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A CATEQUESE NA. Aconteceu de 13 a 31 de maio de 2007, em Aparecida, São Paulo.

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1 A CATEQUESE NA

2 Aconteceu de 13 a 31 de maio de 2007, em Aparecida, São Paulo.

3 Os números da V Conferência 21 Conferências Episcopais de toda a América latina e Caribe enviaram anotações e relatórios. Também enviaram sua contribuição os Departamentos da CELAM, alguns Dicastérios romanos e outros organismos e eventos continentais é o total de páginas recebidas com valiosa contribuição 188 é o número de páginas do Documento oficial da CELAM - Síntesis de los Aportes Recebidos para la V Conferencia General del Episcopado Latinoamericano.

4 266 é o total dos participantes, sendo: 162 delegados 81 convidados 8 observadores 15 peritos SOBRE OS PAÍSES 800: Dioceses e Arquidioceses 1300: Cardeais, Arcebispos e Bispos : sacerdotes diocesanos : sacerdotes religiosos (ligados a congregações e ordens religiosas) 4.700: diáconos permanentes : religiosos (não ordenados) nas diversas Ordens e Congregações religiosas.

5 : religiosas em todo o Continente é o número de católicos – população em toda a América Latina e Caribe.

6 Há um dinamismo apostólico subjacente a V Conferência. É uma tomada de consciência por parte da Igreja, de que a época da cristandade já passou, e a Igreja não pode se limitar a uma pastoral de manutenção do que já tem e de que, numa sociedade pluralista e secularizada, ela deve ter uma postura mais ativa na proclamação de sua mensagem.

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8 Outra novidade, pela ênfase que recebeu, concerne ao laicato. Havia uma concordância de que a ação pastoral de leigos e leigas será decisiva para o futuro. Assim, boa parte do texto final é dedicada à identidade do discípulo de Jesus Cristo, à sua formação, à sua missão e à sua inserção na Igreja. Mário França Miranda.

9 O Documento de Aparecida é, ao nosso ver, o ponto mais alto do Magistério da Igreja latino-americana e caribenha. É o melhor documento produzido até hoje pelos nossos bispos e talvez por qualquer outro episcopado regional. Clodovis Boff

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11 Estrutura: fé viva em Cristo a partir de uma experiência de encontro (discípulos) ; fé essa que se irradia no mundo em forma da missão (apóstolos); e que se prolonga na sociedade em termos de compromisso pela justiça e pela vida (para que nEle nossos povos tenham vida).

12 O Documento de Aparecida está estruturado em 10 capítulos, distribuídos em três partes, que correspondem à dinâmica do método ver-julgar- agir, cujo esquema está alinhavado pelo fio condutor em torno à Vida, explicitado transversalmente no tema da V Conferência: Discípulos e Missionários de Jesus Cristo para que nEle nossos povos tenham vida 1ª parte: A vida de nossos povos hoje (ver) 2ª parte: A vida de Jesus Cristo nos discípulos missionários (julgar) 3ª parte: A vida de Jesus Cristo para nossos povos (agir)

13 Fé viva; Evangelização; Missão social.

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15 A Igreja segundo Aparecida: uma Igreja discipular: ouvinte da Palavra, grande orante, contemplativa, adoradora, e eucarística. uma Igreja missionária, que anuncia com alegria e entusiasmo a Boa-nova do amor de Deus em Cristo, que dá sentido ao coração humano, também nesta vida. uma Igreja agápica, enquanto se faz samaritana de todos os caídos à beira das estradas do mundo, cuidando deles e curando- os.

16 A catequese no DA: Está presente em todo o documento que tem um sabor catequético; Em sentido estrito são poucos os números que tratam diretamente do tema: Mas em sentido lato, a catequese perpassa todo documento, pois seu grande objetivo é formar discípulos e missionários

17 A catequese desde o VER:

18 Para anunciar bem o Evangelho, a Igreja deve estar atenta aos sinais dos tempos. Não pode só responder a perguntas que não foram feitas. Como participar das alegrias e esperanças deste nosso tempo se a Igreja não as conhece?

