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Instituto Superior Técnico

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Apresentação em tema: "Instituto Superior Técnico"— Transcrição da apresentação:

1 Instituto Superior Técnico
Apresentação Institucional – Santiago do Chile, 17 de Março de 2003 Dr.ª Carla Patrocínio/Dr. Rui Mendes Gabinete de Estudos e Planeamento Instituto Superior Técnico

2 - Introdução - Ensino Investigação e Desenvolvimento
Ligação à Sociedade Site Internet: A Universidade Técnica de Lisboa (UTL) tem mais de alunos e cerca de 1900 docentes, dos quais mais de 50% são professores doutorados. As sete Escolas (Faculdades e Institutos Superiores) que a constituem são as maiores e mais antigas, nas suas áreas de especialidade, seguindo a UTL um modelo coordenado, mas descentralizado, de organização. Cada Escola tem órgãos próprios e está estruturada em departamentos ou áreas de especialidade, conferindo os graus de licenciado, mestre e doutor, além de diplomas em estudos especializados, normalmente de pós-graduação. Todas as Escolas dispõem de centros de investigação, bem como de unidades ou associações dedicadas à cooperação, relações internacionais e relações com as empresas e mercado; todas têm Associações de Estudantes (AE), cada uma das quais dispõe de núcleos especializados, abrangendo também a área das relações internacionais. Entre as escolas da UTL encontra-se o Instituto Superior Técnico que tem como missão contribuir para o desenvolvimento da sociedade, promovendo um ensino superior de excelência e qualidade nas áreas de Engenharia, Ciência e Tecnologia, nas vertentes de graduação, pós-graduação e formação ao longo da vida, e desenvolvendo as actividades de Investigação e Desenvolvimento essenciais para ministrar um ensino ao nível dos mais elevados padrões internacionais. A missão articula-se assim com as três funções que caracterizam actualmente o conceito de Universidade: Ensino, Investigação e Desenvolvimento e Ligação à Sociedade, de forma a criar conhecimento, formar profissionais qualificados e transferir e aplicar o conhecimento. Ensino No âmbito da sua função principal, o IST tem como objectivo proporcionar uma sólida formação de base em engenharia, ciência e tecnologia, assim como o hábito de uma aprendizagem continuada e sistematizada, que permita aos seus graduados integrarem aspectos tecno-científicos, sociais e humanos, de forma a torná-los agentes de mudança e inovação na sociedade. Pretende-se proporcionar uma formação de acordo com as expectativas de exigência dos alunos de qualidade que o IST atrai, correspondendo às necessidades da sociedade em geral e do sistema produtivo em particular. Investigação e Desenvolvimento Complemento essencial da função principal de Ensino do IST, as actividades de I&D visam promover o conhecimento científico de base através da participação de alunos e docentes em projectos que contribuam para o desenvolvimento económico-social. Esta actividade pretende promover nos alunos a apreensão de novos conceitos incentivando a sua capacidade criativa. Adicionalmente, tem como objectivo contribuir para a melhoria da formação de licenciados, mestres e doutores, desenvolvendo capacidades científicas no corpo docente relevantes para o ensino. Ligação à Sociedade Para além das suas funções directas de Ensino e I&D, o IST desenvolve actividades de ligação à Sociedade, contribuindo para o desenvolvimento económico e social do País e da Europa, em áreas relacionadas com a sua vocação universitária no domínio da Engenharia, Ciência e Tecnologia. Pretende-se estimular a capacidade empreendedora de alunos e docentes, privilegiando, nomeadamente, a ligação ao tecido empresarial. Adicionalmente, o IST actua ao nível da prestação de serviços (incluindo actividades de extensão universitária e de formação contínua), promovendo as actividades de interface necessárias para catalisar esta ligação.

3 - Características Gerais -
11 Departamentos/Secções Autónomas 21 Licenciaturas (8649 Alunos) 19 Mestrados (910 Alunos) 5 Pós-Graduações 21 Doutoramentos (629 Alunos)  830 Docentes  600 Não Docentes O IST é a maior escola na área da engenharia, ciência e tecnologia do país, representando a sua oferta 20% da totalidade das vagas existentes nesta área em Portugal ao nível da licenciatura. Actualmente o IST divide-se em 11 Deptos/Secções Autónomas, cada um representante de uma área científica, disponibiliza 21 licenciaturas, sendo a maioria na área da Engª, destacando-se 4 das quais nas áreas das NTICs (LEEC, LEIC, LESIM, LERCI), no entanto também tem Arquitectura, Matemática Aplicada, Química e Ciências Informáticas. Em termos de Pós-Graduação destacam-se 19 Mestrados, 5 Pós-Graduações, e 21 Doutoramentos. O ensino destes cursos é assegurado por cerca de 830 docentes e 600 não docentes.

