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CANOAGEM MATÉRIA ALTERNATIVA ENSINO BÁSICO 3º CICLO ENSINO SECUNDÁRIO.

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1 CANOAGEM MATÉRIA ALTERNATIVA ENSINO BÁSICO 3º CICLO ENSINO SECUNDÁRIO

2 CANOAGEM APTIDÃO NECESSÁRIA PARA A APRENDIZAGEM DA CANOAGEM: Saber nadar (nível elementar do programa de natação) Saber mergulhar em apneia, com os olhos abertos, movimentando-se com intencionalidade e segurança APTIDÃO NECESSÁRIA PARA A APRENDIZAGEM DA CANOAGEM: Saber nadar (nível elementar do programa de natação) Saber mergulhar em apneia, com os olhos abertos, movimentando-se com intencionalidade e segurança

3 CANOAGEM PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NÍVEL INTRODUTÓRIO 0 aluno: 1 - Coopera com os companheiros no cumprimento das regras de segurança específicas da atividade e de preservação das condições ecológicas, na arrumação do material (equipamento e embarcação, com ou sem ajuda de um companheiro). 2 - Conhece e identifica as funções do equipamento que utiliza: colete de salvação, embarcação (poço e quebra-mar, proa e popa) e pagaia, conhece as regras de segurança, verificando e corrigindo se necessário as condições de flutuabilidade do caiaque e seleciona a pagaia e o caiaque de acordo coma sua altura e peso. PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NÍVEL INTRODUTÓRIO 0 aluno: 1 - Coopera com os companheiros no cumprimento das regras de segurança específicas da atividade e de preservação das condições ecológicas, na arrumação do material (equipamento e embarcação, com ou sem ajuda de um companheiro). 2 - Conhece e identifica as funções do equipamento que utiliza: colete de salvação, embarcação (poço e quebra-mar, proa e popa) e pagaia, conhece as regras de segurança, verificando e corrigindo se necessário as condições de flutuabilidade do caiaque e seleciona a pagaia e o caiaque de acordo coma sua altura e peso.

4 CANOAGEM PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NÍVEL INTRODUTÓRIO 0 aluno: 3 - Cumpre um trajeto em caiaque, em águas calmas de corrente fraca, com fáceis acessos à margem, mantendo a trajetória pré-estabelecida ou alternando-a para se desviar de um obstáculo, mantendo o equilíbrio da embarcação: Posiciona-se corretamente no caiaque, sentado com as pernas semiflectidas e joelhos ligeiramente afastados, e mantendo o tronco próximo da vertical ou ligeiramente inclinado à frente de forma a favorecer as suas ações Embarca e desembarca do caiaque, colocando a pagaia atravessada (cruzada) no caiaque, à frente ou atrás do quebra-mar, utilizando dois pontos de apoio: uma mão agarra no quebra-mar e na cana da pagaia e a outra, apoiada na cana da pagaia assente na margem. PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NÍVEL INTRODUTÓRIO 0 aluno: 3 - Cumpre um trajeto em caiaque, em águas calmas de corrente fraca, com fáceis acessos à margem, mantendo a trajetória pré-estabelecida ou alternando-a para se desviar de um obstáculo, mantendo o equilíbrio da embarcação: Posiciona-se corretamente no caiaque, sentado com as pernas semiflectidas e joelhos ligeiramente afastados, e mantendo o tronco próximo da vertical ou ligeiramente inclinado à frente de forma a favorecer as suas ações Embarca e desembarca do caiaque, colocando a pagaia atravessada (cruzada) no caiaque, à frente ou atrás do quebra-mar, utilizando dois pontos de apoio: uma mão agarra no quebra-mar e na cana da pagaia e a outra, apoiada na cana da pagaia assente na margem.

