O homem, entretanto, tem necessidade quase constante da ajuda dos semelhantes, e é inútil esperar esta ajuda simplesmente da benevolência alheia. Ele terá.

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Transcrição da apresentação:

O homem, entretanto, tem necessidade quase constante da ajuda dos semelhantes, e é inútil esperar esta ajuda simplesmente da benevolência alheia. Ele terá maior probabilidade de obter o que quer, se conseguir interessar a seu favor a auto-estima dos outros, mostrando-lhes que é vantajoso para eles fazer- lhe ou dar-lhe aquilo de que ele precisa. É isto que faz toda pessoa que propõe um negócio a outra. Dê-me aquilo que eu quero, e você terá isto aqui, que você quer – esse é o significado de qualquer oferta desse tipo; é dessa forma que obtermos uns dos outros a grande maioria dos serviços de que necessitamos. Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, as da consideração que eles têm pelo seu próprio interesse (grifos nossos. SMITH, A. 1996, p. 74). Perto do fim do século XVIII, boa parte do mundo passava por enorme mudança política. A chamada Era da Razão produzia cientistas cujas descobertas levavam a novas tecnologias, que transformariam o modo de produção dos bens. Ao mesmo tempo, filósofos políticos inspiravam revoluções na França e na América do Norte, que teriam efeito profundo na estrutura social do Velho e Novo Mundo. No campo da economia, um novo enfoque científico subvertia a velha visão mercantilista de um comércio protegido e confiante nas exportações como meio de preservar suas riquezas. No campo da economia, um novo enfoque científico subvertia a velha visão mercantilista de um comércio protegido e confiante nas exportações como meio de preservar suas riquezas. No fim das Guerras Napoleônicas, em 1815, a Europa – Grã-Bretanha em particular – começara a se industrializar em escala sem precedentes. Era necessária uma nova abordagem para entender e atender às exigências desse novo mundo econômico em rápido crescimento...

Revisão da aula 6 Pensamento de Adam Smith A divisão do trabalho e o auto interesse

São Paulo – Brasil / Kirkcaldy - Escócia

O homem, entretanto, tem necessidade quase constante da ajuda dos semelhantes, e é inútil esperar esta ajuda simplesmente da benevolência alheia. Ele terá maior probabilidade de obter o que quer, se conseguir interessar a seu favor a auto-estima dos outros, mostrando-lhes que é vantajoso para eles fazer- lhe ou dar-lhe aquilo de que ele precisa. É isto que faz toda pessoa que propõe um negócio a outra. Dê-me aquilo que eu quero, e você terá isto aqui, que você quer – esse é o significado de qualquer oferta desse tipo; é dessa forma que obtermos uns dos outros a grande maioria dos serviços de que necessitamos. Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, as da consideração que eles têm pelo seu próprio interesse (grifos nossos. SMITH, A. 1996, p. 74). O homem, entretanto, tem necessidade quase constante da ajuda dos semelhantes, e é inútil esperar esta ajuda simplesmente da benevolência alheia. Ele terá maior probabilidade de obter o que quer, se conseguir interessar a seu favor a auto-estima dos outros, mostrando-lhes que é vantajoso para eles fazer-lhe ou dar-lhe aquilo de que ele precisa. É isto que faz toda pessoa que propõe um negócio a outra. Dê-me aquilo que eu quero, e você terá isto aqui, que você quer – esse é o significado de qualquer oferta desse tipo; é dessa forma que obtermos uns dos outros a grande maioria dos serviços de que necessitamos. Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, mas da consideração que eles têm pelo seu próprio interesse (SMITH, A. 1996, p. 74). A Riqueza das Nações : investigações sobre sua natureza e suas causas. Vol. 1.

