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1 Não sei se a vida é curta ou longa demais para nós. Basta ser Colo que acolhe Braço que envolve Palavra que conforta Silêncio que respeita Alegria que.

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1 1 Não sei se a vida é curta ou longa demais para nós. Basta ser Colo que acolhe Braço que envolve Palavra que conforta Silêncio que respeita Alegria que contagia Lágrima que corre Olhar que acaricia Amor que promove É o que dá sentido à vida

2 2 ENFERMEIRO ADMINISTRATIVO Cuida-se administrando ou gerenciando e administra-se ou gerencia-se cuidando. (Silva, Erdmann e Cardoso - UFSC) Finalidades -Buscar melhor relacionamento - Atendimento com qualidade de toda a equipe -Bom acolhimento -Competência com os clientes As atividades administrativas dá suporte para o cuidado. - Preencher formulários de admissão -Prestar informaçoes -Treinar a equipe -Solicitar concertos, medicamentos e materiais -Elaborar escalas de serviços, férias e outros.

3 3 Para o desempenho da função Enfermeiros são produtores de saúde Trabalho vivo – trabalho no exato momento da produção Liberdade para ser criativo, relacionar-se com o usuário Experimentar soluções para os problemas, interagir e Instruir os usuários no processo de produção da própria saúde. SUBJETIVIDADE – IMPULSIONA A MICROPOLITICA ( ato de governar na vida, nas relações, no trabalho, )

4 4 Os administradores precisam se preocupar com as atitudes e desempenho dos profissionais pois isso resultam na produção e os objetivos vai ser alcançados através da competência e real preocupação com o estar bem ou estar melhor dos funcionários. Palavras chave - Articulação Ética Capacidade de criar interrogações Relação pessoal com cliente e outros. vídeo

5 5 Atividades do Enfermeiro: SUPERVISÃO GERENCIAMENTO AVALIAÇÃO AUDITORIA

6 6 SUPERVISÃO Supervisão do trabalho é um tema que tem sido discutido há vários anos no âmbito da saúde e observa-se, empiricamente, uma resistência entre os trabalhadores do setor, justamente por trazer em seu bojo a questão do controle da produção do trabalho dos diversos atores dos serviços de saúde (SILVA, 2002). Supervisão era voltada exclusivamente para fiscalização, policiamento visando fins lucrativos e obtenção de maior produtividade de cada pessoa. Assegurava o cumprimento das ordens, detecção de falhas e aplicação de sanções.

7 7 Mas esta visão está mudando. Os líderes de enfermagem necessitam lidar com o poder e a política das organizações de forma totalmente diferente, tendo que desenvolver estratégias na formação de equipe e estabelecimento de credibilidade. Pelo fato dos detentores terem credibilidade em apoio a seus atos, tem capacidade de conseguir que as coisas sejam feitas, o que fortalece a base; ficam menos coercitivos e apegados a regras, seus colegas e subordinados tornam-se mais cooperativos. Habilidade política para criação de consenso, inclusão e envolvimento (Stahl, 1999).

8 8 SUPERVISÃO EM ENFERMAGEM É um processo educativo e contínuo, que consiste em motivar e orientar os supervisionados na execução das atividades com base nas normas, a fim de manter elevada a qualidade do serviço prestado (M.S., 1981) Andrade e Paiva (1969) - considera a supervisão como processo dinâmico e democrático de integração e coordenação dos recursos humanos e materiais, numa estrutura organizada, visando alcançar objetivos definidos em um programa de trabalho, mediante o desenvolvimento do pessoal.

9 9 9 O papel do supervisor mudou para orientador e facilitador no ambiente de trabalho. Os problemas diagnosticados servem de subsídios para o planejamento visando sempre a melhoria e ao crescimento do pessoal. O prestígio e a autoridade do supervisor são legitimados quando vem dos subordinados, tendo por base o respeito, a postura profissional e a competência.

