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SOCIOLOGIA OS CLÁSSICOS DA SOCIOLOGIA. AUGUSTE COMTE (1798-1857) Francês de Montpellier considerado o Pai do Positivismo. Infância na França napoleônica.

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1 SOCIOLOGIA OS CLÁSSICOS DA SOCIOLOGIA

2 AUGUSTE COMTE ( ) Francês de Montpellier considerado o Pai do Positivismo. Infância na França napoleônica. Dedicou seus estudos à Filosofia Positivista. Existiam na história três estados: um teológico, outro metafísico e o positivo. O positivo representava o coroamento do progresso da humanidade. Distinguia as ciências em abstratas e concretas.

3 A ciência mais complexa e profunda seria a Sociologia. Denominou Positivismo a primeira corrente teórica sistematizada do pensamento sociológico que visava o estudo científico da sociedade, estabelecendo um espaço próprio para essa ciência. A raiz dessa corrente está no cientificismo, ou seja, na crença do poder absoluto da razão humana em conhecer a realidade e traduzi-la na forma de leis naturais.

4 O Positivismo deveria substituir as explicações teológicas, filosóficas e de senso comum; demonstrando que a sociedade é um organismo constituído de partes integradas e coesas que funcionavam harmoniosamente, segundo um modelo mecânico: organicista. Na mesma época surgem os estudos de Charles Darwin (evolução biológica das espécies) que foram transportadas para a análise da sociedade e surgiu o Darwinismo Social de Herbert Spencer.

5 Apesar de todo o otimismo, surgiram os conflitos sociais causados pelas divergências entre os capitalistas, camponeses e operários. A resposta do Positivismo a essas questões veio com o lema: Ordem e Progresso. Apresentava a diferença entre Idealismo (modo de pensar baseado em ideais independentemente da possibilidade de comprovação) e o Positivismo (fundamentava o conhecimento nos fatos observados e comprovados através de um método científico.

6 O Positivismo quer limitar-se à experiência pura, sensível e imediata, tal como proposto pelo Empirismo (conhecer a partir das experiências). Dizia Comte que A religião da sociedade deveria ser a ciência. A crítica ao Positivismo se dava numa visão de que alguns o tratavam com algum grau de pobreza filosófica, apesar de reconhecer o seu valor como método de descrição e análise objetiva dos experimentos.

7 ÉMILE DURKHEIM ( ) Francês da região da Alsácia, foi considerado o Pai da Sociologia. Foi um dos responsáveis pelo surgimento da Escola Sociológica Francesa. Na sua obra As Regras do Método Sociológico (1895) contém claramente o tipo de acontecimento que a Sociologia deveria se dedicar: o fato social.

8 Características dos fatos sociais: Coerção: força que os fatos exercem sobre os indivíduos. Exterioridade: os fatos sociais atuam sobre os indivíduos independentemente de sua adesão consciente, pois são exteriores aos indivíduos. Generalidade: é social todo fato que se repete em todos os indivíduos ou pelo menos na maioria deles.

9 Durhkheim dizia que o cientista deve agir com objetividade analisando os fatos como coisas, e não só tentando explicá-los, mas também buscando encontrar remédios para a vida social em seus estados normais e patológicos. Este sociólogo acreditava que a raiz dos problemas da sociedade do seu tempo não era de natureza econômica, mas sim do que considerava ser uma fragilidade moral daquela época.

10 Fatos sociais são todos os fenômenos passados no interior da sociedade, mesmo que, aparentemente, não sejam de interesse dessa sociedade. Quando Durkheim se refere aos fatos sociais como coisas ele as consideram como objeto de conhecimento que a inteligência não consegue penetrar de maneira natural, tudo aquilo que não podemos formular uma noção adequada por simples processo de análise mental.

11 Durkheim e a Solidariedade SOLIDARIEDADE MECÂNICA: predominava nas sociedades pré-capitalistas, onde os indivíduos se identificavam por meio da família, da religião, da tradição e dos costumes, permanecendo em geral, independentes e autônomos em relação à divisão social do trabalho. A consciência coletiva exerce aqui todo o seu poder de coerção sobre os indivíduos.

12 SOLIDARIEDADE ORGÂNICA: é típica das sociedades capitalistas, em que pela acelerada divisão social do trabalho, os indivíduos se tornaram independentes. Essa interdependência garante a união social em lugar dos costumes, das tradições ou das relações sociais estreitas. Nas sociedades capitalistas, a consciência coletiva se afrouxa. Assim, ao mesmo tempo que os indivíduos são mutuamente dependentes, cada qual se especializa numa atividade e tende a desenvolver maior autonomia pessoal.

13 KARL MARX ( ) Alemão de Treves e Doutor em Filosofia, atuou em várias áreas como a Economia, Política, Antropologia e outras. 1842, mudou-se para Paris, onde conheceu Friedrich Engels. 1845, foi expulso da França e seguiu para Bruxelas, na Bélgica. 1848, escreveu O Manifesto Comunista e, logo depois, mudou-se para Londres.

14 Marx não só contribuiu para o desenvolvimento da Sociologia, como também propôs uma ampla transformação política, econômica e social. Segundo ele, sua obra O Capital, destinava-se a todos os homens, não apenas aos estudiosos da Economia, da Política e da Sociologia. Acreditava e defendia a ideia de que as condições materiais de toda uma sociedade condicionam as demais relações sociais.

