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Roteiro de Apresentação 1 - Introdução 2 - Amostragem 3 - Amostragem em Auditoria 4 - Amostragem Estatística em Auditoria 5 - Seleção Estatística e Medição.

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2 Roteiro de Apresentação 1 - Introdução 2 - Amostragem 3 - Amostragem em Auditoria 4 - Amostragem Estatística em Auditoria 5 - Seleção Estatística e Medição Estatística 6 - Ferramentas de Automação de Auditoria

3 Antecedentes Históricos l Até 1950: exame de todas as transações l Crescimento das empresas: –Complexidade das operações –Inúmeras transações í Auditor passa a emitir opinião –Dificuldade de examinar todos os documentos e registros contábeis –Alto custo –Tempestividade

4 Deste modo, há muito que os auditores se utilizam de provas seletivas das transações contábeis. Somente em casos especiais e extraordinários examinam integralmente todas as transações de uma conta. MEIGS (1971, p. 929) O Momento Atual

5 l Comissão de Amostragem Estatística do AICPA, em fevereiro de 1962 l Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis - NBC T 11 l Normas Internacionais de Auditoria - IFAC - IBRACON Orientação Profissional

6 As atuais normas de auditoria permitem o emprego de testes, determinando (...) que a complexidade e volume das operações fazem com que os procedimentos de auditoria sejam aplicados por meio de provas seletivas, testes e amostragem. SANTI (1988, p. 141) Orientação Profissional

7 Roteiro de Apresentação 1 - Introdução 2 - Amostragem 3 - Amostragem em Auditoria 4 - Amostragem Estatística em Auditoria 5 - Seleção Estatística e Medição Estatística 6 - Ferramentas para Amostragem Estatística 7 - Conclusão

8 Amostragem l Ato ou processo de seleção de amostra para ser analisada como representante de um todo l Ato ou processo de seleção e escolha dos elementos de uma população para constituir uma amostra l Ato ou processo de seleção e escolha dos elementos de uma população para constituir uma amostra FERREIRA (1976) FERREIRA (1976)

9 População em Auditoria Genericamente, população é a totalidade dos itens que integram o saldo de uma conta ou classe de transações no qual o auditor está interessado. SANTI (1988, p. 155)

10 Unidade de amostragem é um elemento constitutivo da população e, para fim de amostragem, consiste em: a) um saldo de uma conta; b) uma transação dentro de uma conta; e c) um documento que evidencia uma transação. Unidade de Amostragem

11 Roteiro de Apresentação 1 - Introdução 2 - Amostragem 3 - Amostragem em Auditoria 4 - Amostragem Estatística em Auditoria 5 - Seleção Estatística e Medição Estatística 6 - Ferramentas para Amostragem Estatística 7 - Conclusão

12 O Auditor pode generalizar suas conclusões para toda a população, a partir da amostra analisada. SANTI (1988, p. 141) Amostragem em Auditoria

13 A Necessidade da Amostragem em Auditoria l tamanho da população; l custo benefício; e l tempo.

14 Testes de Auditoria l Testes de Controle são testes específicos para os controles internos, visando, primordialmente, os aspectos de salvaguarda do patrimônio da entidade ASSIS (1997, p.2) ASSIS (1997, p.2)

15 Testes de Auditoria l Testes Substantivos são procedimentos e técnicas, adequadamente levados a efeito pelo auditor, para comprovar um resultado a ser esperado, nos saldos das contas, patrimoniais ou redituais ASSIS (1997, p.2) ASSIS (1997, p.2)

16 Amostragem Não Estatística e Amostragem Estatística l A seleção da amostra pode ser feita de dois modos: í por Amostragem Não Estatística í por Amostragem Estatística

17 Amostragem Não Estatística x Amostragem Estatística (RITTENBERG e SCHWIEGER, 1994, p.379)

18 Amostragem Estatística Características: í seleção aleatória; í avaliados matematicamente, ou seja, de acordo com a teoria das probabilidades. ASSIS (1997, p. 3) ASSIS (1997, p. 3)

19 Condições Essenciais para a Determinação da Amostra l Planejamento da Amostra l Seleção de amostra representativa da população

20 Seleção Estatística e Medição Estatística A seleção estatística se refere ao método para obtenção da amostra, enquanto a medição estatística se ocupa do cálculo da amplitude e dos resultados da mesma. MEIGS (1971, p. 933) MEIGS (1971, p. 933)

21 Seleção Estatística l Métodos de seleção estatística: í Seleção Aleatória í Seleção Sistemática í Seleção Estratificada

22 Seleção Aleatória O Auditor seleciona suas amostras utilizando uma tabela de números aleatórios, a fim de tornar a seleção isenta de critérios subjetivos (ASSIS, 1997 p.8) (ASSIS, 1997 p.8)

