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A INTERVENÇÃO EM REDE Fonte: DABAS, E.N. Revista Nova Perspectiva Sistêmica, junho 1995, ano IV, nº 6, p. 5 – 17.

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2 A INTERVENÇÃO EM REDE Fonte: DABAS, E.N. Revista Nova Perspectiva Sistêmica, junho 1995, ano IV, nº 6, p. 5 – 17.

3 FUNÇÕES DA REDE SOCIAL - DESENVOLVIMENTO E MUDANÇA DE CADA UM DOS MEMBROS DA FAMÍLIA. - A IMPORTÂNCIA DE APELAR POR ELA NA RESOLUÇÃO DE SITUAÇÕES DE CRISE. - POTENCILIAZAR A SOLIDARIEDADE ENTRE AS PESSOAS QUE COMPARTILHAM PROBLEMAS SIMILARES.

4 ABORDAGEM DESCENTRADA DA FUNÇÃO DO ESPECIALISTA, APOIANDO-SE NA CAPACIDADE AUTOGESTIVA DOS GRUPOS PRÁTICAS SUSTENTADAS NA CAPACIDADE AUTO- REFLEXIVA DAS PESSOAS A RESPEITO DE SUA ATUAÇÃO E PENSAMENTO COMO NA ORGANIZAÇÃO AUTOGESTIVA DE SEUS PROJETOS. A AUTO-GESTÃO POSSIBILITA A TRANSFORMAÇÃO DA PESSOA-OBJETO EM PESSOA-SUJEITO, RESGATANDO SEUS RECURSOS E VALORIZANDO SEUS SABERES AUTO-REFLEXÃO E AUTO-GESTÃO

5 PROCESSO DE DESFILIAÇÃO OS EIXOS QUE POSSIBILITAM A PERTINÊNCIA VÃO SE DEBILITANDO EM FUNÇÃO: -DO DESEMPREGO; - DA SENSAÇÃO DE DESAMPARO; - DE MIGRAÇÕES EM MASSA DO CAMPO PARA A CIDADE; -O OLHAR E A CONVERSA SÃO SUBSTITUÍDOS POR EXPEDIENTES, NÚMEROS OU CHAVES; -A DESCONEXÃO DOS CONTEXTOS LOCAIS.

6 EFEITO DAS INTERVENÇÕES - DESENVOLVIMENTO DA CAPACIDADE AUTO-REFLEXIVA E AUTO-CRÍTICA; - OTIMIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO AUTO-GESTIVA; - MUDANÇA NA SUBJETIVIDADE DAS PESSOAS, DESENCADEANDO MODIFICAÇÕES NAS SUAS FAMÍLIAS E NO SEU MEIO SOCIAL - POTENCIALIZAÇÃO DAS APRENDIZAGENS NA BUSCA DA SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA COMUM, ATRAVÉS DO COMPARTILHAMENTO SOCIAL

7 MITO CONSTRUÍDO -SÉRIE DE CRENÇAS COMPARTILHADAS POR TODOS OS MEMBROS DE UMA FAMÍLIA, UM GRUPO OU UMA ORGANIZAÇÃO; - FAZ PARTE DO PROCESSO EVOLUTIVO; - DEFINE OS PAPÉIS DAS PESSOAS E AS IMAGENS DE SI MESMAS; -DEFINE AS EXPERIÊNCIAS HISTÓRICAS COMPARTILHADAS ; - DEFINE AS VISÕES DE MUNDO FORA DAS FRONTEIRAS DE CADA GRUPO.

8 RUPTURA E RECONSTRUÇÃO DO MITO A auto-gestão possibilitará flexibilizar os mitos que impedem o desenvolvimento pessoal e grupal, reconstruindo-os em outra esfera de organização e espontaneidade.

9 IDÉIAS GERADORAS EDGAR MORIN SER HUMANO COMO UMA UNIDADE BIO-SÓCIO-PSICO-CULTURAL HEINZ VON FOERSTER MUDANÇA COMO UM PROCESSO QUE SE DÁ DE FORMA DESCONTÍNUA ATRAVÉS DE SISTEMAS AUTO-ORGANIZADORES PAKMAN A NOÇÃO DE REALIDADE ADVÉM DE UMA CONSTRUÇÃO SOCIAL, QUE É UMA PERSPECTIVA DA REALIDADE E NÃO UMA VERDADE

10 IDÉIAS GERADORAS LOURAU INSTITUÍDO – A COISA ESTABELECIDA, AS NORMAS VIGENTES, ESVAZIANDO-SE DA SIGNIFICAÇÃO DE INSTITUIR, NO SENTIDO DE FUNDAR, CRIAR,TRANSFORMAR UMA ORDEM ANTIGA EM OUTA NOVA, A QUAL ESTARIA DADA PELO - MOVIMENTO INSTITUINTE. GUATTARI TRANSVERSALIDADE – TENDE A REALIZAR-SE QUANDO SE EFETUA UMA COMUNICAÇÃO MÁXIMA ENTRE OS DIFERENTES NÍVEIS E EM DIFERENTES SENTIDOS.

11 PAKMAN - PARÂMETROS PARA AS NOVAS CONSTRUÇÕES PARÂMETRO PRAGMÁTICO TODA CONSTRUÇÃO DA REALIDADE É PERTINENTE PARÂMETRO ÉTICO RESPEITO PELA SUBJETIVIDADE, NO CASO DE PESSOAS E PELA ECOLOGIA, NO CASO DE OUTROS ORGANISMOS VIVOS PARÂMETRO ESTÉTICO CONSIDERAÇÃO PELOS SENTIMENTO, O MOVIMENTO DAS SENSAÇÕES DE MAL-ESTAR E DE BEM-ESTAR

12 INTERVENÇÃO - ORGANIZAÇÃO DA INTERVENÇÃO; - ORGANIZAÇÃO EM TORNO DOS PROBLEMAS QUE AS PESSOAS DESIGNAM COMO TAIS; - GERAÇÃO DE UMA HISTÓRIA COMUM; - PROPOSTAS ALTERNATIVAS - CONSOLIDAÇÃO DE ALTERNATIVAS

13 AVALIAÇÃO DA INTERVENÇÃO REFLETIR -SE NOSSA AVALIAÇÃO COINCIDE COM A AVALIAÇÃO DOS ATORES IMPLICADOS NA REDE; -SE FOI PREVISTA A CONSOLIDAÇÃO DE NOVAS ALTERNATIVAS GERADAS PELO GRUPO; -- SE AS INTERVEÇÕES ESTEVE CENTRADA SÓ NO TEMPO, NAS PERSPECTIVAS E NOS PROPÓSITOS DO OPERADOR.


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