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Monitoramento e Avaliação do Programa de Expansão e Consolidação do Saúde da Família (PROESF) Oficina de Capacitação 1 Sul Porto Alegre, RS Março de 2005.

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1 Monitoramento e Avaliação do Programa de Expansão e Consolidação do Saúde da Família (PROESF) Oficina de Capacitação 1 Sul Porto Alegre, RS Março de 2005 Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Medicina - Departamento de Medicina Social Faculdade de Enfermagem – Departamento de Enfermagem

2 Equipe Técnica Luiz Augusto Facchini, coordenador, UFPel-DMS, médico, epidemiologista, Ms.Sci., Ph.D. Luiz Augusto Facchini, coordenador, UFPel-DMS, médico, epidemiologista, Ms.Sci., Ph.D. Roberto Xavier Piccini, UFPel-DMS, médico, epidemiologista, Ms.Sci. Roberto Xavier Piccini, UFPel-DMS, médico, epidemiologista, Ms.Sci. Elaine Tomasi, UCPel, PMPel-SMSBE, assistente social, epidemiologista, Ms.Sci., Ph.D. Elaine Tomasi, UCPel, PMPel-SMSBE, assistente social, epidemiologista, Ms.Sci., Ph.D. Elaine Thumé, UFPel-FEO, enfermeira, Ms.Sci. Elaine Thumé, UFPel-FEO, enfermeira, Ms.Sci. Rita Heck, UFPel-FEO, enfermeira, Ph.D. Rita Heck, UFPel-FEO, enfermeira, Ph.D.

3 Equipe Técnica José Justino Faleiros, UFPel-DMS, médico, Ms.Sci. José Justino Faleiros, UFPel-DMS, médico, Ms.Sci. Alessander Osório, UFPel-CPE, analista de sistemas Alessander Osório, UFPel-CPE, analista de sistemas Luciane Kantorski, UFPel-FEO, enfermeira, Ph.D. Luciane Kantorski, UFPel-FEO, enfermeira, Ph.D. Maria de Fátima Maia, UFPel-CPE, bibliotecária, mestranda em Ciências da Informação, secretária executiva Maria de Fátima Maia, UFPel-CPE, bibliotecária, mestranda em Ciências da Informação, secretária executiva Denise Silveira, UFPel-DMS, PMPel-SMSBE, médica, epidemiologista, Ms.Sci., Ph.D. Denise Silveira, UFPel-DMS, PMPel-SMSBE, médica, epidemiologista, Ms.Sci., Ph.D.

4 Equipe Técnica Fernando Vinholes Siqueira, doutorando do PPGE-UFPel, UCPel, fisioterapeuta, epidemiologista, Ms.Sci. Fernando Vinholes Siqueira, doutorando do PPGE-UFPel, UCPel, fisioterapeuta, epidemiologista, Ms.Sci. Luciane Pahim, UFPel-CPE, fisioterapeuta, epidemiologista, Ms.Sci. Luciane Pahim, UFPel-CPE, fisioterapeuta, epidemiologista, Ms.Sci. Vera Vieira, doutoranda do PPGE-UFPel, farmacêutica- bioquímica, epidemiologista, Ms.Sci. Vera Vieira, doutoranda do PPGE-UFPel, farmacêutica- bioquímica, epidemiologista, Ms.Sci. Maria Aparecida Rodrigues, doutoranda do PPGE-UFPel, PMPel-SMSBE, médica, epidemiologista, Ms.Sci. Maria Aparecida Rodrigues, doutoranda do PPGE-UFPel, PMPel-SMSBE, médica, epidemiologista, Ms.Sci. Mercedes Bilhalva de Lucca, UFPel-CPE, graduação, secretária executiva Mercedes Bilhalva de Lucca, UFPel-CPE, graduação, secretária executiva

5 Supervisores Alitéia Santiago Dilélio Alitéia Santiago Dilélio Arilson Jesus da Rosa Arilson Jesus da Rosa Carlise Rolan Viana Carlise Rolan Viana Catiúscia Daniela Machado Souza Catiúscia Daniela Machado Souza Danton S Duro Filho Danton S Duro Filho Janaina Vieira dos Santos Janaina Vieira dos Santos João Luiz Osório Rosado João Luiz Osório Rosado Maria Márcia Ambrósio Maria Márcia Ambrósio Patrícia Santos Furtado de Mendonça Patrícia Santos Furtado de Mendonça Raquel Frank Barbosa Raquel Frank Barbosa Sandra Mara Vidal de Souza Sandra Mara Vidal de Souza Silvia Maria Tissot da Costa Silvia Maria Tissot da Costa Suele Manjourany Silva Suele Manjourany Silva Vanessa Andina Teixeira Vanessa Andina Teixeira Walter Günther Rodrigues Lippold Walter Günther Rodrigues Lippold

6 Proposta Técnica Introdução

7 Introdução Antecedentes Antecedentes A crise dos sistemas de atenção à saúde e a formulação de alternativas para países ricos e pobres têm marcado o debate em saúde no início do século XXI. A crise dos sistemas de atenção à saúde e a formulação de alternativas para países ricos e pobres têm marcado o debate em saúde no início do século XXI. A escassez de RH, capacitados e motivados, dificulta o acesso aos serviços, aumentando a iniqüidade em saúde. A escassez de RH, capacitados e motivados, dificulta o acesso aos serviços, aumentando a iniqüidade em saúde.

