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3º Seminário PROGRAMA MADEIRA É LEGAL Catálogo de MADEIRAS BRASILEIRAS para a Construção Civil 2013 Marcio A. R. Nahuz – CT Floresta IPT 30 de outubro.

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1 3º Seminário PROGRAMA MADEIRA É LEGAL Catálogo de MADEIRAS BRASILEIRAS para a Construção Civil 2013 Marcio A. R. Nahuz – CT Floresta IPT 30 de outubro de 2013

2 Demanda cresce: usos tradicionais (estruturas, pisos, esquadrias); também para usos especiais (paredes internas, divisórias, brises) Expansão da demanda requer matéria prima com propriedades uniformes, amplo suprimento e custo competitivo Redução das florestas no Sul-Sudeste: mudanças no suprimento de madeiras: origens, sistemas de exploração, variedade de espécies, disponibilidade A madeira na construção civil

3 Madeiras de florestas nativas e plantadas - usos: o tradicionais: estruturas, esquadrias, pisos o permanentes/temporários: vigas, tábuas, caibros, ripas Recentemente: estruturas leves, novos métodos construtivos, vigas laminadas, painéis pré-fabricados ampliam demanda Madeiras de maior densidade pisos tábuas, tacos, parquetes Outros nichos (pórticos leves, vigas laminadas, painéis estruturais, light wood framing) requerem trabalhabilidade, facilidade em conectores metálicos e colagem

4 Espécies tradicionais na construção civil Sudeste/Sul do Brasil: demanda concentrada em madeiras tradicionais (para estruturas de telhado, esquadrias, pisos) Fatores negativos: pouca disponibilidade, sazonalidade de estoques e altos preços estimulam substituição de madeiras tradicionais Expansão da demanda requer: o novas áreas de suprimento o substituição de madeiras tradicionais por alternativas

5 Promoção de Espécies Alternativas de Madeira Busca de madeiras alternativas: otimiza o estoques das áreas de produção Mecanismos para promoção de madeiras alternativas: Substituição: espécies alternativas para os mesmos usos que espécies tradicionais (tentativa e erro) Comparação: espécies selecionadas com base em características semelhantes (cor, densidade) – substituição individual Adequação: espécies selecionadas com propriedades (físicas, mecânicas, biológicas) compatíveis com os requisitos de uso (técnicos e tecnológicos)

6 Requisitos de uso e propriedades das madeiras Compatibilização: Espécie correta para uso: propriedades e requisitos em níveis compatíveis (adequação e desempenho) Uso: requisitos mínimos X propriedades da madeira; dois conjuntos devem ser compatíveis Exemplo: pisos requerem madeiras de alta dureza superficial, baixa contração, boa trabalhabilidade e colagem, excelente acabamento superficial, cor e desenho atraentes

7 Introdução de madeiras alternativas no mercado Informação e orientação técnica: o novas espécies, características e limitações, indicações de uso o consultas, seminários, manuais, amostras, showroom Grupamento: o cor, densidade, propriedades semelhantes grupadas e indicadas para usos determinados o Exemplo: madeiras castanhas, densas e duras, baixa retração, com padrões e desenho atraentes pisos (tacos e tábuas) Substituição individual: o madeiras tradicionais: cor, densidade e propriedades adequação aos mesmos usos

8 Valor agregado: o comercialização produtos intermediários, semi-acabados, com maior valor agregado o valorização das melhores propriedades/aspectos da madeira o agregação de Design recurso estratégico; competitividade; valoriza matéria prima e desempenho de produto final Técnicas de comercialização: o preços promocionais o lotes experimentais para aceitação Introdução de madeiras alternativas no mercado

9 Adequação de madeiras alternativas para a construção Processo: Identifica usos e componentes com requisitos técnicos Seleciona madeiras alternativas (suprimento sustentável e legal) com propriedades conhecidas Compatibiliza propriedades e desempenho com requisitos técnicos do uso/componente de construção Verifica dimensões, formas e defeitos Indica madeiras alternativas para cada uso e componente

