Physics Laboratory. With a background of system design in real- time communications and text processing software development, in 1989 he invented the World Wide Web, an internet-based hypermedia initiative for global information sharing. while working at CERN, the European Particle Physics Laboratory. Before coming to CERN, Tim was a founding director of Image Computer Systems, and before that a principal engineer with Plessey Telecommunications, in Poole, England. Before coming to CERN, Tim was a founding director of Image Computer Systems, and before that a principal engineer with Plessey Telecommunications, in Poole, England.

22 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas22 História do Hipertexto Marc Andreesen was a student and part-time assistant at the Nationa l Center for Supercomputing Applications (NCSA) at the University of Illinois when the World Wide Web began to take off. His position at NCSA allowed him to become very familiar with the Internet. Like just about everyone else who was involved with the Internet, he also became familiar with the Web. Most of the browsers available then were for Unix machines which were expensive. This meant that the Web was mostly used by academics and engineers who had access to such machines. The user-interfaces of available browsers also tended to be not very user-friendly, which also hindered the spread of the Web. Marc decided to develop a browser that was easier to use and more graphically rich. Marc Andreesen was a student and part-time assistant at the Nationa l Center for Supercomputing Applications (NCSA) at the University of Illinois when the World Wide Web began to take off. His position at NCSA allowed him to become very familiar with the Internet. Like just about everyone else who was involved with the Internet, he also became familiar with the Web. Most of the browsers available then were for Unix machines which were expensive. This meant that the Web was mostly used by academics and engineers who had access to such machines. The user-interfaces of available browsers also tended to be not very user-friendly, which also hindered the spread of the Web. Marc decided to develop a browser that was easier to use and more graphically rich. In 1992, Andreesen recruited fellow NCSA employee, Eric Bina, to help with his project. The two worked tirelessly. Bina remembers that they would 'work three to four days straight, then crash for about a day' (Reid, 7). They called their new browser Mosaic. It was much more sophisticated graphically than other browsers of the time. Like other browsers it was designed to display HTML documents, but new formatting tags like "center" were included. In 1992, Andreesen recruited fellow NCSA employee, Eric Bina, to help with his project. The two worked tirelessly. Bina remembers that they would 'work three to four days straight, then crash for about a day' (Reid, 7). They called their new browser Mosaic. It was much more sophisticated graphically than other browsers of the time. Like other browsers it was designed to display HTML documents, but new formatting tags like "center" were included.Reid, 7Reid, 7 Especially important was the inclusion of the "image" tag which allowed to include images on web pages. Earlier browsers allowed the viewing of pictures, but only as separate files. Mosaic made it possible for images and text to appear on the same page. Mosaic also sported a graphical interface with clickable buttons that let users navigate easily and controls that let users scroll through text with ease. Another innovative feature was the hyper-link. In earlier browsers hypertext links had reference numbers that the user typed in to navigate to the linked document. Hyper-links allowed the user to simply click on a link to retrieve a document. Especially important was the inclusion of the "image" tag which allowed to include images on web pages. Earlier browsers allowed the viewing of pictures, but only as separate files. Mosaic made it possible for images and text to appear on the same page. Mosaic also sported a graphical interface with clickable buttons that let users navigate easily and controls that let users scroll through text with ease. Another innovative feature was the hyper-link. In earlier browsers hypertext links had reference numbers that the user typed in to navigate to the linked document. Hyper-links allowed the user to simply click on a link to retrieve a document.

