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1 A literatura informativa inicia no ano de? 2 Com um texto chamado? 3. Cujo autor foi? 4. E a literatura informativa e catequética termina no ano de?

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Apresentação em tema: "1 A literatura informativa inicia no ano de? 2 Com um texto chamado? 3. Cujo autor foi? 4. E a literatura informativa e catequética termina no ano de?"— Transcrição da apresentação:

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2 1 A literatura informativa inicia no ano de? 2 Com um texto chamado? 3. Cujo autor foi? 4. E a literatura informativa e catequética termina no ano de? 5. Com um texto chamado? 6. Cujo autor foi? 7. Dando início a uma escola literária cujo nome é? 8. Quais foram os 03 principais viajantes? 9. Pero Vaz de Caminha escreveu? 10. Pero de Magalhães Gandavo escreveu? 11. Gabriel Soares de Sousa escreveu? 12. Quais foram os dois principais jesuítas? 13. Nóbrega escreveu? 14. Anchieta escreveu? 15. O que é auto?

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4 1836ROMANTISMO 3ª FASE SUBJETISITA (1870 a 1881)1881 SUSPIROSPOÉTICOSESAUDADESSUSPIROSPOÉTICOSESAUDADES GONÇALVESDEMAGALHÃESGONÇALVESDEMAGALHÃES CASTRO ALVES (O poeta dos escravos) Navio Negreiro Vozes dÁfrica Cachoeira de Paulo Afonso Cruz na Estrada O Adeus de Teresa FAGUNDES VARELA* Cântico do Calvário MACHADODEASSISMACHADODEASSIS MEMÓRIASPÓSTUMASDEBRÁSCUBASMEMÓRIASPÓSTUMASDEBRÁSCUBAS

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8 1 A África brada. Seus pedidos têm sido em vão. O vocábulo que revela isso é; 2 Quem esteve acorrentado a uma pedra, e bicado pelos abutres foi? 3 São sinônimos no texto: a) Penedia ardente ( ) b) Ressupino estafado ( ) c) Sangra poreja ( ) d) Vergasta chicote ( )

9 4 A África acha irremediavelmente condenada, Isso fica claro em que expressão? 5 O primeiro verso da primeira estrofe contém um recurso que dá ao poema o tom solene e pomposo da chamada poesia condoreira. Trata-se de:

10 ROMANTISMO PROSA 16 O Barroco inicia no Brasil no ano de? 17. Com um texto chamado? 18. Cujo autor fora? 19 E o Barroco termina no ano de? 20. Quando surge um texto chamado? 21 Cujo autor é ? 22 Dando início a uma escola literária chamada? 23. Quais são os três principais escritores barrocos? 24. Bento Teixeira escreveu? 25 Gregório de Matos Guerra escreveu? 26. À mesma dona Ângela é um texto de cunho?

11 ROMANTISMO PROSA 27. Buscando a Cristo é de cunho? 28. Cidade da Bahia é de cunho? 29. O Barroco se desenvolveu em duas regiões. Inicialmente em? Posteriormente em? 30 Qual a razão econômica do seu desenvolvimento na primeira região? 31. Qual o motivo econômico do desenvolvimento na segunda região? 32. Por que o Barroco se desenvolveu mais na Bahia do que em Pernambuco? 33. Poeta que representa o barroco pernambucano? 34. Poeta que representa o barroco baiano? 35. Pe. Vieira escreveu? 36. O barroco possui como base um conflito religioso cujo nome é?

12 16 O Barroco inicia no Brasil no ano de? 17. Com um texto chamado? 18. Cujo autor fora? 19 E o Barroco termina no ano de? 20. Quando surge um texto chamado? 21 Cujo autor é ? 22 Dando início a uma escola literária chamada? 23. Quais são os três principais escritores barrocos? 24. Bento Teixeira escreveu? 25 Gregório de Matos Guerra escreveu? 26. À mesma dona Ângela é um texto de cunho?

13 27. Buscando a Cristo é de cunho? 28. Cidade da Bahia é de cunho? 29. O Barroco se desenvolveu em duas regiões. Inicialmente em? Posteriormente em? 30 Qual a razão econômica do seu desenvolvimento na primeira região? 31. Qual o motivo econômico do desenvolvimento na segunda região? 32. Por que o Barroco se desenvolveu mais na Bahia do que em Pernambuco? 33. Poeta que representa o barroco pernambucano? 34. Poeta que representa o barroco baiano? 35. Pe. Vieira escreveu? 36. O barroco possui como base um conflito religioso cujo nome é?

