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ANÁLISES DE FERTILIDADE EM SOLO Microbiológica da água

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Apresentação em tema: "ANÁLISES DE FERTILIDADE EM SOLO Microbiológica da água"— Transcrição da apresentação:

1 ANÁLISES DE FERTILIDADE EM SOLO Microbiológica da água

2 O que é SOLO? É o material mineral e/ou orgânico, inconsolidado na superfície da terra, que serve como meio natural para o crescimento e desenvolvimento de diversos organismos vivos.

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4 Formação e Classificação dos Solos

5 Formação e Classificação dos Solos

6 Classificação dos Solos – Estado de São Paulo
Latossolo Roxo A moderado textura argilosa ou muito argilosa. Latossolo Vermelho Amarelo A moderado textura média ou argilosa. Latossolo AmareloA moderado textura argilosa. Latossolo Vermelho Amarelo + Cambissolo ambos A moderado textura argilosa. Latossolo Vermelho Escuro + Podzólico Vermelho Escuro + Podzólico Vermelho Amarelo todos A moderado textura argilosa ou muito argilosa ou arenosa/média Latossolo Vermelho Escuro textura média + Podzólico Vermelho Amarelo + Podzólico Vermelho Escuro textura arenosa/média + Areia Quartzosa todos A moderado. Podzólico Vermelho Amarelo A moderado textura arenosa/média ou média/argilosa ou argilosa/argilosa + Latossolo Roxo textura argilosa + LatossoloVermelho Escuro + Latossolo Vermelho Amarelo textura média ou argilosa todos A moderado. Podzólico Vermelho Amarelo + Latossolo Vermelho Amarelo ambos A moderado textura argilosa. Podzólico Vermelho Amarelo + Cambissolo + Latossolo Amarelo todosA moderado textura argilosa. Podzólico Vermelho Amarelo + Latosolo Vermelho Escuro textura média + Podzólico Vermelho Escuro textura arenosa/média todos A moderado. Cambissolo + Latossolo Vermelho Amarelo ambos A moderado textura argilosa. Areia Quartzosa + Latossolo Vermelho Amarelo textura média ambos A moderado. Podzólico Vermelho Amarelo + Podzólico Vermelho Escuro ambos textura média/argilosa + Latossolo Vermelho Amarelo + Cambissolo + Latossolo Vermelho Escuro todos A moderado textura argilosa. Solo Orgânico + Gleissolo + Solo Aluvial + Podzol.

7 Classificação dos Solos: Textura do Solo
Classificação da textura dos solos de acordo com as frações granulométricos. Textura Valores Arenosa argila+silte menor que 15% Média argila de 15 a 35% Argilosa argila maior que 35 até 60% Muito argilosa argila maior que 60%

8 Classificação dos Solos:
Solo argiloso Solo arenoso

9 Argila versus areia: a diferença está no tamanho dos vazios
Classificação dos Solos: Porosidade e permeabilidade Argila versus areia: a diferença está no tamanho dos vazios

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11 (potencial produtivo)
Fertilidade em Solos : Nutrição em Plantas A necessidade nutricional das culturas se deve: → função do componente genético das plantas; → produtividade almejada; Cultura (potencial produtivo) melhoramento genético nutrição das plantas solo foliar.

12 Fertilidade em Solos : Nutrição em Plantas
Lei do Mínimo

13 Macro nutrientes Primários: N ,P , K
Fertilidade em Solos : Nutrição em Plantas Macro nutrientes Primários: N ,P , K Macro nutrientes Secundários: Ca , Mg ,S Micro nutrientes: Zn , B , Fe , Cu ,Mn , Mo, Cl e Co

14 K : ↑resistência da planta, tolerância à pragas e doenças.
Fertilidade em Solos : Nutrição em Plantas – MACRONUTRIENTES N: crescimento, fotossíntese, ↑ % total de proteínas, ↑ % de óleo, ↑ peso da espiga. Deficiência: amarelecimento das folhas mais velhas em forma de ‘V’ deitado, morte prematura e espigas pequenas. P : desenvolvimento das raízes, ↑teor de proteína nos grãos ,fotossíntese e respiração. Deficiência: coloração púrpura das folhas (arroxeamento), colmos frágeis e delgados e espigas pequenas e retorcidas. K : ↑resistência da planta, tolerância à pragas e doenças. Deficiência: queimadura, secamento ou bronzeamento da ponta e margens das folhas inferiores, manchas marrons no interior do colmo e espigas com extremidades sem grãos.

