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Secretaria de Estado da Saúde do Paraná Superintendência de Vigilância em Saúde -SVS Endereço eletrônico - Data – 04 e 05 de dezembro de 2012 Vigilância.

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1 Secretaria de Estado da Saúde do Paraná Superintendência de Vigilância em Saúde -SVS Endereço eletrônico - Data – 04 e 05 de dezembro de 2012 Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Agrotóxicos

2 Populações Expostas à Agrotóxicos Considera-se população exposta a agrotóxicos: (Documento MS – Modelo de Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Agrotóxicos, 2012): Trabalhadores dos setores: agropecuário, silvicultura, manejo florestal, manejo de ecossistemas (hídricos, mato em vias férreas, etc.), madeireiro, empresas desinsetizadoras, de saúde pública (trabalhadores que atuam no controle de endemias e de zoonoses, incluindo portos, aeroportos e fronteiras), produção, transporte, armazenamento e comercialização de agrotóxicos, de reciclagem de embalagem de agrotóxicos e extensionistas, entre outros; Familiares desses trabalhadores e moradores do entorno das unidades produtivas e ambientes contaminados pela utilização de agrotóxicos, com ênfase nos grupos populacionais com maior vulnerabilidade: crianças, gestantes e idosos; Consumidores de alimentos e água com resíduos de agrotóxicos; População em geral que tenha acesso aos agrotóxicos.

3 Diagnóstico Preliminar da Situação - Paraná

4 População Total habitantes (IBGE) Trabalhadores Rurais da agricultura, pecuária e produção florestal (expostos: trabalhadores, familiares e população do entorno) pessoas ocupadas (Censo Agropecuário 2007) Crianças e Adolescentes na atividade agropecuária crianças (10 a 13 anos) e adolescentes (14 a 17 anos) Agentes de Combate a Endemias (expostos: trabalhadores e população atingida) trabalhadores ACE Empresas de Agrotóxicos (expostos: trabalhadores e população do entorno) 17 empresas (SESA/CEST 2012) Empresas de preservação de madeiras (expostos: trabalhadores e população do entorno) 31 empresas (IBAMA, 2004) Desinsetizadoras (expostos: trabalhadores e usuários) 1513 empresas (Junta Comercial, 2005) Trabalhadores do Comércio e TransporteSem levantamento

5 Lavouras temporárias no PR

6 Lavouras permanentes no PR

7 Os trabalhadores da agricultura compõem o maior grupo de expostos aos produtos agrotóxicos. O Censo Agropecuário 2006 divulgou que nos estabelecimentos agropecuários recenseados no Paraná havia pessoas ocupadas em 2006 e, deste total, 70% eram vinculadas à agricultura familiar.

8 Consumo de Agrotóxicos O Estado do Paraná é o terceiro maior consumidor de agrotóxicos do Brasil. O volume total de agrotóxicos consumidos no Paraná foi de ,20 kg no ano de Segundo o IPARDES, os maiores consumos foram registrados nos Núcleos Regionais (divisão administrativa da SEAB) de Ponta Grossa, Cascavel e Londrina, com valores superiores a 15,0 Kg/ha/ano, regiões de grande agricultura intensiva.

9 Consumo de Agrotóxicos X Periculosidade dos Produtos A análise do consumo em função da classe de periculosidade ambiental resultou que em todo o estado do Paraná as classes muito perigosas e perigosas são as mais aplicadas em todas as regiões e representam cerca de 80% do total de agrotóxico consumido.

10 Consumo de Agrotóxicos X Periculosidade dos Produtos

11 Diagnóstico do Paraná Consumo de Agrotóxicos X Classe de Uso Agrícola Quanto à classe de uso agrícola, os herbicidas são os mais utilizados no Paraná, com 56,69% do total de agrotóxicos do estado. Os inseticidas representam 21% e os fungicidas 10,79%. Na análise dos dados do AGROFIT do Ministério da Agricultura e Abastecimento que informa o consumo anual dos princípios ativos dos agrotóxicos, um dos agrotóxicos mais consumidos no Paraná foi o glifosato com um total de 170 milhões de quilos em cinco anos.

