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Epilepsia. Epilepsia Epilepsia é a condição de convulsões recorrentes causadas por uma anormalidade cerebral inerente. A anormalidade de base pode resultar.

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1 Epilepsia

2 Epilepsia Epilepsia é a condição de convulsões recorrentes causadas por uma anormalidade cerebral inerente. A anormalidade de base pode resultar de inúmeras etiologias, incluindo fatores hereditários; distúrbios do desenvolvimento; lesão Peri natal; infecção; trauma; infarto ou neoplasia.

3 Ocorrência A epilepsia tem uma prevalência de aproximadamente 1% da população a nível mundial, sendo considerada a doença neurológica mais freqüente. A incidência anual de novos casos diagnosticados rondará os 5-10 % deste valor. Estudos sugerem uma diferenciação da prevalência da epilepsia de acordo com regiões. Nos países desenvolvidos sua incidência é estimada em / hab/ano, enquanto que nos em desenvolvimento é de / hab/ano. Estima-se que 50 milhões de pessoas no mundo já tiveram ao menos uma crise de epilepsia.

4 Estima-se também que os países em desenvolvimento concentrem 85% dos casos onde 90% dos quais não recebem diagnóstico ou tratamento. Pode iniciar-se em qualquer idade, mas é mais comum até aos 25 e depois dos 65 anos. Também se observa uma leve diferença entre os sexos: há mais homens que mulheres com epilepsia. Alguns estudos realizados no Brasil também apontam prevalências diferenciadas por região, variando de 1/1000 hab a 18,6/1000 hab.

5 Causas: Quando se identifica uma causa que provoque a epilepsia, esta é designada por "sintomática", quer dizer, a epilepsia é apenas o sintoma pelo qual a doença subjacente se manifestou; em 65 % dos casos não se consegue detectar nenhuma causa - é a chamada epilepsia "idiopática". Emprega-se o termo epilepsia "criptogênica" quando se suspeita da existência de uma causa mas não se consegue detectar a mesma.

6 Conquanto possa ser provocada por uma doença infecciosa, a epilepsia, ao invés de algumas crenças habituais, não é contagiosa, ninguém a pode contrair em contato com um epiléptico. Na maioria dos casos a epilepsia deve-se a uma lesão cerebral causada por Traumatismo provocado por acidente físico, por um Tumor, por uma Infecção, pelo parasita Cisticerco, num Parto mal feito ou numa Meningite, embora em menor freqüência pode ser Genético, significando que, em poucos casos, a epilepsia pode ser transmitida aos filhos. A despeito da crença popular que a epilepsia é incurável, existem tratamentos medicamentosos e cirurgias capazes de controlar e até curar a epilepsia.

7 Alguns fatores podem desencadear crises epilépticas : mudanças súbitas da intensidade luminosa ou luzes a piscar privação de sono ingestão alcoólica febre ansiedade cansaço algumas drogas e medicamentos Verminoses (como a neurocisticercose)

8 PREVENÇÃO Cuidados pré-natais e parto seguro às gestantes, cumprimento do calendário de imunizações nas crianças, controle das doenças infecciosas e parasitárias e de seus sintomas, especialmente febre em crianças, são medidas que podem evitar o surgimento desta doença na infância. O controle da hipertensão arterial sistêmica e do alcoolismo, entre outros, contribuem para a prevenção na idade adulta. Por outro lado, uma vez instalada a patologia, o diagnóstico precoce e o tratamento farmacológico oportuno significam a prevenção de crises convulsivas, do estigma e das seqüelas profissional e social. Não só é importante para se estabelecer o diagnóstico correto da epilepsia, como também para identificar concretamente o seu tipo e, em alguns casos, a sua origem.

9 Tratamento da epilepsia De um modo geral não se deve iniciar um tratamento crônico diário de nenhum doente que tenha sofrido uma crise epiléptica única ou isolada. Isto porque a probabilidade de que o paciente sofra uma segunda crise e evolua para uma epilepsia é de 50%.

10 Epilepsia e medicação Hoje em dia há toda uma gama de medicamentos (antiepilépticos) para a epilepsia. Estes contrariam a atividade excessiva e descontrolada das células cerebrais. Apesar disto, ainda não é possível oferecer a todos os doentes uma vida sem crises. Para alguns a medicação não parece resultar, outros sofrem de efeitos colaterais ou de efeitos secundários intoleráveis. No entanto cada doente deve ser tratado com a medicação que for melhor para ele. Alguns medicamentos antiepilépticos perdem a eficácia ao longo do tempo. Se nenhum deles é eficaz, a cirurgia pode, por vezes, ser uma solução para as crises focais.

11 Etiopatogenia Sob este aspecto, a epilepsia pode dividir-se em dois tipos: orgânica e funcional. As orgânicas são devidas a lesões adquiridas nos períodos pré, peri e pós-natal. As funcionais são devidas a uma hiperexcitabilidade cerebral, transmitida geneticamente ou provocada por alterações metabólicas, bioquímicas ou fisiológicas. Por vezes, as crises funcionais são prolongadas, causando lesão e transformando a epilepsia em orgânica. Das patologias do período pré-natal, destacamos as alterações placentárias acarretando anoxia, o uso de medicamentos, os processos infecciosos e os transtornos vasculares. No período pós-natal, teremos como causa os traumas obstétricos, as alterações metabólicas, moléstias infecciosas do sistema nervoso central, hemorragias do mesmo sistema e coleções subdurais.

12 Das patologias do período pré-natal, destacamos as alterações placentárias acarretando anoxia, o uso de medicamentos, os processos infecciosos e os transtornos vasculares. No período pós-natal, teremos como causa os traumas obstétricos, as alterações metabólicas, moléstias infecciosas do sistema nervoso central, hemorragias do mesmo sistema e coleções subdurais. As crises epilépticas podem ser facilmente controladas, na maioria dos pacientes, com medicamentos simples, receitados por médicos generalistas em unidades de saúde da rede pública. Para isso é necessário, porém, um sistema organizado, de complexidade crescente, e com as condutas diagnósticas e terapêuticas padronizadas por Normas Técnicas e Operacionais.

13 Como ajudar Proteja a cabeça da vítima com um travesseiro ou pano (para que ela não se machuque se debatendo) Afrouxe-lhe a roupa. A vítima poderá morder a própria língua, mas não irá engolí-la. Por isso, não coloque objetos em sua boca nem tente puxar a língua para fora. Deixe a vítima debater-se livremente. Coloque-a deitada em posição lateral para que a saliva escorra e o paciente não engasgue. Mantenha-a em repouso, cessada a convulsão. Deixe-a dormir. Nas convulsões infantis por febre alta, deite a criança envolta de uma toalha úmida.

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15 Procure ajuda médica se: A pessoa se feriu gravemente com a crise (por exemplo, bateu a cabeça em algum objeto) A crise dura mais do que o normal para aquela pessoa (se não se souber a duração normal da crise para a pessoa em questão, tomar como limite cinco minutos) Sempre procure ajuda médica, pois não sabe-se bem o motivo da convulsão, pode haver danos neurológicos Importante: Não jogue água sobre a vítima, não dê tapas, não tenha receio (a saliva de uma pessoa com epilepsia não transmite a doença). Não é necessário fazer massagem no coração ou respiração boca-a-boca.


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