O homem, entretanto, tem necessidade quase constante da ajuda dos semelhantes, e é inútil esperar esta ajuda simplesmente da benevolência alheia. Ele terá maior probabilidade de obter o que quer, se conseguir interessar a seu favor a auto-estima dos outros, mostrando-lhes que é vantajoso para eles fazer- lhe ou dar-lhe aquilo de que ele precisa. É isto que faz toda pessoa que propõe um negócio a outra. Dê-me aquilo que eu quero, e você terá isto aqui, que você quer – esse é o significado de qualquer oferta desse tipo; é dessa forma que obtermos uns dos outros a grande maioria dos serviços de que necessitamos. Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, as da consideração que eles têm pelo seu próprio interesse (grifos nossos. SMITH, A. 1996, p. 74). O HOMEM ECONÔMICO RACIONAL Como indivíduos, somos egoístas. Procuramos melhorar nosso bem- estar pessoal consumindo mercadorias. Tomamos decisões calculistas, pesando sempre a satisfação da necessidade e minimização dos custos. Somos o homem econômico racional

David Hume Francis Hutcheson Thomas Hobbes John Locke

O homem, entretanto, tem necessidade quase constante da ajuda dos semelhantes, e é inútil esperar esta ajuda simplesmente da benevolência alheia. Ele terá maior probabilidade de obter o que quer, se conseguir interessar a seu favor a auto-estima dos outros, mostrando-lhes que é vantajoso para eles fazer- lhe ou dar-lhe aquilo de que ele precisa. É isto que faz toda pessoa que propõe um negócio a outra. Dê-me aquilo que eu quero, e você terá isto aqui, que você quer – esse é o significado de qualquer oferta desse tipo; é dessa forma que obtermos uns dos outros a grande maioria dos serviços de que necessitamos. Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, as da consideração que eles têm pelo seu próprio interesse (grifos nossos. SMITH, A. 1996, p. 74). A DIVISÃO DO TRABALHO Quando os trabalhadores se concentram em uma tarefa a repetição aumenta a habilidade e a velocidade. Não se perde tempo algum trocando de tarefa. Dividir a produção de alfinetes para ter mais alfinetes. Isso aumenta a produção e reduz os custos.

O homem, entretanto, tem necessidade quase constante da ajuda dos semelhantes, e é inútil esperar esta ajuda simplesmente da benevolência alheia. Ele terá maior probabilidade de obter o que quer, se conseguir interessar a seu favor a auto-estima dos outros, mostrando-lhes que é vantajoso para eles fazer- lhe ou dar-lhe aquilo de que ele precisa. É isto que faz toda pessoa que propõe um negócio a outra. Dê-me aquilo que eu quero, e você terá isto aqui, que você quer – esse é o significado de qualquer oferta desse tipo; é dessa forma que obtermos uns dos outros a grande maioria dos serviços de que necessitamos. Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, as da consideração que eles têm pelo seu próprio interesse (grifos nossos. SMITH, A. 1996, p. 74). A DIVISÃO DO TRABALHO “ Qualquer ampliação da divisão do trabalho propicia vantagens a todos os que participam dela. Ludwing von Mises ”

O homem, entretanto, tem necessidade quase constante da ajuda dos semelhantes, e é inútil esperar esta ajuda simplesmente da benevolência alheia. Ele terá maior probabilidade de obter o que quer, se conseguir interessar a seu favor a auto-estima dos outros, mostrando-lhes que é vantajoso para eles fazer- lhe ou dar-lhe aquilo de que ele precisa. É isto que faz toda pessoa que propõe um negócio a outra. Dê-me aquilo que eu quero, e você terá isto aqui, que você quer – esse é o significado de qualquer oferta desse tipo; é dessa forma que obtermos uns dos outros a grande maioria dos serviços de que necessitamos. Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, as da consideração que eles têm pelo seu próprio interesse (grifos nossos. SMITH, A. 1996, p. 74). Aula 7 : Pensamento de Adam Smith Valor, preço real e preço nominal (cap. IV e V) Problema: nem sempre há disposição para troca entre dois indivíduos. Solução: é preciso um instrumento generalizado para realizar a troca, algo que “poucas pessoas recusariam receber em troca do produto de seu próprio trabalho” (SMITH, Op. Cit., p. 82) Fatores para a adoção do metal enquanto material:  Mensurável  Divisibilidade / Fusão  Possibilidade de entesouramento  Durabilidade  Fácil transporte Dinheiro é o instrumento generalizado do comércio

