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X... OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS... SLIDES REFERÊNCIA BÍBLICA *...OS MISERICORDIOSOS OBTERÃO MISERICÓRDIAMATEUS V- 7 *SÓ SERÁ PERDOADO, QUEM PERDOAR MATEUS.

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1 X... OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS... SLIDES REFERÊNCIA BÍBLICA *...OS MISERICORDIOSOS OBTERÃO MISERICÓRDIAMATEUS V- 7 *SÓ SERÁ PERDOADO, QUEM PERDOAR MATEUS V I- 14,15 *PERDOAR ATÉ SETENTA VEZES SETE VEZES MATEUS XVIII *RECONCILIAI-VOS O MAIS DEPRESSA POSSÍVEL MATEUS V, 25, 26 *O SACRIFÍCIO MAIS AGRADAVEL A DEUS MATEUS V, 23, 24 *O ARGUEIRO E A TRAVE NO OLHO MATEUS VII, 3 a 5 *NÃO JULGUEIS MATEUS VII, 1, 2 *ATIRE A PRIMEIRA PEDRA JOÃO VIII, 3 a 11 **PERDOAI, PARA QUE DEUS VOS PERDOE **RECONCILIAÇÃO COM OS ADVERSÁRIOS **O SACRIFÍCIO MAIS AGRADAVEL A DEUS **O ARGUEIRO E A TRAVE NO OLHO **NÃO JULGUEIS PARA NÃO SERDES JULGADOS ***A INDULGÊNCIA ***PERDÃO DAS OFENSAS / É PERMITIDO REPREENDER? MÁXIMAS * MÁXIMAS ** COMENTÁRIOS DE KARDEC *** INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS OBJETO: A LEI DA MISERICÓRDIA.

2 O QUE É QUEM NÃO PERDOA QUEM NÃO PERDOA SERÁ PERDOADO QUEM PERDOA QUEM PERDOA A MISERICÓRDIA - ESQUECIMENTO DAS OFENSAS - PERDÃO DAS OFENSAS NÃO SERÁ PERDOADO (...)MAS, SE NÃO PERDOARDES AOS HOMENS QUANDO VOS TENHAM OFENDIDO, VOSSO PAI CELESTIAL TAMBÉM NÃO VOS PERDOARÁ OS PECADOS. - § 15 MATEUS, VI A misericórdia é o complemento da mansuetudade, pois os que não são misericordiosos também não são mansos e pacíficos.

3 EFEITOS DO DOPERDÃO EFEITO MORAL EFEITO MATERIAL OBEDECER OU NÃO À LEI DO AMOR E DA CARIDADE PRENDER-SE OU NÃO ÀS VINGANÇAS DE UM MAU ESPÍRITO OBTER OU NÃO A MISERICÓRDIA RELATIVAMENTE AOS ERROS DO PASSADO - SUBJUGAÇÃO - POSSESSÃO CAUSA DA MAIORIA DOS CASOS DE OBSESSÃO, SOBRETUDO: - SUBJUGAÇÃO - POSSESSÃO...O OBSIDIADO E O POSSESSO SÃO, POIS, QUASE SEMPRE VÍTIMAS DE UMA VINGANÇA, CUJO MOTIVO SE ENCONTRA EM EXISTÊNCIA ANTERIOR (...) - § 6

4 OBSESSÕES E SUBJUGAÇÕES COMO VINGANÇA DE VIDAS PASSADAS É PERMITIDO NÃO É PERMITIDO QUANDO NÃO SE PERDOOU AO PRÓXIMO QUANDO SE PERDOOU AO PRÓXIMO INDEPENDENTE DE TER PRATICADO O MAL. NÃO PERDOAR É FALTAR COM A INDULGÊNCIA E A CARIDADE. E SE REPAROU OS AGRAVOS CAUSADOS AO SEU PRÓXIMO...QUANDO JESUS RECOMENDA QUE NOS RECONCILIEMOS...NÃO É SOMENTE OBJETIVANDO APAZIGUAR AS DISCÓRDIAS NO CURSO DA NOSSA ATUAL EXISTÊNCIA; É, PRINCIPALMENTE, PARA QUE ELAS NÃO SE PERPETUEM NAS EXISTÊNCIAS FUTURAS (...) - § 6