15 Fertilidade em Solos : Nutrição em Plantas - MACRONUTRIENTES
Ca: crescimento e aprofundamento das raízes, parede celular dos tecidos vegetais. Deficiência: redução do crescimento radicular, clorose nas folhas novas, morte das extremidades das raízes e problemas na fecundação. Mg : fotossíntese; é componente da clorofila, auxilia a absorção de fósforo. Deficiência: crescimento reduzido da planta, listas esbranquiçadas paralelas às nervuras das folhas inferiores e redução da taxa fotossintética. S : composição das proteínas, auxilia na síntese de enzimas e vitaminas e participa na formação dos grãos. Deficiência: crescimento reduzido da planta, amarelecimento das folhas novas e redução do valor nutritivo dos grãos.

16 Fertilidade em Solos : Nutrição em Plantas – DEFICIÊNCIA MICRONUTRIENTES
Cu B Cl Fe Mn Zn

17 Milho = 8 t por ha, Tomate = 32 t por ha
Quantidades de nutrientes necessários para a produção de 1 tonelada de algumas culturas: Cultura Macronutrientes (Kg) Micronutrientes (g) N P K Ca Mg S Zn B Cu Mn Mo Milho 48 9 40 6 8 7 85 13 29 119 0,63 Soja 100 32 23 12 67 33 200 3 Cana 1,5 0,2 1,1 0,5 4 37 0,02 Tomate 2 5 0,8 0,7 25 10 24 0,01 Milho = 8 t por ha, Tomate = 32 t por ha N = 48kg x 8t = N = 2 x 32t = 64

18 CTC : CAPACIDADE DE TROCA CÁTIONS

19 Soma de Bases Soma dos teores de Ca, Mg e K, três importantes nutrientes para as plantas. Quanto maior a soma de bases, maior a fertilidade do solo. Saturação por Bases (V%) SATURAÇÃO (%) MUITO BAIXA 0-25 BAIXA 25-50 MÉDIA 51-70 ALTA 70-90 MUITO ALTA >91

20 pH Também conhecido como acidez ativa, corresponde à concentração de H+ na solução do solo. Correlaciona-se com a Saturação por Bases e assim é também um indicativo da necessidade de calcário

21 Acidez Ativa e Acidez Potencial
A acidez do solo pode ser dividida em acidez ativa e acidez potencial, e esta, por sua vez, em acidez trocável e acidez não trocável. EM RESUMO : Acidez ativa H+ da solução do solo (pH); Acidez trocável Al3+ trocável + H+ trocável; Acidez não trocável H+ de ligação covalente Acidez potencial Al3+ trocável + H+trocável, H+ NÃO trocável

22 Disponibilidade de nutrientes para as plantas conforme condições de acidez no solo:

23 → Calcário (carbonato de cálcio e carbonato de magnésio).

24 Para cada 1 tonelada de H3PO4 4,5 tonelada de gesso.
O QUE É GESSO AGRÍCOLA? Gesso Agrícola é originado do ácido sulfúrico sobre a rocha fosfatada, realizada com o fim de produzir ácido fosfórico, isto quer dizer que o gesso é subproduto da fabricação do H3PO4: Ca10(PO4)6F2 + 10H2SO4 + 2H2O CaSO4.2H2O + 6H3PO4 + 2HF Para cada 1 tonelada de H3PO ,5 tonelada de gesso.

25 Superfície: CaSO4.2H2O → CaSO → Ca SO42- Descida/Deslocamento: Ca SO42- Reações em profundidade - sub-superfície: CaSO4º → Ca+2 + SO4-2 Solo-Al+3 + Ca+2 → Solo-Ca+2 + Al+3 solução Al+3 + SO → AlSO4+ (solução) (não tóxico)

26 O GESSO É UM CONDICIONADOR DE SOLO

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28 Análises de Fertilidade:
Física Química Foliar

29 Análise Granulométrica (Física) do Solo
Determinação dos teores de areia, silte e argila, que auxiliam, por exemplo, na adequada interpretação do teor de fósforo (P) do solo. Essa análise é imprescindível na determinação da textura do solo. É mais uma ferramenta que auxilia nas recomendações de manejo do solo.