8 Introdução Ontario, Canadá (1999): escassez de RH ameaçou a atenção básica de saúde. O setor não conseguia oferecer os serviços demandados pela comunidade, colocando em risco a qualidade dos cuidados Ontario, Canadá (1999): escassez de RH ameaçou a atenção básica de saúde. O setor não conseguia oferecer os serviços demandados pela comunidade, colocando em risco a qualidade dos cuidadosescassez de RH ameaçou setor não conseguia oferecer os serviços escassez de RH ameaçou setor não conseguia oferecer os serviços A crise canadense foi atribuída ao rápido desenvolvimento dos cuidados comunitários de saúde no país e a eficácia crescente dos cuidados ambulatoriais e domiciliares, como alternativa aos cuidados hospitalares A crise canadense foi atribuída ao rápido desenvolvimento dos cuidados comunitários de saúde no país e a eficácia crescente dos cuidados ambulatoriais e domiciliares, como alternativa aos cuidados hospitalarescrise Mas não houve uma política adequada de RH, com padrão salarial e segurança no emprego, similares a de profissionais de hospitais. Mas não houve uma política adequada de RH, com padrão salarial e segurança no emprego, similares a de profissionais de hospitais. O trabalho comunitário tornou-se pouco atrativo, havendo uma migração de profissionais para outros setores do sistema de saúde. O trabalho comunitário tornou-se pouco atrativo, havendo uma migração de profissionais para outros setores do sistema de saúde. (Board of Directors of the Toronto Community Care Access Centre. A Looming Human Resources Crisis in Community Care, September 1999) (Board of Directors of the Toronto Community Care Access Centre. A Looming Human Resources Crisis in Community Care, September 1999)

9 Introdução Antecedentes Antecedentes No Brasil, a crise do SUS não tem impedido sua consolidação conceitual e na complexidade de sua estrutura. No Brasil, a crise do SUS não tem impedido sua consolidação conceitual e na complexidade de sua estrutura.SUS A atenção básica de saúde do país era oferecida através de um modelo composto por especialistas: clínico de adultos, pediatra e gineco-obstetra. A atenção básica de saúde do país era oferecida através de um modelo composto por especialistas: clínico de adultos, pediatra e gineco-obstetra. Este modelo tem sido considerado inadequado para superar a crise setorial, que é agravada por carências econômicas e profundas desigualdades sociais entre regiões e municípios do país. Este modelo tem sido considerado inadequado para superar a crise setorial, que é agravada por carências econômicas e profundas desigualdades sociais entre regiões e municípios do país.

10 Introdução Antecedentes Antecedentes O PSF surge no âmbito internacional como uma possível alternativa ao modelo predominante na atenção básica O PSF surge no âmbito internacional como uma possível alternativa ao modelo predominante na atenção básicaPSF âmbito internacional PSF âmbito internacional No Brasil, o PSF vem se expandindo continuamente, mas sua presença em municípios de mais de habitantes, nas regiões Sul e Sudeste ainda é pequena No Brasil, o PSF vem se expandindo continuamente, mas sua presença em municípios de mais de habitantes, nas regiões Sul e Sudeste ainda é pequenaPSF vem se expandindo continuamentemas sua presença PSF vem se expandindo continuamentemas sua presença

11 PSF: breve história Início do PACS no Nordeste Início do PACS no Nordeste Primeiros convênios do PSF com municípios Primeiros convênios do PSF com municípios inserção de códigos na tabela SIA inserção de códigos na tabela SIA NOB – NOB – PAB, portaria 1886, criação dos Pólos de Capacitação PAB, portaria 1886, criação dos Pólos de Capacitação SIAB, PAB variável para o PSF PACS SIAB, PAB variável para o PSF PACS Incentivo por faixa de cobertura Incentivo por faixa de cobertura Pagamento por famílias cadastradas Pagamento por famílias cadastradas

12 PSF: situação atual Implantado em municípios do Brasil, totalizando: Implantado em municípios do Brasil, totalizando: equipes de saúde da família equipes de saúde da família agentes comunitários de saúde agentes comunitários de saúde Fonte: SIAB, janeiro de 2004 Fonte: SIAB, janeiro de 2004 Fonte: SIAB, janeiro de 2004 Fonte: SIAB, janeiro de 2004 O PSF estabelece um padrão para a equipe de saúde, suas atividades e o território de abrangência O PSF estabelece um padrão para a equipe de saúde, suas atividades e o território de abrangência inovações importantes, em comparação ao modelo tradicional da atenção básica. inovações importantes, em comparação ao modelo tradicional da atenção básica.

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16 Introdução Antecedentes Antecedentes Há indícios de que o PSF apresenta vantagens em relação a outros modelos de atenção básica em saúde, principalmente ao aumentar o acesso dos usuários aos serviços, ampliando o cuidado a grupos de risco e enfatizando práticas preventivas Há indícios de que o PSF apresenta vantagens em relação a outros modelos de atenção básica em saúde, principalmente ao aumentar o acesso dos usuários aos serviços, ampliando o cuidado a grupos de risco e enfatizando práticas preventivasPSF apresenta vantagens em relação a outros modelos de atenção básicaPSF apresenta vantagens em relação a outros modelos de atenção básica Tomasi et al., 2003: incremento de 125% em procedimentos básicos, 7% no atendimento de idosos e 10% no atendimento de hipertensos Tomasi et al., 2003: incremento de 125% em procedimentos básicos, 7% no atendimento de idosos e 10% no atendimento de hipertensos

17 Introdução Antecedentes Antecedentes Entretanto, o crescimento do PSF tem sido desigual no país e mostra problemas preocupantes, como por exemplo, a rotatividade das equipes, principalmente de médicos, que colocam em risco o vínculo e a qualidade nos cuidados de usuários do SUS. Entretanto, o crescimento do PSF tem sido desigual no país e mostra problemas preocupantes, como por exemplo, a rotatividade das equipes, principalmente de médicos, que colocam em risco o vínculo e a qualidade nos cuidados de usuários do SUS.