12 Consumo de Agrotóxicos X Classe de Uso Agrícola

13 Intoxicações por Agrotóxicos Desde 1982 o Paraná tem um sistema de notificação das intoxicações por agrotóxicos. O IBGE na pesquisa - Uso de Agrotóxicos no Estado do Paraná - Safra 1998/ 1999, apontou intoxicações por agrotóxicos nos anos de 1997 a 1999 com atendimentos médico/hospitalares no mesmo período, evidenciando a sub-notificação no Estado.

14 INTOXICAÇÕES EXÓGENAS, PARANA, 2011 Fonte: Sinan net

15 INTOXICAÇÕES EXÓGENAS, PARANÁ, 2011 Fonte: Sinan net

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18 Intoxicações por Agrotóxicos relacionados ao trabalho

19 Intoxicações por Agrotóxicos Relacionadas ao Trabalho (SINAN - total 2007 a 2011= 1627 casos) 86% das intoxicações por agrotóxicos relacionados ao trabalho ocorreram com trabalhadores do sexo masculino. A faixa etária de 20 a 34 anos corresponde a 40% dos casos; 94% dos casos notificados são de intoxicações agudas e somente 2,4% de intoxicações crônicas.

20 Intoxicações por Agrotóxicos Relacionados ao Trabalho e Grupos Químicos (SINAN) O glifosato foi o agrotóxico que mais causou intoxicações relacionadas ao trabalho (n=280) Os organofosforados (n=155). Destes, 85 intoxicações foram por metamidofós (já proibido). Os piretróides representaram (n=116). OBS: o n é igual ao nº de vezes que o produto foi descrito como agente de intoxicação e não é igual ao número de intoxicações.

21 Intoxicações por Agrotóxicos Relacionados ao Trabalho e Municípios notificadores (SINAN total 2007 a 2011) Os municípios que apresentaram os maiores números de notificações: Londrina, Maringá, Paulo Frontin, Irati, Guamiranga, Tamarana, Curitiba, Cascavel e Apucarana.

22 Intoxicações por Agrotóxicos Relacionados ao Trabalho e Municípios que não notificaram (SINAN total 2007 a 2011) Por outro lado, nesse mesmo período, 177 municípios não têm nenhuma notificação de intoxicação por agrotóxicos relacionados ao trabalho e 99 municípios não possuem nenhum registro de notificação por intoxicação da população em geral.

23 Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos - PARA RESULTADOS – 2010 Fonte: DVVSA/DEVS/SVS/SESA, n=120 n=105

24 Fonte: DVVSA/DEVS/SVS/SESA, Tabela 1 – Número de Amostras e Ingredientes Ativos analisados por Alimento e por Laboratório Paraná, abril a dezembro/2010.

25 Fonte: DVVSA/DEVS/SVS/SESA, 2011.

26 Tabela 3 - Porcentagem de Amostras Insatisfatórias, por Alimento e por Período - Paraná, junho de 2001 a dezembro/2010.

27 Fonte: DVVSA/DEVS/SVS/SESA,2011.

28 Tabela 4 – Número de Amostras com Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, segundo Ingredientes Ativos Detectados Paraná, abril a dezembro/2010.

29 Fonte: DVVSA/DEVS/SVS/SESA,2011.

30 Tabela 7 - Amostras Insatisfatórias quanto ao Alimento, Variedade/Marca, Irregularidade, Rastreabilidade e Ponto de Amostragem - Paraná, abril a dezembro/2010.