5 NÃO É UM ESTADO PERMANENTE O HOMEM MAU UM DIA SE TORNARÁ BOM DECORRE DE IMPERFEIÇÃO TEMPORÁRIA A MALDADE O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - CAP. XII UTILIDADE DO PERDÃO MUITOS PROCESSOS OBSESSIVOS DOLOROSOS TEM ORIGEM NA DIFICULDADE DE PERDOAR O PERDÃO LIBERTA; O ÓDIO ESCRAVIZA, ALGEMANDO A CRIATURA AO SOFRIMENTO AMAI OS VOSSOS INIMIGOS; FAZEI O BEM AOS QUE VOS ODEIAM. JESUS

6 O CAMINHO DA NOSSA OFERTA A DEUS... ENTRANDO NO TEMPLO DO SENHOR, DEVE ELE DEIXAR FORA TODO SENTIMENTO DE ÓDIO E DE ANIMOSIDADE, TODO MAU PENSAMENTO CONTRA SEU IRMÃO... AK DEUS NOSSOS IRMÃOS NOSSOS SENTIMENTOS PUROS IDE ANTES, RECONCILIAR-VOS COM O VOSSO IRMÃO Quando Jesus disse: Vai te reconciliar primeiro com teu irmão, e depois virás fazer a tua oferta. Ensinou que o sacrifício mais agradável ao Senhor é o dos próprios ressentimentos; que antes de pedir perdão ao Senhor, é preciso que se perdoe aos outros.

7 VEMOS O MAL QUE ESTÁ EM NÓS NÃO VEMOS A TRAVE DO ORGULHO O MAL QUE ESTÁ NOS OUTROS (...) É O ORGULHO QUE INDUZ O HOMEM A DISSIMULAR, PARA SI MESMO, OS SEUS DEFEITOS, TANTO MORAIS, QUANTO FÍSICOS (...) AK-§ 10 O ORGULHO SE ENCONTRA NA BASE E COMO MÓVEL DE QUASE TODAS AS AÇÕES HUMANAS. O orgulho é a fonte de muitos vícios, é também a negação de muitas virtudes. Foi por isso que Jesus se empenhou em combatê- lo, como o principal obstáculo ao progresso.

8 NÃO JULGAR COM MAIS SEVERIDADE OS OUTROS DO QUE JULGAMOS A NÓS MESMO NÃO CONDENAR NOS OUTROS AQUILO DE QUE NOS ABSOLVEMOS CONDIÇÕES GERAIS DE INDULGÊNCIA... NINGUÉM HÁ QUE NÃO NECESSITE PARA SI PRÓPRIO DE INDULGÊNCIA. AK - § 13 NO JULGAMENTO: NA CONDENAÇÃO: A Indulgência não ve os defeitos alheios, se os ve, evita comentá-los e divulgá-los. A indulgência jamais se preocupa com os maus atos alheios, a menos que seja para prestar um serviço, mas ainda assim com o cuidado de os atenuar tanto quanto possível.

9 SE FOR DESACREDITAR UMA PESSOA SE FOR DESACREDITAR UMA PESSOA RESULTARÁ UM BEM SE FOR REPRIMIR O MAL SE FOR REPRIMIR O MAL MÓVEIS DE UMA CENSURA É MALEDICÊNCIA; MALDADE (...) IMPORTA POIS, NÃO SE TOME EM SENTIDO ABSOLUTO ESTE PRINCÍPIO NÃO JULGUEIS SE NÃO QUISERDES SER JULGADO, PORQUANTO A LETRA MATA E O ESPÍRITO VIVIFICA (...) AK- § 13 É LOUVAVEL E PODE SER ATÉ UM DEVER E PODE SER ATÉ UM DEVER NÃO TEM ESCUSA

10 OS QUE VIOLAM AS LEIS OS QUE VIOLAM AS LEIS QUEM TEM OS QUE CUMPREM AS LEIS OS QUE CUMPREM AS LEIS AUTORIDADE MORAL PARA CENSURAR QUEM NÃO TEM (...) AOS OLHOS DE DEUS, UMA ÚNICA AUTORIDADE LEGÍTIMA EXISTE: A QUE SE APOIA NO EXEMPLO QUE DÁ DO BEM (...) AK-§ 13 LEGÍTIMA AUTORIDADE PRIVAM-SE DO DIREITO DE REPRESSÃO

