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Objetivo do Grupo Discutir o problema habitacional em São Paulo, a partir de dados estatísticos, históricos e atualidades; Obter uma visão mais ampla.

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2 Objetivo do Grupo Discutir o problema habitacional em São Paulo, a partir de dados estatísticos, históricos e atualidades; Obter uma visão mais ampla sobre os diversos tipos de moradia que existem na cidade de São Paulo.

3 Êxodo Rural Habitantes abandonam o campo em busca de melhores condições de vida; Se transferem de regiões consideradas com menos condições de sustentabilidade a outras; No Brasil, houve em maiores proporções nos séculos XIX e XX e foi sempre acompanhado pela miséria de milhões de retirantes e sua morte aos milhares, de fome, de sede e de doenças ligadas à subnutrição.

4 Êxodo Rural O êxodo seguiu em direção ao Sul na década de 30; Chegando em São Paulo, os nordestinos foram buscar trabalho nos cafezais, porém, com a chegada dos imigrantes italianos e espanhóis, acabaram sendo demitidos pelos fazendeiros.

5 Urbanização Urbanização é um processo de afastamento das características rurais de uma localidade ou região para características urbanas; Está associado ao desenvolvimento da civilização, da tecnologia e ao crescimento da cidade;

6 Urbanização Em São Paulo, a população urbana, que representava 53% da população paulista em 1950, atingiu 93% da população do estado em 1991 Em termos absolutos, o número de habitantes urbanos passou de 4,8 milhões em 1950 para 29,3 milhões em 1991 (IBGE, 1953,1987 e 2000).

7 Crescimento Populacional Com o êxodo rural e o processo de urbanização de São Paulo na década de 30, houve um crescimento populacional exacerbado, por conta dos imigrantes que chegaram na cidade; Uma década mais tarde, o crescimento relativo da população aumentou significativamente; O superpovoamento fez com que esses imigrantes se instalassem em áreas periféricas sem permissão legal, ocupando e construindo suas moradias em locais irregulares.

8 Favelas Caracterizada por moradias precárias, falta de infraestrutura e sem regularização fundiária; Essas regiões urbanas possuem baixa qualidade de vida e seus moradores possuem limitado poder aquisitivo; Áreas com edificações inadequadas, apertadas aos morros onde é difícil construir edifícios estáveis e com os materiais tradicionais; A sua importância cresceu muito nas últimas décadas pela insuficiência das políticas estatais devido à redução da presença dos loteamentos clandestinos

9 A suposta solução para moradias irregulares passou a ser a integração à rede urbana local; Foi sob esse novo paradigma que, mesmo antes do Cingapura, iniciou-se a urbanização de muitas favelas de São Paulo; Este trabalho investiga quais as práticas que contribuem para a produção de moradias mais adequadas à realidade cultural de seus usuários.

10 Conclusão Com o êxodo rural paralelo a um aumento significativo no crescimento relativo da população, o superpovoamento fez com que as favelas começassem a se estruturar. O aumento das favelas retrata a disparidade social que vive essa cidade e seus habitantes. Apesar de projetos criados para construções de conjuntos habitacionais, as pessoas que não possuem poder monetário transformam esses recursos em oportunidades para ganhar dinheiro e invadem novas terras, nas quais não pagam impostos, uma vez que se encontram ilegalmente nesses lugares.

11 Atualidade MORADIA EM SÃO PAULO: Regularização de favelas e loteamentos chega à Constituição paulista Fonte: Agência Carta Maior, Antonio Biondi. 1/12/2007 Comentários: A ideia de regularização de moradias no estado de São Paulo, analisando superficialmente, parece uma ideia muito eficiente em sua totalidade. Porém, alguns moradores, quando tem suas casas regularizadas, vendem-as e voltam a ocupar locais não permitidos. A solução para esse problema seria, talvez, cadastrar os atuais moradores de favelas para futuro assentamento, filtrando os que são reincidentes (os que venderam a sua propriedade) para impedir esse oportunismo dar auxílio à quem necessita.

12 Vestibular Na tabela acima, os algarismos I e II representam, respectivamente, à dinâmica da população: a) I – urbana; II – rural. b) I – empregada no setor secundário; II – empregada no setor primário. c) I – economicamente ativa; II – desempregada. d) I – empregada no setor terciário; II – empregada no setor primário. e) I – de 20 a 59 anos; II – de 0 a 19 anos I36%56%76% II64%44%24%

13 Bibliografia s/testes03/geo.htm s/testes03/geo.htm al.htm al.htm crescimentopopulacionalemsp/ crescimentopopulacionalemsp/ 03_RBEUR.pdf 03_RBEUR.pdf

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18 MORADIA - ELIPSE Muitas vezes nós moramos em algum lugar muito diferente do que queríamos morar. Queria que fosse um lugar bom, talvez um bom lugar. Um lugar grande com uma grande vista pro mar. Talvez seria bom se fosse no alto da montanha. Com muita gente diferente que não fosse estranha. É para um lugar assim que queremos sair. Mas, para mim, esse lugar nunca vai existir. Mas não vou desanimar, porque o mais importante é ter ao menos onde morar. Mas nem todas as pessoas moram num lugar assim. Eu moro em num lugar tranqüilo que não é muito ruim. Até parei para pensar no lugar onde moro. É um bairro pequeno, é o lugar que eu adoro. É um bairro de gente pobre, gente humilde, gente nobre e gente feliz. Ou que ainda vai ser. Não é o paraíso mas é bom de se viver. se você não gosta do lugar onde mora, por um lugar igual ao seu, tem gente que implora. Enquanto você chora querendo se mudar, milhões de pessoas morrem por não ter onde morar. Enquanto você sonha em desfilar na passarela, o maior sonho de um pobre é morar na favela. Para não se molhar quando cair uma neblina; para ter onde dormir sem ser numa esquina, porque uma esquna nãoé lugar de ninguém. E temos que entender que ess gente também quer ser alguém. Moradia. Dia a dia mais difícil. Vício. Sacrifício, cada vez mais. Se conforme. Forme, forme o seu lazer. E vá viver, viver em paz!


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