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Recursos Físicos na Estética Corporal Prof. Ms. Felipe Lacerda, Ft. Fisioterapeuta Professor Titular do Curso de Fisioterapia,

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1 Recursos Físicos na Estética Corporal Prof. Ms. Felipe Lacerda, Ft. Fisioterapeuta Professor Titular do Curso de Fisioterapia, Nutrição e Educação Física da Universidade Paulista (UNIP) Mestre em Ciências pelo Departamento de Fisiopatologia Experimental da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) Doutorando em Bioengenharia pela Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP) Consultor técnico do SENAC/SP nos cursos de Saúde e Beleza

2 FICHA DE ENTREVISTA E ANAMNESE Data____/____/____Avaliador(a):_________________________ Nome:____________________________________________________idade:______________ Endereço: rua__________________________________, no__________, apto___________ bairro___________________________cidade____________________________ Telefone: residencial_____________________ horário:____________ comercial______________________horário:____________ celular________________________ CARACTERÍSTICAS PESSOAIS E HÁBITOS DE VIDA Sexo feminino masculino Raça branca amarela negra Já passou pela Menopausa? sim não Faz Reposição Hormonal? não sim Esta Grávida? não sim Usa Anticoncepcionais? não sim Posição em que trabalha sentada em pé andando Período de Trabalho 8h/dia ou menos 8 a 12h/dia mais de 12h/dia Período de Sono 8 a 10 horas/dia mais de 10h menos de 8h Caminha ao longo do dia? muito pouco não Pratica Atividade Física? Regularmente Esporadicamente Dificilmente Se pratica: Atividade Aeróbica(caminhada / ginástica / natação / hidro) Atividade Anaeróbica (musculação)

3 Pratica Atividades de Lazer? Diariamente Finais de Semana Nunca É fumante? não sim(-1 maço) sim (+1maço) É etilista? não Socialmente sim Alimentação Hipercalórica Hiperglicídica Hiperlipídica Hipersódica Ingestão diária de Água Nenhuma Menos q 8 copos Mais q 8 copos Funcionamento Intestinal Diariamente Ocasionalmente Uso de laxantes Tem Diabetes? não sim Tem Hipo/Hipertireoidismo? não sim Tem Ovário Policístico? não sim Possui Marcapasso? não sim Tem Epilepsia? não sim Intervenções cirúrgicas? não sim Quais (tipo / data / complicações)? _____________________________________________ _________________________________________________________________________ Uso atual de medicação (citar posologia): _________________________________________ _________________________________________________________________________ Data da próxima menstruação: ____/____/____

4 Altura: _______mPeso: _______KgIMC: ________ / IMC = peso (kg) / altura (m) CATEGORIAIMC Abaixo do pesoAbaixo de 18,5 Peso normal18,5 – 24,9 Sobrepeso25,0 – 29,9 Obesidade Grau I30,0 – 34,9 Obesidade Grau II35,0 – 39,9 Obesidade Grau IIIAcima de 40,0 Categoria: Abaixo do peso Normal Sobrepeso Obesidade grau__ Biotipo: Misto Andróide Ginóide Pletórico

5 EXAME FÍSICO Localização da celulite Forma Clínica Grau I Grau II Grau III Associação Dor Porção superior interna coxa esq. __________ _________ Porção superior externa coxa esq. __________ _________ Porção interna joelho esq. __________ _________ Porção superior interna coxa dir. __________ _________ Porção superior externa coxa dir. __________ _________ Porção interna joelho dir. __________ _________ Centro Abdome __________ _________ Lado esquerdo Abdome __________ _________ Lado direito Abdome __________ _________ Glúteo esquerdo __________ _________ Glúteo direito __________ _________ Porção supero-anterior braço esq. __________ _________ Porção supero-posterior braço esq. __________ _________ Porção supero-anterior braço dir. __________ _________ Porção supero-posterior braço dir. __________ _________ ___________________ __________ _________

6 Distúrbios Associados VASCULARES TelangectasiasLocalização:___________________________________________ VarizesLocalização:___________________________________________ LinfedemaLocalização:_______________________________________ ParestesiasLocalização:_______________________________________ Sensação de PesoLocalização:_______________________________________ EquimosesLocalização:_______________________________________ ORTOPÉDICOS / POSTURAIS Hiperlordose lombar Hipercifose torácica DERMATOLOGICOS EstriasLocalização:_______________________________________ ManchasLocalização:_______________________________________

7 Medidas de circunferências – PERIMETRIA Cintura_______ Abdome_______ Quadril_______ Lado D Lado E Coxa proximal_______ _______ Coxa intermédia_______ _______ Coxa distal_______ _______ Joelho_______ _______ Panturrilha_______ _______ Tornozelo_______ _______ Braço_______ _______ Antebraço_______ _______ Pulso_______ _______

8 ULTRA-SOM TERAPÊUTICO Recurso terapêutico que se caracteriza pela produção de vibrações mecânicas acústicas de alta freqüência que se propagam através dos tecidos biológicos.

9 EFEITOS BIOFÍSICOS MECÂNICOSTÉRMICO

10 EFEITOS MECÂNICOS CAVITAÇÃO CORRENTES ACÚSTICAS ONDAS ESTACIONÁRIAS MICROMASSAGEM

11 EFEITOS FISIOLÓGICOS NAS DISFUNÇÕES ESTÉTICAS Na lipodistrofia localizada (gordura localizada): tecido adiposo baixa quantidade de proteína estrutural estrutural baixa absorção de ultra-som baixa absorção de ultra-som baixa efetividade !!! baixa efetividade !!! CARSTENSEN, E.L.; LI, K.; SCHWAN, H.P. Determination of the acoustic properties of blood and its components. J. Acoust. Soc. Am., 25:286, 1953.

12 SONOFORESE Técnica baseada na aplicação do ultra-som terapêutico para aumentar a penetração de princípios ativos através da pele e dos tecidos subcutâneos.

13 FIBRO EDEMA GELÓIDE Desordem localizada que afeta o tecido dérmico e subcutâneo (pele e tela subcutânea), com alterações vasculares e lipodistrofia, com resposta esclerosante que resulta no inestético aspecto macroscópico.