10 10 TÉCNICAS E INSTRUMENTOS PARA SUPERVISÃO Técnicas – observação direta, análise de registros, entrevista, reuniões, discussão em grupos, demonstração, orientação, estudo de caso, dinâmica de grupos, análise de situação pelo método científico, etc. Instrumentos – prontuário do paciente, a prescrição de enfermagem, o plano de supervisão, o cronograma, o roteiro, o manual de serviço juntamente com as normas, procedimentos e rotinas, plano de desenvolvimento do funcionário e outros.

11 11 ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO DA SUPERVISÃO 1. Planejamento da função da supervisão - envolve identificação das necessidades, definição de prioridades, descrição dos objetivos, definição do período de tempo, definição das atividades que devem ser realizadas, o que deve ser feito, por quem e quando. Podem ser utilizados instrumentos como o plano de supervisão, roteiro, cronograma. Objetivos – Conhecer a rotina de trabalho semanal da equipe de enfermagem. Avaliar a adequação desta rotina. Quadro do enfermeiro iniciante após conhecimento do sistema como todo. AtividadesDias da Semana STQQSS - Participação nas passagens de plantãoXXXXXX - Verificação dos prontuários e análise das anotações de enfermagem. XX - Identificação das necessidades do pacienteXXXXXX - Entrosamento com a equipe multiprofissional e discussão dos casos XXX

12 12 a.Plano de supervisão – 1. Ensina a racionalizar o tempo e as ações, tornando apropriados aos objetivos, com grandes possibilidades de sucesso. 2. Possibilita avaliação do plano anterior para o replanejamento. Atentar para o período de tempo que deve ser compatível com a complexidade dos objetivos propostos; as atividades propostas devem ser coerentes com o objetivo. Objetivos – Levantar as necessidades da assistência de enfermagem da clientela. Orientar a equipe de enfermagem que desenvolverá o programa. PeríodoAtividades Primeira SemanaElaboração junto com a equipe de enfermagem a construção de um instrumento para levantamento das necessidades da clientela. Segunda e Terceira Semana Coleta de dados após orientação da equipe. Quarta SemanaAnálise dos dados e determinação de prioridades. Quinta semanaElaboração da assistência de enfermagem Sexta semanaOrientação da equipe de enfermagem quanto a importância do programa.

13 13 B. Roteiro – informações a respeito do objetivo da supervisão, área supervisionada, aspectos analisados, resultados encontrados, orientações dadas, com ênfase nos problemas e recomendações feitas no local. Objetivos – Assegurar adequada assistência de enfermagem aos pacientes. Colaborar para o alcance dos objetivos propostos pela divisão de enfermagem. Quadro do enfermeiro com experiência. Atividades -Previsão e provimento de recursos humanos para o desenvolvimento da assistência de enfermagem compatível com as necessidades. - Planejamento, execução e avaliação da assistência de enfermagem envolvendo todos os funcionários em todas as fases. - Envolvimento dos funcionários no processo decisório. - Promoção de integração com outras enfermeiras para o estudo da problemática vivenciada na instituição e das estratégias de solução. -Promoção de reuniões de estudo de casos bimestral com a equipe multiprofissional.

14 14 C. Cronograma – quando quer priorizar ou determinar quando desenvolverá as atividades. Objetivos – Relacionar atividades em função do tempo disponível ou desejável. AtividadesObs Sem 1ª2ª3ª -Provisão de recursos humanos na enfermagem. - Contratação e treinamento dos novos enfermeiros. Fazer o edital, análise de currículo e seleção. X X

15 15 2. Execução da função de supervisão – deve ter competência profissional, habilidade, crença no potencial do ser humano e na importância do envolvimento de todos os funcionários nas decisões, relativas às rotinas de trabalho, visando à manutenção de uma assistência de Enfermagem eficaz. ASPECTOS RELEVANTES NO DESENVOLVIMENTO DA FUNÇÃO - Ter sensibilidade e respeito pelos valores e crenças do grupo de trabalho; percepção; cognição (sobre si mesmo e sobre o mundo). - Capacidade de integrar pessoas. - Prevenir que situações no trabalho não seja desmotivador para as pessoas. - Saber orientar quanto à inadequação de comportamento do ambiente social e ambiente de trabalho.