23 Seleção Sistemática Exemplo: amostra =200 faturas; população=2500 (MEIGS, P. 942)

24 Seleção Estratificada Exemplo: (MEIGS, P. 944)

25 Conceitos para Medição Estatística í Riscos do Teste por Amostragem í Níveis de Confiança do Teste por Amostragem í Riscos da Amostragem í Níveis de Confiança da Amostragem í Precisão da Amostragem

26 Risco do Teste por Amostragem í Risco de ocorrer um erro material no processo contábil; e í Risco do erro existente não ser detectado

27 l Fatores a se considerar para o estabelecimento do nível de confiança: –Qualidade ou confiabilidade dos controles internos do cliente; –Grau de suspeita acerca da existência de irregularidades; –Qualidade ou confiabilidade do sistema contábil; –Práticas contábeis aplicadas; e –Complexidade da legislação aplicável. ASSIS (1997, p. 4) Nível de Confiança do Teste por Amostragem

28 Fatores a se considerar para o estabelecimento do nível de confiança do Teste O AICPA, no Statement on Auditing Standard nº 1 aconselha que juntamente com esses fatores, seja aplicada a seguinte fórmula: S = 1 - (1 - R) (1 - C) (1 - C) ASSIS (1997, p. 4) S = nível de rigor para testes substantivos. R = nível geral de confiabilidade adotado pelo auditor, como por exemplo, 95% ou 0,95. C = confiança depositada no controle interno contábil e outros fatores relevantes

29 Fatores a se considerar para o estabelecimento do nível de confiança do Teste Exemplo para R = 0,95 ASSIS (1997, p. 4) ASSIS (1997, p. 4) A fórmula e a tabela demonstram que conforme a qualidade dos controles internos, as provas de auditoria serão mais ou menos rigorosas.

30 Riscos de Amostragem l Testes de Controle –Risco de Subavaliação da Confiabilidade –Risco de Superavaliação da Confiabilidade l Testes Substantivos –Risco de Rejeição Incorreta –Risco de Aceitação Incorreta

31 Riscos de Amostragem

32 Nível de Confiança da Amostra É o grau estimável de que uma amostra aleatória indique o verdadeiro valor do universo do qual foi retirada. ASSIS (1997, p. 9)

33 l Erro Tolerável : é o erro máximo aceitável. l Erro Esperado : o auditor espera que a população contenha erro, a partir de erros identificados em auditorias anteriores, mudanças nos procedimentos da entidade ou outras evidências disponíveis. IBRACON (1998, p. 127) Estabelecimento da Precisão

34 Precisão da Amostragem Erro Tolerável Precisão Erro Esperado

35 Medição Estatística l Amplitude da Amostra l Avaliação do Resultado da Amostra

36 Amplitude da Amostra l É função de: í Risco de Amostragem í Erro Tolerável í Erro Esperado í Tamanho da População í Técnica de Amostragem Empregada

37 l Técnicas de Medição Estatística: í Amostragem de Estimação por Variáveis í Amostragem de Estimação por Atributos í Amostragem de Aceitação í Amostragem de Descobrimento í Probabilidade Proporcional ao Tamanho da amostra (PPT) Medição Estatística

38 Amostragem de Estimação por Variáveis l Estima, dentro de um intervalo específico de confiabilidade, o valor do saldo de uma conta, inferido a partir dos valores dos itens amostrais.

39 Amostragem de Estimação de Atributos l Permite ao Auditor estimar, com base na amostra, a taxa de ocorrência na população de qualquer atributo escolhido, como, por exemplo, a taxa de erro ASSIS (1997, p. 9)

40 Amostragem de Aceitação l Este método permite ao Auditor aceitar ou recusar uma população de conformidade com uma taxa estipulada de erro admissível e um nível de confiança determinado MEIGS (1971, p. 945)

41 Amostragem de Suspensão ou continuação da prova l Permite ao Auditor reduzir a extensão de suas provas se os resultados das amostras preliminares revelarem relativamente poucos ou nenhum erro ASSIS (1997, p. 9)

42 Amostragem de Descobrimento l Este método permite ao Auditor determinar se em uma população existe, pelo menos, uma anormalidade dentro de limites de confiança prescritos MEIGS (1971, p. 945)

43 Probabilidade Proporcional ao Tamanho da amostra (PPT) l Este método aplica a teoria de amostragem de atributos para conclusão sobre valores monetários.

44 Avaliação dos Resultados da Amostra l Tendo executado, em cada item da amostra, os procedimentos apropriados para o objetivo de auditoria determinado, o auditor deve: –Analisar qualquer erro detectado na amostra –Projetar os erros encontrados na amostra para a população –Reavaliar o risco de amostragem IBRACON (1998, p. 128) IBRACON (1998, p. 128)

45 Plano de Amostragem Estatística l O que testar? l Qual a amplitude da amostra? l Como selecionar a amostra? l Qual tecnica de amostragem utilizar? l Como avaliar os resultados da amostra?

46 Ferramentas de automacao de auditoria l Micro Start (Ernest & Young) l ACL l Excel l Lotus 1 2 3


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