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RTG ESPECIALIZAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA E SEGURANÇA DO TRABALHO O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO: TOXICOLOGIA PROFª. FISIO. MS. SARA ROSA DE.

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1 RTG ESPECIALIZAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA E SEGURANÇA DO TRABALHO O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO: TOXICOLOGIA PROFª. FISIO. MS. SARA ROSA DE S. ANDRADE

2 Toxicodinâmica É a terceira fase da intoxicação e envolve a ação do agente tóxico sobre o organismo. O AT interage com os receptores biológicos no sítio de ação e desta interação resulta o efeito tóxico. O órgão onde se efetua a interação agente tóxico- receptor (sítio de ação) não é, necessariamente, o órgão onde se manifestará o efeito. não significa obrigatoriamente, que ocorrerá aí uma ação tóxica. Geralmente os AT se concentram no fígado e rins (locais de eliminação) e no tecido adiposo (local de armazenamento), sem que haja uma ação ou efeito tóxico detectável.

3 Quando se considera a complexidade dos sistemas biológicos (do ponto de vista químico e biológico), pode-se imaginar o elevado número de mecanismos de ação existentes para os agentes tóxicos. Alguns destes mecanismos, os principais em Toxicologia, são resumidos a seguir:

4 -Indução : O resultado deste fenômeno é o aumento da velocidade de excreção de produtos biotransformados ou a formação de compostos inativos, ou mesmo ativos, ou mais ativos farmacologicamente ou toxicologicamente. -Inibição irreversível de enzimas: exemplo clássico: inseticidas que inibem irreversivelmente a acetilcolinesterase. -Impedem que a acetilcolina, um dos mais importantes neurotransmissores do organismo, seja degradada em colina e ácido acético, após transmitir o impulso nervoso através da sinapse. Ocorrerá acúmulo de acetilcolina e consequentemente os efeitos tóxicos decorrentes deste acúmulo. Interferência com o funcionamento de sistemas biológicos

5 -Inibição reversível de enzimas: o agente tóxico é captado pela enzima, mas não consegue ser transformado por ela, interrompendo assim reações metabólicas essenciais para o organismo. -É uma inibição reversível porque o próprio organismo ao final da exposição é capaz de revertê-la, em velocidade não muito lenta. -Síntese letal: síntese de substâncias que não são farmacologicamente úteis e, dependendo da concentração deste produto anormal, pode haver morte celular, tecidual ou de sistemas biológicos.

6 LIMITES DE TOLERÂNCIA O limite de tolerância refere-se à proteção da saúde do trabalhador durante sua vida laboral. Os TLV – Threshold Limit Values (Valores Limite) é o termo americano que tem o mesmo significado que o nosso limite de tolerância.

7 Os TVL referem que: Referem-se a substância dispersa no ar e não a líquidos ou sólidos. Não há garantia absoluta, pois supõem-se. E trata-se de quase todos os trabalhadores. Os mais sensíveis ou hiper- susceptíveis não estão protegidos.

8 Referem-se a trabalhadores, ou seja, indivíduos adultos e com condições de saúde compatível com o trabalho, excluindo-se, portanto, idosos, crianças, doentes entre outros. Não diferenciam quanto ao gênero, assim são válidos tanto para homens como para mulheres, embora haja alguma possível diferença de sensibilidade ou resistência. No caso da mulher grávida é aplicado à mulher e não há criança ou feto que não estão protegidos pelo TVL.

9 Os requisitos mínimos para estabelecer esses limites de tolerância são: Conhecer as propriedades físicas e químicas do agente químico inclusive o tipo e a concentração das impurezas; Dispor de pesquisas toxicológicas referentes às provas de toxicidade aguda, subaguda e crônica, através da administração do agente químico pelas vias respiratórias, digestiva e cutânea. Realizar um exame minucioso de todos os dados humanos disponíveis.

10 LIMITES DE TOLERÂNCIA BIOLÓGICOS: Deve-se avaliar aos agentes tóxicos inalterados aos produtos de biotransformação às alterações de atividades enzimáticas a outros parâmetros bioquímicos, que poderão ser aceitos sem que haja riscos à saúde do trabalhador.

