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A POPULAÇÃO X URBANIZAÇÃO MOVIMENTOS POPUALACIONAIS.

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1 A POPULAÇÃO X URBANIZAÇÃO MOVIMENTOS POPUALACIONAIS

2 * MIGRAÇÕES São movimentos ou deslocamentos de uma população de um lugar para outro. As Migrações tem dois aspectos : As Migrações tem dois aspectos : Saída = Emigração Saída = Emigração Entrada = Imigração Entrada = ImigraçãoMIGRANTES São as pessoas que realizam os movimentos migratórios.

3 O ÊXODO RURAL É a saída do campo para a cidade. URBANASUBURBANAPERIFERIARURALURBANIZAÇÃOMETROPOLESMEGALOPÓLESCORNUBAÇÃO

4 Processo de Urbanização Urbanização é o aumento proporcional da população urbana em relação à população rural. Segundo esse conceito, só ocorre urbanização quando o crescimento da população urbana é superior ao crescimento da população rural. Urbanização é o aumento proporcional da população urbana em relação à população rural. Segundo esse conceito, só ocorre urbanização quando o crescimento da população urbana é superior ao crescimento da população rural. população

5 Processo de Urbanização Somente na segunda metade do século 20, o Brasil tornou-se um país urbano, ou seja, mais de 50% de sua população passou a residir nas cidades. A partir da década de 1950, o processo de urbanização no Brasil tornou-se cada vez mais acelerado. Isso se deve, sobretudo, a intensificação do processo de industrialização brasileiro ocorrido a partir de 1956, sendo esta a principal conseqüência entre uma série de outras, da "política desenvolvimentista" do governo Juscelino Kubitschek Somente na segunda metade do século 20, o Brasil tornou-se um país urbano, ou seja, mais de 50% de sua população passou a residir nas cidades. A partir da década de 1950, o processo de urbanização no Brasil tornou-se cada vez mais acelerado. Isso se deve, sobretudo, a intensificação do processo de industrialização brasileiro ocorrido a partir de 1956, sendo esta a principal conseqüência entre uma série de outras, da "política desenvolvimentista" do governo Juscelino Kubitschek Brasil governo Juscelino Kubitschek Brasil governo Juscelino Kubitschek

6 Processo de Urbanização É importante salientar que os processos de industrialização e de urbanização brasileiros estão intimamente ligados, pois as unidades fabris eram instaladas em locais onde houvesse infra-estrutura, oferta de mão-de-obra e mercado consumidor. No momento que os investimentos no setor agrícola, especialmente no setor cafeeiro, deixavam de ser rentáveis, além das dificuldades de importação ocasionadas pela Primeira Guerra Mundial e pela Segunda, passou-se a empregar mais investimentos no setor industrial. É importante salientar que os processos de industrialização e de urbanização brasileiros estão intimamente ligados, pois as unidades fabris eram instaladas em locais onde houvesse infra-estrutura, oferta de mão-de-obra e mercado consumidor. No momento que os investimentos no setor agrícola, especialmente no setor cafeeiro, deixavam de ser rentáveis, além das dificuldades de importação ocasionadas pela Primeira Guerra Mundial e pela Segunda, passou-se a empregar mais investimentos no setor industrial.Primeira Guerra Mundial SegundaPrimeira Guerra Mundial Segunda

7 Processo de Urbanização

8 O processo de urbanização no Brasil difere do europeu pela rapidez de seu crescimento. Na Europa esse processo é mais antigo. Com exceção da Inglaterra, único país que se tornou urbanizado na primeira metade do século 19, a maioria dos países europeus se tornou urbanizada entre a segunda metade do século 19 e a primeira metade do século 20. Além disso, nesses países a urbanização foi menos intensa, menos volumosa e acompanhada pela oferta de empregos urbanos, moradias, escolas, saneamento básico, etc. O processo de urbanização no Brasil difere do europeu pela rapidez de seu crescimento. Na Europa esse processo é mais antigo. Com exceção da Inglaterra, único país que se tornou urbanizado na primeira metade do século 19, a maioria dos países europeus se tornou urbanizada entre a segunda metade do século 19 e a primeira metade do século 20. Além disso, nesses países a urbanização foi menos intensa, menos volumosa e acompanhada pela oferta de empregos urbanos, moradias, escolas, saneamento básico, etc.

9 Processo de Urbanização Em nosso país, 70 anos foram suficientes para alterar os índices de população rural e os de população urbana. Esse tempo é muito curto e um rápido crescimento urbano não ocorre sem o surgimento de graves problemas. Em nosso país, 70 anos foram suficientes para alterar os índices de população rural e os de população urbana. Esse tempo é muito curto e um rápido crescimento urbano não ocorre sem o surgimento de graves problemas.