23 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas23 História do Hipertexto In early 1993, Mosaic was posted for download on NCSA's servers. It was immediately popular. Within weeks tens of thousands of people had downloaded the software. The original version was for Unix. Andreesen and Bina quickly put together a team to develop PC and Mac versions, which were released in the late spring of the same year. With Mosaic now available for more popular platforms, its popularity skyrocketed. More users meant a bigger Web audience. The bigger audiences spurred the creation of new content, which in turn further increased the audience on the Web and so on. As the number of users on the Web increased, the browser of choice was Mosaic so its distribution increased accordingly. In early 1993, Mosaic was posted for download on NCSA's servers. It was immediately popular. Within weeks tens of thousands of people had downloaded the software. The original version was for Unix. Andreesen and Bina quickly put together a team to develop PC and Mac versions, which were released in the late spring of the same year. With Mosaic now available for more popular platforms, its popularity skyrocketed. More users meant a bigger Web audience. The bigger audiences spurred the creation of new content, which in turn further increased the audience on the Web and so on. As the number of users on the Web increased, the browser of choice was Mosaic so its distribution increased accordingly. By December 1993, Mosaic's growth was so great that it made the front page of the New York Times business section. The article concluded that Mosaic was perhaps "an application program so different and so obviously useful that it can create a new industry from scratch" (Reid, 17). NCSA administrators were quoted in the article, but there was no mention of either Andreesen or Bina. Marc realized that when he was through with his studies NCSA would take over Mosaic for themselves. So when he graduated in December 1993, he left and moved to Silicon Valley in California. By December 1993, Mosaic's growth was so great that it made the front page of the New York Times business section. The article concluded that Mosaic was perhaps "an application program so different and so obviously useful that it can create a new industry from scratch" (Reid, 17). NCSA administrators were quoted in the article, but there was no mention of either Andreesen or Bina. Marc realized that when he was through with his studies NCSA would take over Mosaic for themselves. So when he graduated in December 1993, he left and moved to Silicon Valley in California.Reid, 17Reid, 17

24 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas24 História do Hipertexto Avanço do hipertexto na Web – discutido na aula passada Avanço do hipertexto na Web – discutido na aula passada

25 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas25 Elementos Básicos do Hipertexto Nós Nós Âncoras Âncoras Links Links Importante Importante É uma nova forma de escrever, onde a associação de idéias deve prevalecer em detrimento da linearidade É uma nova forma de escrever, onde a associação de idéias deve prevalecer em detrimento da linearidade Exemplos na literatura Exemplos na literatura As mil e uma noites As mil e uma noites The garden of forking paths - Borges The garden of forking paths - Borges

26 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas26 Efeitos Sociais Hipertexto – não linearidade, objetivando auxiliar na busca de informações Hipertexto – não linearidade, objetivando auxiliar na busca de informações Novas maneiras de conceituar, estruturar, diagramar, ler, escrever Novas maneiras de conceituar, estruturar, diagramar, ler, escrever Papel de autor e leitor se confudem Papel de autor e leitor se confudem Levy: Com hipertexto, toda leitura é uma escrita potencial Levy: Com hipertexto, toda leitura é uma escrita potencial Autor divide autoria Autor divide autoria Necessita do mesmo amadurecimento que ocorreu com a imprensa de Gutenberg Necessita do mesmo amadurecimento que ocorreu com a imprensa de Gutenberg

27 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas27 Efeitos Sociais Interatividade: Interatividade: Rádio, TV, imprensa – difusão unilateral, apenas uma visão da realidade (dos grupos proprietários da mídia) Rádio, TV, imprensa – difusão unilateral, apenas uma visão da realidade (dos grupos proprietários da mídia) Hipertexto: análise e crítica do leitor. O fluxo informacional pode ser reorientado, interrompido em tempo real. Permite ainda a elaboração de obras coletivas (concatenação do conhecimento de vária pessoas) Hipertexto: análise e crítica do leitor. O fluxo informacional pode ser reorientado, interrompido em tempo real. Permite ainda a elaboração de obras coletivas (concatenação do conhecimento de vária pessoas) Papel de autor e leitor se confudem Papel de autor e leitor se confudem Levy: Com hipertexto, toda leitura é uma escrita potencial Levy: Com hipertexto, toda leitura é uma escrita potencial Autor divide autoria Autor divide autoria Quebra dó paradigma da linearidade, da educação que nos foi dada – outra forma de pensar Quebra dó paradigma da linearidade, da educação que nos foi dada – outra forma de pensar Necessita do mesmo amadurecimento que ocorreu com a imprensa de Gutenberg Necessita do mesmo amadurecimento que ocorreu com a imprensa de Gutenberg Web é anarquica: qualquer pessoa pode publicar suas idéias Web é anarquica: qualquer pessoa pode publicar suas idéias Exclusão: ocorre como em qualquer outra forma de comunicação: escrita, telefone, etc. Exclusão: ocorre como em qualquer outra forma de comunicação: escrita, telefone, etc. Universalidade, globalização – processo de produção da informação horizontal, descentralizado e interativo. Universalidade, globalização – processo de produção da informação horizontal, descentralizado e interativo.