5 CANOAGEM PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NÍVEL INTRODUTÓRIO 0 aluno: Propulsiona o caiaque, pegando a pagaia corretamente com as mãos equidistantes das respetivas pás: - introduzindo a pá na água o mais à frente possível (com extensão do braço e avanço do ombro correspondente), com a mão que se encontra no plano superior sem ultrapassar o eixo longitudinal do caiaque; - colocando a face interior da pá perpendicular ao eixo longitudinal do caiaque, na imersão; - com ligeira rotação do tronco, recuo do ombro e flexão do braço correspondente, sacando-a o mais atrás possível. PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NÍVEL INTRODUTÓRIO 0 aluno: Propulsiona o caiaque, pegando a pagaia corretamente com as mãos equidistantes das respetivas pás: - introduzindo a pá na água o mais à frente possível (com extensão do braço e avanço do ombro correspondente), com a mão que se encontra no plano superior sem ultrapassar o eixo longitudinal do caiaque; - colocando a face interior da pá perpendicular ao eixo longitudinal do caiaque, na imersão; - com ligeira rotação do tronco, recuo do ombro e flexão do braço correspondente, sacando-a o mais atrás possível.

6 CANOAGEM PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NÍVEL INTRODUTÓRIO 0 aluno: Utiliza a propulsão circular para corrigir a direcção do caiaque (em marcha à frente), introduzindo a pagaia à frente, descrevendo um arco de círculo da proa à popa Pára ou desloca o caiaque à retaguarda, sempre que necessário; executando movimentos de retropulsão, ajustando a pega da pagaia, em movimento inverso ao da propulsão Quando a embarcação se vira: Sai do caiaque num movimento contínuo, colocando as mãos no quebra-mar e realizando um movimento rápido e sincronizado de extensão dos braços e elevação da bacia Coloca o caiaque com o poço para cima (evitando que entre mais água) e se necessário, utiliza-o como salva-vidas, agarrando-se à embarcação, deslocando-se para a margem ou aguardando calmamente que lhe deem apoio. PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NÍVEL INTRODUTÓRIO 0 aluno: Utiliza a propulsão circular para corrigir a direcção do caiaque (em marcha à frente), introduzindo a pagaia à frente, descrevendo um arco de círculo da proa à popa Pára ou desloca o caiaque à retaguarda, sempre que necessário; executando movimentos de retropulsão, ajustando a pega da pagaia, em movimento inverso ao da propulsão Quando a embarcação se vira: Sai do caiaque num movimento contínuo, colocando as mãos no quebra-mar e realizando um movimento rápido e sincronizado de extensão dos braços e elevação da bacia Coloca o caiaque com o poço para cima (evitando que entre mais água) e se necessário, utiliza-o como salva-vidas, agarrando-se à embarcação, deslocando-se para a margem ou aguardando calmamente que lhe deem apoio.

7 CANOAGEM PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NÍVEL ELEMENTAR 0 aluno: 1 - Coopera com os companheiros no cumprimento das regras de segurança específicas da atividade e de preservação das condições ecológicas, na arrumação do material, nomeadamente: extração da água do caiaque, acondicionamento no transporte, arrumação e conservação do caiaque no posto náutico. 2 - Coopera com o companheiro mais apto, aceitando as suas indicações e adequando as suas ações às funções que lhe são atribuídas e às ações/explicações do companheiro. 3 - Conhece as leis da navegação e o significado de bombordo e estibordo e sotavento e barlavento. PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NÍVEL ELEMENTAR 0 aluno: 1 - Coopera com os companheiros no cumprimento das regras de segurança específicas da atividade e de preservação das condições ecológicas, na arrumação do material, nomeadamente: extração da água do caiaque, acondicionamento no transporte, arrumação e conservação do caiaque no posto náutico. 2 - Coopera com o companheiro mais apto, aceitando as suas indicações e adequando as suas ações às funções que lhe são atribuídas e às ações/explicações do companheiro. 3 - Conhece as leis da navegação e o significado de bombordo e estibordo e sotavento e barlavento.