18 Introdução Perspectivas - PROESF Perspectivas - PROESFPROESF É uma política de expansão do PSF, com especial ênfase para os municípios com mais de habitantes É uma política de expansão do PSF, com especial ênfase para os municípios com mais de habitantespolítica de expansão do PSFpolítica de expansão do PSF Providencia apoio financeiro e técnico aos municípios selecionados, reformando unidades de saúde, equipando-as e qualificando os recursos humanos Providencia apoio financeiro e técnico aos municípios selecionados, reformando unidades de saúde, equipando-as e qualificando os recursos humanos

19 Introdução Perspectivas - PROESF Perspectivas - PROESFPROESF Há um interesse prioritário do PROESF em avaliar Há um interesse prioritário do PROESF em avaliar A adequação da intervenção nos municípios beneficiários A adequação da intervenção nos municípios beneficiários O significado da intervenção para as mudanças da atenção básica nestes municípios O significado da intervenção para as mudanças da atenção básica nestes municípios A situação de saúde e o desempenho do sistema de saúde nos municípios antes da intervenção A situação de saúde e o desempenho do sistema de saúde nos municípios antes da intervenção O impacto do novo modelo no desempenho do sistema de saúde e na situação de saúde dos municípios O impacto do novo modelo no desempenho do sistema de saúde e na situação de saúde dos municípios

20 Introdução Proposta UFPel Projeto Integrado de Capacitação e Pesquisa em Avaliação de Saúde

21 Proposta Técnica

22 Objetivos Gerais Realizar um Projeto Integrado de Capacitação e Pesquisa em Avaliação de Saúde na totalidade dos municípios dos Lotes 2 das Regiões Sul e Nordeste Realizar um Projeto Integrado de Capacitação e Pesquisa em Avaliação de Saúde na totalidade dos municípios dos Lotes 2 das Regiões Sul e Nordeste Apoiar o desenvolvimento de autonomia institucional para a avaliação do modelo de atenção básica à saúde Apoiar o desenvolvimento de autonomia institucional para a avaliação do modelo de atenção básica à saúde Promover a utilização dos resultados da avaliação para a melhoria do desempenho dos sistemas locais de saúde e a redução de iniqüidades em saúde. Promover a utilização dos resultados da avaliação para a melhoria do desempenho dos sistemas locais de saúde e a redução de iniqüidades em saúde.

23 Objetivos Específicos Desenvolver estudo de linha de base para o monitoramento do PROESF e da estratégia do PSF Desenvolver estudo de linha de base para o monitoramento do PROESF e da estratégia do PSF Analisar o impacto da intervenção do PROESF em indicadores de adesão ou adequação à proposta; oferta ou provisão de serviços; demanda ou utilização dos serviços; efetividade, cobertura populacional ou desempenho do sistema de saúde e eficácia ou situação de saúde da população. Analisar o impacto da intervenção do PROESF em indicadores de adesão ou adequação à proposta; oferta ou provisão de serviços; demanda ou utilização dos serviços; efetividade, cobertura populacional ou desempenho do sistema de saúde e eficácia ou situação de saúde da população. Desenvolver através da pesquisa um processo de capacitação de gestores e profissionais de saúde da totalidade de estados e municípios do estudo, apoiando a institucionalização da educação permanente e da avaliação em saúde. Desenvolver através da pesquisa um processo de capacitação de gestores e profissionais de saúde da totalidade de estados e municípios do estudo, apoiando a institucionalização da educação permanente e da avaliação em saúde.

24 Objetivos Específicos Apoiar a organização de Grupos Locais de Avaliação em Saúde, que incluam a participação de membros dos Pólos de Educação Permanente e das equipes das UBS Apoiar a organização de Grupos Locais de Avaliação em Saúde, que incluam a participação de membros dos Pólos de Educação Permanente e das equipes das UBS Revisar a produção científica sobre monitoramento e avaliação da atenção básica, incluindo a produção loco- regional, e constituir Banco de Dados Revisar a produção científica sobre monitoramento e avaliação da atenção básica, incluindo a produção loco- regional, e constituir Banco de Dados Fortalecer os nexos da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) com os municípios do estudo, através de supervisão e transferência tecnológica para a avaliação e desenvolvimento da atenção básica de saúde. Fortalecer os nexos da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) com os municípios do estudo, através de supervisão e transferência tecnológica para a avaliação e desenvolvimento da atenção básica de saúde.

25 Metodologia Capacitação de gestores e profissionais de saúde Capacitação de gestores e profissionais de saúde Estados - no mínimo 2 indivíduos Estados - no mínimo 2 indivíduos Municípios - no mínimo 2 indivíduos – Grupo Local de Avaliação de Saúde Municípios - no mínimo 2 indivíduos – Grupo Local de Avaliação de Saúde UBS/ Equipes de saúde dos serviços incluídos no estudo – 1 indivíduo UBS/ Equipes de saúde dos serviços incluídos no estudo – 1 indivíduo

26 Metodologia Pesquisa - Estudo de Linha de Base Pesquisa - Estudo de Linha de Base Monitoramento do PROESF e da estratégia do PSF Monitoramento do PROESF e da estratégia do PSF Avaliação do Impacto do PROESF/PSF no desempenho do sistema de saúde e na situação de saúde da população Avaliação do Impacto do PROESF/PSF no desempenho do sistema de saúde e na situação de saúde da população