10 Processo de Urbanização As raízes da urbanização brasileira são decorrentes da história, os primeiros centros urbanos surgiram no século XVI, ao longo do litoral em razão da produção do açúcar, nos séculos XVII e XVIII, a descoberta de ouro fez surgir vários núcleos urbanos e no século XIX a produção de café foi importante no processo de urbanização, em 1872 a população urbana era restrita a 6% do total de habitantes As raízes da urbanização brasileira são decorrentes da história, os primeiros centros urbanos surgiram no século XVI, ao longo do litoral em razão da produção do açúcar, nos séculos XVII e XVIII, a descoberta de ouro fez surgir vários núcleos urbanos e no século XIX a produção de café foi importante no processo de urbanização, em 1872 a população urbana era restrita a 6% do total de habitantes

11 Processo de Urbanização Posteriormente, no início de século XX, a indústria foi um instrumento de povoamento, a partir da década de 1930, o país começou a industrializar-se, como o trabalho no campo era duro e a mecanização já provocava perda de postos de trabalho, grande parte dos trabalhadores rurais foram atraídos para as cidades com intuito de trabalhar no mercado industrial que crescia. Esse êxodo rural elevou de forma significativa o número de pessoas nos centros urbanos. Atualmente 80% da população brasileira vive nas cidades, apesar disso o Brasil é um país urbano, industrial e agrícola. Posteriormente, no início de século XX, a indústria foi um instrumento de povoamento, a partir da década de 1930, o país começou a industrializar-se, como o trabalho no campo era duro e a mecanização já provocava perda de postos de trabalho, grande parte dos trabalhadores rurais foram atraídos para as cidades com intuito de trabalhar no mercado industrial que crescia. Esse êxodo rural elevou de forma significativa o número de pessoas nos centros urbanos. Atualmente 80% da população brasileira vive nas cidades, apesar disso o Brasil é um país urbano, industrial e agrícola.

12 Processo de Urbanização Ao longo das décadas a população brasileira cresceu de forma significativa, ao passo desse crescimento as cidades também tiveram sua aceleração em relação ao tamanho, formando imensas malhas urbanas, ligando uma cidade a outra e criando as regiões metropolitanas (agrupamento de duas ou mais cidades). Ao longo das décadas a população brasileira cresceu de forma significativa, ao passo desse crescimento as cidades também tiveram sua aceleração em relação ao tamanho, formando imensas malhas urbanas, ligando uma cidade a outra e criando as regiões metropolitanas (agrupamento de duas ou mais cidades).

13 Processo de Urbanização O crescimento desenfreado dos centros urbanos provoca conseqüências, como o trabalho informal e o desemprego decorrente de sucessivas crises econômicas. Outro problema muito grave provocado pela urbanização sem planejamento é a marginalização dos excluídos que habitam áreas sem infra-estrutura (saneamento, água tratada, pavimentação, iluminação, policiamento, escolas e etc.) e junto a isso a criminalidade (tráfico de drogas, prostituição, seqüestros etc.). O crescimento desenfreado dos centros urbanos provoca conseqüências, como o trabalho informal e o desemprego decorrente de sucessivas crises econômicas. Outro problema muito grave provocado pela urbanização sem planejamento é a marginalização dos excluídos que habitam áreas sem infra-estrutura (saneamento, água tratada, pavimentação, iluminação, policiamento, escolas e etc.) e junto a isso a criminalidade (tráfico de drogas, prostituição, seqüestros etc.).

14 CONDIÇÕES DE VIDA DO BRASILEIRO A MAIOR PARTE VIVE NAS CIDADES. A MAIOR PARTE VIVE NAS CIDADES. De acordo com o Relatório do Desenvolvimento Humano, do Fundo das Nações Unidas para a População e Desenvolvimento (PNUD), de 2003, o Brasil classificou-se em 65º lugar em um ranking de 175 países com um IDH de 0,777.Ao analisarmos o comportamento dos três itens levados em conta para esta classificação (educação, saúde e renda per capita) durante a última década, teremos a seguinte situação em nosso país: no período , tivemos uma significativa melhora nos índices (taxas de analfabetismo e saúde (expectativa de vida). Entretanto, a excessiva concentração de renda prejudicou o desempenho do nosso país no IDH de 2003.

15 CONDIÇÕES DE VIDA DO BRASILEIRO

16 POBREZA E FAVELIZAÇÃO Entre 1998 e 1999, a aprovação de brasileiros que vivem com menos de 1dólar por dia (abaixo da linha da pobreza) passou de 5,1% para 9%. Essa situação se reflete nas condições de moradia do brasileiro. Caiu o número de moradores por domicilio – de 4,15 pessoas para 3,75 – e 188 em 1991 para 3905 em 2000, crescendo 22,5%. Entre 1998 e 1999, a aprovação de brasileiros que vivem com menos de 1dólar por dia (abaixo da linha da pobreza) passou de 5,1% para 9%. Essa situação se reflete nas condições de moradia do brasileiro. Caiu o número de moradores por domicilio – de 4,15 pessoas para 3,75 – e 188 em 1991 para 3905 em 2000, crescendo 22,5%.