28 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas28 Efeitos Sociais Quebra do paradigma da linearidade, interatividade, compartilhamento de informações promovem o desenvolvimento de novas relações com o saber – precisam ser absorvidos pelos métodos educacionais de contrução do conhecimento Quebra do paradigma da linearidade, interatividade, compartilhamento de informações promovem o desenvolvimento de novas relações com o saber – precisam ser absorvidos pelos métodos educacionais de contrução do conhecimento Aprender a aprender Aprender a aprender Aprender coletivamente e de forma interativa Aprender coletivamente e de forma interativa Quanto mais participativa a apreensão do conhecimento melhor Quanto mais participativa a apreensão do conhecimento melhor Acesso ilimitado a informação Acesso ilimitado a informação Filtragem da informação (aprender a ir direto ao que interessa) Filtragem da informação (aprender a ir direto ao que interessa) Desenvolvimento do aspecto cognitivo de forma personalizada (tours guiados, livre seguir de links, buscas diretas) Desenvolvimento do aspecto cognitivo de forma personalizada (tours guiados, livre seguir de links, buscas diretas) Ensino a distância, bibliotecas virtuais Ensino a distância, bibliotecas virtuais

29 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas29 Desvantagens Desorientação no hiperspaço Desorientação no hiperspaço Ferramentas de buscas ineficientes Ferramentas de buscas ineficientes Anarquia – o que é informação boa Anarquia – o que é informação boa

30 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas30 Substituiçao de Tecnologias Uma tecnologia não substitue as outras Uma tecnologia não substitue as outras A imprensa não eliminou a comunicação oral ou a manuscrita A imprensa não eliminou a comunicação oral ou a manuscrita A fotografia não acabou com a pintura A fotografia não acabou com a pintura A TV não acabou com o rádio ou com o teatro A TV não acabou com o rádio ou com o teatro O vídeo e a TV a cabo não acabou com o cinema O vídeo e a TV a cabo não acabou com o cinema Uma nova tecnologia influencia outras, e cria uma nova forma de comunicação Uma nova tecnologia influencia outras, e cria uma nova forma de comunicação Marshall McLuhan - em Understanding Media o meio é a mensagem descreve como a tecnologia mudou as relações sociais e as ações mentais. Marshall McLuhan - em Understanding Media o meio é a mensagem descreve como a tecnologia mudou as relações sociais e as ações mentais.

31 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas31 Futuro do Hipertexto Futuro: Futuro: Videos que vimos: integração massiva das mídias Videos que vimos: integração massiva das mídias

32 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas32 Exercício Ler: Ler: EJ/ej16/int.html Em grupo: Montar uma história ( 1 hora) Apresentar para a classe (10 minutos) Cada grupo deve ter uma pessoa que sabe mexer com power point (fazer links) ou com um editor HTML Dicas: conceituem, trabalhe em grupo, divisão de tarefas, comunicação Ler: Miller, G.A., The Magical Number Seven, plus or minus two: some limitations on our capacity for processing information – Ler: Miller, G.A., The Magical Number Seven, plus or minus two: some limitations on our capacity for processing information – 2 - Aspectos econômicos, sociais e legais

33 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas33 Bibliografia papers/19.html papers/19.html ml ml o.htm#hypertext 2 - Aspectos econômicos, sociais e legais

34 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas34 Bibliografia ry.html ry.html ry.html ry.html up/contents.html up/contents.html up/contents.html up/contents.html ech/infotechov.html ech/infotechov.html ech/infotechov.html ech/infotechov.html Aspectos econômicos, sociais e legais

35 Aula 2Metodologia de Produção de Mídias Interativas35 Bibliografia mo.html mo.html mo.html mo.html Dias, C. A., Hipertexto: evolução histórica e efeitos sociais, Ci. INf. Brasília v.28, n. 3 p , set./dez Dias, C. A., Hipertexto: evolução histórica e efeitos sociais, Ci. INf. Brasília v.28, n. 3 p , set./dez Aspectos econômicos, sociais e legais


Carregar ppt "´Metodologia de Produção e Mídias Interativas 1 Aula 2 Hipertexto Como Projetar Mylene Melly."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google