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DESENVOLVIMENTO PSICOSSOCIAL NA SEGUNDA INFÂNCIA.

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Apresentação em tema: "DESENVOLVIMENTO PSICOSSOCIAL NA SEGUNDA INFÂNCIA."— Transcrição da apresentação:

1 DESENVOLVIMENTO PSICOSSOCIAL NA SEGUNDA INFÂNCIA

2 Segunda infância começa aos 3 anos e termina aos 6 anos de idade.

3 É um período de iniciativa, tanto no fazer quanto no aprender.

4 Até os três anos, a criança, pouco a pouco, descobriu e construiu o espaço ambiente. A partar disso acha-se, então capaz das primeiras manifestações de autonomia: anda por toda a parte, puxa a toalha da mesa, quebra vidros, tira todas as panelas do armário.

5 nessa idade os pais afastam de suas mãozinhas todos os objetos frágeis. É também uma fase em que os pais falam em todos os tons com seus filhos: Não corram, você vai cair. Não pegue nisso você vai se sujar. Cuidado pode se machucar.

6 Nesse período a criança está voltada para o mundo exterior, deslumbra por ele, deseja conhecê-lo.

7 O DESENVOLVIMENTO DO EU

8 É a imagem que temos de nos mesmo. É a nossa crença em relação a quem somos É nossa ideia global de nossas capacidades e de nossos traços de personalidades ideais.

9 Meu nome é Jason e eu moro em uma casa grande com minha mãe, meu pai e minha irmã, Lisa. Eu tenho um gatinho cor de laranja e uma televisão no meu quarto... Eu gosto de pizza e tenho um professor legal. Eu sei contar até 100, quer ver? Adoro meu cachorro, o Skipper. Eu consigo subir até em cima do trepa- trepa e não fico com medo! Sou feliz. Não se pode ser feliz e ter medo, de jeito nenhum! Eu tenho cabelos castanhos e vou a pré-escola. Eu sou forte mesmo. Posso levantar essa cadeira, veja! (HARTER, 1996, p. 208)

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11 Brincar: o negócio da segunda infância

12 Pelo brincar, as crianças crescem. Estimulam os sentidos. Aprendem a usar os músculos. coordenam o que vêm com o que fazem. Adquirem domínio sobre seus corpos.

13 O brincar é um processo de desenvolvimento e aprendizagem, ou seja um processo de educação, existindo várias formas do brincar.

14 TIPOS DE BRINCADEIRA Brincar socialBrincar cognitivo

15 BRINCAR SOCIAL E NÃO SOCIAL A medida que a criança torna mais velha o seu brincar é mais social e cooperativo. Quando a criança brinca sozinha, a tendência é quando ela estiver em idade avançada tem grandes problemas psicológicos e educativos. contudo o brincar social tende a estimular a criança no desenvolvimento cognitivo, físico e social.

16 O brincar cognitivo Quando uma criança uso um pano como capa e voa ao redor como batmam ou falam com uma boneca como se fosse uma pessoa real, está desenvolvendo um brincar imaginativo. Brincar construtivo Jogo imaginativo Jogos formais com regras

17 Quando surge o jogo imaginativo? Surge durante o segundo ano de vida, quando o brincar repetitivo está desaparecendo, e aumenta durante os 3 a 4 anos seguintes, e diminui quando as crianças passam a se interessar por jogos com regras. Piaget sustentava que a capacidade das crianças de fazer de conta, tem por base sua capacidade de usar e lembrar-se de símbolos, e marca o inicio do estagio pré-operatório. O brincar cognitivo desenvolve a atenção, a cooperação, a memória, a aquisição da leitura e da escrita e trabalha a expressão corporal.

18 COMO A CULTURA INFLUÊNCIA NO BRINCAR Contudo o brincar de modo especifico vai de cultura para cultura e pode ser influênciado pelo meio ambiente, e pode também refletir nos valores culturais.

19 O PAPEL DA FAMÍLIA

20 A família desempenha um papel determinante nos primeiros ano de vida da criança. Todavia, seu papel é insubstituível, neste sentido os valores e os conhecimentos adquiridos no núcleo familiar, ajudam a criança à saber atuar e interiorizar os comportamentos cívicos de modo a preparar-se para viver e participar na sociedade a que pertence.

