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TEOLOGIA DA PROSPERIDADE. Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão,

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Apresentação em tema: "TEOLOGIA DA PROSPERIDADE. Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão,"— Transcrição da apresentação:

1 TEOLOGIA DA PROSPERIDADE

2 Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade II Pedro 2;1-2

3 Amplas pesquisas feitas nos Estados Unidos sobre o assunto revelam que existem duas raízes históricas e filosóficas do evangelho da prosperidade: o pentecostalismo ( Barron, 1987; Horn,1989) e várias seitas metafísicas( Ciência Cristã, Poder da Mente ou Novo Pensamento) início do século XX, (McConnel, 1988). Mas só constituiu como movimento doutrinário no decorrer dos anos 70. Sob a liderança de Kenneth Hagin, o movimento difundiu-se para inúmeros países.

4 A Teologia da prosperidade tem suas origens numa antiga heresia conhecida como gnosticismo. Essa palavra vem do vocábulo grego gnosis, que significa conhecimento. Na virada do século, as seitas gnósticas têm se tornado uma parte da história religiosa no nosso próprio país. a Ciência Cristã, com seus métodos de unidade com a Mente Divina. Há seitas gnósticas na sociedade hoje, e o movimento Palavra da Fé é a mais nova e disfarçada de todas as seitas gnósticas que apareceram nos últimos dois séculos.

5 Na virada do século, as seitas gnósticas têm se tornado uma parte da história religiosa no nosso próprio país. a Ciência Cristã, com seus métodos de unidade com a Mente Divina, foram ambos estabelecidos no século passado. Há seitas gnósticas na sociedade hoje, e o movimento Palavra da Fé é a mais nova e disfarçada de todas as seitas gnósticas que apareceram nos últimos dois séculos.

6 O evangelho da prosperidade teve como precursor Kenneth Hagin É considerado o pai do Movimento Foi um dos primeiros pastores evangélicos a escrever sobre as filosofias que se tornaram o fundamento do movimento neopentecostal, e um dos primeiros autores a pregar sobre a Teologia da Prosperidade, escrevendo O Toque de Midas. Foi considerado, até alguns anos atrás, um escritor de heresias, hoje seus livros são muito respeitados por neopentecostais.

7 No Brasil, entre os líderes influenciados por Hagin está o Missionário R. R. Soares, a Apóstola Valnice Milhomens, o Apóstolo Renê Terra Nova e o Pr. André Valadão (que estudou no Rhema). A teologia da prosperidade inicia sua trajetória no Brasil nos anos 70. Desde então penetrou em muitas igrejas e ministérios em especial: Internacional da Graça, Universal, Renascer em Cristo, Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, Nova Vida, Missão Skinah entre outros.

8 O Gnosticismo difundiu –se no primeiro século do Cristianismo ( nos anos 135 e 200). O grego gnostikos significa capaz de conhecer ou conhecedor. Gnoticismo significa o conhecimento dos segredos divinos. Os propagadores do Evangelho da Prosperidade insistem que se pode ter um espírito de revelação. Que lhe ajudará a interpretar a Bíblia de uma maneira que somente os que têm a revelação podem alcançar.

9 – Prosperidade Financeira

10 A prosperidade financeira é um direito do cristão, pois faz parte da expiação de Cristo. Assim como o cristão tem direito à saúde, ele também tem direito de ser próspero. Assim como as enfermidades nunca representam a vontade de Deus para o fiel, da mesma forma a pobreza e as dificuldades financeiras de qualquer espécie Deus quer somente o melhor de tudo para o cristão.

11 Hagin argumenta que a prosperidade espiritual é tomada por certo, enquanto que a prosperidade financeira precisa ser mais pregada nos púlpitos. Para defender sua idéia, Hagin aponta várias passagens bíblicas. Em Filipenses 4, onde Paulo diz que havia aprendido a viver contente em toda e qualquer situação, Hagin, afirma que deve ser dado destaque não tanto ao contentamento, mas à provisão que Deus faz de nossas necessidades financeiras e materiais.

