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Roteiro 1 – Fluido cósmico universal; Módulo VII: Pluralidade dos mundos habitados Roteiro 2 – Elementos gerais do universo: espírito e matéria; Roteiro.

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1 Roteiro 1 – Fluido cósmico universal; Módulo VII: Pluralidade dos mundos habitados Roteiro 2 – Elementos gerais do universo: espírito e matéria; Roteiro 3 – Formação dos mundos e dos seres vivos; Roteiro 4 – Os reinos da natureza: mineral, vegetal, animal e hominal; Roteiro 5 – Diferentes categorias de mundos habitados; Roteiro 6 – Encarnação nos diferentes mundos.

2 Roteiro 7 A Terra: mundo de expiação e provas

3 Objetivos específicos Identificar a Terra como mundo de expiação e provas. Identificar a Terra como mundo de expiação e provas. Explicar como a Terra se transformará num mundo melhor. Explicar como a Terra se transformará num mundo melhor.

4 Classificação dos Mundos PrimitivosPrimitivos Prevalece o instinto e a lei do mais forte. Expiações e Provas O mal predomina sobre o Bem. RegeneradoresRegeneradores O Bem já prevalece sobre o mal. Ditosos ou Felizes O mal não existe. Celestes ou Divinos O Bem reina soberano.

5 A terra pertence à categoria dos mundos de expiação e provas, razão por que vive aí o homem a braços com tantas misérias. Allan Kardec: ESE. Cap. 3, item 4. A Terra: mundo de expiação e provas

6 A TERRA como mundo de expiação e provas Superioridade da inteligência, em grande número, indica que a Terra não é um mundo primitivo. Superioridade da inteligência, em grande número, indica que a Terra não é um mundo primitivo. Os numerosos vícios a que se mostram propensos constituem índice de grande imperfeição moral. Os numerosos vícios a que se mostram propensos constituem índice de grande imperfeição moral. Muitos Espíritos encarnam para expiar suas faltas, mediante penoso trabalho e misérias da vida. Muitos Espíritos encarnam para expiar suas faltas, mediante penoso trabalho e misérias da vida. Allan Kardec. ESE. Cap. 3, Item 13 As qualidades inatas dos Espíritos encarnados constituem provas de que já realizaram certo progresso. As qualidades inatas dos Espíritos encarnados constituem provas de que já realizaram certo progresso.

7 Final dos Tempos? Fim do mundo? Fim do mundo? Final dos Tempos? Fim do mundo? Fim do mundo?

8 A Terra não será transformada por um cataclismo que aniquile de súbito uma geração. (...) Não acrediteis, porém, no fim do mundo material. (...) O que se prepara não é, pois, o fim do mundo material, mas o fim do mundo moral. (...) KARDEC em Obras Póstumas KARDEC, A. Obras Póstumas. Tradução de Guillon Ribeiro, 31. ed. Rio de Janeiro: FEB, p.322.

9 Regeneração da Humanidade

10 SINAIS DOS TEMPOS (GE:XVIII) (...) A Terra, como tudo o que existe, está submetida à lei do progresso que, moralmente, se dará pela depuração dos Espíritos encarnados e desencarnados que a povoam. (item 2) (...) Restam aos homens fazerem que entre si reinem a caridade, a fraternidade, a solidariedade, que lhes assegurem o bem- estar moral. (item 5).

11 (...) A geração futura desembaraçada das escórias do velho mundo e formada de elementos mais depurados, se achará possuída de idéias e sentimentos muito diversos dos da geração presente. (item 6) (...) O caráter, os costumes, os usos, tudo está mudado. É que, com efeito, surgiram homens novos, ou, melhor, regenerados. (item 13). SINAIS DOS TEMPOS (GE:XVIII)

12 (...) A geração que surge, (...) imbuída de idéias mais sãs, imprimirá ao mundo ascensional movimento, no sentido do progresso moral que assinalará a nova fase da evolução humana. (item 20). (...) Havendo chegado o tempo, grande emigração se verifica dos que a habitam: a dos que praticam o mal pelo mal, ainda não tocados pelo sentimento do bem, os quais, já não sendo dignos do planeta transformado, serão excluídos (...). (item 27). SINAIS DOS TEMPOS (GE:XVIII)

