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Lisboa, 12 de Dezembro de 2006 Agrupamento de Escolas Marvila Universidade do Minho.

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1 Lisboa, 12 de Dezembro de 2006 Agrupamento de Escolas Marvila Universidade do Minho

2 A Escola e o Currículo O tema Por que me decidi por este tema. A(s) ciência(s) da educação e a sua discussão em praça pública. Os currículos e a política educativa: a Lei de Bases de 1986 e a reforma de O porquê da reorganização curricular de 2001: Um currículo para o mundo actual; Um currículo para a escola inclusiva; O fracasso de modelos anteriores; As inovações tecnológicas no campo da informação. Universidade do Minho

3 A Escola e o Currículo Universidade do Minho Antes de prosseguir... O que se pode entender por currículo e porque desse entendimento depende todo o processo de ensino-aprendizagem dos alunos. O sentido dos projectos educativos – educativo de escola, curricular de escola, curricular de turma.,. O que está em causa quando se procura alterar um quadro de referências no sistema educativo.

4 A reorganização curricular do ensino básico sempre dependeu e continuará a depender do papel que os professores queiram assumir. Nenhuma reforma, nenhuma alteração que se queira introduzir num sistema de ensino, terá êxito se os professores não a compreenderem e não a assumirem como sua. A Escola, como realidade onde os professores vivem e na qual com os alunos (e outras pessoas envolvidas no processo educativo) exercem a sua profissão, tem de se organizar para atingir os objectivos que pretende alcançar. Essa organização tem de ser balizada pelo currículo, pois é ele que vai dar identidade à Escola. O essencial da questão A Escola e o Currículo Universidade do Minho

5 Indispensabilidade de um quadro legal. O decreto-lei nº 6/2001, de 18 de Janeiro, traduziu de modo razoável o consenso gerado ao longo do processo da gestão flexível dos currículos ( ). Mas o decreto-lei é apenas uma carta de intenções: há uma grande diferença entre o currículo prescrito e o currículo experienciado. Os professores constroem o currículo ! O decreto-lei 6/2001 A Escola e o Currículo Universidade do Minho

6 Relembro que se propunha o reforço da articulação entre os três ciclos da educação básica (coerência na sequencialidade; articulação pedagógica e administrativa); a integração do currículo e da avaliação; a criação, para além de áreas disciplinares, de três áreas curriculares não-disciplinares; a integração, com carácter transversal, da educação para a cidadania em todas as áreas curriculares; a valorização das aprendizagens experimentais nas diversas áreas; a autonomia das escolas; a valorização da diversidade de metodologias, estratégias e actividades. Linhas de força do decreto-lei A Escola e o Currículo Universidade do Minho

7 As competências A publicação do Currículo Nacional do Ensino Básico inova propondo um ensino para a apropriação de competências. As competências não são assimiláveis a objectivos; mas são compatíveis. Competência para Perrenoud: A capacidade de mobilizar um conjunto de recursos cognitivos (saberes/ informação) para encontrar soluções pertinentes e eficazes para problemas. Porquê, hoje, um ensino-aprendizagem para adquirir competências? (A provisoriedade dos conhecimentos). Faz sentido um currículo centrado na apropriação de competências? A Escola e o Currículo Universidade do Minho

8 Um currículo baseado em competências Um currículo para a aquisição de competências é um currículo que assume que consolidados os conhecimentos instrumentais – as linguagens – os saberes a adquirir não podem confinar-se aos conhecimentos disciplinares tradicionais. A polivalência dos professores do ensino básico – deve evitar-se o que Perrenoud diz ser a secundarização da escola básica. Um ensino-aprendizagem para aquisição de competências exige que cada professor adapte o programa da sua disciplina à turma e aos seis alunos. Não basta mudar nomes: é necessário mudar conteúdos, estratégias e a avaliação para que os resultados sejam de facto diferentes. A Escola e o Currículo Universidade do Minho

9 O problema da avaliação A avaliação é central neste processo de mudança. Num currículo que vise a apropriação de competências as modalidades de avaliação mais importantes são a formativa e a certificativa. A importância da responsabilidade da avaliação do aluno ser partilhada. Neste contexto, a existência de provas de carácter sumativo é extremamente perigosa sobretudo se a estrutura das mesmas não for acautelada. A Escola e o Currículo Universidade do Minho

