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MIDRÍASE Dilatação da pupila. No cadáver, o reflexo pupilar é perdido logo que o tronco cerebral sofre a falência isquêmica. As pupilas geralmente ficam.

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2 MIDRÍASE Dilatação da pupila. No cadáver, o reflexo pupilar é perdido logo que o tronco cerebral sofre a falência isquêmica. As pupilas geralmente ficam em posição moderadamente dilatadas, devido ao relaxamento do músculo pupilar, embora alterações posteriores possam acontecer, decorrentes do rigor mortis. No vivo, muitas drogas podem causá-la, tais como anfetaminas, maconha, cocaína, clorofórmio e outras, além de lesões do sistema nervoso.

3 LIVOR Região dorsal, mostrando os livores cadavéricos, manchas vinhosas que constituem sinal de certeza da morte. Com a parada da circulação, o sangue se deposita na luz dos vasos, nas regiões mais inferiores.

4 Sinal de Sommer e opacificação da córnea O Sinal de Sommer aparece na metade temporal do olho e é oriundo da desidratação da esclerótica tendo a forma circular de cor amarelada que vai se tornando azulada e depois enegrecida. Esse sinal nada mais é que a visualização por transparência da coróide. O processo tem início de 2 a 3 horas tornando-se negra em 6 horas.

5 Circulação Póstuma de Brouardel É o desenho produzido dentro dos vasos sangüíneos subcutâneos, dilatados pela decomposição do sangue e formação de sulfahemoglobina e hematina. Surge na fase gasosa, geralmente entre 36 e 48 horas da morte. Observam-se ainda bolhas na epiderme.

6 Fase Gasosa da Putrefação Com o progresso da decomposição ocorre um aumento de volume do corpo devido a formação de gases. A pele torna-se de cor verde enegrecida. O aumento de volume provoca a protusão da língua. Os olhos ficam salientes devido ao acúmulo retrobulbar de gases provenientes da decomposição. As alterações decorrentes da putrefação dependem da temperatura ambiente e também das condições anteriores de saúde do indivíduo. Em locais de temperatura elevada ela é mais rápida, bem como em indivíduos que apresentaram febre, septicemia ou foram a óbito por overdose de cocaína. No ar é mais rápida que na água e nesta é mais rápida que no solo.

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8 LARVAS Boca de um cadáver em adiantado estado de putrefação, contendo numerosas larvas de moscas, denotando um tempo de óbito estimado em 5 dias. Nota-se a perda post-mortem dos dentes incisivos superior e lateral, à esquerda (alvéolos íntegros)

9 PUTREFAÇÃO Cadáver de indivíduo do sexo masculino, apresentando a pele enegrecida, distensão gasosa moderada (em involução), destacamento da pele, início de liquefação dos tecidos. Presença de numerosas larvas de insetos, principalmente na região torácica. Foi calculada a data da morte como tendo ocorrido entre 6 a 7 dias.

10 MACERAÇÃO É um processo de autólise. O fenômeno só é encontrado em fetos que morrem intra-útero, com a bolsa amniótica íntegra e o líquido asséptico. Observa-se a coloração avermelhada, devido à hemólise. Ocorre a formação e o rompimento de bolhas e o posterior destacamento da epiderme. Este feto estava na 41 a semana de gestação e a causa mortis foi anóxia intra-uterina. Tempo de morte intra- útero: 4 dias.

11 SAPONIFICAÇÃO É um processo químico em que ocorre a hidratação e dehidrogenação das gorduras do corpo, que se tornam de cor branco- acinzentada e consistência amolecida. A saponificação ocorre sob condições de alta temperatura e umidade e depende da ação de certas enzimas microbianas.

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