19 Aparecida considera como anunciar a Boa Nova e formar discípulos e missionários AQUI em nosso continente, a partir da nossa realidade. Nossa catequese deve estar inculturada na nossa realidade para favorecer o encontro com Jesus Cristo; Analisar a realidade não é só apontar as sombras, mas ver as luzes também; é preciso partir do positivo para o negativo;

20 Não estamos numa época de mudanças, mas numa mudança de época impelida pela globalização; Muitos estão dispersos e confusos e perderam o sentido para suas vidas; Nossa realidade sócio-cultural é muito rica. Mas há muito individualismo, consumismo, egoísmo, injustiça e pobreza; No campo político há avanços, mas se assinalam excessos e a corrupção;

21 Aparecida também nos questiona a respeito da situação ecológica, dos desmatamentos e da depredação. Somos pastores da criação? Necessitamos de um renovado diálogo inter-cultural, inter-religioso e ecumênico; O crescimento de fiéis e de ministros não tem sido proporcional ao aumento da população; Reconhecimento dos erros da Igreja LA e Cb: moralismos, discriminação, individualismo, débil opção pelos pobres...

22 O que guardar? As mudanças culturais tem dificultado a transmissão da fé por parte da família e da sociedade. Muitos abandonam a Igreja. A catequese, como um dos canais privilegiados de transmissão da fé deve levar isso em consideração.

23 A catequese no nosso continente: A catequese de muitos não os ajudou a adquirir uma identidade cristã sólida (297); A catequese tem sido algo ocasional. É uma ação de momento que antecede os sacramentos da iniciação cristã; (298) Tem sido algo puramente doutrinal. Não se forma a fé integralmente. Muitos nunca mais lerão sequer um livro de religião ao longo da vida. (299)

24 Após a catequese, poucos perseveram na missa dominical! Pouquíssimos, participam das atividades da Igreja (pastorais); A iniciação cristã está fragmentada! Não se vê mais o itinerário discípulo – missionário: querigma, sacramentos, formação permanente; (287) A religiosidade popular não tem sido aproveitada e muito menos evangelizada. Assim, dá espaço para o sincretismo (300);

25 Quais desses desafios estão presentes em nossa catequese setorial? Que fatos positivos ou negativos não foram abordados?

26 A catequese e o JULGAR com os olhos de Cristo:

27 A catequese e o JULGAR: Aqui a preocupação é conscientizar! Qual a nossa identidade? E o que fazer para conquista-lá? (caps. 3-6); O que temos de positivo? A vida, a família, a dignidade humana, a atividade humana, a DSI, nossa fé latino-americana; Quem deve iluminar a nossa realidade? Os discípulos e missionários, sal e luz!

28 Pelo Batismo recebemos a vocação de discípulos; Aos poucos devemos fazer a experiência de um encontro vivo com o Senhor; Nossa vida cristão é uma caminhada de conversão permanente; Santidade é seguimento, que resumidamente consiste em deixar o ES nos identificar com Jesus Cristo;

29 A catequese não pode ser um programa, mas a comunicação de uma experiência (145); o verdadeiro discípulo é missionário. Só se é discípulo dentro de uma comunidade. No cap. 06 nos são apresentadas as linhas para a formação dos cristãos. Parte-se da espiritualidade, para depois avançar para águas mais profundas. Jesus é o nosso modelo de formador. Tal itinerário é catequético e compreende: o encontro, a conversão, o discipulado, a comunhão e a missão.

30 O eixo de todo DA são os nn que insistem na catequese permanente. Catequese = iniciação cristã. A catequese deve levar a um catecumenato pós batismal para aqueles que foram batizados, mas não catequizados. Deve fundamentar a adesão inicial. Catequese deve ser uma formação orgânica e sistemática da fé. Não se reduz ao ensinamento, mas leva ao seguimento.

31 A catequese a partir do AGIR:

32 Formação teológica e pedagógica dos catequistas; que seja integral, querigmática e permanente. Que seja bíblica, comunitária, humana e espiritual; Precisamos de cursos e escolas de formação permanente; É preciso formar o ser, o saber e o saber fazer pela espiritualidade, teologia e pedagogia.

33 Materiais e subsídios se inspirem no catecismo e na DSI; A abordagem pedagógica seja atualizada; O papel da família é fundamental. Ajuda da pastoral familiar. Maior compromisso do pároco e responsáveis pela catequese. As paróquias sejam lugares querigmáticos e catequéticos. Que a catequese ajude a adquirir uma identidade católica, pessoal e comunitária.

34 O coração do DA é promover o encontro com Cristo, o amor por Ele e o seguimento dEle. Passar da catequese ocasional para um itinerário catequético permanente. Nossa catequese é capaz de criar processos permanentes? Toda catequese deve ser querigmática e viva! Não seja só doutrinal, mas também vital: amizade com Cristo pela oração, missa, comunidade e missão.

35 Que aproveite a piedade popular, sobretudo a mariana, com seu potencial educativo, libertando-a do sincretismo que ofusca seu sentido cristão.

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37 Quais devem ser as nossas prioridades? E como chegar lá?

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