14 FIBRO EDEMA GELÓIDE FATORES ETIOLÓGICOS FATORES PREDISPONENTES Hereditariedade Hereditariedade Predisposição genética Predisposição genética Raça (branca > amarela > negra) Raça (branca > amarela > negra) Sexo (mulheres hormônios estrógenos retenção hídrica) Sexo (mulheres hormônios estrógenos retenção hídrica) Desequilíbrio Hormonal ( estrógenos) Desequilíbrio Hormonal ( estrógenos) Idade ??? Idade ???

15 FIBRO EDEMA GELÓIDE FATORES ETIOLÓGICOS FATORES DETERMINANTES Stress Stress Tabagismo Tabagismo Sedentarismo Sedentarismo Desequilíbrios glandulares e metabólicos (Estrógenos / T3 e T4 / Diabetes / Síndrome do Ovário Policistico) Desequilíbrios glandulares e metabólicos (Estrógenos / T3 e T4 / Diabetes / Síndrome do Ovário Policistico) Alimentação desbalanceada (hipercalórica, hiperglicídica, hiperlipídica, hipersódica, além de hipervitaminose e baixa ingestão de água). Alimentação desbalanceada (hipercalórica, hiperglicídica, hiperlipídica, hipersódica, além de hipervitaminose e baixa ingestão de água). Gravidez Gravidez Medicamentos (principalmente Anticoncepcionais e Corticóides) Medicamentos (principalmente Anticoncepcionais e Corticóides) Disfunção Hepática Disfunção Hepática Disfunção Renal Disfunção Renal Constipação intestinal Constipação intestinal Infecções abdominais Infecções abdominais

16 FIBRO EDEMA GELÓIDE FATORES ETIOLÓGICOS FATORES CONDICIONANTES Varizes Varizes Distúrbios posturais hiperlordose Distúrbios posturais hiperlordose

17 FIBRO EDEMA GELÓIDE FISIOPATOLOGIA ESTAGIO 1 – EDEMA Mau funcionamento do sistema circulatório Mau funcionamento do sistema circulatório Alteração do esfíncter arteriolar pré-capilar Alteração do esfíncter arteriolar pré-capilar Êxtase capilar Êxtase capilar Aumento da permeabilidade capilar Aumento da permeabilidade capilar Extravasamento de soro para o espaço intersticial do tec conj subcutâneo Extravasamento de soro para o espaço intersticial do tec conj subcutâneo EDEMA INTERSTICIAL LOCALIZADO EDEMA INTERSTICIAL LOCALIZADO Hiperpolimerização da substância fund intersticial (glicosaminoglicanas) Hiperpolimerização da substância fund intersticial (glicosaminoglicanas) Aumento da pressão osmótica e oncótica intersticial Aumento da pressão osmótica e oncótica intersticial Acúmulo de mais líquido no interstício Acúmulo de mais líquido no interstício Compressão vascular e nervosa telangectasias e dor Compressão vascular e nervosa telangectasias e dor Acentua o extravasamento de líquido para o interstício circulo vicioso Acentua o extravasamento de líquido para o interstício circulo vicioso

18 FIBRO EDEMA GELÓIDE FISIOPATOLOGIA ESTAGIO 2 – FIBROSE Edema intersticial Edema intersticial Compressão e estase vascular Compressão e estase vascular Dificuldade nas trocas metabólicas células/vasos Dificuldade nas trocas metabólicas células/vasos Déficit na retirada de detritos metabólicos Déficit na retirada de detritos metabólicos Irritação das fibras de colágeno Irritação das fibras de colágeno Resposta do tecido conjuntivo com espessamento e proliferação dessas fibras Resposta do tecido conjuntivo com espessamento e proliferação dessas fibras FIBROSE FIBROSE Disposição em arranjos capsulares em torno de grupos de adipócitos lacerados Disposição em arranjos capsulares em torno de grupos de adipócitos lacerados Micronódulos aspecto de grão de arroz Micronódulos aspecto de grão de arroz

19 FIBRO EDEMA GELÓIDE FISIOPATOLOGIA ESTAGIO 3 – RETRAÇÃO ESCLERÓTICA Esclerose das fibras de colágeno Esclerose das fibras de colágeno Tracionamento da superfície da pele Tracionamento da superfície da pele RETRAÇÃO ESCLERÓTICA RETRAÇÃO ESCLERÓTICA Aglomeração de micronódulos macronódulos Aglomeração de micronódulos macronódulos Compressão de vasos e nervos circulo vicioso Compressão de vasos e nervos circulo vicioso

20 EFEITOS FISIOLÓGICOS NAS DISFUNÇÕES ESTÉTICAS No fibro-edema gelóide (celulite): Efeitos secundários à ação coloidoquímica. Efeitos secundários à ação coloidoquímica. Efeitos secundários à cavitação. Efeitos secundários à cavitação. Efeitos secundários à neovascularização. Efeitos secundários à neovascularização.

21 Ação Coloidoquímica É a propriedade que o ultra-som tem de solubilizar um gel.

22 Ação Coloidoquímica Diminuição da hiperpolimerização da substância fundamental intersticial; Diminuição da hiperpolimerização da substância fundamental intersticial; Inibição do extravasamento de serum para o meio extravascular; Inibição do extravasamento de serum para o meio extravascular; Diminuição do edema intersticial; Diminuição do edema intersticial; Diminuição da compressão vascular; Diminuição da compressão vascular; Ativação da circulação; Ativação da circulação; Remoção dos detritos metabólicos que irritam o tecido conjuntivo minimizando o processo de fibrose. Remoção dos detritos metabólicos que irritam o tecido conjuntivo minimizando o processo de fibrose.

23 Cavitação É a propriedade que a vibração ultra-sonora tem de formar pequenas bolhas gasosas nos líquidos biológicos.

24 Cavitação Ação fibrinolítica rearranjo e modulação da deposição de fibras de colágeno no tecido conjuntivo subcutâneo.

25 Neovascularização É a formação de novos vasos sanguíneos nos tecidos biológicos.

26 Neovascularização Aumento da circulação local Favorece a nutrição tecidual e otimiza as trocas metabólicas (retirada dos detritos metabólicos irritantes) Reduzindo assim o processo de fibrose.