21 O MODELO DE BAUMRIND Em sua pesquisa pioneira, Diana Baumrind, estudou 103 pré-escolas de 95 famílias, através de entrevistas, de testes e de estudo dos lares, avaliou o funcionamento das criança, identificou três estilos parentais e descreveu padrões típicos de comportamento das crianças criadas conforme cada estilo. Diana Baumrind

22 PAIS COM ESTILO AUTORITÁRIO Valorizam o controle e a obediência sem questionamento, tentam fazer com que as crianças conforme a um determinado padrão de conduta e castigam-nas arbitraria e forçosamente quando elas o violam. São mais indiferentes e menos afetuosos do que os outros pais. Seus filhos tendem a ser mais insatisfeitos, retraídos e desconfiados.

23 PAIS COM ESTILOS PERMISSIVO Valorizam a auto- expressão e a auto-regulação, eles vêm a si mesmos como recursos, e não como modelos. Fazem poucas exigências, permitindo que as crianças monitorem suas próprias atividades o maximo possível. Quando precisam estabelecer regras explicam motivos para isso.

24 PAIS COM ESTILO DEMOCRÁTICO Respeitam a individualidade da criança, mas também enfatiza valores sociais. Eles tem confiança em sua capacidade de orientar seus filhos, mas também respeitam decisões, interesses, opiniões e a personalidade delas. São afetuosos e acolhedores, mas também exigem comportamento, são firmes na manutenção de padrões e estão dispostos a impor castigos e limites, até uma palmada de leve, se for necessário, no contexto de um relacionamento afetuoso e positivo.

25 PROMOVENDO O ALTRUÍSMO E LIDANDO COM A AGRESSIVIDADE E COM O MEDO Três questões especificas de especial preocupação para os pais, cuidadores e professores das crianças pré-escola são com promover o altruísmo, refrear a agressão e lidar com os medos que com frequência surgem neta idade.

26 ORIGEM E DESENCADEADORES DE AGRESSÃO Quais são as origens da agressão e o que a desencadeia? Porque algumas crianças são mais agressivas do que outras?

27 Um relacionamento inicial negativo com a mãe, é um fator importante, que pode interagir com outros fatores de risco, como ter baixa condição socioeconômica e ser criado por mãe ou pai solteiros. Estudos, diz que o apego inseguro e a ausência materna, no primeiro ano de vida prediziam agressividade na segunda infância.

28 O PAPEL DA ESCOLA

29 Os professores, como os pais podem ser modelados. Professores afetuosos e empáticos estimulam o comportamento prestativos e zeloso (N. Eisenberg, 1992)

30 Em muitos países, a educação moral é parte do currículo. Na china, os professores contam históricas sobre heróis e estimulam as crianças a imitálos. Num programa num bairro de São Francisco, as assistem a filmes que mostram crianças a partir da pré-escola aprendem valores pró-sociais e leem livros e assistem a filmes que mostram altuísmo. As crianças são estimuladas a ajudar outros alunos e a prestar serviços comunitário, bem como a realizar tarefas em sala de aula. Depois de cinco anos, constatou-se que as crianças do programa eram mais prestativas, cooperadoras e preocupadas com as outras pessoas do que um grupo de comparação que não estava no programa ( Battistich, Watson, Solomon, Schapas & Solomon, 1992).

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32 O PAPEL DA CULTURA

33 Porque as crian ç as em algumas culturas são mais pró- sociais do que em outras? Talvez porque elas tenham mais amor e menos rejei ç ão. Entre os ind í genas Papagos no Arizona, os pais são calorosos, prestativos e atenciosos em contraste, os pais Aloreses em Java são hostis e negligentes. Essa, entra outras diferenças, pode explicar a personalidade cooperadora e tranquila t í pica de crian ç as Papago, em contraste com o comportamento hostil, desconfiando e agressivo das crianças Aloreses (N. Eisenberg, 1992)

34 As crianças tendem a refletir os valores culturais predominante dos adultos que a socializam. Os fundadores Kibbutzim, estabelecimento comunitários em Israel, procuraram criar uma sociedade de cidadãos altruístas e cooperadores. Uma medida de seu sucesso é que em todas as idades e etapas de desenvolvimento, as crianças criadas num Kibbutz tendem a pensar mais sobre obrigações com os outros do que as crianças em lares privados ( Snarey, Reimer & Kohiberg, 1985).

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37 REFERÊNCIAS GRIFFA, Maria Cristina. Chaves para a psicologia do desenvolvimento: vida pré-natal, etapas da infância. São Paulo: paulinas, JACOBSEN, Margaret Bailey. A criança no lar cristão. 3. ed. São Paulo: Mundo Cristão, PAPALIA, Daiane E. Desenvolvimento humano. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, JACQUIN, Guy. As grandes linhas da psicologia da criança. 8. ed. Rio de janeiro: RECORD, 1993.

38 Alunas:


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