10 Classificação Geral de Usos na Construção Civil Construção Civil Pesada Externa Estruturas pesadas, cruzetas, estacas, escoras, pontaletes, portas, pranchas, ripas, vigas. Interna Carpintaria resistente em geral, tesouras, terças, vigas, treliças, estruturas, colunas, cruzetas, tábuas, caibros, ripas. Construção Civil Leve Externa Moirões, pontaletes, andaimes, vigas, tábuas, caibros, caixilhos, guarnições, ripas, sarrafos. Esquadrias Portas, folha de porta, venezianas, caixilhos, batentes, janelas, sarrafos Interna Decorativa Tábuas, lambris, painéis, molduras, perfilados, guarnições, rodapés, sarrafos. Utilidade Geral Tábuas, sarrafos, ripas, cordões, forros, guarnições, arremate meia cana, rodapés, corrimãos Estrutural Vigas, caibros, ripas, sarrafos, alçapões. Assoalho Tacos, tábuas, parquetes, blocos

11 MADEIRA: Uso Sustentável na Construção Civil 1ª Edição 2003

12 MADEIRA : Uso Sustentável na Construção Civil 2ª Edição 2009

13 Catálogo de Madeiras Brasileiras para a Construção Civil 2013 Projeto desenvolvido pelo CT Floresta para WWF Brasil Apresentação de 20 espécies alternativas

14 Catálogo de MADEIRAS BRASILEIRAS para a Construção Civil 2013

15 Critérios para seleção de espécies Disponibilidade em florestas certificadas e ampla distribuição/ocorrência em distintas regiõesuso diversificado em áreas da construção civil substituição de madeiras tradicionais no setor informações tecnológicas confiáveis presença incipiente em mercado local ou regional legalidade na comercialização e uso Selecionadas 20 madeiras ou grupos com mesmo nome comercial, com similaridade de características e indicação aos mesmos usos

16 Espécies Alternativas de Madeira Nome popularNome científico angelim-amargosoVatairea spp, Vataireopsis spp angelim-pedraHymenolobium petraeum, H. complicatum; H. elatum; H. excelsum; H. heterocarpum e H. modestum angelim-vermelhoDinizia excelsa cedroranaCedrelinga cateniformis cumaruDipteryx odorata, D. ferrea e D. punctata cupiúbaGoupia glabra curupixáMicropholis venulosa e M. guianensis garapaApuleia leiocarpa jatobáHymenaea courbaril, H. intermedia, H. oblongifolia, H. parvifolia e H. stilbocarpa mandioqueiraRuizterania albiflora e Qualea spp muiracatiaraAstronium lecointei, A. fraxinifolium, A. balansae e A. graveolens oiticica-amarelaClarisia racemosa pau-roxoPeltogyne paniculata, P. maranhensis, P. subsessilis, P. paradoxa, P. catingae, P. confertiflora, P. lecointei e P. recifensis piquiaranaCaryocar glabrum e C.villosum quarubaV. guianensis, V. eximia, V. ferruginea, V. floribunda, V. maxima, V. obidensis, V. surinamensis e V. vismaefolia tachiTachigali myrmecophilla T. alba, Sclerolobium paraense, S. melanocarpum e S. micropetalum. tatajubaBagassa guianensis tauariCouratari guianensis, C. oblongifolia e C. stellata tauari-vermelhoCariniana micranta uxiEndopleura uchi

17 Critérios para o grupamento de madeiras Requisitos técnicos de cada uso Propriedades e nível de desempenho equivalente às madeiras tradicionais

18 Exemplo: Construção Civil Pesada Interna (vigas, caibros, pranchas e tábuas) Referência: peroba-rosa (Aspidosperma polyneuron) Densidade de massa (15%): 710 kg/m³ Flexão estática: máxima resistência (madeira verde): 84 MPa módulo de elasticidade (madeira verde): 8700 MPa Compressão axial: máxima resistência (madeira verde): 39 MPa Cisalhamento: máxima resistência (madeira verde): 10 MPa Durabilidade natural/tratabilidade: dur. nat. 5 anos (solo) ou tratável (CCA), retenção 5 kg/m³ ingrediente ativo e penetração total/parcial Fixação mecânica: regular/boa ou fácil

19 Usos das madeiras alternativas na construção civil USO DA MADEIRA NA CONSTRUÇÃO CIVIL EspécieNome botânico PesadaLeve Uso temporário Assoalho ExternaInternaExterna Interna DecorativaEstruturalEsquadrias Utilidade geral angelim-amargosoVatairea sp angelim-pedraHymenolobium petraeum angelim-vermelhoDinizia excelsa cedroranaCedrelinga cateniformis cumaruDipteryx odorata cupiúbaGoupia glabra curupixáMicropholis venulosa garapaApuleia leiocarpa jatobáHymenaea courbaril mandioqueiraRuizterania albiflora muiracatiaraAstronium lecointei oiticica-amarelaClarisia racemosa pau-roxoPeltogyne spp piquiaranaCaryocar glabrum quarubaVochysia maxima tachiTachigali myrmecophilla tatajubaBagassa guianensis tauariCouratari oblongifolia tauari-vermelhoCariniana micrantha uxiEndopleura uchi