27 Parâmetros Ideais de Utilização Freqüência de emissão do ultra-som Freqüência de emissão do ultra-som Modo de emissão do ultra-som Modo de emissão do ultra-som Intensidade do ultra-som Intensidade do ultra-som Tempo de aplicação Tempo de aplicação

28 Freqüência de Emissão 1 MHz penetra profundamente nos tecidos biológicos (até 6,5 cm de profundidade); 3 MHz penetra através da pele e tecido adiposo subcutâneo (cerca de 2,5 cm de profundidade); 5 MHz penetra apenas através da pele (menos de 1 cm de profundidade).

29 Modo de Emissão PULSADA não produz aquecimento dos tecidos biológicos, apenas vibração. Emissão indicada para o pós cirúrgico imediato e afecções inflamatórias agudas; PULSADA não produz aquecimento dos tecidos biológicos, apenas vibração. Emissão indicada para o pós cirúrgico imediato e afecções inflamatórias agudas; CONTÍNUA produz aquecimento dos tecidos biológicos. Este efeito biofísico favorece o tratamento da celulite. CONTÍNUA produz aquecimento dos tecidos biológicos. Este efeito biofísico favorece o tratamento da celulite.

30 Intensidade do ultra-som De 0,3 a 0,5 W/cm ² (atinge cerca de 2 cm de profundidade) Intensidades excessivas cavitação instável Efeito deletério nos tecidos conjuntivo, muscular e ósseo.

31 Tempo de Aplicação Delimitar a área de tratamento punho fechado 6 minutos de aplicação

32 Técnica de Aplicação Meio de Acoplamento gel aquoso Meio de Acoplamento gel aquoso Movimentoscirculares Movimentoscircularesconstanteslentosrítmicos com suave pressão

33 Protocolo de tratamento No mínimo 2 sessões semanais. No mínimo 2 sessões semanais. Reavaliação de conduta após 1 mês. Reavaliação de conduta após 1 mês. Reavaliação do quadro-clínico após 2 meses. Reavaliação do quadro-clínico após 2 meses.

34 Cuidados e Contra-Indicações Sobre o tórax de cardiopatas ou portadores de Sobre o tórax de cardiopatas ou portadores de marcapasso cardíaco; Sobre o abdome de gestantes; Sobre o abdome de gestantes; Sobre as gônadas (ovários e testículos); Sobre as gônadas (ovários e testículos); Sobre os olhos; Sobre os olhos; Sobre epífises de crescimento em crianças e jovens; Sobre epífises de crescimento em crianças e jovens; Sobre regiões corporais previamente expostas a radiação; Sobre regiões corporais previamente expostas a radiação;

35 Cuidados e Contra-Indicações Pacientes com hemofilia não-controlada; Pacientes com hemofilia não-controlada; Pacientes portadores de tumores malignos; Pacientes portadores de tumores malignos; Pacientes com processos infecciosos; Pacientes com processos infecciosos; Sobre áreas com distúrbios vasculares periféricos, como trombose venosa profunda (TVP) ou aterosclerose severa; Sobre áreas com distúrbios vasculares periféricos, como trombose venosa profunda (TVP) ou aterosclerose severa; Sobre a pele com lesão cutânea ou irritações; Sobre a pele com lesão cutânea ou irritações; Sobre a pele anestésica (sem sensibilidade). Sobre a pele anestésica (sem sensibilidade).

36 Endermoterapia

37 Introdução Método de tratamento que utiliza equipamentos que produzem aspiração (sucção), acrescidos de uma mobilização tecidual efetuada por rolos motorizados localizados no cabeçote.

38 Origem da técnica O método de origem francesa também denominadopalper roller (palpar - rolar) produz uma mobilização profunda da pele (tecido tegumentar), permitindo um aumento na circulação sanguínea superficial e conseqüente hiperemia.

39 Indicações terapêuticas No tratamento da lipodistrofia localizada (gordura localizada) esse recurso apresenta grande valia por ser um destruidor do tecido adiposo uma vez que favorece a lise adipocitária a nível da membrana celular.

40 Indicações terapêuticas Não é comprovada sua eficiência no tratamento primário da LDG uma vez que a facilitação da drenagem se dá por um aumento da pressão positiva no tecido (como a realizada na drenagem linfática manual) e o vácuo promove uma pressão negativa.

41 Indicações terapêuticas Por outro lado, essa técnica pode ser útil para tratar as aderências teciduais decorrentes da fibrose e retração esclerótica que ocorrem na LDG. Para tanto, as manobras devem ser executadas no sentido das fibras musculares e linhas de tensão da pele, a fim de se evitar a flacidez tecidual. Para tanto, as manobras devem ser executadas no sentido das fibras musculares e linhas de tensão da pele, a fim de se evitar a flacidez tecidual.

42 Parâmetros de Utilização PRESSÃO DE SUCÇÃO – 80mbar (64 mmHg) PRESSÃO DE SUCÇÃO – 80mbar (64 mmHg) TEMPO DE APLICAÇÃO – 15 minutos em cada segmento TEMPO DE APLICAÇÃO – 15 minutos em cada segmento FREQÜÊNCIA DO TRATAMENTO – 3 vezes por semana FREQÜÊNCIA DO TRATAMENTO – 3 vezes por semana DURAÇÃO DO TRATAMENTO – 6 a 8 semanas DURAÇÃO DO TRATAMENTO – 6 a 8 semanas

43 Técnica de Aplicação 1. Vestir a malha de tecido no segmento a ser tratado; 2. Escolher o cabeçote que melhor se adapte a região a ser tratada; 3. Ligar o equipamento a rede elétrica; 4. Ajustar a pressão do vácuo no display do equipamento; 5. Deslizar o cabeçote de tratamento sobre a malha, deslocando-se sempre no sentido da circulação linfática do membro em questão; 6. Respeitar o tempo de tratamento estabelecido; 7. Desligar o equipamento ao final da aplicação;

44 Cuidados na Aplicação Valores de pressão de sucção muito altos podem causar micro-hemorragias e flacidez tecidual !!! Valores de pressão de sucção muito altos podem causar micro-hemorragias e flacidez tecidual !!! Nunca se deve utilizar sucção em regiões onde exista fragilidade capilar, lesões ou afecções de pele, telangectasias ou microvarizes. Nunca se deve utilizar sucção em regiões onde exista fragilidade capilar, lesões ou afecções de pele, telangectasias ou microvarizes.

