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Rumos que indicam o caminho a seguir, abordando aspectos prioritários da ação evangelizadora, princípios norteadores e urgências irrenunciáveis. A partir.

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3 Rumos que indicam o caminho a seguir, abordando aspectos prioritários da ação evangelizadora, princípios norteadores e urgências irrenunciáveis. A partir das Diretrizes cabe às Igrejas Particulares (Arqui/Dioceses) planejar sua ação pastoral. O Objetivo Geral O Objetivo Geral é assumido pelos Bispos do Brasil, em suas Igrejas Particulares, para preservar a unidade e a diversidade.

4 Jesus Cristo é nossa razão de ser, origem de nosso agir, motivo de nosso pensar e sentir. Aprender com Jesus, presente e atuante em meio à realidade: a olhar a realidade em que vivemos, procurando seguir sempre mais fiel a Ele, a viver e agir na realidade, refletindo a Sua presença. Nas pegadas de Jesus, que é incessante e eterna entrega, dom de si para o outro, a Igreja se propõe ir ao encontro de todos os homens e mulheres do nosso tempo:

5 Reconhecendo em cada pessoa um irmão ou irmã, não obstante as diferenças que nos distinguem, vencendo o isolamento, o individualismo e a atitude de servir-se do outro como mercadoria de consumo (alteridade), Fazendo da sua presença dom gratuito, através de atitudes fraternas e solidárias, fazendo o bem ao próximo sem esperar nada em troca (gratuidade). A Igreja no Brasil quer assim, como Jesus, ir ao encontro do outro, respeitando cada um na sua diferença, procurando discernir o Reino de Deus no meio do mundo e trabalhando para que ele cresça cada vez mais.

6 Vivemos num tempo de transformações profundas não se trata de uma época de mudanças, mas uma mudança de época, marcada pelo fenômeno da globalização. Um tempo marcado pelo relativismo e pelo individualismo exarcebados. A Igreja é chamada a reagir com o espírito das bem- aventuranças, defendendo a vida negada e ameaçada por várias formas de banalização e desrespeito.

7 Alguns princípios norteadores: Necessidade de uma pastoral decididamente missionária, numa atitude corajosa e profética definida pela Conf. De Aparecida como conversão pastoral. Voltar às fontes e recomeçar a partir de Jesus Cristo deve levar a Igreja a superar a preocupação consigo mesmo e colocá-la no caminho do amor-serviço dos que mais sofrem no nosso tempo Assumir as urgências na evangelização e torná-las presentes em todos os processos de planejamento. As urgências dizem respeito à busca e ao encontro de caminhos para a transmissão e sedimentação da fé, neste período histórico de transformação.

8 A Igreja é indispensavelmente missionária. Existe para anunciar, por gestos e palavras, a pessoa e a mensagem de Jesus Cristo. Fechar-se à dimensão missionária implica fechar-se ao Espírito Santo, sempre presente, atuante, impulsionador e defensor. Três características da ação missionária: Urgência Amplitude Inclusão

9 É urgente em razão da oscilação de critérios. É ampla e includente, porque reconhece todas as situações, tempos e locais como oportunidades para evangelizar. Necessidade de sair ao encontro das pessoas, das famílias, das comunidades e dos povos para lhes comunicar e compartilhar o dom do encontro com Cristo. Daí a importância do testemunho pessoal e pensar estruturas pastorais que favoreçam a realização da atual consciência missionária. Agir com firmeza e rapidez, dando a tudo o que se faz um sentido missionário!

10 Não se começa a ser cristão por uma decisão ética ou uma grande idéia, mas pelo encontro com um acontecimento, com uma Pessoa, que dá um novo horizonte à vida e, com isso, uma orientação decisiva. (Bento XVI) A mudança de época exige que o anuncio de Jesus Cristo não seja mais pressuposto, porém explicitado continuamente. Isso exige que, nos perguntemos: como estamos educando na fé e como estamos alimentado a experiência cristã? A adesão a Jesus Cristo implica anuncio, apresentação, proclamação. É preciso ajudar as pessoas a conhecer Jesus Cristo, fascinar-se por Ele e optar por segui-lo. A iniciação cristã ultrapassa a preparação para os sacramentos (batismo, crisma e eucaristia); ela refere-se à adesão a Jesus Cristo que exige ser refeita, fortalecida e ratificada tantas vezes quantas o cotidiano exigir.

