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TEMAS PARA DISCUSSÃO A crise mundial ameaça o crescimento dos países pobres e semi-coloniais, dito emergentes como China, Brasil, Rússia, índia e África.

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2 TEMAS PARA DISCUSSÃO

3 A crise mundial ameaça o crescimento dos países pobres e semi-coloniais, dito emergentes como China, Brasil, Rússia, índia e África do Sul. Esta é a matéria principal da grande imprensa burguesa mundial nos primeiros 20 dias do mês de janeiro de A partir da leitura da matéria acima, se dividir em 5 grupos para responder as seguintes perguntas, uma para cada grupo:

4 PERGUNTA PARA GRUPO 1 O mundo em 2012 terá: a) Crescimento econômico fraco b)Recessão fraca c) Estagnação d)Depressão Explique:

5 . pode acontecer as quatro alternativas, sendo a mais provável a b) recessão ou a c) estagnação, resultado de uma recessão na Europa, crescimento fraco nos EUA e diminuição do crescimento nos países emergentes. pode acontecer as quatro alternativas, sendo a mais provável a b) recessão ou a c) estagnação, resultado de uma recessão na Europa, crescimento fraco nos EUA e diminuição do crescimento nos países emergentes.

6 PERGUNTA PARA GRUPO 2 Porque, segundo o artigo lido, a crise agora, se repetir a crise que teve no mundo em 2008/2009 será pior?

7 . Porque saiu da crise em 2009 utilizando US 25 trilhões de dinheiro público para subsidiar as grandes empresas e bancos e minimizar a crise, porém isto agravou a dívida dos governos (que deu um salto) gerando déficit nas contas dos governos dos países centrais, que cortarão gastos e investimentos gerando recessão. A recessão que se avizinha não poderá contar com subsídios públicos e podem ocorrer quebras de grandes bancos e grandes empresas, assim como uma diminuição geral da produção de riquezas e do comércio mundial.

8 PERGUNTA PARA GRUPO 3 O crescimento dos países ditos BRICs vai gerar novas potências mundiais (China, Brasil, Índia, Rússia) e a decadência dos EUA e Europa, que deixarão de ser potências?

9 . A China não será uma nova potencial mundial em substituição aos Estados Unidos porque seu crescimento se deve ao domínio que as multinacionais americanas e européias tem de sua economia. A China vive das exportações que faz para os países ricos e sua população é muito pobre, não dá para consumir como os americanos e europeus. O mesmo acontece com o Brasil, a Rússia e a Índia. Estes países são dominados pelas multinacionais dos países ricos e estão cada vez mais dependentes dos investimentos estrangeiros para desenvolver sua economia, isto é, estão sendo cada vez mais colonizados ao invés de buscarem sua independência. Os EUA continuam sendo a principal potência mundial econômica, política e militarmente.

10 PERGUNTA PARA GRUPO 4 O governo brasileiro diz que o país está protegido da crise internacional. Isso é verdade? Quais as debilidades da economia brasileira que a torna dependente da economia mundial?

11 . Não é verdade que o Brasil está protegido da crise internacional. Em 2009 houve recessão no Brasil, apesar do governo dizer que a crise não atingiria o país. Lula distribuiu dinheiro público para grandes empresários e bancos saírem da crise. Só de subsídios (benefícios e isenções fiscais) aos grandes empresários, Dilma gastou R$ 137,2 bilhões, que representa 3,5% do PIB, segundo o IPEA.

12 . O Brasil é muito dependente do capital estrangeiro por isso eleva a taxa de juros (das mais altas do mundo) para atrair o capital estrangeiro. Juros altos dificulta o crescimento econômico, que caiu de 7% em 2010 para 3% em 2011 e ameaça cair ainda mais em Uma nova crise internacional afugentará o capital estrangeiro daqui e ficaremos a ver navios (naufragados).

13 . O Brasil também depende muito das exportações de commodities (minério de ferro, carne, alimentos, etc) para a China e o mundo. Ficamos dependentes dos países comprarem produtos daqui, enquanto cada vez mais a população não pode adquirir estes produtos no Brasil porque são cotados em dólar. Como está iniciando uma nova recessão internacional, isto vai afetar o crescimento no Brasil.

14 . A economia do país está dominada pelas multinacionais, que enviam cerca de R$ 35 bilhões de dólares como remessas de lucros por ano, devido à crise das suas matrizes, nos países ricos. O Brasil está endividado até o osso e isto chupa toda a riqueza do país que é levada para os banqueiros nacionais e estrangeiros. Metade do orçamento anual do governo vai para pagar as dívidas, que provoca corte nos investimentos sociais. A economia do país está dominada pelas multinacionais, que enviam cerca de R$ 35 bilhões de dólares como remessas de lucros por ano, devido à crise das suas matrizes, nos países ricos. O Brasil está endividado até o osso e isto chupa toda a riqueza do país que é levada para os banqueiros nacionais e estrangeiros. Metade do orçamento anual do governo vai para pagar as dívidas, que provoca corte nos investimentos sociais.