45 Fototerapia aplicada à Estética

46 Laser de baixa potência

47 Breve histórico LASER Light Amplication by Stimulated Emission of Radiation Amplificação da Luz por Emissão Estimulada da Radiação. LASER Light Amplication by Stimulated Emission of Radiation Amplificação da Luz por Emissão Estimulada da Radiação. Albert Einstein (1916) postulou a emissão estimulada. Albert Einstein (1916) postulou a emissão estimulada. Townes, Gordon e Ziegher (1950) MASER. Townes, Gordon e Ziegher (1950) MASER. Theodore Maiman (1960) laser de rubi. Theodore Maiman (1960) laser de rubi.

48 EMISSÃO ESTIMULADA DE RADIAÇÃO

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50 Como foi feito o 1º laser (laser de rubi)

51 Quais as diferenças de um laser para a luz comum ? Monocromaticidade Monocromaticidade Colimação Colimação Coerência Coerência

52 Coerência temporal e espacial do laser

53 Quais são os LASERs utilizados em Estética ? Laser de baixa potência Laser de baixa potência Laser de gases (He-Ne) Laser de gases (He-Ne) 632,8 nm 632,8 nm Laser de diodo (As-Ga) Laser de diodo (As-Ga) 658 nm 658 nm 670 nm 670 nm 830 nm 830 nm 904 nm 904 nm

54 Efeito biomodulatório Influência sobre as funções celulares estimulação ou inibição das atividades bioquímicas, fisiológicas ou proliferativas; Influência sobre as funções celulares estimulação ou inibição das atividades bioquímicas, fisiológicas ou proliferativas; Inibição fotodestruição de citocromos da cadeia respiratória; Inibição fotodestruição de citocromos da cadeia respiratória; Estimulação de baixo nível modulação das atividades celulares; Estimulação de baixo nível modulação das atividades celulares; Lei de Arndt-Schultz. Lei de Arndt-Schultz.

55 LEI DE ARNDT-SCHULTZ

56 Efeitos a curto prazo Fotoestimulação da taxa respiratória. Fotoestimulação da taxa respiratória. Aumento da síntese de ATP. Aumento da síntese de ATP.

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58 Efeitos a longo prazo Aumento da mitose celular. Aumento da mitose celular. Efeito analgésico. Efeito analgésico. Efeito anti-inflamatório. Efeito anti-inflamatório. Efeito anti-edematoso. Efeito anti-edematoso.

59 Qual LASER devemos utilizar? Utilizamos preferencialmente: Utilizamos preferencialmente: Lasers visíveis tecidos vermelhos e mais superficiais. Lasers visíveis tecidos vermelhos e mais superficiais. Lasers infravermelhos tecidos brancos ou translúcidos e mais profundos. Lasers infravermelhos tecidos brancos ou translúcidos e mais profundos.

60 Técnicas de utilização Pontual. Pontual. Pontual tipo borda. Pontual tipo borda. Varredura. Varredura. Zonal. Zonal.

61 Técnica Pontual Sempre que possível, devemos utilizar esta técnica; Sempre que possível, devemos utilizar esta técnica; Razões: Razões: Maximização da densidade de potência / irradiância (Lei do quadrado inverso); Maximização da densidade de potência / irradiância (Lei do quadrado inverso); reflexão; reflexão; atenuação do feixe oferecendo maior quantidade de energia ao tecido (hemoglobinas). atenuação do feixe oferecendo maior quantidade de energia ao tecido (hemoglobinas).

62 Técnica pontual – por contato

63 Tecnica Pontual: tipo borda Pacientes que apresentem feridas abertas; Pacientes que apresentem feridas abertas; Impossibilidade de contato da ponteira da probe com o tecido infecção e desconforto (dor) Impossibilidade de contato da ponteira da probe com o tecido infecção e desconforto (dor)

64 Dosimetria Efeito analgésico 2-4 J/cm 2 Efeito analgésico 2-4 J/cm 2 Efeito antiinflamatório Efeito antiinflamatório Agudo 1-3 J/cm 2 Agudo 1-3 J/cm 2 Subagudo 3-4 J/cm 2 Subagudo 3-4 J/cm 2 Crônico 5-7 J/cm 2 Crônico 5-7 J/cm 2 Efeito cicatrizante 3-6 J/cm 2 Efeito cicatrizante 3-6 J/cm 2 Efeito circulatório 1-3 J/cm 2 Efeito circulatório 1-3 J/cm 2

65 Variações na dose Pele; Pele; Nutrição; Nutrição; Hidratação; Hidratação; Idade; Idade; Sedentarismo. Sedentarismo. Tempo limite: 45 minutos. Tempo limite: 45 minutos. Intercalar dias de tratamento. Intercalar dias de tratamento. Resultados a partir da 5ª ou 6ª sessões. Resultados a partir da 5ª ou 6ª sessões.

66 Cuidados (Segundo Baxter) Áreas hipoestésicas; Áreas hipoestésicas; Tecidos infectados; Tecidos infectados; Epífises de crescimento; Epífises de crescimento; Tratamentos sobre o n. vago, gg. simpáticos e sobre a região cardíaca; Tratamentos sobre o n. vago, gg. simpáticos e sobre a região cardíaca; Sobre as gônadas; Sobre as gônadas; Sobre áreas fotossensíveis; Sobre áreas fotossensíveis; Pacientes com dificuldades cognitivas. Pacientes com dificuldades cognitivas.

67 Contra-indicações Tratamento direto sobre os olhos; Tratamento direto sobre os olhos; Irradiação sobre o útero gravídico; Irradiação sobre o útero gravídico; Tecidos neoplásicos; Tecidos neoplásicos; Áreas hemorrágicas; Áreas hemorrágicas;

68 Eletroterapia aplicada à Estética

69 Caracterização das correntes terapêuticas DESIGNAÇÕES CONTEMPORÂNEAS PARA CORRENTES ELETROTERAPÊUTICAS Corrente contínua Corrente contínua Corrente alternada Corrente alternada Corrente pulsada Corrente pulsada

70 Caracterização das correntes terapêuticas DESIGNAÇÕES CONTEMPORÂNEAS PARA CORRENTES ELETROTERAPÊUTICAS Corrente Contínua fluxo unidirec. contínuo de partículas carregadas produzido por uma voltagem de magnitude fixa aplicada a um condutor com uma resistência fixa. Corrente Contínua fluxo unidirec. contínuo de partículas carregadas produzido por uma voltagem de magnitude fixa aplicada a um condutor com uma resistência fixa. A migração de íons ou part carregadas quando expostas a uma FEM Eletroforese base da Iontoforese. Corrente Alternada fluxo bidirecional contínuo de partículas carregadas produzido por uma voltagem aplicada que oscila em magnitude e cuja polaridade é periodicamente invertida. Corrente Alternada fluxo bidirecional contínuo de partículas carregadas produzido por uma voltagem aplicada que oscila em magnitude e cuja polaridade é periodicamente invertida.