30 Análises Químicas de Planta (Tecido Vegetal)
Esse tipo de análise é menos utilizada. A folha é que reflete melhor o estado nutricional de carência. Digestão total (N, P, K, Ca, Mg, Mn, Cu, Zn, Al)

31 Análises Química de Fertilidade em Solo

32 Amostragem Preparo da Amostra Extração Análise Resultado
Análises Química de Fertilidade em Solo: Amostragem Preparo da Amostra Extração Análise Resultado

33 Amostragem

34 Amostragem

35 Preparo da Amostra Secagem : Amostra é moída e peneirada.
Temperatura não superior a 40º por 48h. Amostra é moída e peneirada. Moinho tipo martelo.

36 Extração Recuperador de Resina catiônica e aniônica
Mesa Agitadora (220rpm): Extração com resina catiônica e aniônica Separador de Resina catiônica e aniônica

37 Macro e Micronutrientes
Preparo da Amostra Extração Análise M.O e pH Macro e Micronutrientes

38 Análise Macronutrientes M.O,pH Ca,Mg K P S Al
C.T.C,S.B,H+Al (Cálculos) Micronutrientes Fe Cu B Zn Mn

39 Potenciometria sol.CaCl2
pH Potenciometria sol.CaCl2

40 M.O Oxiredução em meio ácido, dicromato de potassio e sulfato ferroso amoniacal.

41 Extração em resina com KCl e Titulometria com EDTA
Ca e Mg Extração em resina com KCl e Titulometria com EDTA

42 meio sulfúrico e ác.ascórbico
Espectrofotometria S-Sulfato Al P Alaranjado de xilenol 555nm Complexo - molibdato, meio sulfúrico e ác.ascórbico 720 a 885nm Fosfato monocálcico 420nm

43 Fotometria de chama K,Na Extração com Cloreto de Amônio

44 Espectrometria de emissão Atômica em Plasma,
Espectrofotometria, Espectrometria de emissão Atômica em Plasma, Espectrometria de Absorção Atômica em Chama B,Zn,Cu,Mn,Fe B com extração à quente

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47 pH do solo A acidez do solo é representada de duas maneiras diferentes: através do pH e da acidez total. O pH, representado pela atividade do íon H+ na solução do solo, corresponde ao hidrogênio dissociado existente em solução, em equilíbrio com a acidez da fase sólida. Sua determinação é feita através um eletrodo combinado imerso em suspensção de solo e medida com um potenciômetro ou medidor de pH.

48 pH do solo PROCEDIMENTO
Transferir, com cachimbo, 10cm3 de terra para frasco plástico; Adicionar 25 mL da solução de CaCl2 0,01 mol L-1, deixando 15 minutos em contato. Agitar a suspensão por 10minutos a 220 rpm, usando agitador com movimento circular horizontal ou agitador de pH. Deixar decantar por 30 minutos. Ajustar o medidor de pH com as soluções tampão de pH 4,0 e 7,0 e, freqüentemente, com umas dessas soluções, após a determinação de uma série de amostras. Sem agitar, mergulhar o eletrodo combinado na suspensão, de modo que a ponta do eletrodo de vidro toque ligeiramente a camada de sedimento e a saída do eletrodo de referencia fique submersa. Ler o pH após estabelecido o equilíbrio.

49 REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA
Projeto de Extensão Universitária Solo na Escola (http://www.escola.agrarias.ufpr.br/experimentoteca.html) Projeto de Extensão Universitária Solo Planta (www.soloplan.agrarias.ufpr.br) Centro Nacional de Pesquisa de Solos/EMBRAPA (www.cnps.embrapa.br) International Soil Reference and Information Center (ISRIC) (www.isric.org) International Union of Soil Sciences (IUSS) (http://www.iuss.org/) Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (SBCS) (www.sbcs.org.br) Iniciativa Solos BR - EMBRAPA/CNPS (http://www.cnps.embrapa.br/solosbr/) Sistema Brasileiro de Classificação de Solos - EMBRAPA/CNPS (http://www.cnps.embrapa.br/sibcs/index.html) Solos do Cerrado - (http://www.dcs.ufla.br/Cerrados/Portugues/CPrincipalP.htm) Pedologia fácil - Hélio do Prado (http://www.pedologiafacil.com/) Soil and Water Conservation Society (SWCS) (www.swcs.org/) Soil Science Society of America (SSSA) (www.soils.org/) Soil Survey Division - USDA (soils.usda.gov) Revista Brasileira de Ciência do Solo -

