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Prof ª Adriana Moraes Política das Nacionalidades.

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1 Prof ª Adriana Moraes Política das Nacionalidades

2 Antecedentes: O Congresso de Viena(1815) – Tentativa frustrada de manter o Antigo Regime. A Revolução de A Revolução Industrial se espalha por várias regiões da Europa. O dualismo ideológico – Socialismo X Liberalismo. A ascensão de governos europeus de caráter Nacionalista/ Imperialista/ Reformista. A Primavera dos Povos (1848).

3 Unificação Italiana Após o Congresso de Viena a Itália passou a ter uma estrutura política bastante dividida: – Reino Piemontês/ Veneza-Lombardia/ Estados Pontifícios. – Vários reinos independentes eram muito influenciados pelo império Austríaco. – Movimento nacionalista se fortalece a partir de 1830 com os Carbonários(Monarquistas e republicanos). Carbonários: Sociedade secreta e revolucionária que atuou na Itália, França, Portugal e Espanha nos séculos XIX e XX. Ideologia assentada em princípios libertários e que se fazia notar por um marcado anticlericalismo. Participou das revoluções de 1820, e Embora não tendo unidade política, já que reunia monarquistas e republicanos, nem linha e ação definida, os carbonários (do italiano carbonaro, "carvoeiro") atuavam em toda a Itália. Reuniam-se secretamente nas cabanas dos carvoeiros, derivando daí seu nome.

4 A partir de 1848 as lutas nacionalistas se intensificam obrigando vários reinos a fazerem reformas liberais. – Republicanos: Giuseppe Mazzini e Giuseppe Garibaldi. – Monarquistas: Conde Cavour. Em janeiro de 1871 o reino Piemontês invade a Itália e completa a Unificação italiana. A Questão Romana – O Papa Beato Pio IX - foi Papa num total de 31 anos, sete meses e 17 dias - se nega a reconhecer o Estado da Itália. O Tratado de Latrão(1929) – Mussolini cria o Estado do Vaticano, necessitando de apoio da Igreja e dos católicos, assinou com o Papa Pio XI a Concordata de São João Latrão.

5 Unificação Italiana:após 1848: O reino de Piemonte-Sardenha liderou as lutas por unificação – Rei Vitor Emanuel II. A independência da Veneza-Lombardia. Os movimentos de unificação são massacrados pelo império Austríaco e voltam a ter força a partir de 1860 com o apoio da Prússia. Os Camisas Vermelhas Lideram os movimentos nacionalistas do sul da Itália. Os monarquistas liderados pelo reino Piemontês lideram as unificações do norte.

6 Muitas questões territoriais ficaram pendentes entre a Itália e o Imp. Austríaco o que levará a estes países a se enfrentarem na Primeira Guerra Mundial.

7 Unificação Alemã Congresso de Viena: – Confederação de Reno – Confederação Germânica(39 reinos subordinados ao Imp. Austríaco). A Prússia(liberal e industrializada) se contrapunha a estrutura agrária e absolutista do Imp. Austríaco. Zollverien (1834) – Primeiro passo para a unificação – União aduaneira entre os estados alemães. A Áustria fica de fora do Zollverien e ameaça a Prússia de guerra obrigando-a a recuar.

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9 Unificação Alemã: a partir de 1860: Os Junkers – Programa militar prussiano patrocinado pela aliança entre Burguesia e aristocratas. O processo de unificação política se inicia liderado por Otto Von Bismarck – Exaltação nacionalismo militar alemão. A Guerra das Sete Semanas (1866) – Conflito entre Áustria e Prússia pelo controle de ducados ao norte – Vitória prussiana. Após a guerra ocorreu a formação da Confederação Germânica do norte liderada pela Prússia – Guilherme I Hohenzollern estadista e Bismarck primeiro Ministro.

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11 A Guerra de Unificação Os maiores obstáculos para a unificação se encontravam nos Estados do Sul que ainda estavam subordinados a Áustria. O trono espanhol fica vago – Leopoldo Hohenzollen primo de Guilherme I se coloca na disputa a sucessão – Napoleão III declara guerra a Confederação Germânica do Norte(1869). Os Estados do Sul e Norte se uniram contra a França e Áustria. Em 1870 a Alemanha vence a Batalha de Sedan – O Segundo Reich é formado em janeiro de 1871 com uma festa no palácio de Versalhes.

12 As Rivalidades européias pós unificações O Tratado de Frankfurt – França é obrigada a ceder as regiões da Alsácia-Lorena a Alemanha e mais 5 bilhões de francos – Revanchismo Francês. O desenvolvimento alemão ameaça a hegemonia inglesa na Europa. A exigência alemã pela redivisão das colônias na África e Ásia.


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