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PROMOVENDO RELAÇÕES LUCRATIVAS ENTRE, LOJISTAS E CENTROS COMERCIAIS Antonio Augusto de Moraes Presidente do CONECS Conselho Nacional de Entidades do Comercio.

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1 PROMOVENDO RELAÇÕES LUCRATIVAS ENTRE, LOJISTAS E CENTROS COMERCIAIS Antonio Augusto de Moraes Presidente do CONECS Conselho Nacional de Entidades do Comercio em Shopping Centers INOVAÇÃO E NEGÓCIOS

2 CONECS Conselho Nacional de Entidades do Comércio de Shopping Centers Criado em novembro de 2004, tem como principal objetivo o diálogo, a troca de informações, a integração/união das entidades e das forças representativas do varejo brasileiro, em torno de temas comuns a todos os lojistas. Formado por entidades do comércio varejista, tem atualmente como membros: Associações de Lojistas de Shoppings, Sindicatos Varejistas e Federações do Comercio de todo o Brasil, Confederação Nacional do Comercio, CDL´s, CNDL; Associações Comerciais, Federações Comerciais e Confederação das Associações Comerciais. Desde abril de 2013, a presidência Conecs vem sendo exercida pelo Sindivarejista do Distrito Federal.

3 O mercado Brasileiro de Shopping Centers

4 Dados do Setor Importante: Os maiores grupos de Shopping, juntos possuem mais de 200 shopping centers, além de administrarem shopping de terceiros. São eles: BR MALLS, Iguatemi, Multiplan, Sonae Sierra General, Shopping Aliansce e Ancar.

5 Novo Cenário para o Varejo operar em Shoppings

6 Antes Para fazer apresentações em tela larga, é preciso um computador e, opcionalmente, um projetor ou painel plano com resoluções de tela larga. As resoluções de tela larga comuns para computadores são 1280 x 800 e 1440 x 900. (São taxas de proporção de 16:10, mas funcionarão bem com projetores e telas de 16:9.) As resoluções padrão de alta definição para televisões são 1280 x 720 e 1920 x Use o Padrão de Teste do próximo slide para verificar as configurações da apresentação de slides. Agora AntesAgora 1º Os próprios lojistas se organizavam em centros comerciais 1º Grupos financeiros internacionais compram shopping centers no Brasil ou constroem novos empreendimentos 2º Empreendedor era o lojista2º O empreendedor é um fundo de investimentos 3º Objetivo era crescer junto3º Provocar a rotatividade de pequenas lojas porque traz melhores resultados aos empreendedores 4º Shopping Centers nas grandes cidades4º Interiorização dos Shopping Centers 5º Shopping Centers direcionados classes A e B, e se instalavam nos arredores das cidades 5º Shopping para classes C e D e se instalam no centro das cidades

7 Como o Empreendedor opera o negócio de Shopping Center Mix: a distribuição planejada das lojas segundo o ramo respectivo, de forma a otimizar a rentabilidade. Lojas Âncoras: grandes magazines e que atraem com maior facilidade a clientela ao empreendimento, beneficiando as pequenas lojas, chamadas de satélites ou magnéticas; Clientela de Corredores: já que os clientes para se deslocarem de um "mix" a outro, ou de uma loja âncora a outra (que devem se localizar em extremidades diferentes), deverão circular por todos as pequenas lojas, chamadas de satélites ou magnéticas; Estacionamento e Áreas de Lazer como: cinemas, parque para crianças, jogos etc; área de alimentação, banheiros públicos, telefones públicos, de forma integrada. Elementos Essenciais

8 O Lojista de Shopping

9 Quem é? Shopping Center no Brasil é um negócio de pequenos empresários, 67,8% em seu primeiro contrato. O perfil predominante das lojas é: tempo de operação de até 03 anos (67,8%); área média das lojas, 50m² (55,9%);média de 10 funcionários; faturamento médio em 2010, R$ 912 mil reais (médias aparadas)Fonte: Dados da pesquisa do Instituto Vox Populi

10 Maiores problemas vividos pelos Lojistas de Shopping Cobrança de mais de doze alugueis por ano (aluguel em dobro em dezembro e datas festivas); Taxa de transferência de locação ou rescisão antecipada, cujo valor pode chegar até 20 aluguéis, dentre outros; Cobrança de aluguéis progressivos (degrau) e aluguel complementar; Falta de transparência na prestação de contas dos condomínios e fundo de promoção; Quiosques - o lojista paga o custo operacional e o empreendedor lucra.

11 Evolução do valor do aluguel Comparativo entre lojista de rua e de Shopping ( ) AnoLOJISTA DE RUALOJISTA DE SHOPPING 2007R$ , R$ ,00R$ ,00 Aumento de:36,55%82,59%

12 Evolução do valor do aluguel Ao final de 5 anos ele terá pago DescriçãoValor (R$) DegrauR$ ,67 13º AluguelR$ ,34 Fundo de PromoçãoR$ ,34 TOTALR$ ,91

13 Relação desequilibrada Nº de Shopping Center ligados à ABRASCE: 482 Nº de Lojas 85 mil. Faturamento: R$ 120 Bilhões Nº de outros Shoppings: 346 Nº de Lojas 28 mil Faturamento: R$ 30 Bilhões Grandes grupos que lideram o segmento: 6 Consequências: - Abuso do poder econômico: Falta de transparência Alugueis adicionais e progressivos 13º e 14º alugueis Multas abusivas para rescisão antecipada Cobrança de 6 até 20 alugueis para sessão do ponto A vida média dos pequenos lojistas instalados em shoppings raramente supera 3 anos de atividade. Há que se buscar o equilíbrio nesta relação, através de um marco regulatório, evitando o abuso do poder econômico. Qual é objetivo do CONECS: - Orientar no planejamento dos novos lojistas; - Orientação quando da elaboração do contrato de locação; - Orientação na operacionalização das Lojas; - Orientar e Intermediar o lojista nas renegociações e nas divergências ocasionais.

14 Projetos em Tramitação no Congresso PL 7137/2002 Ementa: Altera a Lei nº 8245, de 18 de outubro de 1991, que dispõe sobre as locações dos imóveis urbanos e os procedimentos a ela pertinentes. Autor: Dep. Zulaiê Cobra (PSDB/SP). Relator na CDC: Dep. José Carlos Araújo (PSD-BA) Presidente CDC: José Carlos Araújo (PSD-BA) PL 4447/2012 Ementa: Acrescenta novo § 2º ao art. 17 da Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, que dispõe sobre as locações dos imóveis urbanos e os procedimentos a ela pertinentes, para disciplinar a cobrança de aluguel em centros comerciais ("Shopping centers"). Autor: Marcelo Matos (PDT-RJ) Relator na CDEIC: Dep. Sueli Vidigal (PDT-ES) Presidente CDEIC: Ângelo Agnolin (PDT-TO) PLS 289/207 Ementa: Acrescenta § 2º ao art. 17 da Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, para proibir a cobrança anual de mais que doze prestações de aluguel, nos contratos de locação de imóveis urbanos. Autor: Sen. Valdir Raupp (PMDB-RO) Relator na CCJ: Sen. Benedito de Lira (PP-AL) Presidente CCJ: Sen. Vital do Rêgo (PMDB-PB) Projetos na Câmara dos Deputados Projeto no Senado Federal

15 Muito Obrigado Antonio Augusto de Moraes Presidente do CONECS


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