50 Em operação desde 1984, o Ensaio de Proficiência IAC permite que laboratórios de análise para fins agrícolas afiram seus resultados nos seguintes conjuntos analíticos. - Análise básica de solo para recomendação de adubação e calagem - Análise de micronutrientes em solos - Análise granulométrica em solos

51 Análise Química para Avaliação da Fertilidade de Solos Tropicais

52 Exemplo: Um produtor de milho com muitos anos de experiência resolve fazer uma análise de solo apenas para saber a quantidade de calcário que deve jogar no solo e como de costume já comprou seus fertilizantes para plantio, ele pretende aplicar: Plantio: 330 kg/ha de (N-P-K) + Micros ou seja (26,4 kg de N – 92,4 kg de P – 52,8 kg de K por hectare). Custo: R$ 346,50 Cobertura: 330 kg/ha de (N-K) ou seja (66,0 kg de N – 66,0 kg de K por hectare). Custo: R$ 277,20 Custo Total: 623,70 por hectare. A recomendação conforme análise de solo foi: Plantio: 30 Kg de N – 90 Kg de P e 50 Kg de K + Micros por hectare. Cobertura: 100 Kg de N – 20 kg de K – 40 kg de S por hectare. Formulas sugeridas Plantio: 320 kg de (N-P-K) + Micros ou seja (25,6 kg de N – 89,6 kg de P – 51,2 kg de K por hectare). Custo: R$ 336,00 Cobertura: 350 kg de de S (N-K-S) ou seja (98,0 kg de N – 35,0 kg de K – 35 kg de S por hectare). Custo: R$ 301,00 Custo Total: 637,00 por hectare. Considerar: Ca e Mg fornecido através de calcário (solo corrigido). Custo total de cada situação de adubação; Produtividade almejada igual 124 sc de 60 kg de milho por hectare; Resultados obtidos com investimento em N e S para cultura do milho conforme informações abaixo:

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54 Resultado final: Efetuando a compra dos fertilizantes sem análise de solo o produtor economizou R$ 14,00 na aquisição dos fertilizantes e pretende colher 124 sc/ha vendidos a R$ 20,00 = R$ 2.480,00 por hectare. Se efetuar a compra dos fertilizantes conforme resultado da análise teria um custo adicional de R$ 14,00. De acordo com resultados obtidos com fornecimento adequado de N e S para cultura do milho, sua produtividade poderia aumentar no mínimo 10% conforme figuras acima, ou seja, 136 sc/ha vendidas a R$ 20,00 = R$ 2.720,00 Saldo Final: R$ 2.720,00 (ganho com análise) – R$14,00 (custo adicional) – R$2.480,00 (ganho sem análise) – R$ 40,00 (custo com análise) = R$ 186,00 (lucro por hectare com análise). Em 50 hectares poderia ter lucrado = R$9.300,00 apenas por oferecer os nutrientes corretos na proporção correta. Obs: Com a adubação desequilibrada também pode ocorrer perdas por não alcançar a produtividade almejada, aumentando o retorno quando se faz a aplicação de nutrientes com análise de solo.

55 Adubos e Corretivos Adubação corretiva : aumentar a fertilidade do solo. Adubação de manutenção: restituir ao solo os fertilizantes retirados pela cultura.

56 Adubos e Corretivos

57 Adubos e Corretivos Fertilizante ou Adubo: é toda substancia mineral ou orgânica, natural ou sintética , fornecedor de um ou mais nutrientes,que aplicados no solo ou diretamente na planta concorre para o aumento da colheita.

58 Adubos e Corretivos Fertilizantes:
Simples: um composto químico, contendo um ou mais nutrientes. Misto: mistura de dois ou mais fertilizantes.

59 Adubos e Corretivos

60 Adubos e Corretivos Fertilizantes:
Orgânico: origem vegetal ou animal contendo um ou mais nutrientes. Composto: obtido por processo de resíduos de origem vegetal e animal.

