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INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA QUALIDADE CURSO TIF. Qualidade Histórico Conceitos Indústria farmacêutica.

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Apresentação em tema: "INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA QUALIDADE CURSO TIF. Qualidade Histórico Conceitos Indústria farmacêutica."— Transcrição da apresentação:

1 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA QUALIDADE CURSO TIF

2 Qualidade Histórico Conceitos Indústria farmacêutica

3 O que é qualidade? Adequação ao objetivo ou ao uso - Juran Totalidade de formas e características de um produto ou serviço que tem em sua atribuição satisfazer necessidades estabelecidas ou implícitas - ISO 8402/86

4 Início da era Industrial A qualidade era definida pelo dono do produto. Não havia Controle. Não havia direitos do consumidor Baixa competitividade

5 De 1900 a Inicia-se a era da inspeção 4Fatores de motivação: 4Competitividade do mercado 4Interesse pelo cliente

6 Inspeção 4Foco: 8Produto 4Objetivo: 8Evitar que os produtos defeituosos chegassem ao consumidor

7 Década de 20 8Cresce a Competitividade 8Resposta do setor produtivo: 8Aprimorar Inspeção

8 Década de 20 8Ferramenta: 8 Estatística 8 Desenvolvimento da teoria básica e técnicas estatí- sticas aplicadas a controle

9 Década de 30 O uso da estatística como ferramenta para o controle do produto se consolida como teoria. A passagem da teoria à prática só na década seguinte.

10 Década de 40 Tempos de Guerra. Massificação da produção sem a necessária adequação dos meios. Não-conformidades de processos e produtos cresce.

11 Década de 40 Deming e Shewhart Participam do esforço de capacitação de RH junto às indústrias. ASQC é criada em 1944.

12 Década de 40 O uso da estatística como ferramenta para o controle do produto se consolida na prática. As pesquisas de desenvolvimento de técnicas estatísticas eram classificadas.

13 Década de 50 O foco do controle passa do produto para o processo. Novo paradigma Tempo de guerra fria e corrida espacial

14 Década de 50 Aprimoramento dos padrões de controle. Aprimoramento das técnicas estatísticas.

15 Década de 50 Japão inicia sua industrializ- ação. Deming e Juran vão para o Japão e juntos com Ishikawa desenvolvem um intenso programa de controle.

16 Década de 60 Controle estatístico de processo se consolida. Feigenbauer desenvolve os conceitos de TQC. Os conceitos de ZD são desenvolvidos

17 Década de 60 São plantadas as primeiras sementes dos movimentos de preservação do meio ambiente

18 Década de 70 Japão lidera implemantação de TQC Desponta como uma potência emergente Movimento de conservação ambiental se amplia

19 Década de 70 Os conceitos de Gestão da Qualidade (TQM) são desenvolvidos A ISO cria o TC-176

20 Sistema de Gestão Nível 1 P&D Política e Diretrizes Nível 2 Proced. Gerenciais Implementação da Política e Diretrizes Nível 3 Procedimentos Operacionais Operacionalização do Sistema Planos Nível 3 Nível 4 Evidên. Obj. Registros Normas de Referência

21 Sistema de Gestão vO que fazer vComo fazer vPorque fazer vQuando fazer vOnde fazer vQuem deve fazer

22 Década de 80 Japão lidera implementação de TQM. e consolida sua con- dição de potência tecnológica. Conservação do meio ambi- ente ganha dimensão global.

23 Década de 80 A função qualidade amplia seu foco, incluindo produto, processo e cliente. Novo paradigma.

24 Década de 80 Normas ISO 9000 são aprovadas em 1987 É o paradigma Europeu da Qualidade que chega

25 Década de 80 Europa assume posição de vanguarda Japão demora a aderir ao modelo europeu e tem seu mercado ameaçado

26 TQM X ISO 9000 Abrangência Certificação Custo de implantação Custo operacional Norma de referência

27 Prêmios da Qualidade Malcolm Baldrige PNQ Prêmio Deming PQPAP Prêmios Regionais

28 A excelência na Gestão

29 Década de 90 ISO 9000 é adotada a mundialmente Sociedade toma consciência da finitude do nosso ecossistema Eco 92 aprova diretrizes globais para política ambiental

30 Década de 90 ISO é aprovada em 96 e operacionaliza Eco 92 É aprovado o Protocolo de Kyoto em 98 regulamentando emissão de CO 2

31 Década de 90 O cliente no sentido lato (sociedade) passa a ser tão importante quanto aquele que compra seu produto (cliente no sentido strito). Está nascendo um novo paradigma

32 Empreendimentos são Organismos Vivos Agregado Físico Estrutura Emocional (clima organizacional) Mental (inconsciente coletivo local)

33 Sociedade Lógica conceitual Mental Emocional Clima Organizacional Físico Visão Valores Sociedade Processos Sistemas Estrutura Ferramentas Meio ambiente Sinergia

34 Década de 90/00 Está nascendo um novo paradigma

35 Visão Sistêmica Não existe eventos isolados Tudo está interconectado com tudo

36 Visão Sistêmica Somos as células que compõem a nossa estrutura social Família, empresas, instituições, etc., são os órgãos dessa estrutura

37 O que fazemos afeta, para o bem ou para o mal, toda a sociedade Fisicamente - Produtos, serviços e meio ambiente. Mentalmente - Lógica conceitual, ética, valores, inconsciente coletivo..... Emocionalmente - Clima emocional, Clima social, ambiente de trabalho

38 Visão sistêmica do meio ambiente Físico Mental Emocional

39 Desenvolvimento Sustentável Sociedade sustentável é aquela que satisfaz suas necessidades sem diminuir as perspectivas das gerações futuras - Lester Brown

40 O que é Qualidade? Atender as expectativas do cliente - strito e lato Superar as as expectativas do cliente Cliente e fornecedor são Parceiros

41 Quem é o cliente? Cliente Externo Cliente / Fornecedor Fornecedor Externo

42 Sistema de Gestão vO que fazer vComo fazer vPorque fazer vQuando fazer vOnde fazer vQuem deve fazer

43 vA maioria dos clientes não se queixa da má qualidade vEles mudam de fornecedor vSem qualidade não se sobrevive Porque qualidade?

44 Controle da Qualidade vEstatística é apenas uma ferramenta, importantíssima sem dúvidas, mas apenas uma ferramenta

45 Fornecedores ]Quem são meus clientes imediatos? ]Quais são suas reais necessidades? ]Como posso descobrir quais são suas necessidades? ]Como posso medir minha capaci- dade de atender as necessidades?

46 Fornecedores ]Caso contrário, o que devo fazer para aumentar a capacidade? ]Atendo continuamente as necessidades? ]Caso contrário, o que impede que isto aconteça quando há capacidade? ]Como controlar as mudanças nas necessidades?

47 Clientes ]Quem são meus fornecedores imediatos? ]Quais são minhas reais necessidades? ]Como comunicar minhas necessidades?

48 Clientes ]Meus fornecedores tem capacidade para medir e atender as necessidades? ]Como informá-los de mudanças nas necessidades?

49 Cliente externo ]Aquele que compra seu produto ]Aquele que pode ser afetado pelas atividades da sua empresa ]A sociedade

50 Empresas orientadas para o cliente contam com empregados: ]Competentes ]Motivados e orientados p/ o futuro ]Capazes de manter a empregabilidade ]Orientados para o cliente ]Críticos e participativos

51 O objetivo deve ser sempre o cliente vAtenda seus clientes internos tão bem os externos (strito e lato) vA empresa que não consegue atender seu cliente interno não conseguirá atender seus clientes externo


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