71 Caracterização das correntes terapêuticas DESIGNAÇÕES CONTEMPORÂNEAS PARA CORRENTES ELETROTERAPÊUTICAS Corrente Pulsada fluxo uni ou bidirecional de part carregadas que periodicamente param por um período finito de tempo. Corrente Pulsada fluxo uni ou bidirecional de part carregadas que periodicamente param por um período finito de tempo. Fluxo unidirec interrompido corrente pulsada monofásica. Fluxo bidirec interrompido corrente pulsada bifásica.

72 Quais são as correntes elétricas terapêuticas encontradas no Brasil? - Galvânica- FES - Farádica- Interferencial - Diadinâmicas- Russa - Ultra excitante- Alta voltagem - TENS- Microcorrentes

73 Corrente Galvânica 1786: Luigi Galvani contração das patas de uma rã; 1786: Luigi Galvani contração das patas de uma rã; Corrente galvânica corrente elétrica polarizada: Corrente galvânica corrente elétrica polarizada: Determina fluxo de cargas elétricas em uma única direção; Eletrodos apresentam polaridade definida: Eletrodo vermelho é o positivo; Eletrodo preto é o negativo; 1900 a 1912: Leduc descreveu a introdução de íons no organismo através da aplicação da corrente galvânica Iontoforese a 1912: Leduc descreveu a introdução de íons no organismo através da aplicação da corrente galvânica Iontoforese.

74 Iontoforese É o uso da corrente contínua para aumentar a administração transcutânea de substâncias ionizáveis.

75 Mecanismo de Ação Tecidos biológicos água e íons. Tecidos biológicos água e íons. Íons são partículas eletricamente carregadas: positivamente íons positivos cátions. positivamente íons positivos cátions. negativamente íons negativos ânions. negativamente íons negativos ânions.

76 Mecanismo de Ação A aplicação de corrente polarizada (corrente galvânica) nos tecidos biológicos determina o fluxo desses íons em direção aos eletrodos de polaridade oposta. Portanto: Íons positivos serão atraídos para o pólo negativo e repelidos do pólo positivo. Íons positivos serão atraídos para o pólo negativo e repelidos do pólo positivo. Íons negativos serão atraídos para o pólo positivo e repelidos do pólo negativo. Íons negativos serão atraídos para o pólo positivo e repelidos do pólo negativo.

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78 Mecanismo de Ação Corrente Galvânica promove a dissociação das moléculas dos princípios ativos em íons. Soluções específicas para iontoforese contém princípios ativos que dissociam-se em íons quando submetidos a aplicação da corrente galvânica.

79 Descrição da Técnica Identificação da polaridade do princípio ativo: Substâncias positivas são colocadas sob o eletrodo positivo (vermelho); Substâncias positivas são colocadas sob o eletrodo positivo (vermelho); Substâncias negativas são colocadas sob o eletrodo negativo (preto); Substâncias negativas são colocadas sob o eletrodo negativo (preto);

80 Equipamento com dispositivo seletor de polaridade: Eletrodo ativo é aquele que será colocado com a substância ativa sobre o local a ser tratado; Eletrodo ativo é aquele que será colocado com a substância ativa sobre o local a ser tratado; Eletrodo dispersivo é aquele que será posicionado em uma superfície corporal oposta ao eletrodo ativo. Eletrodo dispersivo é aquele que será posicionado em uma superfície corporal oposta ao eletrodo ativo. Selecionar a polaridade do eletrodo ativo de acordo com a polaridade da substância que se quer penetrar: Se a substância for positiva atribuir polaridade positiva ao eletrodo ativo; Se a substância for positiva atribuir polaridade positiva ao eletrodo ativo; Se a substância for negativa atribuir polaridade negativa ao eletrodo ativo. Se a substância for negativa atribuir polaridade negativa ao eletrodo ativo. Descrição da Técnica

81 Tipos de Eletrodos Placas metálicas envolvidas por uma borda protetora de borracha (maior durabilidade e melhor condução de correntes polarizadas); Placas metálicas envolvidas por uma borda protetora de borracha (maior durabilidade e melhor condução de correntes polarizadas); Dispositivos de borracha (maior segurança e adaptabilidade ao corpo); Dispositivos de borracha (maior segurança e adaptabilidade ao corpo); Rolete metálico (eletrodo ativo) e haste metálica (eletrodo dispersivo). Rolete metálico (eletrodo ativo) e haste metálica (eletrodo dispersivo).

82 Colocação dos Eletrodos Eletrodos de placa metálica ou de borracha: embeber o anteparo (esponja) na solução ionica e, sobre uma gaze, posicionar na região a ser tratada; Eletrodos de placa metálica ou de borracha: embeber o anteparo (esponja) na solução ionica e, sobre uma gaze, posicionar na região a ser tratada; Eletrodos de rolo e haste metálica: a cliente segura a haste metálica em uma das mãos (eletrodo dispersivo). Usar o rolete metálico (eletrodo ativo) para ionizar o produto sobre a região; Eletrodos de rolo e haste metálica: a cliente segura a haste metálica em uma das mãos (eletrodo dispersivo). Usar o rolete metálico (eletrodo ativo) para ionizar o produto sobre a região; Selecionar a polaridade do eletrodo ativo (rolo metálico) na chave seletora do painel do aparelho.

83 Precauções prévias ato tratamento Friccionar previamente a região a ser tratada com algodão embebido em água e sabão para higienizar a pele. Atenção: Nunca utilizar soluções ionicas diferentes sob o mesmo eletrodo, mesmo que elas contenham principios ativos de mesma polaridade. A repulsão mútua entre os princípios ativos pode diminuir a penetração desejada.

