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Educação Sexual Helder Sousa Unidade de Saúde Familiar de Fanzeres.

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Apresentação em tema: "Educação Sexual Helder Sousa Unidade de Saúde Familiar de Fanzeres."— Transcrição da apresentação:

1 Educação Sexual Helder Sousa Unidade de Saúde Familiar de Fanzeres

2 Adolescencia Sexualidade Gravidez na adolescência Planeamento familiar Doença sexualmente transmissível

3 Adolescência e transformações no corpo Passagem da infância à idade adulta Problemáticas É normal que o adolescente se comporte de maneira inconsciente e imprevisível. Lutar contra os seus impulsos e aceitá-los; amar os seus pais e odiá-los; ter vergonha de os assumir perante os outros e querer conversar com eles; identificar-se e imitar os outros enquanto procura uma identidade própria. O adolescente é idealista, artístico, generoso, altruísta, como jamais o será novamente, mas também é o oposto: egoísta, calculista, egocêntrico Ana Freud

4 Agentes de socialização na adolescencia Despertar de pulsões, mudanças físicas repentinas Segurança inadaptação Manifestações na família, com os professores e com os amigos

5 Alterações pubertárias nas raparigas existe uma alteração ligeira no teu cheiro corporal; as ancas alargam; surgem alguns pêlos púbicos; aparecem os pêlos nas axilas; os mamilos escurecem; o peito aumenta; os pêlos púbicos florescem; chega o período;

6 Alterações pubertárias nos rapazes Nariz e queixo mais angulares Alterações na voz Surgem odores diferentes Desenvolvem-se os músculos Surgem pêlos púbicos Surgem pêlos no rosto Aparecimento de acne Aumento do pénis e testículos

7 Sexo e Sexualidade (s) A sexualidade é uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura, intimidade; que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental. Definição da OMS

8 Responsabilidade sexual Ter Responsabilidade Sexual é: Saber respeitar os meus sentimentos e o meu corpo e saber respeitar os sentimentos e o corpo do outro; Pensar e tomar providências quanto à possibilidade de gravidez e Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs); Implica ter ideias claras sobre o que a tua relação significa para ti e para o(a) teu(tua) parceiro(a) e o que pretendem os dois com essa relação.

9 Gravidez na adolescência Inúmeras questões Muitas desvantagens Imaturidade física Imaturidade psicológica

10 Gravidez na adolescência Socialmente: Abandono escolar Interrupção dos estudos Impossibilidade de desfrutar da adolescência

11 Planeamento familiar O Planeamento Familiar é um conjunto de cuidados de saúde que visa ajudar as mulheres e os homens a planearem o nascimento dos seus filhos, a viverem a sua sexualidade de uma forma gratificante e sem o receio de uma gravidez que, naquele momento, não desejam Para além disto, o Planeamento Familiar ajuda os casais que têm problemas de fertilidade, ajuda na prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), bem como no diagnóstico precoce de algumas formas de cancro da mama e do útero

12 Planeamento familiar- objectivos Promover a vivência da sexualidade de forma saudável e segura; Regular a fecundidade segundo o desejo do casal; Preparar para uma maternidade e paternidade responsáveis; Reduzir a incidência das ITS e as suas consequências; Melhorar a saúde e o bem-estar da família.

13 Os métodos contraceptivos possibilitam uma vida sexual sem medos, permitindo evitar uma gravidez indesejável Se pretendes optar por um método contraceptivo, fá-lo com responsabilidade Consulta um Profissional de Saúde que te auxilie na escolha do método mais adequado para o teu caso, bem como para te fornecer todas as informações necessárias Métodos contraceptivos

14 Barreira Métodos Naturais Definitivos Hormonal Métodos contraceptivos

15 Método do Calendário Método da Temperatura Método do Muco Métodos naturais

16 Contracepção Oral Hormonal - Pílula Contracepção Hormonal Injectável Contracepção Hormonal - Implante Anel Vaginal Adesivo Contraceptivo Dispositivo Intra-Uterino (DIU) Contracepção Hormonal

17 Preservativo Masculino Espermicidas Diafragma Métodos Barreira

18 Laqueação / Esterilização Feminina Vasectomia / Esterilização Masculina Métodos definitivos

19 A pílula deve ser iniciada no 1º dia da menstruação Tomar diariamente e à mesma hora, durante 21 dias Interromper 7 dias Recomeçar nova embalagem ao 8º dia Como iniciar a pílula?