15 . Isto significa que estamos prejudicando o Brasil para favorecer as grandes multinacionais e bancos estrangeiros que dominam nossa economia. O próprio governo está tomando várias medidas impopulares com o intuito de minimizar os efeitos da crise aqui no Brasil, no entanto ela só está atacando os pobres e mantém a riqueza do Brasil indo para banqueiros e grandes empresários. Isto significa que estamos prejudicando o Brasil para favorecer as grandes multinacionais e bancos estrangeiros que dominam nossa economia. O próprio governo está tomando várias medidas impopulares com o intuito de minimizar os efeitos da crise aqui no Brasil, no entanto ela só está atacando os pobres e mantém a riqueza do Brasil indo para banqueiros e grandes empresários.

16 PERGUNTA PARA GRUPO 5 O governo Dilma, apesar de dizer que a crise internacional não afeta o Brasil, já tomou medidas em 2011 e pretende tomar novas medidas em 2012 para se proteger da crise: Quais foram estas medidas tomadas em 2011 e quais o governo Dilma pretende implantar em 2012? Estas medidas afetarão os serviços públicos e os servidores?

17 . a) Economia de R$ 90 bilhões em gastos sociais e com aumento do funcionalismo público federal. b) Diminuição dos investimentos das estatais em R$ 8 bilhões c) Prorrogação da DRU, retirando 20% dos gastos com serviços públicos para pagar a dívida, que consumiu cerca de R$ 1 trilhão de reais em d) Dificultou as condições de crédito para a população pobre, com medo de inadimplência que está crescendo. e) Governo Dilma: arrocho salarial e 4ª Reforma da Previdência: - quer impor 10 anos de congelamento do salário (PL 549/2009), igual ao FHC - plano do governo prevê diminuição proporcional da folha de pagamento do funcionalismo em relação ao PIB até Quer arrochar ainda mais o FPF. - Criação da previdência complementar do serviço público, no sentido de privatizar a previdência pública (PL 1992/2007) a) Economia de R$ 90 bilhões em gastos sociais e com aumento do funcionalismo público federal. b) Diminuição dos investimentos das estatais em R$ 8 bilhões c) Prorrogação da DRU, retirando 20% dos gastos com serviços públicos para pagar a dívida, que consumiu cerca de R$ 1 trilhão de reais em d) Dificultou as condições de crédito para a população pobre, com medo de inadimplência que está crescendo. e) Governo Dilma: arrocho salarial e 4ª Reforma da Previdência: - quer impor 10 anos de congelamento do salário (PL 549/2009), igual ao FHC - plano do governo prevê diminuição proporcional da folha de pagamento do funcionalismo em relação ao PIB até Quer arrochar ainda mais o FPF. - Criação da previdência complementar do serviço público, no sentido de privatizar a previdência pública (PL 1992/2007)

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19 . Pretende implantar o mesmo plano de ataques aos trabalhadores que está se aplicando na Europa: - Grécia: Redução em 16% dos salários do funcionalismo, Redução em 18% das aposentadorias, Aumento de impostos - Espanha: Redução de 5% dos salários do funcionalismo e congelamento a partir de 2011, Congelamento das aposentadorias, Reforma trabalhista que barateia as demissões - Portugal: Congelamento salarial, redução do seguro-desemprego e corte de investimentos públicos, Privatização de 17 empresas (aqui está privatizando aeroportos e rodovias). - França: Reforma da Previdência, aumentando de 60 para 62 o limite mínimo para aposentadoria parcial e de 65 para 67 a integral. - Inglaterra: Demissão de servidores públicos, Corte de gastos sociais, Aumento das mensalidades das universidades - Irlanda: Corte de 20% nos gastos públicos até 2014, Demissão de 25 mil servidores públicos, Redução do salário mínimo de 8,65 para 7,65 euros, Corte de aposentadorias, Aumento de impostos. Pretende implantar o mesmo plano de ataques aos trabalhadores que está se aplicando na Europa: - Grécia: Redução em 16% dos salários do funcionalismo, Redução em 18% das aposentadorias, Aumento de impostos - Espanha: Redução de 5% dos salários do funcionalismo e congelamento a partir de 2011, Congelamento das aposentadorias, Reforma trabalhista que barateia as demissões - Portugal: Congelamento salarial, redução do seguro-desemprego e corte de investimentos públicos, Privatização de 17 empresas (aqui está privatizando aeroportos e rodovias). - França: Reforma da Previdência, aumentando de 60 para 62 o limite mínimo para aposentadoria parcial e de 65 para 67 a integral. - Inglaterra: Demissão de servidores públicos, Corte de gastos sociais, Aumento das mensalidades das universidades - Irlanda: Corte de 20% nos gastos públicos até 2014, Demissão de 25 mil servidores públicos, Redução do salário mínimo de 8,65 para 7,65 euros, Corte de aposentadorias, Aumento de impostos.

20 . Preparar aqui a mesma reação dos trabalhadores de lá: começa com ampla campanha de conscientização da base sobre os planos do governo Dilma e o que está acontecendo na Europa, utilizando a campanha salarial para esta conscientização:

21 . A fragilidade da economia brasileira diante da crise internacional Especificidade da economia brasileira Limites do crescimento do Brasil Dados econômicos fundamentais da economia Dinâmicas prováveis A fragilidade da economia brasileira diante da crise internacional Especificidade da economia brasileira Limites do crescimento do Brasil Dados econômicos fundamentais da economia Dinâmicas prováveis

22 . OS FATOS A DESOCUPAÇÃO VIOLENTA A CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE OS FATOS A DESOCUPAÇÃO VIOLENTA A CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE


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