27 Metodologia Projeto Integrado Capacitação de RH GLAS - SMSUBS - Equipes Pesquisa UF/Municípios UBS Equipes Demanda População

28 Lote Sul 2 - Estados e Municípios Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul Alvorada Alvorada Bagé Bagé Cachoeirinha Cachoeirinha Canoas Canoas Caxias Caxias Gravataí Gravataí Novo Hamburgo Novo Hamburgo Passo Fundo Passo Fundo Pelotas Pelotas Porto Alegre Porto Alegre Rio Grande Rio Grande Santa Cruz do Sul Santa Cruz do Sul Santa Maria Santa Maria São Leopoldo São Leopoldo Sapucaia do Sul Sapucaia do Sul Uruguaiana Uruguaiana Viamão Viamão Santa Catarina Santa Catarina Florianópolis Criciúma Lages Chapecó

29 Político Institu- cional Organi- zação da Assistência Cuidado Integral Desem- penho do Sistema Estado Município UBS Equipe Demanda População Gestor Estadual Análise documental Entrevistas Gestor Municipal CMS Análise documental Entrevistas UBS e Equipe PACOTAPS Quest. Ind. Usuário Indivíduos Adequação/ Adesão Provisão/ Oferta Utilização Cobertura Impacto INSTRUMENTOS Quest. Col. UBS Quest. Ind. Equipe Quest. Indiv. DIMENSÕES NÍVEIS DE ANÁLISE FONTES DE INFORMAÇÃO INDICADORES Relação entre Dimensões, Níveis de Análise, Instrumentos e Indicadores

30 Metodologia Âmbitos da avaliação das mudanças no modelo de atenção à saúde: Âmbitos da avaliação das mudanças no modelo de atenção à saúde: Características do Programa Saúde da Família, Características do Programa Saúde da Família, Risco social e epidemiológico no território de abrangência da UBS Risco social e epidemiológico no território de abrangência da UBS Vínculos entre a população usuária e os serviços Vínculos entre a população usuária e os serviços Transformações nas práticas de saúde e na organização dos processos de trabalho em saúde e do acesso aos serviços, Transformações nas práticas de saúde e na organização dos processos de trabalho em saúde e do acesso aos serviços, Eqüidade e racionalização dos cuidados, Eqüidade e racionalização dos cuidados, Efetividade de ações intersetoriais e de promoção de saúde, Efetividade de ações intersetoriais e de promoção de saúde, Implementação de sistemas de monitoramento e avaliação das ações compatíveis com as mudanças indicadas e acessíveis à população. Implementação de sistemas de monitoramento e avaliação das ações compatíveis com as mudanças indicadas e acessíveis à população.

31 Proposta Técnica Capacitação de Profissionais de Saúde

32 Capacitação Objetivos Apoiar a autonomia dos representantes de estados e municípios para a avaliação e monitoramento do PROESF e da estratégia do PSF Apoiar a autonomia dos representantes de estados e municípios para a avaliação e monitoramento do PROESF e da estratégia do PSF Promover o desenvolvimento institucional Promover o desenvolvimento institucional Em atividades de educação permanente em avaliação da atenção de saúde, Em atividades de educação permanente em avaliação da atenção de saúde, Na adequação da rede de serviço aos princípios e propósitos do PSF Na adequação da rede de serviço aos princípios e propósitos do PSF No fortalecimento dos sistemas de avaliação e informação em saúde. No fortalecimento dos sistemas de avaliação e informação em saúde.

33 Capacitação Delineamento Objeto de estudo Objeto de estudo Avaliação de modelos de atenção à saúde, de serviços de saúde e de impacto no desempenho do sistema de saúde e na situação de saúde dos indivíduos. Avaliação de modelos de atenção à saúde, de serviços de saúde e de impacto no desempenho do sistema de saúde e na situação de saúde dos indivíduos. Estratégia Pedagógica Estratégia Pedagógica GLAS - Grupo Local de Avaliação de Saúde: equipes municipais e estaduais de atenção básica e saúde da família e equipes de UBS GLAS - Grupo Local de Avaliação de Saúde: equipes municipais e estaduais de atenção básica e saúde da família e equipes de UBS Espaços Didáticos Espaços Didáticos Oficinas de trabalho Oficinas de trabalho Supervisão presencial Supervisão presencial Educação à distância Educação à distância

34 Capacitação Delineamento Capacitação institucional de técnicos e equipes de saúde para o processo de avaliação em saúde Capacitação institucional de técnicos e equipes de saúde para o processo de avaliação em saúde Apoio às estruturas de supervisão em avaliação no nível do estado e espaços institucionais dedicado à avaliação em saúde nos municípios Apoio às estruturas de supervisão em avaliação no nível do estado e espaços institucionais dedicado à avaliação em saúde nos municípios Atividades pedagógicas centradas na releitura do projeto de avaliação do PROESF e na constituição de equipes nos municípios Atividades pedagógicas centradas na releitura do projeto de avaliação do PROESF e na constituição de equipes nos municípios