84 Efeitos fisiológicos da corrente galvânica Iontoforese; Iontoforese; Vasodilatação periférica, e conseqüentemente: Vasodilatação periférica, e conseqüentemente: Aumento do fluxo sanguíneo; Aumento do fluxo sanguíneo; Melhor nutrição tecidual; Melhor nutrição tecidual; Redução da estase circulatória; Redução da estase circulatória; Favorecimento da reabsorção do edema intersticial. Favorecimento da reabsorção do edema intersticial.

85 Protocolo para Iotoforese Higienizar a pele; Higienizar a pele; Preparar e fixar os eletrodos à região; Preparar e fixar os eletrodos à região; Selecionar a polaridade do eletrodo ativo (se for o caso); Selecionar a polaridade do eletrodo ativo (se for o caso); Ligar o aparelho e aumentar lentamente a intensidade até o valor pré-estabelecido (mA); Ligar o aparelho e aumentar lentamente a intensidade até o valor pré-estabelecido (mA); Obedecer rigorosamente a intensidade e o tempo de tratamento prescritos; Obedecer rigorosamente a intensidade e o tempo de tratamento prescritos; Desligar o aparelho e remover os eletrodos. Desligar o aparelho e remover os eletrodos.

86 Parâmetros de Utilização CORRENTE DE ESCOLHA – corrente galvânica. CORRENTE DE ESCOLHA – corrente galvânica. INTENSIDADE – 0,1 mA para cada cm² de área do eletrodo ativo. INTENSIDADE – 0,1 mA para cada cm² de área do eletrodo ativo. Os valores ideais de intensidade variam de 2 a 4 mA. Jamais exceder 5 mA !!!. Exemplo: eletrodo ativo de 8 cm x 5 cm área de 40 cm 2 40 X 0,1 = 4 mA de intensidade. TEMPO DE APLICAÇÃO – 20 a 40 minutos. TEMPO DE APLICAÇÃO – 20 a 40 minutos. O tempo de aplicação deve ser inversamente proporcional a intensidade selecionada. DISPOSIÇÃO DOS ELETRODOS – contra-planares (sanduíche) DISPOSIÇÃO DOS ELETRODOS – contra-planares (sanduíche) Colocação dos eletrodos em superfícies opostas de uma mesma estrutura corporal.

87 Possíveis reações da pele pós-iontoforese Prurido e hiperemia Ocorrem devido às alterações no pH da pele submetida a aplicação de corrente polarizada.

88 Riscos da Iontoforese Queimadura Física: causada pelo contato direto do eletrodo de placa metálica com a pele da cliente. Queimadura Física: causada pelo contato direto do eletrodo de placa metálica com a pele da cliente. Queimadura Química: causada por doses excessivas de corrente (excesso de intensidade ou tempo de tratamento muito prolongado). Queimadura Química: causada por doses excessivas de corrente (excesso de intensidade ou tempo de tratamento muito prolongado). Evite Queimaduras !!! Verifique constantemente: O estado de conservação dos eletrodos e fios; O estado de conservação dos eletrodos e fios; A perfeita higiene e integridade da esponja de anteparo; A perfeita higiene e integridade da esponja de anteparo; Nunca exceda a intensidade de 5 mA; Nunca exceda a intensidade de 5 mA; Nunca exceda o tempo de 40 minutos. Nunca exceda o tempo de 40 minutos.

89 Medicações primárias administradas por Iontoforese Ativos farmacológicos com ação despolimerizante (Enzimas de Difusão) Mucopolissacaridase (Thiomucase ® ) Hialuronidase (Hyalozima ® )

90 Precauções e Contra-indicações Comuns a todas as correntes elétricas utilizadas terapeuticamente: Sobre o tórax de cardiopatas ou portadores de marcapasso cardíaco; Sobre o tórax de cardiopatas ou portadores de marcapasso cardíaco; Sobre o abdome de gestantes; Sobre o abdome de gestantes; Sobre regiões com implantes metálicos (pinos, placas, fios, próteses); Sobre regiões com implantes metálicos (pinos, placas, fios, próteses); Epilépticos; Epilépticos;

91 Tumores malignos; Tumores malignos; Processos infecciosos; Processos infecciosos; Sobre áreas com distúrbios vasculares periféricos (TVP, tromboflebite ou aterosclerose severa); Sobre áreas com distúrbios vasculares periféricos (TVP, tromboflebite ou aterosclerose severa); Sobre irritações ou afecções de pele e na presença de lesão cutânea no local; Sobre irritações ou afecções de pele e na presença de lesão cutânea no local; Sobre pele anestésica (sem sensibilidade); Sobre pele anestésica (sem sensibilidade); Pós imediato de depilação ou bronzeamento. Pós imediato de depilação ou bronzeamento. Precauções e Contra-indicações

92 Cuidados Especiais Cuidado com o contato físico entre as placas; Cuidado com o contato físico entre as placas; Explique para a cliente a sensação Explique para a cliente a sensação promovida pela corrente elétrica; Atente sempre para a conservação do aparelho: limpeza, fiose plugs em perfeito estado, eletrodos íntegros; Atente sempre para a conservação do aparelho: limpeza, fiose plugs em perfeito estado, eletrodos íntegros; Higiene absoluta e cosntante de todos os componentes; Higiene absoluta e cosntante de todos os componentes; Nunca utilize equipamentos eletrônicos se não Nunca utilize equipamentos eletrônicos se não estiver absolutamente segura.

93 Eletrolipólise

94 Eletrolipólise (Eletrolipoforese) Origem da técnica No início da década de 80, na França, um grupo de médicos especializados em medicina estética e acupuntura começou a utilizar correntes elétricas polarizadas mistas para o tratamento da lipodistrofia localizada e da celulite em seus diversos graus de acometimento.

95 Definição A técnica originalmente consiste na aplicação de vários pares de agulhas finas (0,3 mm) e longas (5 a 15 cm) no tecido adiposo, ligadas a correntes elétricas polarizadas de baixa intensidade, criando um campo elétrico entre as agulhas. Por promover efeitos sistêmicos esse procedimento é considerado de uso médico.

96 Definição Esta técnica causou revolução nos tratamentos estéticos, sendo que, no início da década de 90, começaram a ser aplicadas as mesmas formas de correntes elétricas polarizadas de baixa intensidade sem a utilização de agulhas para que profissionais da área de estética e fisioterapia pudessem usufruir de tal recurso. A técnica seria então aplicada através de tiras de silicone condutor, produzindo resultados um pouco mais demorados, porém, satisfatórios.

