A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Qual meu lugar no mundo?. Difícil já é responder quem sou, ainda mais responder qual o meu lugar no mundo. Será que inicialmente devo entender o que se.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Qual meu lugar no mundo?. Difícil já é responder quem sou, ainda mais responder qual o meu lugar no mundo. Será que inicialmente devo entender o que se."— Transcrição da apresentação:

1 Qual meu lugar no mundo?

2 Difícil já é responder quem sou, ainda mais responder qual o meu lugar no mundo. Será que inicialmente devo entender o que se quer dizer com lugar no mundo, sendo o meu papel como sujeito? Se isso fosse entendo que poderia dizer que inicialmente tenho uma posição como participante de uma sociedade, estruturada, ou seja, como cidadão. Porém este é um aspecto particular, que depende da estrutura do grupo a que pertenço, ou seja, minha situação no mundo depende da comovisão do grupo ao qual pertenço. Todos pertencemos a grupos, como estruturas básica da sociedade está o indivíduo. Mas esse mesmo indivíduo está inserido dentro da célula mater da sociedade, ou seja a família.

3 Logo ao nascermos já estamos sujeitos à autoridade e estrutura de um grupo, e carregamos as influencias deste grupo pelo resto de nossas vidas, uma vez que recebemos influências comportamentais e psicológicas destes. E no decorrer das nossas vidas acabamos fazendo parte de outros grupos, escola, trabalho, igreja, amigos etc... Nestes grupos exercemos sempre um papel, seja passivo ou ativo, influenciando ou sendo influenciado, por fim fazemos parte de um grupo maior que é o da humanidade. E se observarmos está escalada, percebemos que com o aumento do grupo, ou seja, com o aumento da complexidade estrutural do grupo passamos a receber mais influencias do grupo maior, do que de influenciá-lo. Dentro destes parâmetros ficamos confortáveis com as estruturas criadas pela sociedade e nos conformamos à suas leis inabaláveis.

4 Porém somos também, até diria que somos muito mais, cidadãos do Reino, uma vez que nos dizemos cristãos, e essa afirmação partindo de nós mesmos acarreta uma série de responsabilidades. Quando me reconheço como cristão, reconheço particularmente que estou comprometido com os valores éticos do Reino de Deus, uma vez que ao aceitar o sacrifício de Cristo na cruz, não aceitei somente a sua morte, mas também sua vida. Qualquer teologia que deseja separar o sacrifício de Jesus através da sua morte da vida de Jesus é uma teologia manca. Logo quando nos apropriamos do sacrifício salvífico de Jesus, aceitando como expiação para os nossos pecados e de religação com o Pai, recebemos o direito a vida eterna, porém nos é imputado no mesmo momento os deveres de cidadão do Reino.

5

6 Os discípulos deixaram nos quatro evangelhos a forma que deve agir o cristão para implantar o Reino, ali os ditos e ações de Jesus foram copiladas para servir de testemunho e nortear os seguidores do caminho das gerações futuras. A Constituição do cidadão do reino Mt Lc (27-36)

7 Humildes de Espírito. Saber que é um eterno devedor da Graça de Deus, coração quebrantado e que buscam a face de Deus. Os que choram Sabem da grande miséria do eu corrompido pelo pecado, são também os necessitados e humildes, os excluídos. Os mansos, porque herdarão a Terra. Os que são opostos a ira, são capazes de suportar sem armargura e sempre de de modo amigável as cargas pesadas que lhes são impostas. Suportar pacientemente e com amor exercendo influência benéfica que supera a baixeza. Os que tem sede e fome de Justiça. Essa justiça é além da do homem, é a procura pela Justiça do alto, a Justiça de Deus que deve emanar no Reino. Os Misericordiosos. Os que vivem envoltos pela misericórdia Divina, sabem que todos os seus atos devem ser de misericórdia. Parábola do sevo devedor. Os Limpos de coração. Os limpos no pensar, sentir e querer. Agem com amor. Perseguidos por causa da Justiça. Aqueles que apregoam os valores do Reino, normalmente estão remando contra a maré, os valores da sociedade não são os mesmos que os seus.

8 George Bernard Shaw descreveu a verdadeira alegria na vida como: ser usado para um propósito que você reconhece como poderoso, ser uma força da natureza ao invés de ser um pequeno aglomerado febril e egoísta de moléstias e mágoas, reclamando de que o mundo não se empenha em fazer você feliz. Sou da opinião de que minha vida pertence à comunidade inteira e até o fim da minha vida será o meu privilégio fazer tudo o que puder em benefício dela. Quero acabar completamente usado quando eu morrer, pois quanto mais duro eu trabalhar, mais terei vivido. Regozijo-me da vida por ela mesma. Para mim a vida não é nenhuma vela curta. É uma espécie de tocha esplêndida que estou segurando por ora, e quero fazê-la com maior brilho possível antes de entregá-la às gerações futuras." A vida é uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos. George Bernard Shaw Ref. Básica :


Carregar ppt "Qual meu lugar no mundo?. Difícil já é responder quem sou, ainda mais responder qual o meu lugar no mundo. Será que inicialmente devo entender o que se."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google