4 - Processo de Incorporação das Novas Tecnologias na Docência -
Desde 1996 – criação do Núcleo de Audiovisuais: Apoio técnico e humano às salas de aula Apoio às actividades científicas, pedagógicas, desportivas, ou culturais Apoio a entidades externas ao IST Em 2001 – criação do GAEL (Gabinete de Apoio à Produção de Conteúdos e E-learning no IST): Apoio técnico na área da produção de conteúdos de apoio ao ensino, através de pessoal altamente especializado Envolvimento em diversos programas europeus de apoio às novas tecnologias – destaque (Portal e-escola.utl.pt) Maior parte das disciplinas possui conteúdos não interactivos nas respectivas páginas

5 - Quais as Metodologias de Ensino mais utilizadas? -
Tipo de aulas ministradas: Aulas Teóricas – 48% Aulas Práticas – 25% Aulas Teórico-Práticas – 16% Aulas de Laboratório – 11% Apoio Audiovisual à docência (aulas teóricas, práticas e teórico-práticas): Equipamento de som com mesa de mistura e amplificador; Gravadores de som e de vídeo Projectores portáteis Projector de diapositivos Diverso equipamento de pós-produção Existência de LTI’s (Laboratórios de Tecnologias de Informação), disponíveis pata os alunos das várias licenciaturas do IST A maioria das disciplinas

6 - Avaliação do Impacto das Novas Tecnologias no Melhoramento da Docência -
Não existiu um processo de avaliação em concreto, embora existam alguns resultados relativamente à avaliação das licenciaturas deste último ano: Apenas numa das quatro licenciaturas avaliadas, existe uma satisfação acima da média, com a promoção e disponibilização de material multimédia de apoio do IST à actividade docente; De 13 indicadores avaliados em relação às condições de trabalho, o material didáctico é dos mais satisfatórios para os docentes (mais de 80% das opiniões são satisfatórias nas 4 licenciaturas avaliadas)

7 - Preparação dos Docentes para as Novas Metodologias da Docência (1) -
Promoção anual por parte da Reitoria da UTL de cursos de formação pedagógica para docentes: Página com informação pormenorizada (http://www.utl.pt/noticias/cursosdoc0203.htm) Cursos realizados sem encargos para os docentes da UTL Exemplos de cursos ministrados: Técnicas de Gestão de Tempo e Diminuição de Stress Técnicas de Leitura Rápida Técnicas de Voz e Comportamento Formação para a Didáctica Universitária

8 - Preparação dos Docentes para as Novas Metodologias da Docência (2) -
Realização em 2002 de um debate público sobre “Formação e Avaliação Pedagógica dos Docentes Universitários”: Quando e que tipo de formação pedagógica deve ser ministrada aos docentes? De quem deve ser a responsabilidade da organização das acções de formação? Como e por quem deve ser realizada a avaliação pedagógica dos docentes? Deverá existir uma avaliação efectuada às capacidades pedagógicas por outros docentes? Qual o impacto da avaliação pedagógica efectuada pelos alunos na progressão da carreira docente? De que formas devem ser realizados os inquéritos aos alunos

9 - Preparação dos Docentes para as Novas Metodologias da Docência (3) -
Propostas do IST para a formação pedagógica e didáctica dos docentes: Promoção de cursos de formação pedagógica (preparação e organização de disciplinas; técnicas de ensino; metodologias de avaliação); Assistentes no âmbito das respectivas provas devem obter aprovação num desses cursos Professores Auxiliares sem número de anos de docência requeridos, devem obter aprovação em dois deste cursos IST garante o funcionamento, em cada ano lectivo, de dois módulos de entre um conjunto de temas a definir Cursos criados devem estender-se a toda a população docente do IST

10 - Preparação dos Docentes para Utilização das Novas Tecnologias no Apoio à Docência (1) -
O IST, de forma inovadora, disponibilizou determinados cursos de formação, para melhor acompanhar a evolução dos utensílios pedagógicos e para se dotar do pessoal docente mais qualificado para os novos campos de actuação na Universidade, nomeadamente: Técnicas e Práticas de Ensino à Distância – com a duração de 30 horas, tem como objectivos, Melhorar a capacidade de intervenção neste domínio em formato síncrono; Preparar, adequar e incentivar o uso das novas tecnologias e metodologias que facilitem quer o processo de aprendizagem, quer o processo de transmissão dos conhecimentos.

11 - Preparação dos Docentes para Utilização das Novas Tecnologias no Apoio à Docência (2) -
Formação de Docentes em E-Learning – com a duração de 30 horas, tem como objectivos, Integrar a formação online e gestão do conhecimento; Conceber conteúdos pedagógicos para E-Learning, identificando vantagens e desvantagens deste tipo de formação; Definir o sistema de avaliação; Identificar as diferentes componentes de uma infra-estrutura tecnológica; Saber utilizar o LMS – Learning Management System; Apresentação de diversos estudos de caso de conteúdos e sistemas de E-Learning.