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17 ROMANTISMO PROSA

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19 TIPOS DE ROMANCE: ROMANCE URBANO OU CITADINO ROMANCE URBANO OU CITADINO ROMANCE INDIANISTA ROMANCE INDIANISTA ROMANCE REGIONALISTA ROMANCE REGIONALISTA ROMANCE HISTÓRICO ROMANCE HISTÓRICO

20 Alencar, indianista: O Guarani, Iracema e Ubirajara Alencar regionalista: Til – São Paulo O Tronco do Ipê – Rio de Janeiro O Sertanejo – Sertão do Ceará O Gaúcho – Rio Grande do Sul

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22 Joaquim Manuel de Macedo: A Moreninha A Moreninha O Moço Loiro O Moço Loiro Bernardo Guimarães: O Seminarista O Seminarista A Escrava Isaura A Escrava Isaura Visconde de Taunay: Inocência Inocência Franklin Távora: O Cabeleira O Cabeleira Manuel Antônio de Almeida: Manuel Antônio de Almeida: Memórias de um Sargento de Milícias. Memórias de um Sargento de Milícias.

23 IRACEMA Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema. Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira. O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.

24 Iracema saiu do banho; o aljôfar d'água ainda a roreja, como a doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste. A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece

25 Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas. Um dia, ao pino do sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.

26 Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se. Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.

27 ESTUDANDO O TEXTO 1 As descrições de Iracema e do guerreiro estranho se fazem por meio de comparações com elementos da natureza. Identifique tais elementos. a)Asa da graúna ( ) voz de Iracema b)Talhe da palmeira ( ) cor das faces c)Favo de jati ( ) agilidade de Iracema d)Baunilha ( ) doçura do sorriso e)Ema selvagem ( ) comprimento do cabelo f)Sabiá-da-mata ( ) cor dos cabelos g)Areias do mar ( ) cor dos olhos h)Azul triste das águas profundas ( ) hálito

28 2 Que gesto de Iracema demonstra a nobreza de seu caráter? 3 O objetivo de José de Alencar, nos seus romances indianistas, foi criar a imagem de uma raça heroica que representasse as origens do brasileiro. De que maneira, neste texto, ele consegue isso? 4 Que fato quebra toda a harmonia da natureza?

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31 Um sarau é o bocado mais delicioso que temos, de telhados abaixo. Em um sarau todo mundo tem que fazer. O diplomata ajusta, com um copo de champanha na mão, os mais intrincados negócios; todos murmuram, e não há quem deixe de ser murmurado. O velho lembra-se dos minuetes e das cantigas de seu tempo, e o moço goza de todo os regalos de sua época; as moças são no sarau como as estrelas no céu; estão no seu elemento:

32 aqui uma, cantando suave cavatina, eleva-se vaidosa nas asas dos aplausos, por entre os quais surde, às vezes, um bravíssimo inopinado, que solta de lá da sala do jogo o parceiro que acaba de ganhar a sua partida no écarté, mesmo na ocasião em que a moça se espicha completamente, desafinando um sustenido; daí a pouco vão as outras, pelos braços de seus pares, se deslizando pela sala e marchando em seu passeio, mais a compasso que qualquer de nossos batalhões da Guarda Nacional, ao mesmo tempo que conversam sempre sobre objetos inocentes que movem olhaduras e risadinhas apreciáveis

33 Outras criticam de uma gorducha vovó, que ensaca nos bolsos meia bandeja de doces que veio para o chá, e que ela levava aos pequenos que, diz, lhe ficaram em casa. Ali vê-se um ataviado dandy que dirige mil finezas a uma senhora idosa, tendo os olhos pregados na sinhá, que senta-se ao lado. Finalmente, no sarau não é essencial ter cabeça nem boca, porque, para alguns, é regra, durante ele, pensar pelos pés e falar pelos olhos Outras criticam de uma gorducha vovó, que ensaca nos bolsos meia bandeja de doces que veio para o chá, e que ela levava aos pequenos que, diz, lhe ficaram em casa. Ali vê-se um ataviado dandy que dirige mil finezas a uma senhora idosa, tendo os olhos pregados na sinhá, que senta-se ao lado. Finalmente, no sarau não é essencial ter cabeça nem boca, porque, para alguns, é regra, durante ele, pensar pelos pés e falar pelos olhos.

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35 Bernardo Guimarães ( ) foi um romancista e poeta brasileiro. "A Escrava Isaura" foi o seu romance mais popular. Estudou Direito em São Paulo. Foi juiz municipal na cidade de Catalão em Goiás. Foi jornalista, professor de latim, francês, retórica e poética. Estreou como poeta com "Cantos da Solidão", mas foi como romancista que seu nome ganhou destaque. Foi considerado o criador do romance sertanejo e regional, ambientado em Minas Gerais e Goiás. De todos os seus romances "O Sertanista é considerado sua melhor obra. É patrono da cadeira nº 5 da Academia Brasileira de Letras.