8 CANOAGEM PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NÍVEL ELEMENTAR 0 aluno: 4 - Interpreta os movimentos da água, a influência do vento, refluxo da água na margem, marés, obstáculos submersos, adequando as suas ações a estes elementos. 5 - Cumpre um trajeto em caiaque, em águas calmas de corrente fraca, com fáceis acessos à margem, mantendo a trajetória pré-estabelecida ou alterando-a para se desviar de um obstáculo, mantendo o equilíbrio na embarcação: 5.1 -Define a melhor trajetória do percurso, selecionando e executando corretamente os movimentos de propulsão e retropulsão, corrigindo-a sempre que necessário, utilizando movimentos de propulsão circular. PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NÍVEL ELEMENTAR 0 aluno: 4 - Interpreta os movimentos da água, a influência do vento, refluxo da água na margem, marés, obstáculos submersos, adequando as suas ações a estes elementos. 5 - Cumpre um trajeto em caiaque, em águas calmas de corrente fraca, com fáceis acessos à margem, mantendo a trajetória pré-estabelecida ou alterando-a para se desviar de um obstáculo, mantendo o equilíbrio na embarcação: 5.1 -Define a melhor trajetória do percurso, selecionando e executando corretamente os movimentos de propulsão e retropulsão, corrigindo-a sempre que necessário, utilizando movimentos de propulsão circular.

9 CANOAGEM PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NÍVEL ELEMENTAR 0 aluno: Corrige, se necessário, a direção do caiaque em marcha- atrás através da retropulsão circular (movimento inverso à propulsão circular). 6 - Seleciona e executa adequadamente as técnicas aprendidas anteriormente, na realização de circuitos em oito, em triângulo ou outros, mantendo o equilíbrio da embarcação (sem virar). 7 - Desce pequenos rápidos ou açudes, selecionando a melhor trajetória e utilizando adequadamente as técnicas aprendidas anteriormente. PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NÍVEL ELEMENTAR 0 aluno: Corrige, se necessário, a direção do caiaque em marcha- atrás através da retropulsão circular (movimento inverso à propulsão circular). 6 - Seleciona e executa adequadamente as técnicas aprendidas anteriormente, na realização de circuitos em oito, em triângulo ou outros, mantendo o equilíbrio da embarcação (sem virar). 7 - Desce pequenos rápidos ou açudes, selecionando a melhor trajetória e utilizando adequadamente as técnicas aprendidas anteriormente.

10 CANOAGEM PORTUGAL 1951 – Primeiras participações portuguesas em eventos internacionais A M.A.R. Kayaks, fabricante das embarcações NELO, inicia a sua atividade em Vila do Conde, transformando-se numa das mais conceituadas empresas do sector Fundação da Federação Portuguesa de Canoagem Emanuel Silva fica em 7º lugar na final K metros nos J.O. De Atenas 2009 – Campeonato do Mundo de Canoagem (maratonas) em Crestuma, Vila Nova de Gaia PORTUGAL 1951 – Primeiras participações portuguesas em eventos internacionais A M.A.R. Kayaks, fabricante das embarcações NELO, inicia a sua atividade em Vila do Conde, transformando-se numa das mais conceituadas empresas do sector Fundação da Federação Portuguesa de Canoagem Emanuel Silva fica em 7º lugar na final K metros nos J.O. De Atenas 2009 – Campeonato do Mundo de Canoagem (maratonas) em Crestuma, Vila Nova de Gaia

11 CANOAGEM MUNDO 1924 – Fundação da Federação Internacional de Canoagem Primeiro Campeonato da Europa A Canoagem passa a fazer parte do programa olímpico em Berlim O sueco Gert Fredriksson conquista a sua sexta medalha olímpica 2004 – Birgit Fischer, torna-se na mais medalhada canoísta em Jogos Olímpicos, com o ouro em K4 MUNDO 1924 – Fundação da Federação Internacional de Canoagem Primeiro Campeonato da Europa A Canoagem passa a fazer parte do programa olímpico em Berlim O sueco Gert Fredriksson conquista a sua sexta medalha olímpica 2004 – Birgit Fischer, torna-se na mais medalhada canoísta em Jogos Olímpicos, com o ouro em K4

12 CANOAGEM EQUIPAMENTO E VESTUÁRIO Usar equipamento adequado e em bom estado; Os equipamentos utilizados incluem: Embarcação; Pagaia; Colete salva-vidas; Capacete; Material de segurança; O vestuário é constituído por: Impermeável; Fato térmico; Camisolas; Calçado. EQUIPAMENTO E VESTUÁRIO Usar equipamento adequado e em bom estado; Os equipamentos utilizados incluem: Embarcação; Pagaia; Colete salva-vidas; Capacete; Material de segurança; O vestuário é constituído por: Impermeável; Fato térmico; Camisolas; Calçado.