11 INVESTIGAÇÃO TOXICOLOGICA Perigo: capacidade da substância para causar um efeito adverso. Risco: probabilidade de ocorrência de perigo sob condições específicas de exposição. Avaliação de risco: processo pelo qual o perigo, a exposição e o risco são determinados. Manejo do risco: processo através do qual são avaliadas as opções políticas e selecionadas a medida regulatória mais apropriada com base nos resultados da avaliação do risco e nos interesses sociais, econômicos e políticos.

12 OBJETIVOS DA INVESTIGAÇÃO TOXICOLOGICA Descobrir o que está causando determinados sinais ou sintomas nos expostos Atender a uma reclamação trabalhista ou notificação de agente de fiscalização Caracterizar a insalubridade do ponto de vista legal Identificar as substâncias eventualmente presentes Verificar a eficiência de uma medida de controle instalada

13 ETAPAS A SEREM SEGUIDAS NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO RISCO Identificação do perigo Avaliação da dose-resposta Avaliação da exposição Caracterização do risco

14 IDENTIFICAÇÃO DO PERIGO -caracterização dos efeitos adversos inerentes a determinado agente químico. -investiga-se o agente químico pesquisado apresenta capacidade de causar um efeito adverso e estabelece-se a natureza dos efeitos presentes numa população ou em um ecossistema. -dados provenientes de estudos animais de experimentação e de estudos epidemiológicos em populações expostas. -a qualidade dos dados, o tipo de estudo, a via e a duração da exposição, as doses utilizadas e a reprodutividade do estudo. -dados obtidos de estudos celulares e bioquímicos podem ajudar a predizer possíveis respostas para o homem.

15 AVALIAÇÃO DA DOSE RESPOSTA É a base fundamental da relação quantitativa entre a exposição a um agente e a incidência de uma resposta adversa. Seu objetivo é quantificar o perigo, previamente identificado na etapa anterior de identificação do perigo. Envolve o cálculo de Dose de Referência, que são conhecidas como dose às quais a população pode estar exposta diariamente sem apresentar risco de aparecimento de efeitos nocivos à saúde durante toda a vida.

16 O objetivo da avaliação de exposição é a mensuração da intensidade, da frequência e da duração da exposição humana a um agente presente no meio ambiente, ou a estimativa de exposição hipotéticas que podem surgir pelo uso de determinadas substâncias químicas. AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO

17 ETAPAS: -Caracterizar a fonte de exposição -Identificar os meios de exposição e as vias de exposição -Quantificação da exposição

18 A concentração ou a dose potencial de contato pode ser quantificada por meio de medidas diretas ou indiretas: -Medição direta da dose potencial de contato -Medição da concentração do agente químico no meio onde ocorre o contato -Estimativa de dose potencial

19 CARACTERIZAÇÃO DO RISCO Integra todos os dados obtidos e gera evidências sobre o risco da exposição de um agente químico.

20 AVALIAÇÃO DE RISCOMANEJO DE RISCO CARACTERIZAÇÃO DE RISCOS Identificação do perigo Avaliação dose-resposta Avaliação exposição Decisão controle Determinação de controle Alternativas de controle retroação

21 PROTOCOLOS IMPORTANTES

22 COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Melhorar a qualidade e a produtividade do trabalho: estratégia comunitária para a saúde e a segurança no trabalho

23 CRIAÇÃO DE UM QUADRO NORMATIVO MODERNO E EFICAZ Reforçar a aplicação da legislação comunitária divulgação de boas práticas a nível local; formação dos empresários e dos trabalhadores; desenvolvimento de instrumentos simples para facilitar a avaliação dos riscos;

24 divulgação, em linguagem simples, de informações e orientações de fácil compreensão e execução; difusão mais eficaz das informações e melhor acesso a serviços de aconselhamento; acesso a serviços externos de prevenção de alta qualidade e a preços acessíveis;

25 envolvimento dos inspetores do trabalho como intermediários para promover um melhor cumprimento da legislação por parte das PME. recurso a medidas de incentivo econômico a nível comunitário (por exemplo, através dos Fundos Estruturais) e nacional, nomeadamente para as micro e as pequenas empresas.

