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O Comércio Eletrônico na Internet sob o Ponto de Vista das Microtransações.

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Apresentação em tema: "O Comércio Eletrônico na Internet sob o Ponto de Vista das Microtransações."— Transcrição da apresentação:

1 O Comércio Eletrônico na Internet sob o Ponto de Vista das Microtransações

2 dados do comércio eletrônico na Internet business-to-business versus business-to-consumer micropagamentos versus macropagamentos características dos sistemas de micropagamentos modelos existentes conclusões

3 comparação de custos de venda – no balcãoUS$ 12,00 – no telefoneUS$ 5,00 – na InternetUS$ 1,00 – Fonte: Forrester Research

4 poder aquisitivo do Internauta – até 5 sm = 02% – de 05 a 10 sm = 08% – de 10 a 20 sm = 26% – de 20 a 50 sm = 43% – mais de 50 sm= 21% – Fonte: Pesquisa CADÊ/IBOBE

5 intenção de compra dos usuários – 63,58%nunca comprou mas compraria – 28,63%já compraram – 07,79%jamais compraria – Fonte: WS-Tools

6 US$ 20bilhões anos atrás Hoje... US$ 250 bilhões 15 bilhões 500 milhões

7 classificações do e-commerce – business-to-consumer e business-to-business – business-to-business publicidade na Internet intranet e transações integradas com software de gestão – business-to-consumer produtos tangíveis (macropagamentos) produtos intangíveis (micropagamentos)

8 a ótica do business-to-business – business-to-consumer é a ponta do iceberg – efeito pirâmide nas relações entre empresas clientes e fornecedoras de um produto exemplo: uma montadora de veículos tem 3000 fornecedores produtivos e 600 improdutivos

9 business-to-consumer para produtos tangíveis – prazo de entrega de 30 minutos a dias – custo marginal de cada transação é elevado, mas o preço do produto pode absorver – produtos físicos envolvem manipulação, transporte, seguro, estocagem, embalagem,... a logística do varejista é o ponto crítico são transações que podem perfeitamente ser feitas com cartão de crédito

10 business-to-consumer para produtos intangíveis – produtos de baixo valor – altíssima escala (fazer 1 ou 1000 tem o mesmo custo) características – tempo de resposta limitado – custo marginal da transação não pode ser alto senão inviabiliza a própria transação o meio de pagamento é o ponto crítico

11 MICROPAGAMENTOS: – transações rápidas e – protocolos simples – que levam a operações de baixo custo – adequadas à comercialização online de produtos intangíveis de baixo valor unitário

12 podem ser anônimos ou não – questões de privacidade e direitos individuais – rastreamento de hábito de consumo com propósitos lícitos ou ilícitos, éticos ou não... Exemplos: mala-direta super direcionada, chantagem, lavagem de dinheiro, terrorismo internacional, tráfico de drogas, etc

13 principais desafios técnicos – baixo custo, simplicidade, agilidade, escalabilidade, segurança com relação custo x benefício favorável principais desafios não-técnicos – aspectos culturais – aspectos legais e jurídicos – aspectos de direito autoral e propriedade intelectual

14 problemas legais e jurídicos – validade legal de senhas, logs de sistemas, assinaturas digitais e certificados – em andamento nos EUA – e no Brasil? – legislação alfandegária e comércio internacional – circulação da moeda

15 problemas de direito autoral – mudança de paradigma em relação a softwares, livros, CDs – ausência do meio físico e facilitação do processo de reprodução do que é digital – impossibilidade de distingüir original da cópia, dada a perfeição da cópia

16 modelo de assinatura – bom para quem é cliente freqüente de poucos site – problema de granularidade dos módulos vendidos com assinatura – há espaço para todos e cada caso é um caso

17 três tipos de players negociando entre si – broker ou banco um ou mais; são responsáveis pelo dinheiro digital – usuário ou cliente vários usuários da Internet que acessam sites e têm motivação para compra – loja ou vendedor vários sites que disponibilizam algum produto na Internet para venda