12 - Políticas de Incentivos ao Melhoramento da Docência (1) -
Desde 1993/94 – promoção de exercícios de avaliação do desempenho na actividade de ensino: Criação de estruturas e garantia de existência dos meios necessários à realização regular dos exercícios de avaliação externa e interna das licenciaturas; Instituição de um sistema simples e eficaz de recolha, processamento e divulgação da informação; Adequar este processo à própria organização curricular do IST (gestão dos programas das licenciaturas; valorização das actividades de ensino; melhoria das condições e meios que sustentam a actividade lectiva.

13 - Políticas de Incentivos ao Melhoramento da Docência (2) -
Desde 1992/93, como parte integrante do sistema global de avaliação pedagógica, o IST promove semestralmente a avaliação de cada uma das disciplinas leccionadas, assim como do desempenho dos respectivos docentes: Responsabilidade do Conselho Pedagógico Objectivo – determinar a eficácia do funcionamento de cada disciplina inserida nos currículos, o que deverá suscitar nos alunos e docentes, uma participação mais activa, crítica e responsabilizada, nomeadamente para facilitar o reajustamento de conteúdos e métodos de aprendizagem e de ensino; Repercussões –maior envolvimento em solucionar situações menos claras; valorização efectiva da componente pedagógica no docente; as informações disponibilizadas permitem o reajuste, a reflexão e a autocrítica sobre o respectivo trabalho. Criação do GAEL

14 - Mecanismos de Difusão das Experiências/Inovações na Docência (1) -
Jornadas Pedagógicas: uma vez por ano, o Conselho Pedagógico promove estes encontros entre alunos e docentes. Os objectivos são: Apresentação global dos resultados anuais da avaliação das licenciaturas – relatórios de auto-avaliação; Apresentação dos resultados semestrais dos inquéritos de avaliação do funcionamento das disciplinas; Outro tipo de dados – análise do desempenho relativo dos docentes, casos extremos, taxas de adesão aos inquéritos, identificação das principais deficiências na aprendizagem por parte dos alunos e ao nível da coordenação dos cursos e condições de trabalho; Por último, é solicitado aos docentes a apresentação de experiências inovadoras no campo da actividade docente.

15 - Mecanismos de Difusão das Experiências/Inovações na Docência (2) -
No ano lectivo 2000/2001 foi realizado o III Simpósio “Pedagogia na Universidade”, sob a forma de 5 jornadas: O Papel da Pedagogia no Ensino Superior em Portugal O Ensino da Matemática no Ensino Superior em Portugal Sucesso e Insucesso Escola – Causas, Estudos de Caso e Soluções O Estudante nas Escolas da UTL (Univ. Técnica de Lisboa) Metodologias de Ensino e de Avaliação O GEP (Gabinete de Estudos e Planeamento), participou nas 3ªs e 4ªs Jornadas tendo apresentado duas comunicações: Perfil do Aluno Universitário do IST Abandono Universitário – Estudo de Caso no IST

16 - Opinião sobre Cursos On-Line -
O IST considera importante e vantajoso, desde que: Existam algumas aulas presenciais A interacção entre alunos e docentes é fundamental As Novas Tecnologias não devem desprezar o contacto absolutamente indispensável para uma comunicação directa entre docentes e discentes

17 - Tipo de Tecnologia Disponibilizada nas Salas de Aula -
A quase totalidade das salas de aula têm projector de acetatos; Existem anfiteatros com projector multimédia (vídeo e computador) Rede de LTI’s (Laboratórios de Tecnologias de Informação), disponíveis para todos os alunos, num total de 413 postos de trabalho - Registo de Utilizador no IST - Cada aluno que ingressa no IST tem um endereço de e um “username”, atribuídos automaticamente; O “username” permite aceder ao sistema informático, cujas aplicações prevêem um acesso via internet para os alunos fazerem a sua inscrição em disciplinas, consultar o seu currículo, etc. Hardware – os alunos têm à sua disposição os LTI’s

18 - Infra-Estrutura Tecnológica de Apoio à Docência no IST -
O CIIST (Centro de Informática do IST) presta todo o apoio informático (hardware e software); Actual sistema de gestão académico do IST – APLICA: tem quase 20 anos e não responde às necessidades actuais em termos de informação; Paralelamente, e no âmbito dos processos de Avaliação e Acreditação, foi desenvolvido o SIGLA (Sistema de Informação para a Gestão de Licenciaturas e Avaliação), cujos objectivos visam: facilitar o dia o dia de todos os intervenientes nos processos de coordenação, gestão e avaliação de licenciaturas; Incrementar a qualidade de ensino e aprendizagem no IST. Actualmente, o sistema informático do IST encontra-se em profunda reestruturação através do projecto FÉNIX, cujo objectivo é criar um novo sistema de gestão académica e integrada que responda às necessidades actuais de todos os intervenientes no processo educativo (serviços, professores e alunos).


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