11 Nossas comunidades precisam ser comunidades diuturnamente mistagógicas, preparadas para permitir que o encontro com Jesus Cristo se faça e se refaça permanentemente. Este processo tem algumas exigências: acolhida, diálogo, partilha, familiaridade com a Palavra de Deus e vida em comunidade. Tem também implicações: estruturas, ou seja, grupos de estilo catecumental nos mais diversos lugares e horários, sempre disponíveis a acolher, apresentar Jesus Cristo e dar as razões de nossa esperança (1Pd 3,15) Necessidade um novo perfil do agente evangelizador, no qual o ministério dos introdutores e catequistas assuma papel preponderante.

12 Descobrir o contato pessoal e comunitário com a Palavra de Deus como lugar privilegiado de encontro com Jesus Cristo. A Igreja hoje tem consciência de que particularmente as novas gerações têm necessidade de ser introduzidas na Palavra de Deus através do encontro e do testemunho autentico do adulto, da influencia positiva dos amigos e da grande companhia que é a comunidade eclesial. (VD 97) É no contato eclesial com a Palavra de Deus que o discípulo missionário, permanecendo fiel, vai encontrar forças para atravessar um período histórico de pluralismo e grandes incertezas.

13 São vários os métodos de leitura da Bíblia. A Conferencia de Aparecida destacou a Leitura Orante. Nela o discípulo missionário acolhe a Palavra como dom, mergulha na riqueza do texto sagrado e, sob o impulso do Espírito, assimila esta Palavra na vida e na missão. A Animação bíblica de toda a vida é um caminho de conhecimento e interpretação da Palavra, um caminho de comunhão e oração com a Palavra e um caminho de evangelização e proclamação da Palavra. O contato interpretativo, orante e vivencial com a Palavra de Deus não forma, necessariamente, doutores, mas forma santos.

14 A dimensão comunitária é intrínseca ao mistério e à realidade da Igreja, que deve refletir a Santíssima Trindade. Sem vida em comunidade, não há como efetivamente viver a proposta cristã, isto é o Reino de Deus. A comunidade acolhe, forma e transforma, envia em missão, restaura, celebra, adverte e sustenta. As paróquias têm um papel fundamental na evangelização e precisam tornar-se sempre mais comunidades vivas e dinâmicas de discípulos missionários de Jesus.

15 Há diversas formas de vida comunitária articuladas entre si, na partilha da fé e na missão, estas comunidades se unem, dando lugar a verdadeiras redes de comunidades. Entre elas encontram-se as Comunidades Eclesiais de Base e outras formas de novas comunidades. Comunidade implica necessariamente convívio, vínculos profundos, afetividade, interesses comuns, estabilidade e solidariedade nos sonhos, nas alegrias e nas dores. O desafio é iluminar, com o Evangelho, as experiências nos ambientes marcados por aguda urbanização, para os quais vizinhança geográfica não significa necessariamente convívio, afinidade e solidariedade. Outro desafio está nos ambientes virtuais, onde a rapidez da comunicação e a liberdade em relação às distâncias geográficas tornam-se grandes atrativos.

16 No mundo plural, não se pode querer um único modo de ser comunidade. Nenhuma comunidade deve chamar para si a primazia sobre as demais, mas deve abrir-se para acolher dinamicamente os vários carismas, serviços e ministérios. Para que a paróquia torne-se comunidade de comunidades é inevitável, desafiando a criatividade, o respeito mútuo, a sensibilidade para o momento histórico e a capacidade de agir com rapidez. Sugere-se, por exemplo, a setorização das paróquias, onde se valoriza os vínculos humanos e sociais.

17 A Igreja, por crer que Jesus Cristo feito homem veio ao mundo para fazer-nos participantes da vida divina, reconhece toda vida como dom de Deus! As condições de vida de muitos abandonados, excluídos e ignorados em sua miséria e dor, contradizem o projeto do Pai e desafiam os discípulos missionários a maior compromisso a favor da cultura da vida. O discípulo missionário abre o seu coração para todas as formas de vida ameaçada desde o seu início até a morte natural.