97 Mecanismo de Ação As correntes elétricas polarizadas de baixa intensidade e grande largura de pulso atingem a curva de estimulação do Sistema Nervoso Autônomo Simpático (SNAS), estimulando a liberação de catecolaminas (adrenalina). Dessa forma, a lipólise da gordura central ocorre pela estimulação de receptores β-adrenérgicos.

98 Técnica de Aplicação As correntes eletroterapêuticas atuam por área de saturação, ou seja, sua atuação ocorre entre os eletrodos positivo e negativo. A aplicação realizada através de tiras de silicone condutor é conhecida como TÉCNICA EPICUTÂNEA. Os eletrodos devem ser posicionados sobre a pele, paralelos entre si, com uma distância de 4 a 5 cm entre uma tira e outra (positiva e negativa).

99 Formas das Correntes Elétricas A – RETANGULAR AGUDA utilizada com freqüência de 50 Hz, atua nas camadas epidérmica e dérmica, baixando a impedância da pele. B – RETANGULAR AMPLA utilizada com freqüência de 20 ou 30 Hz, atua na camada dérmica, promovendo vasodilatação superficial, aumentando assim a circulação sanguínea no local, beneficiando o intercâmbio metabólico celular.

100 Formas das Correntes Elétricas C – TRAPEZOIDAL AGUDA utilizada com freqüência de 20 ou 30 Hz, atua a nível hipodérmico, agindo diretamente no tecido adiposo, promovendo a dissociação dos adipócitos. D – TRAPEZOIDAL AMPLA utilizada com freqüência de 5 ou 10 Hz, atua no tecido muscular, incrementando o metabolismo das fibras musculares (trofismo).

101 Protocolos de Estimulação LIPODISTROFIA LOCALIZADA 1 – onda A – freqüência de 50 Hz por 10 minutos. 2 – onda B – freqüência de 20 Hz por 5 minutos. 3 – onda C – freqüência de 30 Hz por 30 minutos. 4 – onda D – freqüência de 50 Hz por 5 minutos.

102 Protocolos de Estimulação CELULITE GRAU II 1 – onda A – freqüência de 50 Hz por 10 minutos. 2 – onda B – freqüência de 30 Hz por 10 minutos. 3 – onda C – freqüência de 30 Hz por 20 minutos. 4 – onda D – freqüência de 5 Hz por 10 minutos.

103 Protocolos de Estimulação CELULITE GRAUS III E IV 1 – onda A – freqüência de 50 Hz por 10 minutos. 2 – onda B – freqüência de 20 Hz por 5 minutos. 3 – onda C – freqüência de 30 Hz por 20 minutos. 4 – onda B – freqüência de 30 Hz por 10 minutos. 4 – onda A – freqüência de 50 Hz por 5 minutos.

104 Técnica de Aplicação 1. Higienizar a pele da cliente friccionando a região a ser tratada com um algodão embebido em água e sabão; 2. Aplicar gel eletrocondutor nas tiras de silicone e adaptá-las sobre o local a ser tratado, mantendo-as paralelas e a uma distância de 4 a 5 cm entre uma tira e outra; 3. Fixar as tiras à pele com esparadrapo micropore ou com fitas elásticas; 4. Após a fixação das tiras, conectar os cabos aos eletrodos e ao equipamento;

105 Técnica de Aplicação 5. Observar se todos os potenciômetros de ajuste de intensidade do equipamento estão zerados; 6. Observando sempre a voltagem, conectar o equipamento a rede elétrica; 7. Ligar o equipamento, utilizando a programação apropriada para o tratamento; 8. Ao término do programa, zerar os potenciômetros de intensidade do equipamento e desligar a chave geral.

106 O tratamento deve ser feito de 2 a 3 vezes por semana; O tratamento deve ser feito de 2 a 3 vezes por semana; Reavaliar a cliente após 10 sessões; Reavaliar a cliente após 10 sessões; Geralmente o tratamento atinge cerca de 20 sessões (cerca de 02 meses); Geralmente o tratamento atinge cerca de 20 sessões (cerca de 02 meses); Após a alta, a reavaliação deve ser realizada de 06 em 06 meses. Após a alta, a reavaliação deve ser realizada de 06 em 06 meses. Duração do tratamento

107 Precauções e Contra-indicações Comuns a todas as correntes elétricas utilizadas terapeuticamente: Sobre o tórax de cardiopatas ou portadores de marcapasso cardíaco; Sobre o tórax de cardiopatas ou portadores de marcapasso cardíaco; Sobre o abdome de gestantes; Sobre o abdome de gestantes; Sobre regiões com implantes metálicos (pinos, placas, fios, próteses); Sobre regiões com implantes metálicos (pinos, placas, fios, próteses); Epilépticos; Epilépticos;

108 Tumores malignos; Tumores malignos; Processos infecciosos; Processos infecciosos; Sobre áreas com distúrbios vasculares periféricos (TVP, tromboflebite ou aterosclerose severa); Sobre áreas com distúrbios vasculares periféricos (TVP, tromboflebite ou aterosclerose severa); Sobre irritações ou afecções de pele e na presença de lesão cutânea no local; Sobre irritações ou afecções de pele e na presença de lesão cutânea no local; Sobre pele anestésica (sem sensibilidade); Sobre pele anestésica (sem sensibilidade); Pós imediato de depilação ou bronzeamento. Pós imediato de depilação ou bronzeamento. Precauções e Contra-indicações

109 Cuidados Especiais Cuidado com o contato físico entre as placas; Cuidado com o contato físico entre as placas; Explique para a cliente a sensação Explique para a cliente a sensação promovida pela corrente elétrica; Atente sempre para a conservação do aparelho: limpeza, fiose plugs em perfeito estado, eletrodos íntegros; Atente sempre para a conservação do aparelho: limpeza, fiose plugs em perfeito estado, eletrodos íntegros; Higiene absoluta e cosntante de todos os componentes; Higiene absoluta e cosntante de todos os componentes; Nunca utilize equipamentos eletrônicos se não Nunca utilize equipamentos eletrônicos se não estiver absolutamente segura.