15 Para sobreviver, o homem precisa transformar a natureza, sem o que não poderia existir como ser vivo. Sendo assim, o estudo de qualquer sociedade deveria partir das relações sociais que são estabelecidas entre si para a utilização dos meios de produção. Essas relações sociais de produção são a base que condiciona o resto da sociedade. A história nasce e desenvolve-se a partir das relações com a natureza, com os homens e os outros homens, intermediadas pelo TRABALHO.

16 Isso não significa que a história conta apenas com o desenvolvimento das forças produtivas: significa somente que essas forças produtivas são os fatos históricos de base, que constituem o fundamento da história; mas a história incorpora, também, tudo o que daí deriva: o processo cultural do homem, todas as suas alienações e todos os produtos das alienações.

17 Por isso, seu método de compreensão da realidade foi denominado materialismo histórico dialético. Marx acreditava que a existência da propriedade privada era a responsável por conflitos entre o detentores e os não detentores da mesma. Isso levaria, portanto à luta de classes. Sendo esta a expressão máxima das contradições do modo de produção capitalista que deu origem ao conflito BURGUESIA X PROLETARIADO.

18 Marx via a força de trabalho do homem, no capitalismo, como uma mercadoria que era remunerada bem abaixo da riqueza que o trabalhador produzia. A diferença entre o que é pago ao trabalhador e o lucro que ele produz para o capitalista ficou conhecido como mais-valia. A mais-valia absoluta ocorre quando aumenta a jornada de trabalho e a mais-valia relativa ocorre quando são introduzidas novas tecnologias de produção.

19 A mais-valia relativa deu origem nos dias de hoje ao conceito de desemprego estrutural. O ambiente de trabalho com a divisão social do trabalho (DST), fez com que o trabalhador não se reconhecesse como produtor da riqueza e nem como classe social, dando origem ao que Marx chamou de alienação. O combate à alienação se faz com a Práxis, uma prática criativa, crítica e transformadora, no sentido de construir uma sociedade igualitária e justa, socialmente.

20 Analisando o pensamento de Marx, observamos que ele era analítico, pois tentava ver a realidade tal qual ela é, interpretando-a, fragmentando-a e reconstruindo-a a partir de novos conceitos para entendê-la melhor. Também, Marx apresentava um pensamento normativo por pretender uma realidade que deveria ser, construindo uma utopia em nome da qual seria imperativa a ação para a transformação dessa realidade, que ele caracterizava como injusta e perversa: é a REVOLUÇÃO.

21 Ao observar o dinamismo da sociedade, Marx dizia que na luta dos contrários, o novo toma o lugar do velho, com mudanças graduais de quantidade que, em certo momento, provocam mudanças na qualidade. A esse processo deu o nome de negação da negação, onde o novo nega o velho e que, ao envelhecer, também será negado e, nessa sucessão de negações, ocorrem as mudanças.

22 MAX WEBER ( ) Alemão de Efurt, estudou Direito, Filosofia, História e Sociologia. Na Política defendia pontos de vista liberais e participou da comissão redatora da Constituição de Weimar. Tipo ideal para Weber eram conceitos sociológicos construídos interpretativamente, na função de instrumentos de ordenação da realidade.

23 O conceito (ou o tipo ideal) é previamente construído e testado, depois aplicado a diferentes situações em que dado fenômeno possa ter ocorrido. Para Weber, a história seria, então, um importante mecanismo utilizado pelo sociólogo para conhecer as particularidades de determinada sociedade, cabendo à Sociologia a exposição de elementos gerais dessa mesma sociedade.

24 Weber volta a sua atenção para o indivíduo enquanto agente fundamental da organização social. As condutas individuais se tornam objeto sociológico denominado ação social. Ação social é toda conduta humana (ação, omissão, permissão) dotada de motivo ou sentido, orientada nas ações de outros indivíduos. Ao contrário do que se possa pensar, não existe autonomia completa do homem em sua ação social, pois ele se vê sob uma base cultural, historicamente constituída.

25 Cabe ao cientista desvendar os motivos de cada ação social, entender seus motivos e suas consequências. Para essa atividade, o cientista deve buscar o máximo de neutralidade, partindo da construção de um instrumento abstrato, ideal e imaginário que serviria de parâmetro de comparação em relação ao objeto estudado, de acordo com o modelo tipo ideal.

26 Ao retomar suas pregações protestantes calvinistas, mostrou que os indivíduos, cobertos de dúvidas sobre suas possíveis salvações divinas, buscavam provar sua dignidade diante de Deus, através de uma conduta regrada, pautada no trabalho árduo. Na acumulação de riquezas e no seu gasto racional, baseavam sua conduta, o que a seu ver amenizaria as incertezas quanto à salvação. Weber construiu, então, um comportamento tipicamente capitalista baseado na ética protestante. Ver a obra A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo.

27 A ação social para Weber ocorre quando um indivíduo leva os outros em consideração no momento de tomar uma atitude, de praticar uma ação. Um exemplo: o choque de dois ciclistas é um simples evento como um fenômeno natural. Por outro lado, haveria ação social na tentativa de os ciclistas se desviarem, ou na briga ou consideração amistosa subsequentes ao choque.


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