35 Capacitação Logística Atividades presenciais (oficinas) e à distância (internet e telecomunicações) Atividades presenciais (oficinas) e à distância (internet e telecomunicações) Oportunizam a operacionalização do projeto de avaliação em municípios e estados Oportunizam a operacionalização do projeto de avaliação em municípios e estados As atividades previstas facilitarão o desenvolvimento institucional dos Grupos Locais de Avaliação em Saúde (GLAS). As atividades previstas facilitarão o desenvolvimento institucional dos Grupos Locais de Avaliação em Saúde (GLAS). Atividade do GLAS Atividade do GLAS Desenvolver capacidade de avaliação dos serviços de saúde, com domínio dos momentos de coleta de dados, análise de dados e apresentação dos resultados Desenvolver capacidade de avaliação dos serviços de saúde, com domínio dos momentos de coleta de dados, análise de dados e apresentação dos resultados Capacitar as equipes de saúde de sua área geográfica. Capacitar as equipes de saúde de sua área geográfica. Utilizar os achados da avaliação dos serviços de saúde para subsidiar o desenvolvimento institucional e as ações de saúde Utilizar os achados da avaliação dos serviços de saúde para subsidiar o desenvolvimento institucional e as ações de saúde

36 Capacitação Logística Datas Marcantes Datas Marcantes Oficina 1: 08-11/03/2005 – Porto Alegre Oficina 1: 08-11/03/2005 – Porto Alegre Trabalho de Campo: 15/03 a 30/04/ municípios Trabalho de Campo: 15/03 a 30/04/ municípios Oficina 2: 04-06/05/2005 – Porto Alegre Oficina 2: 04-06/05/2005 – Porto Alegre

37 Proposta Técnica Pesquisa Estudo de Linha de Base

38 Estudo de Linha de Base Objetivos Monitorar o PROESF e a estratégia do PSF Monitorar o PROESF e a estratégia do PSF Estabelecer linha de base para avaliação do impacto do PROESF Estabelecer linha de base para avaliação do impacto do PROESF Caracterizar os modelo de atenção básica à saúde Caracterizar os modelo de atenção básica à saúde

39 Intervenção - PROESF t1 Linha de Base PROESF t2 Impacto

40 Estudo de Linha de Base PROESF MUN. PSF PROESF US PSF US PSF PROESF US NPSF MUN. NPSF PROESF US PSF PROESF US NPSF Abrangência da Intervenção

41 Modelo conceitual

42 Estudo de Linha de Base Delineamento Estudo observacional, ecológico e transversal Estudo observacional, ecológico e transversal Inquérito tipo antes e depois, com grupos de comparação Inquérito tipo antes e depois, com grupos de comparação Medidas com múltiplas dimensões e níveis de agregação incluindo a totalidade dos 21 municípios de SC e RS Medidas com múltiplas dimensões e níveis de agregação incluindo a totalidade dos 21 municípios de SC e RS Estudo multicêntrico de linha de base para avaliar a efetividade (o impacto) do PROESF/PSF em indicadores de desempenho do SUS e de situação de saúde da população Estudo multicêntrico de linha de base para avaliar a efetividade (o impacto) do PROESF/PSF em indicadores de desempenho do SUS e de situação de saúde da população

43 Estudo de Linha de Base Delineamento Comparação Comparação municípios estratificados por estado, tamanho da população, presença de PSF antes do PROESF e cobertura de PSF. municípios estratificados por estado, tamanho da população, presença de PSF antes do PROESF e cobertura de PSF. 3 grupos de unidades de saúde: 3 grupos de unidades de saúde: PSF pré-PROESF PSF pré-PROESF PSF PROESF PSF PROESF Atenção Básica Tradicional Atenção Básica Tradicional Modelos mistos Modelos mistos

44 Estudo de Linha de Base Amostra e Amostragem Amostra estratificada de 120 UBS Amostra estratificada de 120 UBS Universo: cerca de 650 UBS em municípios do lote Universo: cerca de 650 UBS em municípios do lote Seleção aleatória Seleção aleatória 40 unidades PSF PROESF, pareadas com 40 unidades PSF PROESF, pareadas com 40 unidades PSF pré-PROESF e 40 unidades PSF pré-PROESF e 40 unidades tradicionais 40 unidades tradicionais Razões para o número de US Razões para o número de US Equilibrar a relação entre custo e representatividade Equilibrar a relação entre custo e representatividade Minimizar o efeito de delineamento, diminuído o efeito decluster que eventualmente a unidades amostrais apresentam em relação aos agregados Minimizar o efeito de delineamento, diminuído o efeito decluster que eventualmente a unidades amostrais apresentam em relação aos agregados

45 Estudo de Linha de Base Amostra e Amostragem Nas 120 UBS, uma amostra de indivíduos será sorteada, através de amostragem sistemática por conglomerados Nas 120 UBS, uma amostra de indivíduos será sorteada, através de amostragem sistemática por conglomerados Para definição do conglomerado será utilizada a grade de setores censitários do Censo Demográfico de 2000 correspondentes a área de abrangência de cada UBS em cada município Para definição do conglomerado será utilizada a grade de setores censitários do Censo Demográfico de 2000 correspondentes a área de abrangência de cada UBS em cada município

46 Estudo de Linha de Base Amostra e Amostragem A amostra sorteada será de 8400 indivíduos, através de amostragem sistemática por conglomerados. A amostra sorteada será de 8400 indivíduos, através de amostragem sistemática por conglomerados. Para definição do conglomerado será utilizada a grade de setores censitários do Censo Demográfico de 2000 correspondentes à área de abrangência de cada UBS em cada município. Para definição do conglomerado será utilizada a grade de setores censitários do Censo Demográfico de 2000 correspondentes à área de abrangência de cada UBS em cada município. Estes 8400 indivíduos serão estratificados em 4 grupos: Estes 8400 indivíduos serão estratificados em 4 grupos: Crianças de 1 a 3 anos completos Crianças de 1 a 3 anos completos Mulheres que tiveram filhos nos últimos 2 anos Mulheres que tiveram filhos nos últimos 2 anos Adultos entre 40 e 64 anos Adultos entre 40 e 64 anos Idosos (65 anos e mais) Idosos (65 anos e mais)