13 (...) Pela natureza das disposições morais, sobretudo das disposições intuitivas e inatas das duas gerações, da que parte e da que chega, torna-se fácil distinguir a qual das duas pertence cada indivíduo. (item 28) (...) A regeneração da Humanidade não exige absolutamente a renovação integral dos Espíritos: basta uma modificação em suas disposições morais. (item 33) (...) A regeneração da Humanidade não exige absolutamente a renovação integral dos Espíritos: basta uma modificação em suas disposições morais. (item 33) A GERAÇÃO NOVA (GE:XVIII)

14 Esboço Histórico da Terra Mundo Primitivo Mundo de Expiação e Provas Mundo de Regeneração Há 4,5 bilhões de anos -> Formação da Terra Há 2 bilhões de anos -> Aparecimento da Vida Há 200 mil anos -> Conquista da Razão ????? -> Chegada dos Capelinos Ano 0 -> Vinda de Jesus > Início da Fase de Transição > Início da Fase de Transição 3 º milênio -> Terra Transformada

15 4 Grupos

16 Tarefas dos Grupos a)Ler os subsídios do Roteiro 7, Módulo VII; b)Trocar opiniões a respeito do assunto lido; c)Analisar e responder as questões propostas para o grupo; d)Apresentar para a turma as conclusões do trabalho em grupo. a)Ler os subsídios do Roteiro 7, Módulo VII; b)Trocar opiniões a respeito do assunto lido; c)Analisar e responder as questões propostas para o grupo; d)Apresentar para a turma as conclusões do trabalho em grupo.

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18 Resultados do Estudo

19 Questão 1 - O que é EXPIAÇÃO? Pena que sofrem os Espíritos como punição pelas faltas cometidas durante a vida corporal. Como sofrimento moral, a expiação ocorre no estado de erraticidade; como sofrimento físico, dá-se no estado corporal. As vicissitudes e os tormentos da vida corporal são, ao mesmo tempo, provas para o futuro e expiação do passado. Allan Kardec. Instrução Prática sobre as Manifestações Espíritas. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, p. 31. G: 1-4

20 Questão 2 - O que são PROVAS? Vicissitudes da vida corporal pelas quais os Espíritos se purificam segundo a maneira pela qual as suportam. Na erraticidade, (...) o Espírito escolhe o gênero das provas que julga mais adequado ao seu adiantamento e que sofrerá em uma nova existência corpórea. Se escolhe uma prova acima de suas forças, sucumbe e seu progresso é retardado. Allan Kardec. Instrução Prática sobre as Manifestações Espíritas. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, p. 62. G: 1-4

21 Questão 3 - Por que nem todo o sofrimento na Terra constitui expiação de faltas cometidas? Muitas vezes são simples provas buscadas pelo Espírito para concluir sua depuração e ativar o seu progresso. A expiação serve sempre de prova, mas nem sempre a prova é uma expiação. A prova é sempre um meio de progresso do Espírito. Quanto mais difícil for a prova, se sair vitorioso, mais recompensado será o Espírito. Allan Kardec. Gênese. Tradução de Guillon Ribeiro. 42. ed. Rio de Janeiro: FEB, Cap. 18, p. 418 (A geração nova- item 27). G: 1

22 Questão 4 - Que razões nos levam a considerar a Terra como um mundo de expiação e provas? A superioridade da inteligência, em grande número dos seus habitantes, indica que a Terra não é um mundo primitivo. As qualidades inatas que eles trazem consigo constituem a prova de que já viveram e realizaram certo progresso. Mas, também, os numerosos vícios a que se mostram propensos constituem o índice de grande imperfeição moral. Allan Kardec. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro Rio de Janeiro: FEB, p. 91 (item 13). G: 2

23 Questão 5 - Em geral, que tipos de Espíritos habitam o planeta Terra? Há na Terra, os Espíritos que se encontram em regime de expiação, que já viveram em outros mundos; os que chamamos selvagens, Espíritos que apenas saíram da infância espiritual e que na Terra se acham, por assim dizer, em curso de educação, para se desenvolverem pelo contato com Espíritos mais adiantados, e, por fim, os povos semicivilizados, constituídos desses mesmos Espíritos em via de progresso e que são, de certo modo, criaturas que vivem há muito tempo na Terra e que aqui se elevaram pouco a pouco, em longos períodos seculares. Allan Kardec. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro Rio de Janeiro: FEB, p. 91 (item 14). – Santo Agostinho, G: 3