12 É comum ouvirmos os pregadores da Teologia da Prosperidade afirmarem que Deus quer que seus filhos comam a melhor comida, vistam as melhores roupas, dirijam os melhores carros e tenham a melhor de todas as coisas. Somos filhos do rei e, nessa posição elevada, devemos esperar viver não apenas com as necessidades básicas da vida, mas abundantemente. Se somos filhos do rei e temos não apenas o privilégio, mas o dever de ser prósperos

13 Com todas essas promessas de prosperidade a mente é levada a indagar, por que tantos cristãos não estão prosperando financeiramente. Por que isso é assim? ? Ou o cristão desconhece seus direitos à prosperidade ou falta-lhe fé para afirmar tais direitos ou o diabo o está impedindo de recebê-los. Se houver uma suspeita de que a última causa é o problema, uma repreensão severa irá liberar tudo aquilo que o cristão tem direito..... Tudo quanto você precisa fazer é dizer: Satanás, tire suas mãos do meu dinheiro. (Hagin).

14 Nas mensagens pregadas sobre o assunto, prosperidade financeira, existe mais uma razão que freqüentemente aparece para explicar a falta de prosperidade entre os cristãos. Ela surge na mesma hora, a cada domingo, quando se diz, durante a oferta, que alguns cristãos estão sofrendo com dificuldades financeiras porque não estão dando o suficiente para a obra de Deus. A regra espiritual das finanças é essa: se queremos mais, precisamos dar mais.

15 Não é questão de graça, mas de lei, pois se afirma que o retorno é proporcional à oferta do individuo. Muitos pregadores da prosperidade fazem uso de Marcos ;30 como a principal passagem sobre finanças para a igreja

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17 Evangelho da prosperidade está difundido-se principalmente entre as igrejas pentecostais, sua visão é extraída de várias seitas obscuras. Essa visão tem dois pontos fáceis de declarar. Primeiro, pressupõe-se que o mundo material está debaixo do controle de forças espirituais. Segundo, ensina-se que essas forças podem ser manipuladas e controladas por meio da fé.

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19 Um dos princípios da hermenêutica é o da clareza. A Bíblia não se constitui em um imenso quebra-cabeça que somente os super ungidos conseguem entende-la. O texto diz exatamente o que quer dizer. Por outro lado, este principio não anula a convicção de que a Bíblia é tão profunda, que as mentes mais perspicazes são desafiadas a compreendê-la. (Romanos 11.33,34).

20 A Bíblia nunca declara que o cristão está imune às leis econômicas da vida. Antes não existe nenhuma regra especial de economia que se aplique somente aos cristãos. Não se afirma em nenhum lugar que, pelo fato de um cristão seguir os mandamentos e crer de todo o coração, obedecendo a todas as regras da confissão positiva, ele será rico.Se fosse assim, poderíamos dizer que o fato de obedecer aos mandamentos e crer torna o cristão imune à lei da gravidade.

21 Vivemos no mundo regido por leis materiais, sociais e econômicas das quais no podemos escapar e das quais Deus não nos prometeu que nos livraria até que chegasse o dia final. Se insistirmos em ser protegidos da ordem natural de um mundo decaído, poderemos esperar apenas a resposta dada a Paulo......A minha graça te basta.... (2 Co 12.9).

22 O Novo Testamento nunca retrata as riquezas como algo que deve ser buscado. Em vez disso, elas quase sempre são apresentadas como armadilha ou um perigo. Jesus disse que era difícil um rico entrar no céu.. ( Mt ). Ele desafiou os seus discípulos a seguirem seu exemplo de simplicidade e pobreza, respondendo a alguém que pretendia segui-lo que não tinha lugar nem mesmo para dormir. (Mt.8.20). Ele deu destaque ao preço do compromisso cristão nesta vida, não à sua lucratividade.

23 Além disso, pela lógica da teologia da prosperidade, os discípulos deveriam ter sido os mais ricos homens. Eles preenchiam todas as condições possíveis em termos de conhecimento, fé e firmeza de compromisso. Mas, em vez de reunir grandes fortunas, eles levavam uma vida simples e advertiam seus rebanhos contra o acumulo excessivo de riquezas. ( Tg.2;5) –( I João 2;15).

24 Paulo lamentou as conseqüências trágicas que sobrevêm àqueles que anseiam por dinheiro. E condenou com rigor os homens de mente corrompida que pensam que a piedade é um meio de ganhar dinheiro. ( I Tm ). ( I Tm 6.5.6). Ele mesmo seguiu o exemplo de Jesus, gloriando-se não na riqueza, mas em fraquezas, perseguições, perigos, fome, fadiga etc. ( I Co ).