47 Estudo de Linha de Base Amostra e Amostragem Crianças 1 a 3 anos completos Crianças 1 a 3 anos completos Amostra de 2100 crianças Amostra de 2100 crianças poder estatístico de 80% para examinar diferenças de 25% (RP=1,25) entre os grupos PSF e não PSF, com prevalências de no mínimo 40% em unidades não PSF. poder estatístico de 80% para examinar diferenças de 25% (RP=1,25) entre os grupos PSF e não PSF, com prevalências de no mínimo 40% em unidades não PSF. Para facilitar a comparação de diferentes indicadores (ex: aleitamento materno, imunização completa e hospitalização por IRA), serão amostradas cerca de 18 crianças na área de abrangência de cada uma das 120 UBS, com idade entre 1 e 3 anos completos. Para facilitar a comparação de diferentes indicadores (ex: aleitamento materno, imunização completa e hospitalização por IRA), serão amostradas cerca de 18 crianças na área de abrangência de cada uma das 120 UBS, com idade entre 1 e 3 anos completos.

48 Estudo de Linha de Base Amostra e Amostragem Mulheres que tiveram filhos nos últimos 2 anos Mulheres que tiveram filhos nos últimos 2 anos Uma amostra de 2100 mulheres terá poder estatístico de 80% para examinar diferenças de 30% (RP=1,30) entre os grupos PSF e não PSF, com prevalências de no mínimo 30% em unidades não PSF. Uma amostra de 2100 mulheres terá poder estatístico de 80% para examinar diferenças de 30% (RP=1,30) entre os grupos PSF e não PSF, com prevalências de no mínimo 30% em unidades não PSF. Desta maneira, serão amostrados cerca de 18 mulheres na área de abrangência de cada uma das 120 UBS, que tiveram o último filho nos últimos dois anos. Desta maneira, serão amostrados cerca de 18 mulheres na área de abrangência de cada uma das 120 UBS, que tiveram o último filho nos últimos dois anos.

49 Estudo de Linha de Base Amostra e Amostragem Adultos entre 40 e 64 anos Adultos entre 40 e 64 anos Uma amostra de 2100 adultos de 40 a 64 anos terá poder estatístico de 80% para examinar diferenças de 30% (RP=1,30) entre os grupos PSF e não PSF, com prevalências de no mínimo 30% em unidades não PSF. Uma amostra de 2100 adultos de 40 a 64 anos terá poder estatístico de 80% para examinar diferenças de 30% (RP=1,30) entre os grupos PSF e não PSF, com prevalências de no mínimo 30% em unidades não PSF. Para facilitar a comparação de diferentes indicadores (ex: acompanhamento de hipertensos, diabéticos, obesos e portadores de sofrimento psíquico pela UBS), serão amostrados cerca de 18 adultos de 40 a 64 anos na área de abrangência de cada uma das 120 UBS. Para facilitar a comparação de diferentes indicadores (ex: acompanhamento de hipertensos, diabéticos, obesos e portadores de sofrimento psíquico pela UBS), serão amostrados cerca de 18 adultos de 40 a 64 anos na área de abrangência de cada uma das 120 UBS.

50 Estudo de Linha de Base Amostra e Amostragem Idosos (65 anos e mais) Idosos (65 anos e mais) Uma amostra de 2100 idosos terá poder estatístico de 80% para examinar diferenças de 40% (RP=1,40) entre os grupos PSF e não PSF, com prevalências de no mínimo 25% em unidades não PSF. Uma amostra de 2100 idosos terá poder estatístico de 80% para examinar diferenças de 40% (RP=1,40) entre os grupos PSF e não PSF, com prevalências de no mínimo 25% em unidades não PSF. Para facilitar a comparação de diferentes indicadores (ex: acompanhamento pela UBS, cuidado domiciliar), serão amostrados cerca de 18 idosos na área de abrangência de cada uma das 120 UBS. Para facilitar a comparação de diferentes indicadores (ex: acompanhamento pela UBS, cuidado domiciliar), serão amostrados cerca de 18 idosos na área de abrangência de cada uma das 120 UBS.

51 Estudo de Linha de Base Logística Coleta de dados secundários de bases de dados nacionais Coleta de dados secundários de bases de dados nacionais A população de Estados e Municípios do lote constitui o universo do estudo. A população de Estados e Municípios do lote constitui o universo do estudo. Dados das bases nacionais disponíveis (Ministério da Saúde, Datasus, IBGE, etc.) para cada município e estado serão agregados para estabelecer o perfil epidemiológico e sócio-demográfico. Dados das bases nacionais disponíveis (Ministério da Saúde, Datasus, IBGE, etc.) para cada município e estado serão agregados para estabelecer o perfil epidemiológico e sócio-demográfico. Composição de base de dados (planilha eletrônica) para posterior composição do banco de dados integrado do município. Composição de base de dados (planilha eletrônica) para posterior composição do banco de dados integrado do município.