24 Questão 6 - Em geral, que tipo de progresso experimentam os planetas (a Terra já foi um mundo primitivo)? Os planetas progridem nos seus aspectos materiais e morais. Materialmente, pela transformação dos elementos que os compõem. Moralmente, pela depuração dos Espíritos encarnados e desencarnados que os povoam. Esses progressos se realizam paralelamente, pois, o melhoramento da habitação acompanha, de certo modo, o aprimoramento de seus habitantes. Allan Kardec. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro Rio de Janeiro: FEB, p. 94 (item 19). – Santo Agostinho, G: 4

25 Questão 7 - Qual é a destinação futura da Terra? A Terra deixará, um dia, o estágio de expiação e provas e passará para a condição de mundo de regeneração, pois, este globo, como tudo na Natureza, está submetido à lei do progresso. Materialmente, a Terra tem experimentado transformações que vêm tornando-a sucessivamente habitável por seres cada vez mais aperfeiçoados, mas, para que a felicidade impere na Terra, torna-se preciso que somente a povoem Espíritos bons, que unicamente se dediquem ao bem. Allan Kardec. Obras Póstumas. Tradução de Guillon Ribeiro. 31. ed. Rio de Janeiro: FEB, p (Regeneração da Humanidade). G: 1

26 Questão 8 - De que forma a Terra se transformará num mundo melhor? A Terra não terá de transformar-se por meio de cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas. Em cada criança que nascer, em vez de um Espírito atrasado e inclinado ao mal, que antes nela encarnaria, virá um Espírito mais adiantado e propenso ao bem. Allan Kardec. Gênese. Tradução de Guillon Ribeiro. 42. ed. Rio de Janeiro: FEB, Cap. 18, p. 418 (A geração nova- item 27). G: 2

27 Questão 9 - Que sinais poderiam ser identificados como sugestivos da transformação da Terra para um mundo de regeneração? Fundação de instituições protetoras, civilizadoras e emancipadoras (GE:XVIII-21); Fundação de instituições protetoras, civilizadoras e emancipadoras (GE:XVIII-21); Leis penais impregnadas de sentimentos mais humanos (GE:XVIII–21); Leis penais impregnadas de sentimentos mais humanos (GE:XVIII–21); Enfraquecimento dos preconceitos de raças (GE:XVII-21) ; Enfraquecimento dos preconceitos de raças (GE:XVII-21) ; Supressão de barreiras que separam os povos (GE:XVIII –21) ; Supressão de barreiras que separam os povos (GE:XVIII –21) ; Repulsão às idéias materialistas (GE:XVIII–21) ; Repulsão às idéias materialistas (GE:XVIII–21) ; Fortalecimento dos movimentos em prol da conservação da natureza. Fortalecimento dos movimentos em prol da conservação da natureza. G: 3-4

28 A ascensão da Terra na hierarquia dos mundos depende essencialmente da elevação moral de seus habitantes. Portanto, é grande nossa responsabilidade nesse processo de transformação do planeta para um mundo de regeneração, onde a prevalência do bem sobre o mal atrairá para a Terra os bons Espíritos, afastando dela os maus.

29 KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro, 124. ed. Rio de Janeiro: FEB, Cap. 3, itens 4, 6,7, 13; Cap. 5, itens 7, 9. KARDEC, A. A gênese.Tradução de Guillon Ribeiro, 42. ed. Rio de Janeiro: FEB, Cap. 18, itens 2, 5, 6, 13, 20, 27, 28, 33. KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro, 124. ed. Rio de Janeiro: FEB, Questões, 172, 607-b, KARDEC, A. Obras Póstumas. Tradução de Guillon Ribeiro, 31. ed. Rio de Janeiro: FEB, p.322. KARDEC, A. Instrução Prática sobre as Manifestações Espíritas. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, p. 31. ROCHA, C. Estudo sistematizado da doutrina espírita: programa fundamental, v.1. Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, p KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro, 124. ed. Rio de Janeiro: FEB, Cap. 3, itens 4, 6,7, 13; Cap. 5, itens 7, 9. KARDEC, A. A gênese.Tradução de Guillon Ribeiro, 42. ed. Rio de Janeiro: FEB, Cap. 18, itens 2, 5, 6, 13, 20, 27, 28, 33. KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro, 124. ed. Rio de Janeiro: FEB, Questões, 172, 607-b, KARDEC, A. Obras Póstumas. Tradução de Guillon Ribeiro, 31. ed. Rio de Janeiro: FEB, p.322. KARDEC, A. Instrução Prática sobre as Manifestações Espíritas. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, p. 31. ROCHA, C. Estudo sistematizado da doutrina espírita: programa fundamental, v.1. Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, p


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