31 Resultados Preliminares

32 Câncer MORTALIDADE POR CÂNCER EM AGRICULTORES DO ESTADO DO PARANÁ Câncer mortality among agricultural workers from state of Paraná Juliana de Rezende Chrisman1, Paula de Novaes Sarcinelli2, Josino Costa Moreira3, Rosalina Jorge Koifman4, Sergio Koifman4, Armando Meyer5 Investigação de óbitos por câncer entre agricultores do estado do Paraná de 1979 a Estudaram os agricultores, homens, com idades entre 20 e 69 anos, residentes em duas microrregiões (Umuarama e Toledo) a partir do Sistema de Informação de Mortalidade. Utilizou-se a Razão de Chance de Mortalidade como estimativa do risco, calculada para duas populações de referência distintas e estratificada por faixa etária e período de morte. Observou-se um excesso significativo no risco de morte para os cânceres de estômago, fígado, próstata e pâncreas entre os agricultores. Agricultores mais jovens apresentaram uma mortalidade significativamente maior por câncer de fígado na década de 80 e por câncer de estômago e fígado na década seguinte. Agricultores mais velhos, morreram mais por câncer de estômago na primeira década e por câncer de estômago e mieloma múltiplo nos anos 90.

33 Ações Realizadas

34 RESOLUÇÃO SESA Nº 0546/2012 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 8843, de 22/11/12) Dispõe sobre a reestruturação da Central de Apoio Logístico de Insumos e Equipamentos no Estado do Paraná e estabelece critérios técnicos para utilização do equipamento de Ultra Baixo Volume acoplado a veículo (UBV pesado), bem como normatiza os modelos documentais a serem utilizados.

35 AÇÕES REALIZADAS NO ANO DE 2012 NA FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS DESINFESTANTES DOMISSANITÁRIOS E DENÚNCIAS DE COMÉRCIO DE CHUMBINHO. MUNICÍPIOS INSPECIONADOS: Campo Largo, Mandirituba, Tijucas do Sul, Rio Branco do Sul, Piraquara,Fazenda Rio Grande, Curitiba, Jataizinho e Ivaiporã. ESTABELECIMENTOS FISCALIZADOS (casas agropecuárias, petshop e supermercados):34 ESTABELECIMENTOS INTERDITADOS: 09 Casas Agropecuárias. 01 Supermercado. Produtos Tirados do Mercado: THOR- methomil- carbamato RE 4570/2012), GRANO THOR - methomil (RE 4574/2012) MADEMATO - glifosato (RE Nº 4.861/2012), TEMIK – aldicarb - carbamato (ATO 54/2012 MAPA)

36 Produtos Apreendidos em Tijucas do Sul

37 Produtos Apreendidos em Fazenda Rio Grande

38 Produtos Apreendidos em Piraquara

39 PARA -Principais Ações 2011 Instituição do Programa Estadual de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos – PARA/PR. Elaboração em conjunto com a SEAB de plano estratégico para Reconversão e Diversificação da Produção da Agropecuária em Propriedades que cultivam Tabaco.

40 PARA - Principais Ações 2012 Termo de Cooperação Técnica firmado com MPPR, SESA, SEAB e outras instituições públicas e privadas com o objetivo de implementar a rastreabilidade e a análise de resíduos de agrotóxicos em hortícolas comercializadas no estado do Paraná, visando a segurança alimentar. Elaboração de minuta de Resolução Conjunta SESA/SEAB sobre a rotulagem de produtos hortícolas in natura a granel e embalados e hortícolas minimamanete processadas, no estado do Paraná.

41 PARA - Principais Ações 2012 Termo de Cooperação Técnico-Científico- Financeiro com o TECPAR para a análise de resíduos de agrotóxicos em 100 amostras de hortícolas para o Programa Estadual de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos: 50 amostras fiscais coletadas em propriedades rurais pela ADAPAR/SEAB; 50 amostras de orientação coletadas na CEASA/PR pela SMS de Curitiba.

42 PARA - Principais Ações 2012 Coordenação do GT- Análise Fiscal do PARA nacional, colaborando na elaboração dos Procedimentos Operacionais Padrão – POPs para as análises fiscais do programa (maio/12) Coordenação do GT-Rastreabilidade do PARA nacional que em conjunto com as demais Coordenações Regionais do programa deverá construir normatização específica para esta questão (nov./12)

43 Vigilância Empresas de Agrotóxicos (produtos e saúde do trabalhador) No período de 1998 a 2005, o setor de saúde do trabalhador da SESA, em conjunto com os municípios realizou a vigilância das empresas de Curitiba e região metropolitana. Em relação aos produtos, a vigilância sanitária realiza as ações.