36 A história se passa nos primeiros anos do reinado de D. Pedro II, inicialmente em uma fazenda em Campos dos Goitacazes (RJ). Isaura, escrava branca e bem-educada, é assediada pelo seu senhor, Leôncio, recém-casado com Malvina. Isaura se recusa a ceder aos apelos de Leôncio, como já fizera, no passado, sua mãe, que, por ter repelido o pai de Leôncio, fora submetida a um tratamento tão cruel que, em pouco tempo, morrera. Para forçá-la a ceder, Leôncio manda Isaura para a senzala, trabalhar com as outras escravas. Sempre resignada, suporta passivamente o seu destino, porém, não cede a Leôncio, afirmando que ele, como proprietário, era senhor de seu corpo, mas não de seu coração: - Não, por certo, meu senhor; o coração é livre; ninguém pode escravizá-lo, nem o próprio dono. Leôncio, enfurecido, ameaça colocá-la no tronco. A história se passa nos primeiros anos do reinado de D. Pedro II, inicialmente em uma fazenda em Campos dos Goitacazes (RJ). Isaura, escrava branca e bem-educada, é assediada pelo seu senhor, Leôncio, recém-casado com Malvina. Isaura se recusa a ceder aos apelos de Leôncio, como já fizera, no passado, sua mãe, que, por ter repelido o pai de Leôncio, fora submetida a um tratamento tão cruel que, em pouco tempo, morrera. Para forçá-la a ceder, Leôncio manda Isaura para a senzala, trabalhar com as outras escravas. Sempre resignada, suporta passivamente o seu destino, porém, não cede a Leôncio, afirmando que ele, como proprietário, era senhor de seu corpo, mas não de seu coração: - Não, por certo, meu senhor; o coração é livre; ninguém pode escravizá-lo, nem o próprio dono. Leôncio, enfurecido, ameaça colocá-la no tronco.

37 No entanto, seu pai, ex-feitor da fazendo, consegue tirá-la de lá e foge com ela para Recife (PE). Em Recife, Isaura usa o nome de Elvira e vive reclusa numa pequena casa com seu pai. Então, conhece Álvaro, por quem se apaixona e é correspondida. Vai a um baile com ele, onde é desmascarada e reconhecida. Álvaro, ainda que surpreso, não se importa com o fato de ela ser uma escrava e resolve impedir que Leôncio a leve de volta, inclusive tentando comprá-la. Mas não consegue convencer o vilão, e este leva Isaura de volta ao cativeiro na fazenda. No entanto, seu pai, ex-feitor da fazendo, consegue tirá-la de lá e foge com ela para Recife (PE). Em Recife, Isaura usa o nome de Elvira e vive reclusa numa pequena casa com seu pai. Então, conhece Álvaro, por quem se apaixona e é correspondida. Vai a um baile com ele, onde é desmascarada e reconhecida. Álvaro, ainda que surpreso, não se importa com o fato de ela ser uma escrava e resolve impedir que Leôncio a leve de volta, inclusive tentando comprá-la. Mas não consegue convencer o vilão, e este leva Isaura de volta ao cativeiro na fazenda.

38 Leôncio está praticamente falido e, com o objetivo de conseguir um empréstimo do pai de Malvina, consegue se reconciliar com a mulher, afirmando que Isaura é quem o assediava. Então, para punir Isaura, Leôncio manda que ela se case com Belchior, jardineiro da fazenda. Entretanto, Álvaro descobre a falência de Leôncio e compra a dívida dos seus credores, tornando- se proprietário de todos os seus bens, inclusive de seus escravos. No dia do casamento de Isaura, antes que se celebrasse a cerimônia, Álvaro aparece e reclama seus direitos a Leôncio. Vendo-se derrotado e na miséria, Leôncio suicida-se. Tudo termina, portanto, com a punição dos culpados e o triunfo dos justos. Leôncio está praticamente falido e, com o objetivo de conseguir um empréstimo do pai de Malvina, consegue se reconciliar com a mulher, afirmando que Isaura é quem o assediava. Então, para punir Isaura, Leôncio manda que ela se case com Belchior, jardineiro da fazenda. Entretanto, Álvaro descobre a falência de Leôncio e compra a dívida dos seus credores, tornando- se proprietário de todos os seus bens, inclusive de seus escravos. No dia do casamento de Isaura, antes que se celebrasse a cerimônia, Álvaro aparece e reclama seus direitos a Leôncio. Vendo-se derrotado e na miséria, Leôncio suicida-se. Tudo termina, portanto, com a punição dos culpados e o triunfo dos justos.


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