52 Estudo de Linha de Base Logística Coleta de dados secundários de fontes documentais Coleta de dados secundários de fontes documentais Seleção de documentos relevantes para o estudo (Relatórios de Gestão, Plano Municipal de Saúde, Projetos de Implantação do PSF e do PROESF, Pactuações, etc.) Seleção de documentos relevantes para o estudo (Relatórios de Gestão, Plano Municipal de Saúde, Projetos de Implantação do PSF e do PROESF, Pactuações, etc.) Seleção de informação relevante, conforme descrito nos quadros de variáveis e indicadores. Seleção de informação relevante, conforme descrito nos quadros de variáveis e indicadores. Composição de base de dados (planilha eletrônica) para posterior composição do banco de dados integrado do município. Composição de base de dados (planilha eletrônica) para posterior composição do banco de dados integrado do município.

53 Estudo de Linha de Base Logística Coleta de dados qualitativos e quantitativos Coleta de dados qualitativos e quantitativos Gestores: Entrevista estruturada auto-aplicada aos 21 gestores municipais de saúde e aos 2 gestores estaduais e estudo de caso com gestores estaduais e municipais Gestores: Entrevista estruturada auto-aplicada aos 21 gestores municipais de saúde e aos 2 gestores estaduais e estudo de caso com gestores estaduais e municipais Presidentes de Conselhos Municipais de Saúde: Entrevista estruturada aplicada aos 21 presidentes de Conselhos Municipais de Saúde durante visita às localidades e estudo de caso com presidentes Presidentes de Conselhos Municipais de Saúde: Entrevista estruturada aplicada aos 21 presidentes de Conselhos Municipais de Saúde durante visita às localidades e estudo de caso com presidentes As entrevistas abordarão aspectos relacionados particularmente às dimensões político-institucional, organizacional da atenção à saúde e cuidado integral. As entrevistas abordarão aspectos relacionados particularmente às dimensões político-institucional, organizacional da atenção à saúde e cuidado integral.

54 Estudo de Linha de Base Logística Coleta de dados qualitativos Coleta de dados qualitativos Profissionais de saúde: Profissionais de saúde: Grupos focais realizados durante a Oficina 1 de Capacitação. Grupos focais realizados durante a Oficina 1 de Capacitação. Serão realizados 15 grupos focais, com cerca de 10 pessoas por grupo, estratificados de acordo com o perfil da UBS em que estão inseridos: UBS PSF pré-PROESF, UBS PSF PROESF, UBS não PSF. Serão realizados 15 grupos focais, com cerca de 10 pessoas por grupo, estratificados de acordo com o perfil da UBS em que estão inseridos: UBS PSF pré-PROESF, UBS PSF PROESF, UBS não PSF. Cada grupo focal terá um moderador (responsável pela coordenação do grupo e encaminhamento das questões a serem discutidas) e um observador (que deverá proceder com os registros, inscrições das pessoas e organização das falas no grupo). Cada grupo focal terá um moderador (responsável pela coordenação do grupo e encaminhamento das questões a serem discutidas) e um observador (que deverá proceder com os registros, inscrições das pessoas e organização das falas no grupo). Farão parte do grupo focal profissionais de saúde agrupados por tipo de UBS. O registro das informações do grupo focal será feito em fichas de cartolina compondo matrizes operativas. Farão parte do grupo focal profissionais de saúde agrupados por tipo de UBS. O registro das informações do grupo focal será feito em fichas de cartolina compondo matrizes operativas. Os grupos focais abordarão aspectos relacionados particularmente às dimensões organizacional da atenção à saúde e cuidado integral, com ênfase para processos, estruturas e resultados do processo de trabalho em saúde. Os grupos focais abordarão aspectos relacionados particularmente às dimensões organizacional da atenção à saúde e cuidado integral, com ênfase para processos, estruturas e resultados do processo de trabalho em saúde.

55 Estudo de Linha de Base Logística Coleta de dados quantitativos Coleta de dados quantitativos Profissionais de saúde: Profissionais de saúde: Entrevista estruturada auto-aplicada, supervisionada no município. Entrevista estruturada auto-aplicada, supervisionada no município. Serão auto-entrevistadas todas as equipes de saúde das 120 UBS sorteadas para o estudo, estratificadas de acordo com o perfil da UBS em que estão inseridas: UBS PSF pré-PROESF, UBS PSF PROESF, UBS não PSF. Serão auto-entrevistadas todas as equipes de saúde das 120 UBS sorteadas para o estudo, estratificadas de acordo com o perfil da UBS em que estão inseridas: UBS PSF pré-PROESF, UBS PSF PROESF, UBS não PSF. Cada profissional preencherá um questionário com questões sobre o perfil profissional e aspectos das dimensões de organização da atenção e cuidado integral Cada profissional preencherá um questionário com questões sobre o perfil profissional e aspectos das dimensões de organização da atenção e cuidado integral Farão parte da população elegível médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, recepcionistas, agentes comunitários de saúde e todos os demais profissionais que realizam atividades nas dependências das UBS dos 21 municípios do lote. Farão parte da população elegível médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, recepcionistas, agentes comunitários de saúde e todos os demais profissionais que realizam atividades nas dependências das UBS dos 21 municípios do lote. Estima-se entrevistar entre 600 e 800 profissionais de saúde Estima-se entrevistar entre 600 e 800 profissionais de saúde

