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ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS Subgrupo x : Ludmila Gouveia 06/90031 Uendel Dourado 09/49655 Marcos Antonio 09/56805 Subgrupo y : Thiago Brandão 09/2487757.

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1 ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS Subgrupo x : Ludmila Gouveia 06/90031 Uendel Dourado 09/49655 Marcos Antonio 09/56805 Subgrupo y : Thiago Brandão 09/ Larissa Dutra 09/ Bruna Paixão 08/25492 Turma 14 Grupo 47 Atividade : R09

2 Tópico do R09 Construindo Indicadores de Desempenho do processo de distribuição Responsáveis pelo trabalho: Larissa Dutra e Ludmila Gouveia Data: 03/11/2009

3 Quais são Indicadores métricos úteis para a aferição de desempenho em distribuição? Tempo de ciclo do pedido Entrega a tempo Ciclo de tempo para a reposição dos centros de distribuição Dias de estoque de produto acabado Taxa de atendimento de pedidos e produtos Tempo de atendimento de pedidos de emergência Custo de manter estoque

4 ANEXO : Resultado do estudo de Competitividade Mundial de Manufatura e exame do impacto de Supply Chain nas empresas de autopeças importância do Supply Chain Enfoca a importância do Supply Chain de uma manufatura enxuta para a competitividade das insústrias de autopeças PRODUÇÃO ENXUTA ( Página 164) Qualidade e Produtividade Classe mundial

5 M EDIDAS QUANTITATIVAS QUE EXPLICAM A ALTA PERFORMANCE : Performance da fábrica e características Controle do processo e gestão do relacionamento ao longo do supply chain Pessoas na fábrica

6 1) P ERFORMANCE DA FÁBRICA E CARACTERÍSTICAS Mostram superioridade em: Produtividade; Qualidade interna e externa e utilização de espaço. Explicação do desempenho: Produzem volume maior de produtos acabados e beneficiam-se dessa vantagem de escala. Operam próximo do limite da capacidade, mantendo alta produtividade e altos níveis de qualidade

7 2) C ONTROLE DO PROCESSO AO LONGO DO SUPPLY CHAIN Qualidade do Supply Chain Inventários no Supply Chain Tempo no Supply Chain Programação no Supply Chain

8 A NÁLISE POR PAÍS Performance > A performance das três maiores regiões de produção de carro – Japão, EUA e Europa – em termos de produtividade ( unidades por hora de mão de obra) e qualidade (reclamação de cliente em ppm). > Em ambos os itens, o Japão está na liderança, seguido dos EUA, E Europa bem atrás dos dois.

9 ANÁLISE POR PAÍS (CONTINUAÇÃO) Contexto de produção e capacidade Os volumes de produção e utilização de capacidade influenciam a performance de fábricas de classe mundial, porém eles também explicam as diferenças por país em performance ? > Espanha, Japão e França, os três países com mais alta produtividade, também têm fábricas com alto volume de produção.

10 C ONTROLE DE PROCESSO AO LONGO DO S UPPLY CHAIN > As variações por país nas práticas de supply chain são examinadas nas áreas relacionadas a seguir: Número de fornecedores e clientes; Qualidade no Supply Chain; Dispersão Geográfica; Inventário ao longo do Supply Chain; Estabilidade da Programação.

11 1. N ÚMERO DE FORNECEDORES E CLIENTES 1.Número de fornecedores e clientes: O volume de produção e número de fornecedores se relacionam; As fábricas de alto volume de produção ( na França, Alemanha e Japão) têm mais fornecedores do que as fábricas de baixo volume ( na Itália, Inglaterra e Estados Unidos); Alemanha e França têm um grande número de fábricas que atendem a vários clientes.

12 2. Q UALIDADE NO S UPPLY CHAIN Os japoneses são os campeões no item qualidade. Em último lugar está Itália e Inglaterra, com pobre performance com relação as taxas de defeito dos materiais recebidos, como de produtos acabados. Os EUA possui alta taxa de defeitos de materiais. Em compensação atingi o segundo nível mais baixo de reclamação, ficando logo abaixo do Japão.

13 3.DISPERSÃO GEOGRÁFICA Afeta os estoques e a freqüência de recebimentos. O Japão tem a mais concentrada base geográfica de fornecimento. 82% de seus fornecedores situam-se a 4 h de viagem das fábricas dos clientes. A base de fornecedores dos EUA e França é bastante dispersa devido ao tamanho do país, por isso o tempo de viagem até as fábricas dos clientes é um dos mais longos.

14 4.I NVENTÁRIO AO LONGO DO S UPPLY C HAIN Produtos em processo indicam o fluxo da fábrica, enquanto produtos acabados medem a proximidade para o cliente. Inventários de materiais recebidos medem a eficiência do fluxo de materiais dos fornecedores. O Japão possui os mais baixos níveis de estoque nas três áreas. Já os Alemães possuem o pior desempenho por causa da alta variedade de produtos que diminui o fluxo de material e eleva o nível de inventário.

15 5.ESTABILIDADE DA PROGRAMAÇÃO A maneira como a fábrica se acomoda a essas variações de programação vai refletir no atraso dos despachos para seus clientes. O Japão possui as entregas e os despachos mais pontuais. Os Alemães são os piores nos atrasos aos clientes ( 2,8% de atraso). Os Americanos são os piores nos recebimentos (13,4% de atraso).


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