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Does the association of habitual physical activity with the metabolic syndrome differ by level of cariorespiratory fitness? Article: Fernanda Balero Miyahara.

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Apresentação em tema: "Does the association of habitual physical activity with the metabolic syndrome differ by level of cariorespiratory fitness? Article: Fernanda Balero Miyahara."— Transcrição da apresentação:

1 Does the association of habitual physical activity with the metabolic syndrome differ by level of cariorespiratory fitness? Article: Fernanda Balero Miyahara

2 Introdução A partir do final do século passado, a doença metabólica tem emergido como uma das causas mais prevalentes de morte nos países industrializados. É provável que durante esse tempo houve queda da energia gasta em atividades físicas, que podem ter resultado em um condicionamento cardiovascular menor. Esses dados sugerem que a inatividade física pode ser um dos principais fatores de risco modificáveis na etiologia da síndrome metabólica.

3 Objetivo Tanto o condicionamento cardiovascular (VO 2máx ) quanto a atividade física estão relacionados ao risco de doença metabólica. Não está claro, entretanto, se as conseqüências de uma vida sedentária são as mesmas em indivíduos em boa e os que não possuem boa condição física. O objetivo deste estudo foi descrever a associação entre atividade física e síndrome metabólica, e para testar se o nível de condicionamento cardiovascular modifica essa relação.

4 Métodos A atividade física foi medida utilizando um marcador cardíaco individual, mensurando a energia desprendida pela atividade cardíaca. VO 2máx foi previsto a partir de um teste ergométrico submáximo. Massa gorda e massa magra foram calculados por meio de impedância biometria. Participaram do presente estudo 874 não- diabéticos caucasianos do U.K..

5 Métodos A síndrome metabólica foi calculada a partir da soma dos valores padronizados para a obesidade, hipertensão, hiperglicemia, resistência à insulina, hipertrigliceridemia, e o nível de HDL colesterol. Para corrigir erros de exposição medição, uma sub- amostra aleatória (22% da coorte) foram re- atendidos por três medições repetidas no ano seguinte ao da primeira avaliação.

6 Resultados A relação do VO 2máx (ml O2 kgFFM-1 min-1) e da síndrome metabólica foi de pontuação limítrofe de significância após o ajuste para idade, sexo, atividade física, e de medição de erro (ß = -0,58, P = 0,06). A magnitude da associação entre atividade física (kJ d-1 kgFFM-1) e da síndrome metabólica foi mais de três vezes maior do que para VO 2máx (padronizado ß = -1,83, P = 0,0042). VO 2máx, porém, modificou a relação entre atividade física e síndrome metabólica, em relação ao gasto energético (P = 0,036).

7 Conclusão Este estudo demonstra uma forte associação inversa entre atividade física e síndrome metabólica. E uma fraca associação entre condicionamento cardiorespiratório e síndrome metabólica (não é significante). Porém, o VO 2máx modifica a associação entre atividade física e síndrome metabólica.

8 Conclusão Os indivíduos sem condicionamento acabam acentuando a associação entre atividade física e síndrome metabólica. Assim, a prevenção da doença metabólica pode ser mais eficaz no subgrupo de pessoas sem condicionamento físico.


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