16 16 3. Avaliação da função de supervisão – oferece subsídios para replanejamento enquanto ela ocorre. Resultados da supervisão eficaz -Manutenção de um nível elevado na qualidade da assistência de enfermagem. -Manutenção da satisfação do cliente. -Reconhecimento da qualidade de assistência prestada. - Adequação dos programas elaborados pelo serviço de enfermagem.

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18 18 GERENCIAMENTO Gerência - Processo de tomada de decisões que afetam a estrutura, os processos de produção e o produto de um sistema. Implica em coordenar esforços das várias partes desse sistema, controlar os processos e o rendimento das partes e avaliar os produtos finais e resultados. Gestor de Saúde - Pessoa responsável pela formulação, implementação e avaliação de políticas, programas, projetos e serviços de saúde, de acordo com o nível de atuação (federal, estadual ou municipal). Também são conhecidos como os tomadores de decisão no campo da saúde.

19 19 Recursos em Saúde - Inclui recursos humanos, financeiros, físicos e materiais necessários para atividades de promoção, prevenção e assistência a saúde. Gestão de recursos - Atividade relacionada à utilização dos recursos humanos, físicos e materiais disponíveis no processo de formulação, implementação e avaliação de política, programa, projeto ou serviço de saúde. Gestão de qualidade - prática das organizações para assegurar que seus procedimentos estejam em conformidade com as exigências dos clientes aumentando seu grau de satisfação.

20 20 PROCESSO DO CUIDAR EM ENFERMAGEM Coordenação das atividades desenvolvidas com os pacientes de uma unidade de enfermagem por pessoas de outros serviços, bem como a coordenação das atividades do pessoal de apoio no que se refere a recursos materiais. Norteia a caracterização de recursos humanos e materiais, facilitando a avaliação da assistência prestada, o que permite verificar o alcance de padrões mínimos oferecendo subsídios aos indicadores de custo e rendimento, indicando também áreas que requerem aprimoramento. Agente na comunicação – o registro serve de intercomunicação para toda a equipe prestar o atendimento individualizado e contínuo. Agente de educação contínua – acrescenta novos conhecimentos durante as reuniões para socializar as informações. Privilegiar a Educação Permanente em Saúde.

21 21 Catalisadora de atividades – a equipe terá mais tempo para executar a assistência se todas as ações de enfermagem individualizadas estão registradas na prescrição de enfermagem e dispensará outros registros como livro de ordens, quadros de aviso, etc. Indicadora de controle e avaliação – retrata a qualidade do atendimento que é dado ao paciente, reflete o grau de preparo da equipe, fornece elementos para a pesquisa, sendo também um instrumento de supervisão.

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23 23 AVALIAÇÃO Processo crítico-reflexivo, contínuo e sistemático sobre práticas e processos desenvolvidos no âmbito da saúde, sintetizados por indicadores de natureza quantitativa e/ou qualitativa. Sua finalidade é proporcionar informações para auxiliar processos de tomada de decisão. AVALIAÇÃO EM ENFERMAGEM - avaliar os problemas de enfermagem de pacientes para planejar o cuidado (Descritores em Ciências da Saúde). Avaliação de danos - Estimativa pós impacto dos prejuízos materiais traduzidos em perdas financeiras e necessidades de socorro (Repidisca/CEPIS).

24 24 Método de exame sistemático de um equipamento, sistema, instalação, comunidade ou área geográfica, com o objetivo de definir e quantificar os danos humanos, materiais e ambientais e os prejuízos econômicos e sociais provocados por determinado desastre (Material III - Ministério da Ação Social, Brasília, 1992) Garantia na qualidade dos cuidados de saúde - Atividades e programas encarregados de assegurar a qualidade dos cuidados em um ato ou um programa médico definido. Qualidade da assistência à saúde - Níveis de excelência que caracterizam os serviços ou cuidados de saúde prestados baseados em normas de qualidade.