44 Desenvolvimento e implantação Protocolo de avaliação das intoxicações por agrotóxicos Da Necessidade de elaboração de um protocolo de avaliação das intoxicações por agrotóxicos: Os profissionais da saúde no Brasil necessitam de instrumentos clínicos no campo da Toxicologia,que orientem o diagnóstico das intoxicações crônicas dos trabalhadores expostos ambientalmente e ocupacionalmente a substâncias químicas, reconhecidamente tóxicas e o estabelecimento da relação com o trabalho e/ou o ambiente.

45 Grupo de Trabalho Intersetorial Adelmar Geruntho Filho, SMS/Céu Azul Adriana Bender de Lacerda, Universidade Tuiuti Aline Ferreira L.Revers, PSF/Cascavel Ana Campos, NESC/UFPR Célia Regina Carnelose, SMS/Vera Cruz do Oeste, Cláudia Giglio de Oliveira Gonçalves, Universidade Tuiuti Cristiane Regina C. Muller,SESA/ Cerest Macro Oeste Cristiane Rubert, SMS/Anahy David Claret Bueno, SESA/SVS/CEST; Elfrida Andreazza,SESA/10 a Regional Saúde; Elizabeth Santos,Núcleo Epidemio/HC Elver Andrade Moronte,NESC/UFPR Fernanda F.Soares da Silva, NESC/UFPR Fernanda Miranda, SESA/UST/HT Gisele Araújo de Freitas, HC/UFPR; Gisele de O Veiga, SESA/SVS/CEST; Guerda Wegermann, PSF/Cascavel; Guilherme Souza Cavalcanti de Albuquerque, NESC/UFPR Jairo Vinicius Pinto, NESC/UFPR Lilimar Mori, SESA/10ª Regional de Saúde; Lucia Carminatti Perinazzo, SMS/Céu Azul; Luiza Preisler,NESC/UFPR Marcelo José de Souza Silva, NESC/UFPR; Marcos Cardoso dos Santos, SMS/Anahy; Meierson Reque Junior, SESA/HT Nanci Ferreira Pinto, SESA/SVS/CEST Paulo de Oliveira Perna,NESC/UFPR Phalcha Luizar Obregon/UNIOESTE Silvia Albertini,SESA/SVS/CEST; Sonia do Rocio Valenga,SESA/HT Yumie Murakami, SESA/SVS/CEST Heloisa Pacheco-Ferreira, Doutora Consultora, FM/UFRJ

46 O grupo realizou, em uma primeira etapa, revisão bibliográfica de agravos relacionados aos principais grupos de agrotóxicos e um curso de capacitação em Toxicologia Clínica Ambiental e Ocupacional. A partir desses referenciais, numa segunda etapa, foram realizadas diversas reuniões para a elaboração de uma proposta de protocolo atendendo as principais lacunas encontradas na prática da investigação.

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48 Em seguida, uma oficina foi organizada para finalizar a proposta, e desta vez contando com profissionais de saúde de outras regiões do Estado do Paraná, e que também atendem populações expostas a agrotóxicos. Elaborado, o protocolo foi aplicado em 51 pessoas participantes do município citado, todas elas com histórico de exposição ocupacional e/ou ambiental no cultivo do fumo.

49 A proposição do protocolo buscou levantar dados de distintas naturezas para, numa busca de relação entre eles, chegar a informações que permitissem estabelecer ou não o nexo causal entre condições de vida e trabalho e os agravos à saúde encontrados. O resultado final levou à reunião de quatro instrumentos, sendo três deles elaborados pelo grupo e um quarto de uso já corrente

50 1-Ficha de Exposição Ocupacional e Ambiental, 2- Ficha de Avaliação Clínica-Anamnese, 3-Ficha de Avaliação Clínica - Exame físico geral, 4-Questionário Self-Reporting Questionnaire (SRQ-20), padronizado pela Organização Mundial de Saúde, para avaliação de saúde mental.