11 REGRA GERAL A INDULGÊNCIA... SEDE INDULGENTES, MEUS AMIGOS, PORQUANTO A INDULGÊNCIA ATRAI, ACALMA, ERGUE, AO PASSO QUE O RIGOR DESANIMA, AFASTA E IRRITA. (...) - § 16 SEDE SEVEROS PARA CONVOSCO E INDULGENTES PARA COM OS OUTROS JOSÉ- ESPÍRITO PROTETOR DUFÊTRE – BISPO DE NEVERS

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13 19. Ningu é m sendo perfeito, seguir-se- á que ningu é m tem o direito de repreender o seu pr ó ximo? Certamente que não é essa a conclusão a tirar-se, porquanto cada um de v ó s deve trabalhar pelo progresso de todos e, sobretudo, daqueles cuja tutela vos foi confiada. Mas, por isso mesmo, deveis fazê-lo com modera ç ão, para um fim ú til, e não, como as mais das vezes, pelo prazer de denegrir. Neste ú ltimo caso, a repreensão é uma maldade; no primeiro, é um dever que a caridade manda seja cumprido com todo o cuidado poss í vel. Ao demais, a censura que algu é m fa ç a a outrem deve ao mesmo tempo dirigi-la a si pr ó prio, procurando saber se não a ter á merecido. - S. Lu í s. (Paris, 1860.) Certamente que não é essa a conclusão a tirar-se, porquanto cada um de v ó s deve trabalhar pelo progresso de todos e, sobretudo, daqueles cuja tutela vos foi confiada. Mas, por isso mesmo, deveis fazê-lo com modera ç ão, para um fim ú til, e não, como as mais das vezes, pelo prazer de denegrir. Neste ú ltimo caso, a repreensão é uma maldade; no primeiro, é um dever que a caridade manda seja cumprido com todo o cuidado poss í vel. Ao demais, a censura que algu é m fa ç a a outrem deve ao mesmo tempo dirigi-la a si pr ó prio, procurando saber se não a ter á merecido. - S. Lu í s. (Paris, 1860.)

14 20. Ser á repreens í vel notarem-se as imperfei ç ões dos outros, quando da í nenhum proveito possa resultar para eles, uma vez que não sejam divulgadas? Tudo depende da inten ç ão. Decerto, a ningu é m é defeso ver o mal, quando ele existe. Fora mesmo inconveniente ver em toda a parte s ó o bem. Semelhante ilusão prejudicaria o progresso. O erro est á no fazer-se que a observa ç ão redunde em detrimento do pr ó ximo, desacreditando-o, sem necessidade, na opinião geral. Igualmente repreens í vel seria fazê-lo algu é m apenas para dar expansão a um sentimento de malevolência e à satisfa ç ão de apanhar os outros em falta. D á -se inteiramente o contr á rio quando, estendendo sobre o mal um v é u, para que o p ú blico não o veja, aquele que note os defeitos do pr ó ximo o fa ç a em seu proveito pessoal, isto é, para se exercitar em evitar o que reprova nos outros. Essa observa ç ão, em suma, não é proveitosa ao moralista? Como pintaria ele os defeitos humanos, se não estudasse os modelos? - S. Lu í s. (Paris, 1860.) Tudo depende da inten ç ão. Decerto, a ningu é m é defeso ver o mal, quando ele existe. Fora mesmo inconveniente ver em toda a parte s ó o bem. Semelhante ilusão prejudicaria o progresso. O erro est á no fazer-se que a observa ç ão redunde em detrimento do pr ó ximo, desacreditando-o, sem necessidade, na opinião geral. Igualmente repreens í vel seria fazê-lo algu é m apenas para dar expansão a um sentimento de malevolência e à satisfa ç ão de apanhar os outros em falta. D á -se inteiramente o contr á rio quando, estendendo sobre o mal um v é u, para que o p ú blico não o veja, aquele que note os defeitos do pr ó ximo o fa ç a em seu proveito pessoal, isto é, para se exercitar em evitar o que reprova nos outros. Essa observa ç ão, em suma, não é proveitosa ao moralista? Como pintaria ele os defeitos humanos, se não estudasse os modelos? - S. Lu í s. (Paris, 1860.)


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