18 O compromisso do discípulo missionário é não se calar diante da vida impedida de nascer seja por decisão individual, seja por legalização e despenalização do aborto. Não se cala igualmente diante da vida sem alimentação, casa, terra, trabalho, educação, saúde, lazer, liberdade, esperança e fé... É alguém que sonha e se promete com um mundo onde seja, efetivamente, reconhecido o direito a nascer, crescer, constituir família, seguir a vocação, crer e manifestar sua fé, num mundo onde o perdão seja a regra, a reconciliação, meta de todos; a tolerância e respeito, condições de felicidade; a gratuidade, vitória sobre a ambição. Ressalta-se a importância da vida no planeta dilapidado, tanto ética quanto ecologicamente, pelo uso ganancioso e irresponsável. O planeta inteiro se depara, como nunca, com o risco de degradação talvez irreversível. 5. Igreja: a serviço da vida plena para todos

19 Cabe a cada comunidade eclesial perguntar quais são os grupos humanos ou as categorias sociais que merecem atenção especial e lhes dar prioridade no trabalho da evangelização. Podem ser jovens, pessoas vivendo nas periferias das cidades, intelectuais, artistas, políticos, formadores de opinião, trabalhadores com grande mobilidade, nômades etc. ir ao encontro deles, em todos os ambientes. Uma iniciativa muito oportuna são as Missões populares, com visitas sistemáticas nos locais de trabalho, nas moradias de estudantes, nas favelas e nos cortiços, instituições de saúde, assentamentos, prisões, albergues junto aos moradores de rua.

20 A pastoral da visitação pode dar maior organicidade e eficácia a este serviço. Atenção especial merece os nossos jovens. O combate à apologia e ao uso das drogas, a todo tipo de violência e extermínio de jovens, uma atraente proposta vocacional e a oferta de um itinerário para a organização de seu projeto pessoal de vida contribuirão com a vida plena desta parcela tão dignificativa de nossa Igreja e da sociedade. Desafios: ecumenismo, dialogo inter religioso e missão ad gentes.

21 Necessidade de uma catequese não ocasional, mas permanente, com melhor formação dos responsáveis e um itinerário catequético permanente, que não se limite a uma formação doutrinal, mas integral, à vida cristã, com inspiração bíblica e litúrgica. Grande atenção às pessoas, com atendimento personalizado, capaz de estabelecer um diálogo interpessoal, de reflexão sobre a experiência de vida, abrindo-se ao seu verdadeiro sentido.

22 A pedagogia evangélica consiste em persuadir o interlocutor pelo testemunho de vida e por uma argumentação sincera e rigorosa, que estimula a busca da verdade. O lugar da iniciação cristã é a comunidade eclesial. A formação dos discípulos missionários precisa articular fé e vida e integrar cinco aspectos fundamentais: o encontro com Jesus Cristo, a conversão, o discipulado, a comunhão e a missão. 2. Igreja: casa da iniciação cristã

23 Toda a Igreja, todos os serviços eclesiais precisam estar fundamentados na Palavra de Deus e serem por ela iluminados. Será importante estimular iniciativas que permitam colocar a Bíblia nas mãos de todos, especialmente dos mais pobres. Além de possuir será importante ajudar as pessoas a ler corretamente a Escritura, chegar à interpretação adequada dos textos bíblicos e empregá-los como mediação de diálogo com Jesus Cristo. Formar equipes de animação bíblica da pastoral, proporcionando meios de aproximação de cada pessoa à Palavra de Deus para conhecê-la e interpretá-la corretamente; entrar em comunhão e oração com ela, evangelizar e proclamá-la como vida em abundância para todos, através de cursos, retiros, encontros, subsídios para a leitura individual, familiar e em pequenos grupos da Palavra de Deus

24 Dentre as muitas formas de animação bíblica da pastoral, valorizem-se os grupos de famílias, círculos bíblicos e pequenas comunidades em torno à meditação e vivência da Palavra. Podem-se também estimular manifestações artísticas inspiradas na Sagrada Escritura, nas artes figurativas e na arquitetura, na literatura e na música, acompanhada de uma sólida formação dos artistas. Utilizar o espaço dos novos meios de comunicação social, especialmente a internet com inúmeras redes sociais, que constituem um novo fórum onde fazer ressoar o Evangelho. Maior destaque deve ser dado à leitura orante, usando métodos apropriados, a fim de favorecer o encontro pessoal com Jesus Cristo Investir na formação continuada dos ministros e ministras da Palavra, cuidar com uma adequada formação, do exercício do múnus de leitor na celebração litúrgica e de modo particular o ministério do leitorado. Especial atenção merece a homilia. 3. Igreja: lugar de animação bíblica da vida e da pastoral

25 É urgente que a paróquia se torne, cada vez mais, comunidade de comunidades vivas e dinâmicas de discípulos missionários de Jesus Cristo. Embora sejam reconhecidas como células vivas da Igreja e lugar privilegiado no qual a maioria dos fiéis tem uma experiência concreta de Cristo, as paróquias necessitam de renovação e reformulação de suas estruturas, para que seja rede de comunidades e grupos, proporcionando a seus membros uma real experiência de discípulos e missionários de Jesus Cristo, em comunhão. Em vista da renovação das paróquias propõem-se a setorização da paróquia em unidades territoriais menores, com equipes próprias de animação e de coordenação que permitam maior proximidade com as pessoas e grupos que vivem na região.