20 Efeitos colaterais Náusea e vómitos Alteração do peso Mastodínia (dor nas mamas) Alteração do fluxo menstrual Depressão Irregularidades Menstruais

21 Quando não se toma 1 comprimido no horário habitual, convém tomá-lo assim que possível desde que não tenham sido ultrapassadas 12 horas, mantendo a toma correspondente a esse dia; neste caso, não é necessária nenhuma contracepção suplementar Quando o esquecimento for além das 12 horas, tomar o comprimido que foi esquecido, continuando a tomar a pílula e utilizando, durante 7 dias, outro método associado (por exemplo, o preservativo) Episódio de vómito e/ou diarreia anula o efeito contraceptivo da pílula Ler sempre a bula da pílula Em caso de esquecimento…

22 Vantagens da pílula Tem elevada eficácia contraceptiva Não interfere com a relação sexual Regulariza os ciclos menstruais Melhora a tensão pré-menstrual e as dores menstruais Previne e controla a anemia Contribui para a prevenção de algumas doenças Não altera a fertilidade, após a suspensão do método

23 Desvantagens da pílula Exige o empenho da mulher para a toma diária da pílula Não protege contra as ISTs

24 É um invólucro de látex que evita a gravidez e protege contra as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) Preservativo

25 Precauções: Nunca se deve usar o mesmo preservativo mais do que uma vez Nunca se deve usar dois preservativos ao mesmo tempo Conservar a embalagem num lugar fresco e sem contacto directo com o sol

26 Preservativo Vantagens Protege contra as ISTs Não necessita de ser prescrito pelo médico Envolve o homem na contracepção e na prevenção das ISTs Desvantagens Embora seja muito raro, há pessoas que fazem alergia ao látex Se não for usado correctamente, pode rasgar ou ficar dentro da vagina

27 O QUE É? Método de emergência que pode ser utilizado após uma relação sexual não protegida para prevenir uma gravidez Só pode ser utilizado nos 3 dias a seguir a uma relação sexual desprotegida Pílula do dia seguinte

28 Bloqueia a ovulação Altera o muco cervical Altera o endométrio Contracepção de Emergência: como actua?

29 QUANDO SE DEVE UTILIZAR Quando se rompe o preservativo Quando se esquece de tomar a pílula Em qualquer outra situação de relação sexual não protegida Pílula do dia seguinte

30 A PÍLULA DO DIA SEGUINTE SÓ DEVE SER UTILIZADA EM CASO DE EMERGÊNCIA! Pílula do Dia Seguinte

31 Em caso de dúvidas recorre ao CENTRO DE ATENDIMENTO A JOVENS (CAJ) de Gondomar O CAJ localiza-se na Rua de S. Cosme e funciona às 5ª feiras, das 14h30m ás 17h30m. É gratuito, confidencial e anónimo. Actividades Informação sobre a anatomia e fisiologia da reprodução; Informação sexual; Preparação dos jovens para uma vivência correcta da sua sexualidade; Fornecimento de contraceptivos em situações de risco.

32 Infecções sexualmente transmissíveis Doenças adquiridas através de relações sexuais com uma pessoa infectada ou por contacto íntimo com os órgãos genitais, boca ou ânus.