10 Que práticas são adequadas? Que prática profissional é aconselhada? Tal como os alunos os professores têm também de se apropriar das competências específicas da sua profissão: científicas, técnico-pedagógicas e relacionais. Competências científicas: nas áreas de especialização. Competências técnico-pedagógicas: nas áreas sensíveis para a educação, nomeadamente nos processos de desenvolvimento curricular (design, escolha de metodologias e estratégias de ensino-aprendizagem). Competências relacionais: educar é conviver, com colegas, alunos, pais. A Escola e o Currículo Universidade do Minho

11 Que práticas são adequadas? Importância acrescida das estruturas organizativas da escola: é necessário passar da auto-suficiência do individualismo para a partilha nos Departamentos, nos Grupos Disciplinares mas sobretudo nos Conselhos de Turma. Papel do Conselho de Turma: Análise da situação (global – sectorial, com incidência nos alunos que constituem a turma); Discussão e decisão sobre o projecto curricular e as estratégias implícitas para o desenvolver; Análise continuada da evolução da turma num esforço de avaliação permanente; Envolvimento de todos no processo de crescimento da turma, seja nas áreas não-disciplinares seja nas próprias disciplinas. A Escola e o Currículo Universidade do Minho

12 Que práticas são adequadas? Alguns aspectos dominantes da acção do professor Entendimento de que a flexibilização do currículo implica ter em atenção simultaneamente a turma e cada um dos alunos que a compõem, na sua diversidade. Consciência de que mais importante do que ensinar uma matéria é ensinar a aprender essa matéria. Constante estado de vigilância no sentido de aproveitar todas as oportunidades para ligar a escola à vida. Disponibilidade autêntica para o diálogo com os pais dos alunos, porque a família tem um papel insubstituível na educação. Firmeza na condução do processo educativo: não se deve assimilar uma reorganização curricular que enfatiza a diversidade e a flexibilidade com frouxidão no aspecto disciplinar: o professor tem de assumir-se como tal. A Escola e o Currículo Universidade do Minho

13 Que práticas são adequadas? Algumas estratégias aconselhadas para obter aprendizagens de qualidade: Privilegiar na turma um ambiente de trabalho assente na cooperação e não na competição, sem excluir o estar atento a cada um dos alunos individualmente. Problematizar mais do que expor, procurando que os alunos sejam levados mais a um esforço de raciocínio do que a esforços de memória. Tentar sempre a interdisciplinaridade possível. Dar feedback frequente sobre os progressos (do grupo, individuais). Mostrar flexibilidade na condução dos trabalhos da turma, alterando planos sempre que isso se revele útil para as aprendizagens. A Escola e o Currículo Universidade do Minho A Escola e o Currículo Universidade do Minho

14 A Escola e o Currículo Universidade do Minho Agora, vamos pensar e discutir Depois de ter comunicado os meus pontos de vista, estou pronto para esclarecer dúvidas e, se possível, ajudar a pensar os problemas que se vos põem no que se refere ao projecto curricular de turma. Chamo a atenção para o facto de a coordenação pedagógica já ter dispensado elementos importantes para o efeito, que considero muito pertinentes e correctos. Por isso vamos partir da proposta feita, que recuperei da Internet.....

15 Concluindo... Num número do Correio da Educação de 2000 foi publicada uma pequena nota da minha autoria que acabava assim: Considero que há três condições essenciais para os professores que se envolvam neste projecto (o da gestão flexível do currículo ): (a)que se revejam no exercício da sua autonomia; (b) que adiram ao trabalho de cooperação nos diferentes grupos em que se insiram; e (c) que assumam o exercício de uma autoformação permanente (porventura a mais importante de todas as formações). Continuo a pensar assim... A Escola e o Currículo Universidade do Minho

16 Cândido M. Varela de Freitas Instituto de Estudos da Criança Universidade do Minho Universidade do Minho

17 O Decreto-Lei n.º 115-A/98 de 4 de Maio define projecto educativo como o documento que consagra a orientação educativa da escola, elaborado e aprovado pelos seus órgãos de administração e gestão para um horizonte de três anos, no qual se explicitam os princípios, os valores, as metas e as estratégias segundo os quais a escola se propõe cumprir a sua função educativa (artigo 3.º, Capítulo I). I Universidade do Minho

18 Por projecto curricular de escola entende-se um documento no qual se traduzam os princípios de gestão curricular comuns a toda a escola, os quais devem ter sido aprovados pelos seus órgãos de administração e gestão...

19 Universidade do Minho Por projecto curricular de turma deve entender-se um documento no qual se clarifiquem as estratégias de concretização e desenvolvimento do currículo nacional e do projecto curricular de escola, visando adequá-los ao contexto de cada turma, o qual deve ser concebido, aprovado e avaliado pelo professor titular de turma, em articulação com o conselho de docentes, ou pelo conselho de turma..


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