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O Conselho Nacional de Juventude (CNJ), criado em 1985, com estatuto jurídico aprovado pela Assembleia da República, através da Lei 1/2006, é a Plataforma.

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2 O Conselho Nacional de Juventude (CNJ), criado em 1985, com estatuto jurídico aprovado pela Assembleia da República, através da Lei 1/2006, é a Plataforma representativa das organizações de juventude de âmbito nacional, abrangendo as mais diversas expressões do associativismo juvenil (culturais, ambientais, escutistas, partidárias, estudantis, sindicalistas e confessionais). QUEM SOMOS

3 ::Constituir uma plataforma de diálogo; ::Reflectir sobre as aspirações dos/as jovens, promovendo, designadamente, o debate e a discussão sobre a sua situação e problemática; ::Contribuir para o incentivo e desenvolvimento do associativismo juvenil; :: Colaborar com os organismos da Administração Pública; :: Apoiar técnica e cientificamente as organizações de juventude e os conselhos regionais de juventude aderentes; :: Publicar e apoiar a divulgação de trabalhos sobre a juventude. MISSÃO DO CNJ

4 :: Ambiente e Qualidade de Vida :: Associativismo e Participação Juvenil :: Educação e Formação :: Emprego e Assuntos Sociais :: Relações Internacionais e Cooperação ÁREAS DE TRABALHO

5 ORGANIGRAMA

6 AEP - Associação dos Escoteiros de Portugal AIESEC - Associação Internacional de Estudantes em Ciências Económicas e Empresariais ANEVE - Associação Nacional dos Ex-Voluntários Europeus APAI - Associação Portuguesa de Aprendizagem Intercultural APCC - Associação para a Promoção da Criança ASSOCIAÇÃO REDE EX AEQUO CJS - Centro de Jovens Surdos CJUGT - Comissão de Juventude da UGT CNE - Corpo Nacional de Escutas CPAI - Clube Português de Artes e Ideias ORGANIZAÇÕES PLENO DIREITO

7 ORGANIZAÇÕES PLENO DIREITO Ecolojovem "Os Verdes" - Juventude do Partido Ecologista "Os Verdes FAJA -Federação das Associações Juvenis dos Açores FNAEESP - Federação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico FNESPC - Federação Nacional das Associações de Estudantes do Ensino Superior Particular e Cooperativo IEJ - Intercâmbio Europeu de Jovens IFL - International Friendship League Intercultura - AFS Portugal Interjovem/CGTP-IN JCP - Juventude Comunista Portuguesa

8 ORGANIZAÇÕES PLENO DIREITO JOC - Juventude Operária Católica JP - Juventude Popular JS - Juventude Socialista JSD - Juventude Social Democrata JUVEMEDIA MCE - Movimento Católico de Estudantes Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos PAR - Respostas Sociais UPAJE - União Para a Acção Cultural e Juvenil Educativa

9 AAL - Associação Académica de Lisboa AAUAV - Associação Académica da Universidade de Aveiro AAUM - Associação Académica da Universidade do Minho AJC - Associação Juvenil de Ciência AJOV - Associação Jovem Valor ANEM - Associação Nacional de Estudantes de Medicina DECIDE - Assoc. dos Jovens Auditores para a Defesa, Segurança e Cidadania ORGANIZAÇÕES ASSOCIADAS

10 O passado dia 15 de Julho 2010 representou um momento de particular importância e simbolismo para a o Conselho Nacional de Juventude. Esse dia ficará marcado na história do CNJ por nele termos celebrado 25 anos de existência, 25 anos de participação juvenil, 25 anos de trabalho ao nível das políticas de juventude, 25 anos de cooperação, 25 anos de promoção e afirmação da Educação Não-Formal. Este foi também um momento assinalável pela Audiência Pública concedida por Sua Excelência o Presidente da República, no Palácio de Belém, sinal inequívoco de que o projecto e os princípios subjacentes a uma plataforma como a do CNJ, o seu trabalho e as suas potencialidades são conhecidos e reconhecidos como uma inegável mais-valia para uma sociedade mais participada, mais justa, mais solidária, mais Desenvolvida.