33 Infecções sexualmente transmissíveis Factores de Risco Muitos companheiros sexuais ou mudança frequente de companheiro Relações sexuais com parceiros ocasionais Não usar o preservativo Não conhecer o próprio corpo Não ter uma boa relação com o médico e a enfermeira

34 QUAIS SÃO? SIDA Hepatite B Hepatite C Herpes Sífilis Gonorreia Chlamydia Cândida HPV

35 AGENTE INFECCIOSO Virus HIV SINTOMAS Sintomas entre 7 a 10 dias após contagio Fadiga, anemia, febre, perda de peso, alterações imunitárias, desenvolvimento de doenças oportunistas. SIDA

36 COMO SE EVITA? Uso de preservativo. Evitar comportamentos de risco. TRATAMENTO Medicamentos ??? Medicamentos para as doenças oportunistas!! SIDA

37 CONSEQUÊNCIAS Tumores Infecções: sífilis Herpes Tuberculose micoses …Morte SIDA

38 Sexo desprotegido Sangue infectado Uso de agulhas e seringas contaminadas TATUAGENS!!! Mãe-feto Leite materno Objectos cortantes contaminados Escova de dentes!!! Como se transmite?

39 Uso da mesma roupa Uso dos mesmos talheres e colheres Beijos, apertos de mãos e abraços Sexo com preservativo Contacto social/profissional Não se transmite…

40 Agente Infeccioso Vírus VHB SINTOMAS hepatite Tipo gripe Icterícia COMO EVITAR? Preservativo Comportamento sexual saudável VACINA!!! TRATAMENTO Sem cura definitiva Tratamento dos sintomas Hepatite B

41 Agente Infeccioso Bactéria Treponema pallidum COMO SE TRANSMITE? Sexo Mãe-feto SINTOMAS Lesões nos órgãos genitais externos, que não cicatrizam. DEPOIS lesões na pele e mucosas. COMO SE PREVINE? Preservativo TRATAMENTOAntibioticoterapia Sífilis

42 Gonorreia Agente Infeccioso Bactéria Neisseria gonorrhoeae. Como se transmite? Sexo Contacto com roupa interior e outros objectos contaminados. Sintomas MULHER: inflamação da uretra e do colo do útero alterações no padrão menstrual leucorreia. HOMEM: inflamação da uretra e secreção amarelada.

43 Chlamídia Agente Infeccioso Bactéria Chlamydia trachomatis. Como se transmite? Sexo SintomasHomens: Dor a urinar, corrimento uretral, prurido. Mulheres: corrimento branco-amarelado, metrorragias ou hemorragia após as relações sexuais, dor a urinar e dor abdominal baixa.

44 Candidíase Agente Infeccioso Cândida Albicans (fungo) Como se transmite? Sexo Factores predisponentes SintomasHomens: Rara Lesões ponctiformes vermelhas e pruriginosas Mulheres: prurido,ardência dores nas relações sexuais corrimento tipo nata do leite órgãos sexuais com edema e ruborizados.

45 Condilomas Agente Infeccioso Vírus papiloma virus humano. Como se transmite? Sexo Parto Sintomas Lesões ulcerosas ou verrugas nos órgãos genitais externos. DEPOIS, lesões na pele e mucosas. Como se previne? Uso de preservativo. Nova vacina!!! Tratamento Cauterização Recidivas frequentes Sem cura definitiva

46 PERGUNTAS??? DÚVIDAS??? COMO FICAMOS, ENTÃO???

47 PREVENÇÃO Sexo com um único companheiro/a Reduzir o número de parceiros sexuais Interrogar o parceiro sexual Usar métodos de barreira Cuidados de higiene Vacinação (Hepatite B) Vacina HPV?

48 SEMPRE QUE TIVERES: Corrimento anormal pelos órgãos sexuais Ulcerações, vesículas, verrugas Prurido, dor ou sensação de queimadura ao urinar Dores difusas no baixo ventre Dor, sensação de queimadura durante/depois das relações sexuais.

49 SUSPEITA TER CONTRAÍDO UMA DTS Fala com o teu médico ou com a tua enfermeira de família Fala com o teu parceiro/parceiros Toma a medicação Usa o preservativo ou evita as relações sexuais

50 PROTEGE-TE A TI E AOS OUTROS USA O PRESERVATIVO


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