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EDGAR MORIN E HUMBERTO MATURANA. Sujeito - Objeto Alma - Corpo Razão - Sentimento Liberdade - Determinismo Finalidade - Causalidade.

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1 EDGAR MORIN E HUMBERTO MATURANA

2 Sujeito - Objeto Alma - Corpo Razão - Sentimento Liberdade - Determinismo Finalidade - Causalidade

3 Cooperação Integração Incerteza Movimentos Autonomia Ruptura Criatividade

4 Edgar Morin

5 O que foi tecido junto Interação

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7 Tradução Reconstrução Ameaçado Subjetivo

8

9

10 Contexto Global Multidimensional Complexo

11 A instituição precisa ler seus professores e seus alunos como textos vivos, com suas histórias de vida, seus misteriosos silêncios e suas digressões entusiásticas

12 Situada no Universo Cósmica Física Terrestre Humana

13 - Era planetária - Intersolidariedade complexa dos problemas - Pensamento Policêntrico

14 O planeta não é um sistema global, mas um turbilhão em movimento, desprovido de centro organizador (p. 64)

15

16 Responsabilidade Solidariedade Tomada de consciência

17 O conhecimento é a navegação em um oceano de incertezas, entre arquipélagos de certezas (p.86)

18

19

20 - Objetiva - Subjetiva

21 Ruídos Polissemia Ignorância dos ritos e costumes Incompreensão de valores Incompreensão ética Incompreensão de idéias

22 - Compreender antes de condenar - Respeitar idéias antagônicas Unidade Humana X Diversidade Cultural

23 Caráter ternário: Indivíduo - sociedade - homem Democracia Cidadania Holística

24 Desenvolver:

25

26 INTELIGÊNCIA Aptidão para pensar e criar estratégias em situações de complexidade (multiplicidade de informações e incertezas)

27 Ensinar é um processo político: os professores definem o que incluir e o que excluir, e com isto legitimam certas crenças, enquanto deslegitimam outras e, muitas vezes, com o passar do tempo o conhecimento selecionado chega a ser visto como inquestionável

28 Habitualmente pensamos no ser humano como um ser Racional; O que distingue o ser humano dos outros animais é seu ser Racional;

29 Ao nos declararmos Seres Racionais vivemos uma cultura que desvaloriza as emoções; Não vemos o entrelaçamento cotidiano entre razão e emoção que constitui nosso viver humano;

30 Não nos damos conta de que todo sistema racional tem um fundamento emocional.

31 Fundamento emocional do social: AMOR Constitutivo da vida humana Aceitação do outro

32 Maturana diz que o amor é a emoção que funda o social; Diz que só são sociais as relações que se fundam na aceitação do outro como um legítimo outro na convivência; Fundamento emocional do social

33 O amor é a emoção central da história evolutiva humana desde o início, e toda ela se dá na conservação de um modo de vida; Fundamento emocional do social

34 A aceitação do outro é uma condição necessária para o desenvolvimento físico, comportamental, psíquico, social e espiritual; Fundamento emocional do social

35 Nós seres humanos nos originamos no amor e somos dependentes dele. Na vida humana, a maior parte do sofrimento vem da negação do amor. Fundamento emocional do social

36 Os seres vivos são sistemas fechados para a informação e abertos para a energia. Sendo assim, não haveria mundo externo objetivo independente da ação do Sujeito cognitivo,...

37 ... ou seja, se não existe mundo externo objetivo, não há nada a ser representado mas tudo é construído no processo de viver.

38 Autopoiesis auto-criação

39 A Teoria Autopoiética tem como idéia básica um sistema organizado auto- suficiente, produz e recicla seus pró- prios componentes diferenciando-se do meio exterior.

40 Processo em que a criança ou o adulto convive com o outro e se transforma espontaneamente. Este processo se dá na convivência.

41 Educar é configurar um espaço de convivência desejável para o outro, de forma que eu e o outro possamos fluir no conviver de uma certa maneira particular...

42 ... Nesse espaço, ambos, educador e aprendiz vão se transformando de maneira congruente. Espaço no qual se faz e se reflete sobre o fazer

43 Não castiguemos nossos alunos por serem, ao corrigir suas ações. Não desvalorizemos nossos alunos em função daquilo que não sabem; valorizemos seu saber...

44 ... Guiemos nossos alunos na direção de um fazer (saber) que tenha relação com seu mundo cotidiano. Convidemos nossos alunos a olhar o que fazem e, sobretudo, não as levemos a competir.

45 Como construir Espaços de Aprendizagem: Provocando mudanças, estabelecendo congruência; Proporcionar aos alunos espaços de viver onde se faça reflexão sobre o fazer;

46 Para recuperar a harmonia fundamental que não destrói, que não explora, que não abusa, que não pretende dominar o mundo, mas que deseja conhecê-lo...

47 ...na aceitação e respeito para que o bem-estar humano se dê no bem-estar da natureza em que se vive.

48 A vida persiste sempre no meio à destruição (Gandhi)


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