56 Estudo de Linha de Base Logística Coleta de dados secundários da demanda das UBS – software PACOTAPS Coleta de dados secundários da demanda das UBS – software PACOTAPS Coleta durante 2 dias (4 turnos) na UBS (todos atendimentos) Coleta durante 2 dias (4 turnos) na UBS (todos atendimentos) permite a digitação de atendimentos ambulatoriais (FAA ou documento similar) permite a digitação de atendimentos ambulatoriais (FAA ou documento similar) produz análises automaticamente sobre o perfil demográfico e epidemiológico da demanda de unidades básicas de saúde. produz análises automaticamente sobre o perfil demográfico e epidemiológico da demanda de unidades básicas de saúde. O software pode identificar o acesso aos serviços e a qualidade dos registro. O software pode identificar o acesso aos serviços e a qualidade dos registro. É de fácil utilização por indivíduos sem grandes conhecimentos de informática e epidemiologia É de fácil utilização por indivíduos sem grandes conhecimentos de informática e epidemiologia Pode avaliar um serviço ao longo do tempo e comparar serviços entre si, em determinado momento, de acordo com as demandas de gestão. Pode avaliar um serviço ao longo do tempo e comparar serviços entre si, em determinado momento, de acordo com as demandas de gestão. Revela o perfil da demanda, através de seus relatórios, sobre o gênero e os grupos etários de quem consulta, os principais motivos de consulta, os medicamentos mais prescritos, os exames mais solicitados e os encaminhamentos realizados. Revela o perfil da demanda, através de seus relatórios, sobre o gênero e os grupos etários de quem consulta, os principais motivos de consulta, os medicamentos mais prescritos, os exames mais solicitados e os encaminhamentos realizados. As informações fornecidas podem apontar lacunas e inadequações no âmbito do gerenciamento da unidade. As informações fornecidas podem apontar lacunas e inadequações no âmbito do gerenciamento da unidade.

57 Estudo de Linha de Base Logística Coleta de dados primários da demanda das UBS – satisfação da demanda Coleta de dados primários da demanda das UBS – satisfação da demanda Amostra de um turno de atendimento na unidade de saúde Amostra de um turno de atendimento na unidade de saúde Entrevista estruturada aplicada após a consulta Entrevista estruturada aplicada após a consulta Revela a satisfação dos usuários da UBS com os serviços prestados Revela a satisfação dos usuários da UBS com os serviços prestados As informações fornecidas podem apontar lacunas e inadequações no âmbito do gerenciamento da unidade. As informações fornecidas podem apontar lacunas e inadequações no âmbito do gerenciamento da unidade.

58 Estudo de Linha de Base Logística Coleta de dados primários de base populacional Coleta de dados primários de base populacional Entrevistas individuais domiciliares com questionários estruturados para amostras de crianças, mulheres, adultos e idosos. Entrevistas individuais domiciliares com questionários estruturados para amostras de crianças, mulheres, adultos e idosos. As entrevistas serão realizadas por equipe de supervisores apoiados por representantes locais, após Capacitação. As entrevistas serão realizadas por equipe de supervisores apoiados por representantes locais, após Capacitação. Setores censitários e logradouros incluídos na área de abrangência de cada UBS Setores censitários e logradouros incluídos na área de abrangência de cada UBS Sorteio para verificar o ponto de início da localização das amostras Sorteio para verificar o ponto de início da localização das amostras Amostra sistemática - salto do número de domicílios requeridos para completar a amostra estabelecido em função do tamanho da área de abrangência da UBS e da estimativa de domicílios em cada setor censitário, conforme dados do IBGE. Amostra sistemática - salto do número de domicílios requeridos para completar a amostra estabelecido em função do tamanho da área de abrangência da UBS e da estimativa de domicílios em cada setor censitário, conforme dados do IBGE. Amostras independentes. Amostras independentes. Será obtido termo de consentimento informado dos indivíduos. Será obtido termo de consentimento informado dos indivíduos.

59 Proposta Técnica Aspectos Éticos

60 A proposta envolve exclusivamente a realização de entrevistas A proposta envolve exclusivamente a realização de entrevistas Não inclui coleta de material biológico, ou experimento com seres humanos Não inclui coleta de material biológico, ou experimento com seres humanos O estudo é de risco ético mínimo, segundo parâmetros definidos pela Organização Mundial da Saúde na publicação International Ethical Guidelines for Biomedical Research Involving Human Subjects (CIOMS/WHO, 1993) O estudo é de risco ético mínimo, segundo parâmetros definidos pela Organização Mundial da Saúde na publicação International Ethical Guidelines for Biomedical Research Involving Human Subjects (CIOMS/WHO, 1993) A participação dos indivíduos no estudo – gestores, profissionais de saúde e população – ocorrerá através de consentimento informado. A participação dos indivíduos no estudo – gestores, profissionais de saúde e população – ocorrerá através de consentimento informado.

61 Proposta Técnica Aspectos Éticos A confidencialidade da informação individual identificada e o direito de recusa em participar serão plenamente garantidos. A confidencialidade da informação individual identificada e o direito de recusa em participar serão plenamente garantidos. A proposta de pesquisa foi aprovada pela Universidade Federal de Pelotas: Colegiados do Departamento de Medicina Social, Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia, Comissão de Ética da Faculdade de Medicina A proposta de pesquisa foi aprovada pela Universidade Federal de Pelotas: Colegiados do Departamento de Medicina Social, Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia, Comissão de Ética da Faculdade de Medicina A proposta será submetida à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa - CONEP (Res. CNS 196/96 item VIII.4.h), que informará aos Comitês de Ética em Pesquisa - CEP já existentes nas instituições envolvidas. A proposta será submetida à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa - CONEP (Res. CNS 196/96 item VIII.4.h), que informará aos Comitês de Ética em Pesquisa - CEP já existentes nas instituições envolvidas. Será obtido Termo de Ciência e Anuência das instituições onde será feita a coleta de dados, antes da execução da pesquisa. Será obtido Termo de Ciência e Anuência das instituições onde será feita a coleta de dados, antes da execução da pesquisa.

62 Proposta Técnica Fim


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