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COLÔNIA SEM PACTO FARIA, Sheila de Castro. Colônia sem pacto in Revista de História da Biblioteca Nacional, ano 3, n 0 34, julho/2008, pp. 70-73.

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1 COLÔNIA SEM PACTO FARIA, Sheila de Castro. Colônia sem pacto in Revista de História da Biblioteca Nacional, ano 3, n 0 34, julho/2008, pp

2 PACTO COLONIAL

3 SISTEMA COLONIAL

4 1 - PARÁGRAFO 7 combate a ideia de que à Colônia era proibido comercializar com qualquer outra nação. colonos não estavam engessados pela Metrópole: havia um grande dinamismo nas relações comerciais com o Rio da Prata, no sul da América, com Angola, Costa de Mina, Moçambique, na África, e com Indía, Goa e Macau, na Ásia; REALIDADE COLONIAL ERA MAIS COMPLEXA ampliar a interpretação sobre a sociedade colonial

5 2 - PARÁGRAFOS 8 e 9 combatem a ideia de que praticamente toda a riqueza colonial era levada pela Metrópole, ficando apenas uma pequena parcela dela para os senhores de engenho. comerciantes, residentes no Brasil e que forneciam escravos para o Brasil no século XVIII, negociavam diretamente com traficantes e chefes locais da África, detendo o monopólio do lucrativo tráfico negreiro – e não a Metrópole; comerciantes eram mais ricos que senhores de engenho. Participavam do comércio interno de alimentos, da agiotagem e da aquisição de contratos da Coroa portuguesa para a cobrança de impostos.

6 3 – PARÁGRAFO 10 combate a ideia de que a Metrópole mantinha uma rígida estrutura de cobrança de impostos na Colônia taxas, impostos e negócios exclusivos de alguns produtos nunca eram cobrados ou explorados pelos funcionários da Metrópole; alguns contratos eram terceirizados pela Metrópole

7 4 – PARÁGRAFO 11 combate a imagem da sociedade colonial como bipolar (de um lado, os grandes senhores e, de outro, uma grande massa de escravos) responsável pela tarefa de produzir para exportar entre os grandes proprietários e os escravos, havia uma camada social que se inseria de forma decisiva na dinâmica do setor exportador, exercendo atividades que iam desde a produção de alimentos, até trabalhos diversos nas cidades portuárias; os grandes proprietários não eram os únicos que se ligavam aos negociantes patrocinadores da exportação; aquela camada também lhes oferecia produtos e serviços.

8 5 – PARÁGRAFO 12 combate a ideia de que a Metrópole preservou o comércio com a Colônia exclusivamente para os portugueses contrabando sempre foi uma realidade e sobre ele os funcionários da administração da Metrópole faziam vistas grossas; concessões da Metrópole para comércio estrangeiro. PACTO COLONIAL PARECE TER SIDO MAIS UM PROJETO E UM IDEAL DO QUE UMA REALIDADE DE FATO


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