O homem, entretanto, tem necessidade quase constante da ajuda dos semelhantes, e é inútil esperar esta ajuda simplesmente da benevolência alheia. Ele terá maior probabilidade de obter o que quer, se conseguir interessar a seu favor a auto-estima dos outros, mostrando-lhes que é vantajoso para eles fazer- lhe ou dar-lhe aquilo de que ele precisa. É isto que faz toda pessoa que propõe um negócio a outra. Dê-me aquilo que eu quero, e você terá isto aqui, que você quer – esse é o significado de qualquer oferta desse tipo; é dessa forma que obtermos uns dos outros a grande maioria dos serviços de que necessitamos. Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, as da consideração que eles têm pelo seu próprio interesse (grifos nossos. SMITH, A. 1996, p. 74). Existe regras para a permuta? O que regula a troca? Coisas com muito valor de uso possuem pouco valor de troca e vice-versa. Valor Valor de uso: está relacionado à utilidade de uma mercadoria Valor de troca: representa o poder de compra daquela mercadoria O preço é a medida real do valor? Não, a medida real do valor é a quantidade de trabalho contido na mercadoria. Mas os indivíduos enxergam o valor não pela quantidade de trabalho contida na mercadoria, mas sim pelo preço de mercado. TEORIA DO VALOR TRABALHO: a medida do valor de troca das mercadorias é a quantidade de trabalho nela empregada em sua produção.

O homem, entretanto, tem necessidade quase constante da ajuda dos semelhantes, e é inútil esperar esta ajuda simplesmente da benevolência alheia. Ele terá maior probabilidade de obter o que quer, se conseguir interessar a seu favor a auto-estima dos outros, mostrando-lhes que é vantajoso para eles fazer- lhe ou dar-lhe aquilo de que ele precisa. É isto que faz toda pessoa que propõe um negócio a outra. Dê-me aquilo que eu quero, e você terá isto aqui, que você quer – esse é o significado de qualquer oferta desse tipo; é dessa forma que obtermos uns dos outros a grande maioria dos serviços de que necessitamos. Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, as da consideração que eles têm pelo seu próprio interesse (grifos nossos. SMITH, A. 1996, p. 74). (...) o trabalho é a única medida universal e a única medida precisa de valor, ou seja, o único padrão através do qual podemos comparar os valores de mercadorias diferentes, em todos os tempos e em todos os lugares. (...) (....) esta distinção [entre o preço real e o preço nominal] não tem utilidade nas transações de compra e venda, as mais comuns e normais da vida humana. (...) (...) No mesmo tempo e no mesmo lugar, o preço real e o preço nominal de todas as mercadorias estão exatamente em proporção um com o outro. (...) (...) No mesmo tempo e lugar, portanto, o dinheiro é a medida de exata do valor real de troca de todas as mercadorias. Assim é, porém, somente no mesmo tempo e no mesmo lugar. (...) (SMITH, A. 1996, p. 93). A Riqueza das Nações : investigações sobre sua natureza e suas causas. Vol. 1.

O homem, entretanto, tem necessidade quase constante da ajuda dos semelhantes, e é inútil esperar esta ajuda simplesmente da benevolência alheia. Ele terá maior probabilidade de obter o que quer, se conseguir interessar a seu favor a auto-estima dos outros, mostrando-lhes que é vantajoso para eles fazer- lhe ou dar-lhe aquilo de que ele precisa. É isto que faz toda pessoa que propõe um negócio a outra. Dê-me aquilo que eu quero, e você terá isto aqui, que você quer – esse é o significado de qualquer oferta desse tipo; é dessa forma que obtermos uns dos outros a grande maioria dos serviços de que necessitamos. Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, as da consideração que eles têm pelo seu próprio interesse (grifos nossos. SMITH, A. 1996, p. 74). Coisas com muito valor de uso possuem pouco valor de troca e vice-versa. Riqueza é poder (Hobbes) enquanto poder de compra (Smith). Riqueza é valor, poder de comandar e comprar trabalho alheio. Não é acúmulo de quantidade física de mercadoria. Riqueza Preços Preço nominal: em dinheiro (oferta x demanda) Preço real: em trabalho (quantidade contida)