17 CONSEQUÊNCIA DA URBANIZAÇÃO Violência houve uma agravamento, principalmente nas cidades. A taxa de homicídios cresceu 37% na década de Os indicadores socioeconômicos refletem nas relações do homem com o meio ambiente. O Brasil conseguiu reduzir o consumo dos gases responsáveis pela diminuição da camada de ozônio, mas o desmatamento aumentou. A reciclagem de lixo é praticada em apenas 8,2% das cidades brasileiras. Violência houve uma agravamento, principalmente nas cidades. A taxa de homicídios cresceu 37% na década de Os indicadores socioeconômicos refletem nas relações do homem com o meio ambiente. O Brasil conseguiu reduzir o consumo dos gases responsáveis pela diminuição da camada de ozônio, mas o desmatamento aumentou. A reciclagem de lixo é praticada em apenas 8,2% das cidades brasileiras.

18 CONSEQUÊNCIA DA URBANIZAÇÃO CRIME ORGANIZADO. CRIME ORGANIZADO. SISTEMA CARCERARIO SISTEMA CARCERARIO MENOS HOMENS MENOS HOMENS GENOCÍDIO DE JOVENS GENOCÍDIO DE JOVENS FALTAM VAGAS NAS PRISÕES BRASILEIRASPOBREZA E VIOLÊNCIA FALTAM VAGAS NAS PRISÕES BRASILEIRASPOBREZA E VIOLÊNCIA POBREZA E VIOLÊNCIA POBREZA E VIOLÊNCIA TRÁFICO DE DROGAS

19 QUESTÃO RACIAL A epidemia de violência tem ainda um recorte racial: os negros são bem mais atingidos pela violência. Em 2001, a taxa de homicídios registrada entre a população negra foi maior do que entre os brancos em todas as faixas de idade. A maior diferença foi apontada na faixa entre 20 e 24 anos, em que o índice para os negros (218,5 para cada 100 mil habitantes ao ano) era mais do que o dobro da população branca (102,3). A epidemia de violência tem ainda um recorte racial: os negros são bem mais atingidos pela violência. Em 2001, a taxa de homicídios registrada entre a população negra foi maior do que entre os brancos em todas as faixas de idade. A maior diferença foi apontada na faixa entre 20 e 24 anos, em que o índice para os negros (218,5 para cada 100 mil habitantes ao ano) era mais do que o dobro da população branca (102,3). Quando analisados outros tipos de crime, também é a população negra a mais afetada. Uma sondagem de 2003 do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) sobre percepção da violência em grandes cidades apontou índices bastante superiores sobre o tema agressão física entre os entrevistados negros e pardos em relação ao apontado entre os brancos. Quando analisados outros tipos de crime, também é a população negra a mais afetada. Uma sondagem de 2003 do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) sobre percepção da violência em grandes cidades apontou índices bastante superiores sobre o tema agressão física entre os entrevistados negros e pardos em relação ao apontado entre os brancos.

20 A PERSISTÊNCIA DA DISCRIMINAÇAO Principal vítima da violência no Brasil, a população negra tem renda inferior e menos acesso à educação que a de bancos. Principal vítima da violência no Brasil, a população negra tem renda inferior e menos acesso à educação que a de bancos. De todas as estatísticas disponíveis para desmentir o mito da igualdade racial do Brasil, os dados sobre os efeitos da violência sobre a população negra talvez sejam os mais contundentes. Quase 120 anos depois da abolição da escravatura, o fato de ser negro aumenta em duas vezes e meia o risco de um jovem morrer assassinado em comparação com um branco. De todas as estatísticas disponíveis para desmentir o mito da igualdade racial do Brasil, os dados sobre os efeitos da violência sobre a população negra talvez sejam os mais contundentes. Quase 120 anos depois da abolição da escravatura, o fato de ser negro aumenta em duas vezes e meia o risco de um jovem morrer assassinado em comparação com um branco. Poucos homicídios, porém poderiam ser classificados como crimes racistas, ou seja, motivados por uma ideologia de extermínio de afrodescendentes. Mas praticamente todos são resultados das condições de desigualdade racial sofrida ao longo de gerações que transformaram os negros na maioria da população pobre do país. Poucos homicídios, porém poderiam ser classificados como crimes racistas, ou seja, motivados por uma ideologia de extermínio de afrodescendentes. Mas praticamente todos são resultados das condições de desigualdade racial sofrida ao longo de gerações que transformaram os negros na maioria da população pobre do país.

21 BUSCA DA IGUALDADE Para chegar a um padrão aceitável de inclusão social, o Brasil teria de investir 14,5% do PIB em políticas de redistribuição e equiparação social durante 15 anos. Por onde começar? Para chegar a um padrão aceitável de inclusão social, o Brasil teria de investir 14,5% do PIB em políticas de redistribuição e equiparação social durante 15 anos. Por onde começar?

22 BUSCA DA IGUALDADE


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