13 CANOAGEM EQUIPAMENTO E VESTUÁRIO O KAYAK O kayak tem uma parte de frente, a proa, e uma parte de trás, a popa. O buraco por onde se entra para se sentar é o poço, e o seu bordo, quebra-mar. EQUIPAMENTO E VESTUÁRIO O KAYAK O kayak tem uma parte de frente, a proa, e uma parte de trás, a popa. O buraco por onde se entra para se sentar é o poço, e o seu bordo, quebra-mar.

14 CANOAGEM EQUIPAMENTO E VESTUÁRIO A PAGAIA Pagaia – constituída pela cana e por duas pás. As pás são assimétricas, têm uma em relação à outra uma rotação de 90º. Como escolher a pagaia apropriada à altura? Colocar a pagaia na vertical junto ao corpo, do lado direito se for destro, do lado esquerdo se for canhoto. Estique o braço para cima, alcance e segure a ponta superior da pagaia apenas com as pontas dos dedos. EQUIPAMENTO E VESTUÁRIO A PAGAIA Pagaia – constituída pela cana e por duas pás. As pás são assimétricas, têm uma em relação à outra uma rotação de 90º. Como escolher a pagaia apropriada à altura? Colocar a pagaia na vertical junto ao corpo, do lado direito se for destro, do lado esquerdo se for canhoto. Estique o braço para cima, alcance e segure a ponta superior da pagaia apenas com as pontas dos dedos.

15 CANOAGEM EQUIPAMENTO E VESTUÁRIO O COLETE Mesmo quem sabe nadar bem, NUNCA deve entrar na embarcação sem o colete de salvação posto e devidamente apertado. A função principal do colete salva-vidas é a de ajudar a manter a cabeça do praticante fora de água. Desempenha outras funções como: proteger de choques, manter o corpo quente e proteger dos raios solares. Deve ter uma flutuação adequada ao peso do praticante, ser confortável, ajustável e proporcionar mobilidade. EQUIPAMENTO E VESTUÁRIO O COLETE Mesmo quem sabe nadar bem, NUNCA deve entrar na embarcação sem o colete de salvação posto e devidamente apertado. A função principal do colete salva-vidas é a de ajudar a manter a cabeça do praticante fora de água. Desempenha outras funções como: proteger de choques, manter o corpo quente e proteger dos raios solares. Deve ter uma flutuação adequada ao peso do praticante, ser confortável, ajustável e proporcionar mobilidade.

16 CANOAGEM TERMOS NÁUTICOS Bombordo – lado esquerdo Estibordo – lado direito Barlavento - o lado de onde sopra o vento Sotavento – o lado para onde vai o vento TERMOS NÁUTICOS Bombordo – lado esquerdo Estibordo – lado direito Barlavento - o lado de onde sopra o vento Sotavento – o lado para onde vai o vento

17 CANOAGEM EMBARQUE COM APOIO À FRENTE Colocar a embarcação encostada à margem, no sentido contrário à corrente, afastando o perigo de encalhar ou de virar; Colocar a pagaia sobre a margem e sobre o kayak, logo à frente do quebra-mar; Segurar a pagaia e o quebra-mar com a mão não hábil, com o polegar para o interior e, com a outra mão, segurar igualmente a pagaia; Entrar na embarcação com suavidade e sentar com flexão das duas pernas. EMBARQUE COM APOIO À FRENTE Colocar a embarcação encostada à margem, no sentido contrário à corrente, afastando o perigo de encalhar ou de virar; Colocar a pagaia sobre a margem e sobre o kayak, logo à frente do quebra-mar; Segurar a pagaia e o quebra-mar com a mão não hábil, com o polegar para o interior e, com a outra mão, segurar igualmente a pagaia; Entrar na embarcação com suavidade e sentar com flexão das duas pernas.