25 25 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 1.Objetivos claros que expliquem o que se pretende 2.Preparo dos avaliadores 3.Seleção de métodos e técnicas 4.Elaboração do instrumento Objetivos da Avaliação – segundo Mc Gregor: Para o avaliado. - Aumento de salários, promoções, transferências, remoções e demissões. - Informações sobre sua atuação, orientando o autodesenvolvimento Para o avaliador – retroalimentação no desenvolvimento do pessoal. TÉCNICAS ADOTADA Mais utilizadas pelos avaliadores – 1. a entrevista permite ouvir o funcionário. 2. Observação deve ser contínua e ininterrupta.

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27 27 AUDITORIA Auditoria em enfermagem é a avaliação sistemática da qualidade da assistência de enfermagem, verificada através das anotações de enfermagem no prontuário do paciente e/ou das próprias condições deste. Finalidade Identificar: áreas deficientes do serviço de enfermagem, deficiência em relação à assistência de enfermagem prestada. Fornecer: dados para melhoria dos programas de enfermagem, dados para melhoria da qualidade do cuidado em enfermagem Obter dados para programação de reciclagem e atualização do pessoal de enfermagem.

28 28 TIPOS Auditoria retrospectiva/analítica – feita após a alta do paciente e utiliza o prontuário para avaliação. Regra internacional – até 50 altas/mês – auditar todos os prontuários; acima de 50 altas/mês, 10%; em caso de óbitos – todos os prontuários. Auditoria Operacional ou concorrente – auditoria feita enquanto o paciente está hospitalizado: exame do paciente e confronto com as necessidades levantadas com a prescrição de enfermagem ou avaliação dos cuidados in loco; entrevista com o próprio funcionário logo após a prestação dos cuidados; avaliação feita pela família e pelo paciente dos cuidados prestado; pesquisa junto à equipe médica, verificando o cumprimento da prescrição e interferências das condutas de enfermagem na terapêutica médica.

29 29 A comissão deve compor com pelo menos 05 (cinco) enfermeiros que devem ter noção básica de auditoria, conhecer a instituição, interesse e compromisso pelo desenvolvimento do trabalho, envolvimento com o cuidado do paciente, capacidade de trabalhar em equipe. FUNÇÃO Elaboração e revisão dos instrumentos de auditoria. Elaboração de normas e rotinas. Aplicação dos instrumentos. Tabulação e análise dos dados. Elaboração do relatório. BENEFÍCIOS 1.Para o cliente/paciente – possibilidade de receber uma assistência de melhor qualidade de maneira mais segura e eficaz. 2.Para a equipe de enfermagem – fornecimento de subsídios que estimularão a reflexão profissional dos pontos positivos ou negativos da assistência prestada. 3. Para a instituição – meios para alcançar os objetivos.

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32 32 Certa vez, um homem pediu a Deus uma flor......e uma borboleta.

33 33 Mas Deus lhe deu um cacto...

34 34...e uma lagarta.

35 35 O homem ficou triste pois não entendeu o porque do seu pedido vir errado. Daí pensou : Também, com tanta gente para atender... E resolveu não questionar. Passado algum tempo, o homem foi verificar o pedido que deixara esquecido.

36 36 Para sua surpresa, do espinhoso e feio cacto havia nascido a mais bela das flores. E a horrível lagarta transformara-se em uma belíssima borboleta.

37 37 Deus sempre age certo. O Seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar dando tudo errado. Se você pediu a Deus uma coisa e recebeu outra, confie. Tenha a certeza de que Ele sempre dá o que você precisa, no momento certo.

38 38 é o que você precisa. Como Ele nunca erra na entrega de seus pedidos, siga em frente sem murmurar ou duvidar. O espinho de hoje... será a flor de amanhã !


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