51 Critérios considerados na caracterização das intoxicações crônicas Análise das cargas e processos de trabalho; Dados epidemiológicos do grupo homogêneo de exposição; Histórico das intoxicações agudas prévias e sua gravidade (conhecimento sobre a natureza do agente tóxico, tempo e forma de manipulação); Anamnese – caracterização do quadro clinico sugestivo. No grupo estudado, foram identificadas três manifestações mais comuns nas intoxicações crônicas por exposição ocupacional a múltiplos agrotóxicos; perda auditiva, polineuropatia e transtornos psiquiátricos menores. Foram também considerados os seguintes diagnósticos diferenciais: a)Perda Auditiva- exposição a ruído e presbiacusia; b)Polineuropatia- deficiência de complexo vitamínico B, síndrome de Guillain-Barré, alcoolismo crônico.

52 A aplicação do Protocolo de Avaliação das Intoxicações Crônicas por Agrotóxicos permitiu evidenciar os agravos prevalentes a saúde de um grupo de trabalhadores do cultivo do fumo. Foram identificados 19 casos (37% do total de avaliados) de intoxicação crônica.

53 Pesquisa Rio Azul Estudo sobre os trabalhadores na fumicultura- realização da pesquisa e extensão em conjunto com o Núcleo de Estudos de Saúde Coletiva da UFPR Investigação dos Processos de Contaminantes Químicos e seus Impactos na Saúde da População e Trabalhadores Expostos no Paraná, na fase de analise dos dados.

54 Produtos preliminares da pesquisa: -Aproximação do Centro Estadual de Saúde do Trabalhador da Universidade Federal do Paraná; -participação da secretaria municipal de saúde de Rio Azul; - elaboração de protocolo para a avaliação das intoxicações crônicas por agrotóxicos; -participação do Núcleo de Saúde do Trabalhador/CEREST Macrooeste na aplicação do protocolo e organização da atenção aos trabalhadores em 4 municípios de sua abrangencia; -Aproximação dos estudantes dos cursos de medicina, enfermagem com o SUS.

55 PLANO ESTRATÉGICO DE RECONVERSÃO E DIVERSIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA EM PROPRIEDADES QUE CULTIVAM DO FUMO 1.Convocar e reunir os reponsáveis da atenção primária, vigilância em saúde e diretores das Regionais de Saúde envolvidas para apresentação do Plano Estratégico de Recoversão da Cultura do Fumo e Plano de desenolvimento das ações da Saúde. 2.Realização de Seminário Interinstitucional Saúde/Agricultura para a apresentação do Plano Estadual para a Reconversão da Cultura do Fumo. Parceiros: SEAB, SESA, INCA, MS, ANVISA, MDA, ABRIL/ Elaboração de diagnóstico da rede de atenção à saúde nos Municípios de Rio Azul (4), São João do Triunfo (3), Prudentópolis (5), Irati (4), Imbituva (4) e Guamiranga (4). 4. Elaboração de diagnóstico das condições de saúde, trabalho e exposição aos agrotóxicos no cultivo do tabaco das 90 famílias envolvidas. 5.Identificaçao das entidades e representaçoes sociais/trabalhadores nos municipios visando apoiar a implementaçao do Plano 6.Elaboração de diagnóstico das condições de saúde, trabalho e exposição aos agrotóxicos no cultivo do tabaco das 90 famílias envolvidas. 7.Avaliar os riscos a saude humana e ambiental inerentes as novas tecnologias/processos produtivos que estao sendo propostos como alternativa ao tabaco

56 Desafios

57 Falta de recursos humanos nos municípios: - ações complementares e suplementares pelas equipes das regionais de saúde, CERESTs; Falta de capacitação dos profissionais para a realização das ações da atenção primária, vigilância sanitária, epidemiológica e saúde do trabalhador em relação a agrotóxicos: -organizar processos de formação para a rede do SUS a partir dos ações priorizadas nos municípios e regiões.