18 usuário broker vendedor compra do ecash troca do ecash utilização do ecash

19 é uma instituição... – com credibilidade inquestionável no sistema – com alta segurança física e lógica – com poder de arbitrar e julgar questões litigiosas – com poder de punir infratores aqui também é bom ser banqueiro: – baixo investimento – boa lucratividade com muitos participantes – pode criar novos produtos

20 usuário qualquer da Internet – com bom poder aquisitivo e (principalmente) – disposição para pagar por produtos que despertem o seu interesse recursos necessários: – um software instalado na sua máquina ou – um browser Java-Compatível ou – um plugin instalado no seu browser

21 um estabelecimento comercial que – comercializa produtos intangíveis – tem um site na Internet – tem um software específico para implementar as transações terá um custo de venda irrisório, portanto estará motivado a vender

22 os termos online e offline no mundo dos micropagamentos: online – operação que requer intervenção síncrona do banco para ser processada offline – operação que não necessita da intervenção síncrona do banco para ser processada então, o bom aqui é o offline

23 account-based systems – cada participante tem uma conta no banco – é mais simples de implementar – não é anônimo e requer banco online o tempo inteiro token-based systems – banco emite dinheiro digital – pode ser anônimo e não requer o banco online o tempo inteiro – é mais complicado de implementar

24 segurança física e lógica do banco é indispensável o banco é o ponto chave do sistema – se banco não é seguro, não é confiável, logo as pessoas não depositam dinheiro nele é preciso então – política de segurança – pessoal altamente qualificado, treinado e com cultura – e a última palavra em tecnologia de segurança externa e interna: firewalls, TF, controle de acesso, logs, etc.

25 classificação encontrada na literatura para os diferentes tipos de problemas de segurança: abuso de crédito – alguém gastar mais do que pode ou do que deve (inadimplência) falsificação – alguém falsificar uma ordem de pagamento saque não autorizado – alguém saca dinheiro de uma conta que não é sua

26 modificação da ordem de compra – alguém intercepta e altera uma ordem de compra falha na operação de crédito/débito – erro (ou furto) na movimentação de fundos que ocorre dentro do banco duplicação do dinheiro – alguém faz uma cópia de um token que representa um valor monetário

27 não repúdio – alguém faz uma compra e posteriormente nega que fez falha na entrega – alguém faz uma compra mas não recebe o produto porque ocorre uma falha durante a entrega falsa acusação – alguém coloca duas pessoas físicas ou jurídicas uma contra a outra

28 criado pela empresa DigiCash trabalha com modelo token based é totalmente anônimo números de série gerados pelo cliente na compra e cifrado com blind-signature uso maciço de criptografia assimétrica verificação de double-spending com depósito de todos números de série já usados

29 criado por Rivest e Shamir não é anônimo trabalha com um misto de token-based e account-based bastante uso de funções hash o usuário cria as moedas e usa, fazendo compras; quando o vendedor as apresenta ao banco é que é feita a movimentação de débito e crédito

30 não é anônimo trabalha como gateway de instituições financeiras reais com a Internet recebe ordens de pagamento e encaminha para bancos fazerem créditos e débitos

31 é account-based não é anônimo é totalmente offline mas é muito lento porque é baseado em e- mail

32 fatos apresentados – Internet – comércio na Internet – mercadorias tangíveis são commodities – mercadorias intangíveis têm mais valor agregado – conteúdo versus forma – requisitos de segurança, agilidade e custo da transação são importantes nesse cenário

33 desafios a serem vencidos – barreira cultural: ruptura entre mídia e informação – novos paradigmas irão mexer com as relações entre pessoas e empresas – problemas legais – problemas de propriedade intelectual

34 tecnologias existentes que podem ser usadas – algoritmos criptográficos eficientes e seguros – universalização do cliente com browser e applets Java o que falta tecnologicamente falando? – canais de comunicação eficientes – falta de padronização

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