26 Aprofundar a cooperação na monitorização da aplicação da legislação Simplificação do quadro normativo e adaptação às mudanças FAVORECER O DESENVOLVIMENTO E A EXECUÇÃO DE ESTRATÉGIAS NACIONAIS Aumentar a eficácia preventiva da vigilância da saúde Adotar medidas para promover a reabilitação e reinserção dos trabalhadores

27 Fazer face às mudanças sociais e demográficas Reforçar a coerência das políticas PROMOVER MUDANÇAS DE COMPORTAMENTO Integrar a saúde e a segurança nos programas de educação e formação Locais de trabalho mais saudáveis e seguros: melhorar a saúde e promover a sensibilização nas empresas

28 FAZER FACE A NOVOS E MAIS RISCOS Identificação de novos riscos Promoção da saúde mental no trabalho AVALIAR OS PROGRESSOS REALIZADOS PROMOVER A SAÚDE E SEGURANÇA A NÍVEL INTERNACIONAL

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30 OBJETIVO Esta Norma tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados e o reconhecimento, avaliação, monitoramento e controle dos riscos existentes, de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente nestes espaços.

31 33.2 Das Responsabilidades Cabe ao Empregador Cabe aos Trabalhadores 33.3 Gestão de segurança e saúde nos trabalhos em espaços confinados

32 Medidas técnicas de prevenção Medidas administrativas Medidas Pessoais Capacitação para trabalhos em espaços confinados 33.4 Emergência e Salvamento

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34 NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS

35 ESTADO DE CHOQUE Se a vitima apresentar pulso rápido, respiração acelerada e superficial, sudorese excessiva, frio e palidez é porque está em ESTADO DE CHOQUE. O QUE FAZER O QUE NÃO FAZER

36 O que fazer Desapertar a roupa; Acalmar a vítima, conversando com ela; Levantar as pernas a cerca de 30 cm do chão; Agasalhar a vítima, por exemplo tapando-a com uma manta.

37 O que não fazer oferecer líquidos.

38 INCONSCIENTE Se a vítima não reage a estímulos verbais e não reage a estímulos fiscos, encontra-se INCONSCIENTE. O QUE FAZER O QUE NÃO FAZER

39 O que fazer Transportar a vítima para um lugar arejado; Desapertar a roupa; Deitá-la na posição lateral de segurança (vítima deitada de bruços com a cabeça virada para o lado direito; braço direito fletido, servindo de apoio à cabeça; perna direita fletida, apoiada na perna esquerda).

40 O que não fazer oferecer líquidos.

41 AMPUTAÇÃO Se a vítima apresenta um membro ou parte dele totalmente separado do resto do resto do corpo, sofreu uma AMPUTAÇÃO. O QUE FAZER O QUE NÃO FAZER

42 O que fazer Guardar o membro num saco de plástico limpo e fechá-lo; Colocar esse saco dentro de outro com gelo e sal e fechá-lo também; Transportar a vítima, rapidamente para o Hospital, juntamente com o saco que contém o membro.

43 Desfazer-se do membro amputado Não enviar o membro juntamente com a vítima para o Hospital. O que não fazer

44 ENVENENAMENTO O QUE FAZER O QUE NÃO FAZER

45 Por via oral... Se ingeriu um PRODUTO NÃO CORROSIVO, provocar-lhe o vômito - o que poderá ser feito dando a beber água morna com muito sal. Se ingeriu um PRODUTO CORROSIVO OU DERIVADO DO PETRÓLEO O que fazer

46 Se a vítima ingeriu um PRODUTO CORROSIVO OU DERIVADO DO PETRÓLEO, NUNCA provocar o vômito. O que não fazer

47 Por via respiratória... Levar a vítima para um local arejado, tendo o cuidado de não respirar o ar contaminado; Deixar a vítima em repouso; Aguardar socorro profissional; Se a vítima tiver uma paragem respiratória apenas um socorrista deverá aplicar respiração boca-a-boca. O que fazer