58 Ações de vigilância a populações expostas a agrotóxicos ainda não estão inclusas nos planos municipais de saúde: 1.Apresentação da questão na CIB; 2.Pactuação das ações na CIB.

59 Perspectivas

60 1) PLANO DE AÇÃO EM VIGILÂNCIA EM SAÚDE E ATENÇÃO PRIMÁRIA NO PLANO ESTRATÉGICO DE RECONVERSÃO E DIVERSIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA EM PROPRIEDADES QUE CULTIVAM DO FUMO 1. Convocar e reunir os responsáveis da atenção primária, vigilância em saúde e diretores das Regionais de Saúde envolvidas para apresentação do Plano Estratégico de Reconversão da Cultura do Fumo e Plano de desenvolvimento das ações da Saúde. 2. Realização de Seminário Interinstitucional Saúde/Agricultura para a apresentação do Plano Estadual para a Reconversão da Cultura do Fumo. Parceiros: SEAB, SESA, INCA, MS, ANVISA, MDA, ABRIL/ Elaboração de diagnóstico da rede de atenção à saúde nos Municípios de Rio Azul (4), São João do Triunfo (3), Prudentópolis (5), Irati (4), Imbituva (4) e Guamiranga (4). 4. Capacitação das equipes de atenção primária e vigilância em saúde nos municípios e regionais em diagnóstico, tratamento, notificação e investigação nas intoxicações por agrotóxicos

61 5. Elaboração de diagnóstico das condições de saúde, trabalho e exposição aos agrotóxicos no cultivo do tabaco das 90 famílias envolvidas. 6. Identificação das entidades e representações sociais/trabalhadores nos municípios visando apoiar a implementação do Plano 7. Avaliar os riscos a saúde humana e ambiental inerentes as novas tecnologias/processos produtivos que estão sendo propostos como alternativa ao tabaco 8. Identificar,avaliar e monitorar as formas de abastecimento de água utilizados para consumo humano nos 6 municípios do plano de RECONVESAO DIVERSIFICAÇAO

62 Articulação Intersetorial SESA EMATER SEAB MDA

63 2) Implantação do Protocolo de Avaliação das Intoxicações Crônicas por Agrotóxicos -Apresentação e discussão do Protocolo na CIB; -Aplicação do protocolo em municípios da 10ª Regional de Saúde – Cascavel em conjunto com a Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE. -Resolução do Secretário(?)

64 3)Ações de Vigilância em Saúde e Atenção básica Para os 14 municípios dos grupos 1 e 2 do trabalho infantil (grupos críticos) e que não apresentaram nenhuma notificação de intoxicação por agrotóxicos (14 municípios: Doutor Ulisses, Bom Jesus do Sul, Manfrinopolis, Cruz Machado, São Jorge do Patrocínio, Goioxim, Ortigueira, São Jorge do Oeste, Capanema, Planalto, Perola do Oeste, Porto Barreiro, Grandes Rios e Marquinho), propõe-se: 1- Organização da rede do SUS municipal e regional: atenção primaria, vigilância epidemiológica, saúde do trabalhador e sanitária; 2- Criação de comissões intersetoriais no município.

65 Para os 26 municípios dos grupos 1 e 2 do trabalho infantil (grupos críticos) e com notificação de intoxicações propõe-se: 1- Organização da rede do SUS: atenção primaria, vigilância epidemiológica, saúde do trabalhador e sanitária.

66 Para os municípios que possuem plantação de fumo: 1- Trabalhar com o planejamento do Grupo de Trabalho da Saúde e Agricultura que está discutindo as alternativas à diversificação nas propriedades que cultivam fumo, em consonância com a Convenção Quadro da OMS.

67 Articulação Intersetorial SESA; Municípios priorizados; Instituições governamentais municipais relacionadas a questão; Representação das comunidades, trabalhadores etc..