11 Reflexão para a Acção: Rumo ao Emprego Jovem (Projecto apoiado pelo Programa Juventude em Acção)

12 ENQUADRAMENTO Novo Quadro de Cooperação Europeia em Matéria de Juventude para 2010 – 2018, aprovado em Novembro de Estruturado em torno de 8 campos de acção: Educação e Formação; Emprego e Empreendedorismo; Saúde e Bem Estar; Participação; Voluntariado; Inclusão Social; Jovens e o Mundo e Inovação e Criatividade.

13 DIÁLOGO ESTRUTURADO O conceito de diálogo estruturado, desenvolvido a partir de 2005/2006, é um marco fundamental nas políticas europeias de juventude e através do qual a juventude europeia é chamada a participar no debate alargado sobre os temas prioritários da União. Este diálogo estruturado pressupõe que os governos e as administrações, inclusive as da UE, fomentem o debate com os/as jovens sobre determinados temas e cujos resultados devem ser úteis para a decisão política. Esse debate é estruturado quer em termos dos temas escolhidos quer nos tempos e métodos de trabalho

14 DIÁLOGO ESTRUTURADO O tema do diálogo estruturado de Janeiro 2010 a Junho 2011 é o Emprego dos/as Jovens. Dentro deste tema, cada presidência da UE estabeleceu um sub tema prioritário de intervenção, correspondendo respectivamente a uma fase.

15 3 FASES 1ª fase: 1 Janeiro 2010 a 30 Junho Presidência Espanhola da UE. Sub tema: Inclusão social da juventude através do emprego. Objectivo: definir as prioridades em matéria de emprego jovem; 2ª fase: 1 Julho a 31 Dezembro 2010 – Presidência Belga da UE. Sub tema: Youth Work (Trabalho socioeducativo com e em prol dos/as jovens) Objectivo: Mediante as prioridades sugeridas na 1ª fase, definir as políticas e os programas a serem desenvolvidos pela UE. 3ª fase: 1 Jan a 30 Junho Presidência Húngara da UE. Sub tema: Participação dos/as Jovens. Objectivo: Escolher 10 prioridades e políticas a serem objecto de uma Resolução por parte do Conselho da UE. CNJ, SEJD e IPJ, I.P principais promotores do processo de diálogo estruturado sobre emprego

16 O QUE FOI FEITO 1ª Fase: Reuniões de Comissão de Emprego com as Organizações do CNJ e consulta nacional sobre emprego jovem a 13 de Maço, no IPJ – Parque das Nações, aberta a qualquer jovem; Sistematização dos contributos dados num documento enviado ao Fórum Europeu de Juventude; Divulgação por vários meios de comunicação das prioridades defendidas; Presença no evento Europeu de Juventude sob a Presidência Espanhola da UE.

17 O QUE FOI FEITO 2ª fase: Reuniões de Comissão de Emprego com Organizações do CNJ e questionário online amplamente divulgado. Teve mais de 900 participações; Sistematização dos contributos dados num documento enviado ao Fórum Europeu de Juventude; Divulgação por vários meios de comunicação das prioridades defendidas; Presença no evento Europeu de Juventude sob a Presidência Belga da UE.

18 Estamos neste momento na 3ª fase.

19 Até finais de Fevereiro: Realização de 5 encontro regionais (Região Norte, Centro, Sul, Regiões Autónomas da Madeira e Açores ). 30/40 participantes por encontro (Jovens dirigentes associativos/as, jovens interessados/as no tema, decisores/as públicos/as e políticos/as, técnicos/as, stakeholders)

20 25 a 27 de Março : Evento Nacional com 150 participantes Objectivos: - Consensualizar e Sistematizar num único documento, aproveitando as opiniões formuladas nas consultas regionais e os provenientes do evento europeu, as preocupações, as necessidades, as expectativas e propostas da juventude portuguesa. - Debater o tema do emprego Jovem. Partilha de experiências e de aprendizagens. Aproximar decisores/as públicos/as e políticos/as dos /as jovens. Capacitar. Multiplicar.

21 Passos a seguir: Envio dos contributos portugueses, mediante encontros regionais e inputs de CNJ e parceiros, ao Fórum Europeu de Juventude; Presença no evento Europeu de Juventude da Hungria; Elaboração de um CD com todos os documentos e recursos referentes a este processo; Guia dos Direitos e Deveres dos/as Jovens Trabalhadores/as (Dimensão Nacional e Europeia).

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