61 Adubos e Corretivos

62 Adubos e Corretivos

63 Classificação dos Adubos
Quanto a forma: - pó, granulado, líquido; Quanto concentração de nutrientes: Baixa: < 25 % – 18 – 06 Média : 25% a 40% – 10-10 Alta > 40% – 30-10

64 Classificação dos Adubos
Quanto a nutrientes: Nitrogenados Fosfatados Potassicos Mistos ou granulados Micronutrientes Contendo Enxofre (S) Corretivos ou contendo Ca e Mg

65 Nitrogenados Salitre Sulfato de amonia Nitrato de calcio Ureia Torta algodão Torta de mamona Torta de amendoim Farinha de sangue

66 Nitrogenados

67 Fosfatados Superfosfato simples (18% ) Superfosfato triplo (37%) Fosfato bicalcico (40%)

68 Potássicos Cloreto de potássio (60%) Sulfato de potássio (50%)

69 Boro Acido borico (17%) Borax (11%) Recomendação: 10 a 30 kg/ha

70 Cobre , Zinco Sulfato de cobre (20%) Oxido de Zinco (75 a 80%) Recomendação: 10 a 30 kg/ha

71 Adubos Orgânicos Torta de algodão: 5 a 6% de N, 2 a 3 %de P e 1,5 a 2% de K.

72 Adubação Corretiva -Calagem
Calcitica: 40 a 45 % de CaO e 1 a 5% de MgO Magnesiana: 31 a 39% de CaO e 6 a 12% MgO Dolomitica : 25 a 30% de CaO e13 a 20% de MgO

73 Poder de Neutralização do Corretivo (PN)
PN = (%CaO x1,78) + (% MgO x 2,50) Qual o PN de um corretivo que contém 30% de CaO e 17% de Mg? PN= (30 x 1,78) + (17 x 2,50) PN= 53, ,50 PN= 95,90% 100Kg de corretivo contem 95,90kg de CaCO3

74 Preparo do solo para Plantio

75 Preparo do solo para Plantio
1 ͣ Combinação :Solos Argilosos: Calagem Grade intermediaria 26’’ x 26’’ (erradicar soqueira) Arado de Aiveca (Revirar a Terra) Grade Niveladora (Nivelar o Terreno)

76 Preparo do solo para Plantio
2ͣ Combinação: Solos Arenosos e argilosos (reduz tempo gasto no preparo) Calagem Grade Aradora 24’’ x 30’’(Descompactar solo) Subsolador (Cortar o Solo) Grade Niveladora (Nivelar o Terreno)

77 Calagem Bungue- Usina MOEMA
Calagem no suco de plantio : Ca + Mg = < que 20 mmolc.: NC = ( 20 – Ca +Mg) x 0,13 (% CaO /28 + MgO /20) NC: Necessidade de calagem Ca +Mg = Soma dos teores no solo. % CaO + % MgO = teores do calcario

78 Calagem Bungue- Usina MOEMA
Calagem no suco de plantio : Ca + Mg = < que 20 mmolc.: NC = ( 20 – Ca +Mg) x 0,13 (% CaO /28 + MgO /20) NC: Necessidade de calagem (t/ha) Ca +Mg = Soma dos teores no solo. % CaO + % MgO = teores do calcario Dose > 3t/há ,aplicar 2/3 no plantio e restante após 1 corte

79 Nitrogenio Bungue- Usina MOEMA
Recomendação : 30 kg/há no plantio. E 60 a 120 kg/há de acordo com produtividade. Bungue: Produtividade: N kg/ha < 1,5 t /há 80 1,6 a 3.0 t/há 100 > 3,0 t/há 120

80 Fosforo e Potassio Recomendação Fosforo : 40 a 180 kg/há no plantio. E 0 a 30 kg/há cana soca. Recomendação Potassio : 40 a 200 kg/há de acordo com produtividade e 100kg/há no plantio. E 30 a 150 kg/há cana soca.

81 Bungue- Usina MOEMA Tabela de adubação de plantio de acordo com analise
N kg/ha P resina Fosfato kg /ha K mmolc Potassio kg/ha 40 a 60 0-6 170 <0,7 7-15 150 0,8 – 1,5 140 16-40 100 1,6-3,0 110 >40 70 3,1-5,0 80 > 5,0

82 Bungue- Usina MOEMA Aplicação da Vinhaça- Soca
Potassio mmolc Potassio vinhaça kg/ha < =2 360 2 a 3 240 3 a 4 180 >4

83 Bungue- Usina MOEMA Aplicação da Vinhaça- Plantio
Potassio mmolc Potassio vinhaça kg/ha < =2 240 2 a 3 160 3 a 4 >4

84 Bungue- Usina MOEMA Amostragem
Areas amostradas : 10 a 15 há Proporção : 2 pontos/há para compor amostra Posição: 30 cm da linha da cana; Profundidade: e 20 a 40 cm Analise: macro nutrientes alumínio e enxofre ( expansão 00-20cm e 20-40cm reforma)


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