20 Informações fornecidas para cada madeira nome popular (preferível nome comercial), nome científico, outros nomes populares; estados ou regiões de ocorrência no Brasil; imagens da madeira, faces tangencial e radial; características gerais e sensoriais; descrição anatômica macroscópica; durabilidade natural e tratabilidade com produtos preservativos; características de processamento, inclui trabalhabilidade e secagem; propriedades físicas: densidade de massa e contrações; propriedades mecânicas: flexão estática, compressão paralela às fibras (axial); outras propriedades: choque, cisalhamento, dureza Janka, tração normal às fibras e fendilhamento; usos na construção civil (Classificação Geral de Usos) e outros usos; sugestões de substituição às madeiras tradicionais.

21 Espécie Alternativa: Uxi UXI (Endopleura uchi (Huber) Cuatrec.) Outros nomes: axuá, cumatê, paruru, uxi-liso. Ocorrência: Brasil: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima. CARACTERÍSTICAS GERAIS Características sensoriais: cerne e alburno pouco distintos; cerne castanho-avermelhado; cheiro e gosto imperceptíveis; densidade alta; grã direita; textura média. Descrição anatômica macroscópica: Parênquima axial: indistinto. Raios: visíveis somente sob lente no topo e na face tangencial. Vasos: visíveis somente sob lente no topo e na face tangencial; porosidade difusa; exclusivamente solitários; pequenos a médios. Camadas de crescimento: indistintas, quando presentes são demarcadas por zonas fibrosas. DURABILIDADE / TRATAMENTO Durabilidade natural: moderada resistência ao ataque de fungos (IPT, 1989b). Tratabilidade: O alburno é fácil de impregnar, mas o cerne apresenta baixa permeabilidade às soluções preservativas quando submetida à impregnação sob pressão (IPT, 1989b). CARACTERÍSTICAS DE PROCESSAMENTO Trabalhabilidade: a madeira de uxi é considerada de trabalhabilidade regular nas operações de aplainamento, lixamento e torneamento. Secagem: a secagem é classificada como muito rápida em estufa, com moderada tendência a torcimento (IBAMA, 1997a). PROPRIEDADES FÍSICAS Densidade de massa: Básica: 780 kg/m³ Contração: Radial: 5,4 % Tangencial: 9,6 % Para comparar esses valores de contração (CCOPANT) com aqueles obtidos pela Norma ABNT (CABNT) é necessário transformá-los usando a equação: CABNT = CCOPANT / (1 - (CCOPANT / 100) Tangencial Radial

22 PROPRIEDADES MECÂNICAS Flexão: Resistência: Madeira verde: 114,0 MPa (1162 kgf/cm2) Madeira a 15% de umidade: 153,7 MPa (1567 kgf/cm2) Módulo de elasticidade - Madeira verde: MPa ( kgf/cm2) Compressão paralela às fibras: Resistência: Madeira verde: 54,5 MPa (556 kgf/cm2) Madeira a 15% de umidade: 74,8 MPa (763 kgf/cm2) Outras propriedades: Cisalhamento - Madeira verde: 13,6 MPa (139 kgf/cm2) Dureza Janka transversal - Madeira verde: 9346 N (953 kgf) Tração normal às fibras - Madeira verde: 5,8 MPa (59 kgf/cm2) Observação: os resultados dos ensaios das propriedades físicas e mecânicas foram obtidos de acordo com a Norma COPANT. Fonte: (IBAMA, 1997a) Nota: As unidades de grandeza MPa e N do Sistema Internacional (SI) são também apresentadas nas unidades técnicas kgf/cm2 e kgf, respectivamente. USOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL E OUTROS USOS Pode substituir: Espécies tradicionais usadas na construção civil resistente, principalmente interna, como peroba, sucupira, maçaranduba e jatobá. Pesada externa cruzetas dormentes ferroviários Pesada interna vigas caibros Outros usos transporte embarcações (quilhas, convés, costados e cavernas) cabos de ferramentas embalagens Espécie Alternativa: Uxi

23 OBRIGADO !!! O Catálogo de MADEIRAS BRASILEIRAS para a Construção Civil – 2013 estará disponível nos sites do IPT, WWF, SindusCon e RAA


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