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USOS DA EPIDEMIOLOGIA: PROF.PAULINA A.M.PEREIRA aula 02.

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1 USOS DA EPIDEMIOLOGIA: PROF.PAULINA A.M.PEREIRA aula 02

2 Principais usos da epidemiologia A Epidemiologia já tem uma longa tradição como método para o estudo da distribuição de um problema de saúde na população e para a investigação das razões desta distribuição. O conhecimento assim produzido fornece uma base racional para auxiliar a escolha das intervenções a serem implementadas em função da situação encontrada. 2PEREIRA.P.A.M

3 Diagnóstico da situação de saúde - Um importante dado do trabalho em epidemiologia,consiste em gerar dados corretos sobre a saúde da população,seja em atividades de rotina ou investigações especiais.Em conjunto esses dados formam um diagnóstico populacional,que pode estar limitado a: -Uma única condição (um agravo a saúde,um fator de risco) -Um grupo de condições(doenças infecciosas ou cardiovasculares) -qualquer que seja as eventualidades a epidemiologia fornece orientação e os fundamentos para aprofundar a análise do tema. 3PEREIRA.P.A.M

4 continuação Dois aspectos são de maior relevância: -A abrangência populacional,representatividade de amostras. – a apropriada seleção dos indicadores que retratem a situação. Epidemiologia descritiva Faz parte do processo de diagnóstico epidemiológico a organização dos dados, de maneira a evidenciar as freqüências do evento, em diversos subgrupos da população, de modo a compará-los, entre faixas etárias, sexo Utilidade da epidemiologia descritiva: Tem o propósito de informar como os eventos variam na população, este conhecimento pode ser usado para o alcance de dois objetivos: a) O direcionamento das ações saneadoras; b)- a elaboração de explicações e relações para mostrar porque as freqüências variam, na população e assim constitui base necessária para a formulação de hipóteses causais. PEREIRA.P.A.M4

5 continuação Direcionamento de ações saneadoras:A distribuição dos casos aponta para as camadas da população em que o dano é mais freqüente.O resultado é indicativo das necessidades de ação. Formulação de hipóteses:Um evento na população reflete a ação de fatores de importância de conhecimento.

6 INVESTIGAÇÃO ETIOLÓGICA Abordagem uni causal :o processo de relacionar uma causa a um efeito.Ex.A poliomielite pode ser controlada por imunização, a erradicação da varíola,o câncer de pulmão, o sucesso na aplicação de algumas medidas preventivas parte de um principio de um agente ou causa que com medidas preventivas fez desaparecer a doença, mas os mesmos não funcionam em outras doenças, como nas crônicas degenerativas. Abordagem multi causal:hoje aceitamos que os danos á saúde podem ter múltiplas causas e que uma única causa pode ter muitos efeitos.Ex. Doença coronarianas,etc 6PEREIRA.P.A.M

7 DETERMINAÇÃO DE RISCOS As investigações etiológicas apontam para os riscos que uma pessoa esta sujeita CONCEITO DE RISCO - grau de probabilidade da ocorrência de um determinado evento. CÁLCULO DO RISCO:Probabilidade do risco vir a acontecer. Risco Absoluto Risco Relativo (RR Risco Atribuível (RA) 7PEREIRA.P.A.M

8 DETERMINAÇÃO DE RISCOS Risco absoluto ou taxa de incidência: mostra quantos casos novos de uma doença aparecem num grupo, em um determinado período. Ex: 15 óbitos anuais por coronariopatia por mil adultos com colesterol elevado 5 óbitos anuais de coronariopatia por mil adultos com colesterol baixo 8PEREIRA.P.A.M

9 DETERMINAÇÃO DE RISCOS Risco relativo (RR): é a razão entre duas taxas de incidência. Informa quantas vezes o risco é maior em um grupo quando comparado com outro. Ex: RR = 15/5 = 3 Interpretação: Risco 3 vezes maior de mortalidade por coroniariopatia entre os que tem colesterol elevado, quando comparados com os que tem colesterol baixo 9PEREIRA.P.A.M