68 4)Empresas de Agrotóxicos 1- Realizar a Vigilância dos Ambientes, Processos de Trabalho, produtos e o acompanhamento da saúde dos trabalhadores nas empresas formuladoras e de preservante de madeira. Equipes de Vigilância Sanitária do estado, regionais e municípios, Centros de Referência de Saúde do Trabalhador e com envolvimento de demais instituições como Ministério Público, Secretaria de Meio Ambiente e organizações de trabalhadores.

69 Agentes de Combate de Endemias 1) Levantamento de Dados: Número de trabalhadores expostos, distribuição dos trabalhadores por municípios e Regionais de Saúde; Levantamento das condições de saúde dos trabalhadores; Pesquisa sobre os produtos utilizados nas campanhas; Levantamento e estudo das condições de trabalho (preparação/diluição, armazenamento, aplicação, transporte, etc) 2) Realização de Oficinas: Reconhecer o saber dos trabalhadores e criar espaços de participação dos mesmos na discussão da relação trabalho, saúde e doença; Realizar oficinas com as instituições envolvidas para discussão de estratégias de atuação. 3) Vigilância da Saúde dos Trabalhadores Expostos: A proposta é realizar a avaliação dos trabalhadores por uma equipe multidisciplinar do município com aplicação do PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO DAS INTOXICAÇÕES CRÔNICAS POR AGROTÓXICOS.

70 Empresas Desinsetizadoras 1- A proposta para este ramo de atividade é realizar em conjunto com as equipes da Vigilância Sanitária da SESA e dos municípios, um levantamento sobre os aspectos relacionados com a Saúde do Trabalhador nestas empresas e no segundo momento, a realização de uma oficina com os setores envolvidos com a questão para traçar estratégias de ação.

71 Empresas de transporte e comércio de agrotóxicos A proposta baseia-se em levantamento dos seguintes dados: Cadastro das empresas; Distribuição das empresas nos municípios; Número de trabalhadores; Produtos comercializados; Levantamento das condições de trabalho e principais riscos.

72 Articulação Intersetorial Sesa Municípios - Setores vigilância epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador

73 5)ORGANIZAÇÃO DOS DADOS: Os dados coletados, produzidos e pesquisados, devem ser organizados através de: Um Banco de Dados que armazene dados das empresas e dos trabalhadores expostos; Organização em conjunto com biblioteca da SESA de um banco de teses/ dissertações e estudos sobre agrotóxicos; Sistematização periódica dos dados coletados e divulgação.

74 6) ELABORAÇÃO DE MATERIAL INFORMATIVO Elaboração de material informativo para trabalhadores e equipes de saúde, vigilância epidemiológica e sanitária e público em geral.

75 7)Fortalecimento da Agroecologia No Brasil, o Censo Agropecuário registra estabelecimentos que fazem agricultura orgânica no país. No Paraná, segundo o Censo Agropecuário de 2006, há estabelecimentos agropecuários da agroecologia. Nos últimos anos, nota-se um crescimento tanto na área plantada como no consumo.

76 Estratégias: a) Organização da Rede do SUS 1 – Apresentação da proposta e negociação com gestores municipal e regional; 2 – Elaboração com equipe de saúde local e regional para um diagnóstico do uso de agrotóxicos no município e efeitos a saúde humana e a natureza; 3 - Elaboração de proposta em conjunto com município e regional de saúde; 4 – Capacitação das equipes para vigilância, diagnóstico, tratamento e notificação; 5 – Implantação do Protocolo de Avaliação de Intoxicações Crônicas, com acompanhamento através de reuniões periódicas; 6- Acompanhamento das ações do planejamento com reuniões bimestrais.

77 b) Criação de comissões nos municípios 1) Identificação dos atores (Organizações Não- Governamentais, sindicatos, Pastorais, EMATER, Secretaria de Saúde Municipal, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Secretaria Municipal de Agricultura); 2) Levantamento e organização dos dados existentes sobre a questão dos agrotóxicos em cada município; 3) Realização de reuniões nos municípios: Problematização; Elaboração de propostas; Criação de comissão para acompanhamento e encaminhamento das propostas.

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