110 Estimulação Elétrica Neuromuscular

111 Correntes de baixa frequência Correntes de baixa frequência Farádica Farádica Ultra-Excitante Ultra-Excitante EENM / FES EENM / FES Correntes de média frequência Correntes de média frequência Russa Russa Interferencial Interferencial

112 Freqüência das Sessões de Tratamento Mínimo3 vezes por semana Mínimo3 vezes por semana IdealEstimulação diária IdealEstimulação diária Melhores resultados2 vezes ao dia Melhores resultados2 vezes ao dia

113 Pressupostos teóricos Exercício Voluntário nunca gera a maior força muscular possível (contração assíncrona). Exercício Voluntário nunca gera a maior força muscular possível (contração assíncrona). Estimulação Elétrica recruta e dispara Estimulação Elétrica recruta e dispara as unidades motoras de uma forma sincrônica. Por serem sincrônicas, as contrações musculares eletricamente induzidas podem, teoricamente, gerar mais tensão e força, mas também podem causar uma fadiga maior do que as contrações voluntárias. Por serem sincrônicas, as contrações musculares eletricamente induzidas podem, teoricamente, gerar mais tensão e força, mas também podem causar uma fadiga maior do que as contrações voluntárias.

114 EE em Músculos Sadios EE aumenta força de músculos sadios quando se compara com controle não exercitado. EE aumenta força de músculos sadios quando se compara com controle não exercitado. Quando comparada aos exercícios voluntários, ela não é melhor (às vezes, é menos efetiva). Quando comparada aos exercícios voluntários, ela não é melhor (às vezes, é menos efetiva). Combinar EE ao exercício voluntário não traz vantagem adicional ao ganho de força. Combinar EE ao exercício voluntário não traz vantagem adicional ao ganho de força.Entretanto: Contrair o músculo junto com a EE e, Contrair o músculo junto com a EE e, Estimular com a articulação envolvida estabilizada (contração isométrica) diminui o desconforto. Estimular com a articulação envolvida estabilizada (contração isométrica) diminui o desconforto.

115 EE pode produzir maior ganho de força que o exercício voluntário. EE pode produzir maior ganho de força que o exercício voluntário. Há correlação positiva entre intensidade da contração de treinamento e ganho de força. Há correlação positiva entre intensidade da contração de treinamento e ganho de força. Há correlação positiva entre carga de fase e capacidade de geração de torque. Há correlação positiva entre carga de fase e capacidade de geração de torque. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS Facilitação e reeducação neuromuscular. Manutenção do metabolismo em músculos paralisados (LRM). Reduzir a velocidade de hipotrofia em músculos paralisados ou imobilizados. Auxiliar em programas de fortalecimento muscular. Órteses elétricas funcionais. Controle da espasticidade. Manutenção de ADM em controle de contraturas. Estimulação de músculos flácidos. EE em Pacientes com Fraqueza Muscular

116 Parâmetros de Estimulação I = máxima suportável F = Hz (50 Hz ótimo) On / Off = 1/3 (10 / 30 s) Subida lenta (3 - 5 s) Eletrodos Sobre o ventre muscular Duração da Sessão contrações diariamente 6 semanas Tipo de Contração isométrica e paciente contraindo junto com a EE.

117 Fortalecimento Muscular Músculos Sadios ou Músculos Fracos: Quem se beneficia mais da estimulação? Comparação da Capacidade de Geração de Torques Induzidos Eletricamente entre Membros Inferiores Sadios e Submetidos a Reconstrução do Ligamento Cruzado Anterior. JAMILSON S. BRASILEIRO (2001)

118 Pesquisa 20 sujeitos submetidos à reconstrução do LCA encontravam-se entre a 7ª e a 11ª semana PO. 20 sujeitos submetidos à reconstrução do LCA encontravam-se entre a 7ª e a 11ª semana PO. Avaliou-se o PT extensor dos joelhos (dinamômetro isocinético, modo isométrico a 60º) em três situações: Avaliou-se o PT extensor dos joelhos (dinamômetro isocinético, modo isométrico a 60º) em três situações: 1. Contração Isométrica Voluntária Máxima (CIVM) 2. Contração induzida pela Estimulação Elétrica (EEi) 3. CIVM + EE. Estimulador: Corrente Russa (2500 Hz, modulados em 50 bps, na máxima amplitude suportada pelo sujeito). Estimulador: Corrente Russa (2500 Hz, modulados em 50 bps, na máxima amplitude suportada pelo sujeito).

119 Resultados 41,9% 102,2% 67,4% 139,2% 47,4%

120 Precauções e Contra-indicações Comuns a todas as correntes elétricas utilizadas terapeuticamente: Sobre o tórax de cardiopatas ou portadores de marcapasso cardíaco; Sobre o tórax de cardiopatas ou portadores de marcapasso cardíaco; Sobre o abdome de gestantes; Sobre o abdome de gestantes; Sobre regiões com implantes metálicos (pinos, placas, fios, próteses); Sobre regiões com implantes metálicos (pinos, placas, fios, próteses); Epilépticos; Epilépticos;

121 Tumores malignos; Tumores malignos; Processos infecciosos; Processos infecciosos; Sobre áreas com distúrbios vasculares periféricos (TVP, tromboflebite ou aterosclerose severa); Sobre áreas com distúrbios vasculares periféricos (TVP, tromboflebite ou aterosclerose severa); Sobre irritações ou afecções de pele e na presença de lesão cutânea no local; Sobre irritações ou afecções de pele e na presença de lesão cutânea no local; Sobre pele anestésica (sem sensibilidade); Sobre pele anestésica (sem sensibilidade); Pós imediato de depilação ou bronzeamento. Pós imediato de depilação ou bronzeamento. Precauções e Contra-indicações

122 Cuidados Especiais Cuidado com o contato físico entre as placas; Cuidado com o contato físico entre as placas; Explique para a cliente a sensação Explique para a cliente a sensação promovida pela corrente elétrica; Atente sempre para a conservação do aparelho: limpeza, fiose plugs em perfeito estado, eletrodos íntegros; Atente sempre para a conservação do aparelho: limpeza, fiose plugs em perfeito estado, eletrodos íntegros; Higiene absoluta e cosntante de todos os componentes; Higiene absoluta e cosntante de todos os componentes; Nunca utilize equipamentos eletrônicos se não Nunca utilize equipamentos eletrônicos se não estiver absolutamente segura.

123 OBRIGADO !!! Contato:


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