10 DETERMINAÇÃO DE RISCOS Risco atribuível (a exposição) (RA): indica a diferença de incidências entre dois grupos, diferença esta que é atribuída à exposição. Ex: RA = = 10 Interpretação: São os óbitos em excesso, atribuídos a presença de colesterol elevado nas pessoas integrantes do grupo considerado. 10PEREIRA.P.A.M

11 APRIMORAMENTO NA DESCRIÇÃO DO QUADRO CLÍNICO Certos detalhes da doença somente são esclarecidos em estudos populacionais, bem conduzidos, baseados em métodos da epidemiologia. EX: Doença de Chagas: Apenas a reunião, recentemente, de observações sobre o maior número de pacientes portadores da doença, possibilitou o delineamento mais completo do quadro evolutivo com a adição de detalhes até então desconhecidos. 11PEREIRA.P.A.M

12 IDENTIFICAÇÃO DE SÍNDROMES E CLASSIFICAÇÃO DE DOENÇAS O reconhecimento de padrões comuns de evolução pode fazer com que se distinga uma condição da outra, até então consideradas como uma só categoria clínico-patológica. Ex. as icterícias, as doenças de transmissão sexual. A partir da coleta adequada dos dados, os quais são agrupados e utilizados para fazer as diferenciações que levarão a novas classificações ou ao aperfeiçoamento das já existentes (ex. CID). 12PEREIRA.P.A.M

13 VERIFICAÇÃO DO VALOR DE PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICOS Os usos dos resultados de uma Investigação diagnóstica estão subordinados à precisão dos diagnósticos realizados individualmente, que ao se somarem formam o diagnóstico coletivo. Validade da informação: Diz respeito ao grau em que o diagnóstico reflete a real condição do paciente; ex;biópsia de lesão de pele. Confiabilidade da informação: Refere-se à consistência dos resultados, quando o teste diagnóstico é repetido. 13PEREIRA.P.A.M

14 PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE SERVIÇOS As informações referentes à magnitude e à distribuição dos problemas de saúde, dos fatores de risco e das características da população; Os resultados de estudos epidemiológicos, que forneçam informações sobre fatores de risco e agravos à saúde, e o impacto das diversas formas de intervenção; As informações sobre os recursos financeiros, humanos e materiais;estes três grupos de informação subsidiam o planejamento que em seu nível técnico consiste na organização da oferta de serviços e nas necessidades mais legitimas da população. 14PEREIRA.P.A.M

15 AVALIAÇÃO DAS TECNOLOGIAS, PROGRAMAS OU SERVIÇOS O objetivo da avaliação é identificar os produtos e procedimentos que ofereçam os melhores resultados e tenham impacto significativo na população. DETERMINAÇÃO DE RELAÇÃO CAUSA-EFEITO Um recurso :seja material,humano ou financeiro empregado na atenção a saúde; Os resultados:expressos sob a forma de algum indicador de saúde. Ex.Treinamento de pessoal sobre a morbimortalidade da população. 15PEREIRA.P.A.M

16 NÍVEIS DE AVALIAÇÃO: EFICÁCIA: Procura investigar as tecnologias em condições ideais. Ex. vacinas, medicamentos, EFETIVIDADE: Avalia as tecnologias em condições reais. Ex. uso inadequado de vacinas, medicamentos, EFICIÊNCIA :A avaliação pode ser feita levando –se em conta não somente o impacto, mas também os recursos financeiros. 16PEREIRA.P.A.M

17 BIBLIOGRAFIA PEREIRA, M.G. Epidemiologia Teoria e Prática. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1995 ROUQUAYROL, M.Z. & ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia &Saúde. 6 a ed. Rio de Janeiro, MEDSI, ALMEIDA FILHO,N. $ ROUQUAYROL, M.Z. Introdução à Epidemiologia moderna. 3 a ed. Rio DE Janeiro; MEDSI, IV Plano Diretor para o Desenvolvimento da Epidemiologia no Brasil. O Ensino da Epidemiologia. Ver. Bras. Epidemiol. 2005; (8) PEREIRA.P.A.M


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