25 Ele ensinou que a força de Deus revela-se nas necessidades e fraquezas, não na fartura. Segundo Paulo, o que manifesta a presença do reino não as coisas espetaculares, confortáveis ou triunfantes, mas as discretas, os sofrimentos e a aparente derrota. ( I Co 1. 26;27).

26 Num contraste gritante com a visão de Paulo sobre os bens materiais, Hagin e outros pregadores da prosperidade dão muito destaque à posse das melhores coisas: os melhores carros, as melhores casas, as melhores roupas, tudo que contribua pra uma vida de luxo. Nos dias de Jesus, os soldados romanos reclamavam de que seus salários eram muito baixos. ( Lucas ).

27 Todavia, a igreja não deve cair no erro de dizer que a pobreza é boa em si mesma e que, de alguma forma, traz até nós a graça de Deus. Na visão da Bíblia, nem pobreza nem prosperidade são virtudes, mas, entre as duas, um acesso relativo à prosperidade constitui o ideal bíblico. (3 João 2). A prosperidade contra a qual a Bíblia prega é aquele acúmulo de bens que vem com a riqueza e que engana a mente e a alma, fazendo com que se sintam auto-suficientes e ansiando cada vez mais pelos bens materiais.

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29 Com muita freqüência é citado (2 Co. 9.6). Os pregadores da teologia da prosperidade interpretam essas palavras dizendo que recebemos o proporcional ao que damos. Se dermos mais, receberemos mais de volta. Entretanto, essa passagem não deve ser entendida como se fosse uma regra matemática. É um principio geral que não tem a mesma aplicação em todos os casos; além disso, não são necessariamente as finanças que estão sendo consideradas.

30 A passagem de Marcos também é muito mencionada para estimular as ofertas. A promessa de retorno cem vezes maior tem condições restritas. Não é aquele que preencheu o cheque, mas para os que deixaram tudo para trás. O verdadeiro assunto dessa passagem não é dá ou receber, mas o preço e os benefícios do discipulado. Jesus disse que o custo alto: perda de casa e família por amor ao evangelho. Mas Ele acrescenta que as recompensas também são grandes, embora envolvam perseguições.

31 o ponto central desse trecho não é dinheiro, mas relacionamentos. Todas as coisas mencionadas nesse texto têm haver com família, lar e nação. Não se menciona riqueza. Pelo contrário, a passagem como um todo deve ser vista como advertência contra as riquezas materiais. No versículo 21, Jesus não disse: você aplicou bem o seu dinheiro vá e ganhe mais (Marcos 10;21)

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33 Salomão não pediu riquezas... 1 Rs 3.9 O mendigo Lázaro era salvo, porém... Lc Paulo viveu em constante pobreza: Fp 4.11 Porque Jesus pediu ao rico para desfazer-se dos bens? Lc Os que querem ficar ricos caem em tentações: 1 Tm 6.9 Não podemos servir a Deus e as riquezas: Lc 16.13

34 Na oração do Pai Nosso não há indicação de pedirmos além do necessário ("de cada dia..." Mt 6.11). A Bíblia exorta a procurar os melhores dons (1 Co 12.31), a buscar a Deus e Seu Reino (Is 55.6, Mt 6.33), etc. Não há passagem recomendando o acúmulo de bens (veja Pv , Sl 62.10, 1 Tm 6.8). "Não amar as coisas do mundo", significa não desejá-las!1 Jo.15

35 A fascinação da riqueza sufoca o crescimento espiritual Mc Prosperidade como resultado da obediência, e não dos "direitos": Dt , , etc. Ganhar o mundo inteiro" ou "perder sua alma"? (Mc 8.36). Veja também Lc Qual o objetivo do evangelho? Prosperidade ou salvação? Veja Jo 20.

36 A verdadeira prosperidade é ter Cristo no coração. Ele é o nosso supremo bem. A verdadeira prosperidade é ser canal de Deus para abençoar os outros, isso implica em ser abençoado também, pois quem planta sempre colhe e quem planta boas sementes em bons terrenos, sempre colhe bons frutos.

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38 JESUS não sugere a busca do reino como meio de adquirir bens materiais. Muitas pessoas hoje não estão buscando o reino de Deus e sua justiça, e sim, o reino do "eu" e seu dinheiro. Entram numa igreja, não para servir a Cristo, mas para resolver problemas financeiros. E, Jesus nos chama para outras prioridades. Vamos seguí-lo.


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