48 Entrar no local contaminado, sem proteção respiratória, tornando-se outra vítima. Se o gás for inflamável, ligar interruptores. O que não fazer

49 FRATURA Se a vítima apresenta dor localizada, mobilidade anormal, incapacidade de fazer alguns movimentos, hemorragia (no caso de fratura exposta), muito possivelmente tem uma FRATURA. O QUE FAZER O QUE NÃO FAZER

50 O menor número possível de movimentos à vítima; Instalá-la confortavelmente; Cortar a roupa, se necessário; Imobilizar a articulação; Se a fratura for exposta, colocar uma compressa. O que fazer

51 O que não fazer Movimentar a vítima.

52 HEMORRAGIA O QUE FAZER O QUE NÃO FAZER

53 Elevar a parte do corpo que sangra; Estancar a hemorragia colocando um pano limpo e comprimindo sobre a ferida. Se o pano ficar ensopado, colocar outro por cima. Proteger a zona com uma ligadura, sem apertar. O que fazer

54 O que não fazer Garrote caso não seja socorrista, e só em caso extremo. Aplicar ligaduras apertadas.

55 QUEIMADURA Se a vítima apresenta pele vermelha, quente e seca (queimadura do 1º Grau) ainda bolhas com liquido claro (queimaduras do 2º Grau); destruição profunda dos tecidos (queimadura do 3º Grau). O QUE FAZER O QUE NÃO FAZER

56 No caso de Queimaduras do 1º e 2º Grau, imergir a zona afetada em água fria, até que a vítima não sinta dor e aplicar uma pomada hidratante, tendo o cuidado para não estourar as bolhas. Nos casos de Queimaduras do 3º Grau, aplicar uma compressa a cobrir a zona afetada e transportar imediatamente a vítima ao Hospital. O que fazer

57 Estourar as bolhas O que não fazer

58 INTOXICAÇÃO O QUE FAZER O QUE NÃO FAZER

59 Evitar entrar em contato com o produto intoxicante. Remover a vítima para local arejado. Afrouxar as vestes e, caso estejam contaminadas, retirá-las, cortando-as. Nunca deixar a vítima sozinha. Deixar a vitima falar, deixando-a o mais confortável possível. Transportar a vítima em posição lateral, a fim de evitar aspiração de vômito, se ocorrer. Levar restos da substância, recipientes, aplicadores para ajudar os médicos na identificação do veneno ou intoxicante.

60 PARADA CARDIORESPIRATÓRIA Além de apresentar ausência de respiração e pulsação, a vítima também poderá apresentar inconsciência, pele fria e pálida, lábio e unhas azulados.

61 O que não se deve fazer NÃO dê nada à vítima para comer, beber ou cheirar, na intenção de reanimá-la. Só aplique os procedimentos que se seguem se tiver certeza de que o coração não está batendo.

62 Procedimentos Preliminares Se o ferido estiver de bruços e houver suspeita de fraturas, mova-o, rolando o corpo todo de uma só vez, colocando-o de costas no chão. Faça isso com a ajuda de mais duas ou três pessoas, para não virar ou dobrar as costas ou pescoço, evitando assim lesionar a medula quando houver vértebras quebradas. Verifique então se há alguma coisa no interior da boca que impeça a respiração. Se positivo, retire-a.

63 RESSUSCITAÇÃO CÁRDIO-PULMONAR Com a pessoa no chão, coloque uma mão sobre a outra e localize a extremidade inferior do osso vertical que está no centro do peito. Ao mesmo tempo, uma outra pessoa deve aplicar a respiração boca-a-boca, firmando a cabeça da pessoa e fechando as narinas com o indicador e o polegar, mantendo o queixo levantado para esticar o pescoço.

64 Enquanto o ajudante enche os pulmões, soprando adequadamente para insuflá-los, pressione o peito a intervalos curtos de tempo, até que o coração volte a bater. Esta sequência deve ser feita da seguinte forma: se você estiver sozinho, faça dois sopros para cada dez pressões no coração; se houver alguém ajudando-o, faça um sopro para cada cinco pressões.

65 OBRIGADA!!!


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