18 CANOAGEM EMBARQUE COM APOIO ATRÁS Colocar a embarcação encostada à margem, no sentido contrário à corrente, afastando o perigo de encalhar ou de virar; Colocar a pagaia sobre a margem e sobre o kayak, logo atrás do quebra-mar; Segurar a pagaia e o quebra-mar com a mão não hábil, com os dedos para o interior e, com a outra mão, segurar igualmente a pagaia; Entrar na embarcação com a perna esquerda (para os destros) e sentar com suavidade, após recolher a perna direita. EMBARQUE COM APOIO ATRÁS Colocar a embarcação encostada à margem, no sentido contrário à corrente, afastando o perigo de encalhar ou de virar; Colocar a pagaia sobre a margem e sobre o kayak, logo atrás do quebra-mar; Segurar a pagaia e o quebra-mar com a mão não hábil, com os dedos para o interior e, com a outra mão, segurar igualmente a pagaia; Entrar na embarcação com a perna esquerda (para os destros) e sentar com suavidade, após recolher a perna direita.

19 CANOAGEM DESEMBARQUE COM APOIO À FRENTE OU ATRÁS Para efetuar o desembarque deve-se, igualmente, aproximar da margem contra a corrente e efetuar as ações inversas do embarque. DESEMBARQUE COM APOIO À FRENTE OU ATRÁS Para efetuar o desembarque deve-se, igualmente, aproximar da margem contra a corrente e efetuar as ações inversas do embarque.

20 CANOAGEM COMO AGARRAR A PAGAIA Segurar a pagaia acima da cabeça e de forma a que ambos os braços façam ângulos de 90º. Se a pagaia estiver adequada à altura do canoísta as mãos ficam próximas das pás. COMO AGARRAR A PAGAIA Segurar a pagaia acima da cabeça e de forma a que ambos os braços façam ângulos de 90º. Se a pagaia estiver adequada à altura do canoísta as mãos ficam próximas das pás.

21 CANOAGEM PROPULSÃO A propulsão é a forma de obter um deslizamento da embarcação sobre a água, fruto da ação de uma remada. Deves: Colocar a pá na água o mais à frente possível; Puxar a pá sob a água, com uma rotação do tronco provocada pelo avanço do ombro oposto; Retirar a pá, colocando o braço em cima completamente estendido; Iniciar o mesmo movimento com o braço oposto. PROPULSÃO A propulsão é a forma de obter um deslizamento da embarcação sobre a água, fruto da ação de uma remada. Deves: Colocar a pá na água o mais à frente possível; Puxar a pá sob a água, com uma rotação do tronco provocada pelo avanço do ombro oposto; Retirar a pá, colocando o braço em cima completamente estendido; Iniciar o mesmo movimento com o braço oposto.

22 CANOAGEM RETROPULSÃO A retropulsão é similar à propulsão mas difere no essencial: andas para trás. Neste caso não puxas a água, mas sim, empurras e puxas a água com as costas da pagaia. Deves: Colocar a pá na água atrás de ti; Empurrar a pá sobre a água, com uma rotação do tronco provocada pelo avanço do ombro correspondente; Retirar a pá da água, colocando o braço em cima completamente estendido; Iniciar o mesmo movimento com o braço oposto, com a rotação da pagaia para a pá entrar corretamente na água. RETROPULSÃO A retropulsão é similar à propulsão mas difere no essencial: andas para trás. Neste caso não puxas a água, mas sim, empurras e puxas a água com as costas da pagaia. Deves: Colocar a pá na água atrás de ti; Empurrar a pá sobre a água, com uma rotação do tronco provocada pelo avanço do ombro correspondente; Retirar a pá da água, colocando o braço em cima completamente estendido; Iniciar o mesmo movimento com o braço oposto, com a rotação da pagaia para a pá entrar corretamente na água.

23 CANOAGEM CUIDAR DO MATERIAL Após cada utilização garantir que não existe água na embarcação. Além disso lavar a embarcação com água doce, bem como o restante material. CUIDAR DO MATERIAL Após cada utilização garantir que não existe água na embarcação. Além disso lavar a embarcação com água doce, bem como o restante material.

24 CANOAGEM FIM

25 CANOAGEM BIBLIOGRAFIA volume 2. Educação Física - 3º ciclo, Texto Editores. BIBLIOGRAFIA volume 2. Educação Física - 3º ciclo, Texto Editores. Imagens retiradas de [clicar na imagem e seguir a hiperligação]


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