26 Destacam-se as CEBs, forma privilegiada de vivência comunitária da fé. Elas permitem ao povo chegar a um maior conhecimento e vivência da Palavra de Deus, ao compromisso social em nome do Evangelho, ao surgimento de novos serviços de leigos e leigas, à educação da fé dos adultos, ao compromisso evangelizador e missionário entre os mais simples e afastados. São expressões visíveis da opção preferencial pelos pobres. Junto das CEBs, há outras formas válidas de pequenas comunidades constituídas pelos movimentos, grupos de vida, de oração e de reflexão da Palavra de Deus. Para que haja efetiva participação de todos nos destinos das comunidades pela diversidade de carismas, serviços e ministérios, será importante promover: a diversidade ministerial – abrir espaços de participação aos leigos e confiar-lhes ministérios e responsabilidades, para que todos na Igreja vivam de maneira responsável seu compromisso cristão; 4. Igreja: comunidade de comunidades

27 o carisma da vida consagrada, em suas dimensões apostólicas e contemplativas, presentes em fronteiras missionárias, inseridas junto aos pobres, atuantes no mundo da educação, da saúde, da ação social; a valorização das comissões, assembléias pastorais e conselhos, no âmbito pastoral como no âmbito administrativo. A participação dos leigos nas assembléias, conselhos e comissões, os tornam mais co-responsáveis com a vida da comunidade e estimulados no momento da realização dos projetos pastorais; a articulação das ações evangelizadoras, através da pastoral orgânica e de conjunto superando o contra-testemunho da divisão e da competição entre grupos. O instrumento privilegiado de uma pastoral orgânica e de conjunto é o planejamento, com a participação de todos os membros da comunidade eclesial; a efetivação da Igreja comunidade de comunidades manifesta-se também na bela experiência das paróquias-irmãs, dentro e fora da diocese. 4. Igreja: comunidade de comunidades

28 Num mundo marcado por tantos sinais de morte e inúmeras formas de exclusão, a Igreja, em todos os seus grupos, movimentos e associações, animados por uma Pastoral Social estruturada, orgânica e integral, tem a importante missão de defender, cuidar e promover a vida, em todas as suas expressões. O serviço da vida começa pelo respeito à dignidade da pessoa humana em todas as etapas da existência, desde a fecundação até a morte natural, vendo no ser humano um fim e não meio, superando o preconceito e discriminação, acolhendo, perdoando, recuperando a vida e a liberdade de cada pessoa, tendo presentes as condições materiais e o contexto histórico, social, cultural em que cada pessoa vive. Um olhar especial merece a família, patrimônio da humanidade, lugar e escola da comunhão, primeiro local para a iniciação cristã das crianças, no seio da qual, os pais são os primeiros catequistas. A família é um eixo transversal de toda a ação evangelizadora e, portanto deve ser apoiada por uma pastoral familiar intensa, vigorosa e frutuosa.

29 Merecem também grande atenção da igreja crianças, adolescentes e jovens, trabalhadores e trabalhadoras, na luta contra o desemprego e o subemprego, através da criação e apoio de alternativas de geração de renda, assim como a economia solidária, a agricultura familiar, o consumo solidário, a segurança alimentar, as redes de trocas, o acesso ao crédito popular, o trabalho coletivo, a busca do desenvolvimento sustentável e solidário. Cabe a Igreja educar para a preservação da natureza e o cuidado com a ecologia humana. Entre estas ações destacam-se a preservação da água, patrimônio da humanidade, evitando sua privatização, do solo e do ar. Deve-se também incentivar cada vez mais a participação social e política dos cristãos leigos e leigas nos diversos níveis e instituições, promovendo-se a formação permanente e ações concretas; a participação ativa e consciente nos Conselhos de Direitos. O empenho na busca de políticas públicas que ofereçam as condições necessárias ao bem estar das pessoas, famílias e povos é também uma urgência. 5. Igreja a serviço da vida plena para todos


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