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Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção DESAFIOS na formação de profissionais de engenharia no Brasil Mario Sergio Salerno.

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1 Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção DESAFIOS na formação de profissionais de engenharia no Brasil Mario Sergio Salerno Professor Titular, Chefe do Depto de Eng a de Produção, Poli/USP Coordenador do LGI – Laboratório de Gestão da Inovação, Poli/USP Coordenador-executivo, Observatório da Inovação,Instituto de Estudos Avançados da USP Ex-Diretor da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI ( ) Ex-Diretor do Ipea ( ) Brazil Automation ISA 2010

2 Questões 1. Há falta de engenheiros? 2. Há falta de bons engenheiros? 3. Expansão do ensino 4. Desafios 5. Pontos para reflexão Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção

3 Dados Brutos 2008 ENSINO MÉDIO Matrículas iniciais : Concluintes: Matrículas iniciais em Eng a : Formados Eng a : Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção

4 O que se estuda? TOTAL100% Educação25,921,1 Humanidades e Artes3,23,6 Ciências Sociais e Direito26,627,3 Economia e Administração13,213,7 Ciências e Matemática6,2%5,9% Ciências da Computação2,01,8 ENGENHARIA 5,6%5,1 % Arquitetura e Urbanismo1,20,8 Saúde e Bem-Estar Social13,016,0 Outros1,02,6 TOTAL DE EGRESSOS Fonte: Ministério da Educação. INEP. Censo da Educação Superior Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção 107% 127%

5 Quantos estudam? Onde estudam? MATRICULAS TOTAL Total Públicas46,8%37,1% Federais 29,7%23,0% Estaduais 15,1%11.0% Municipais 2,0%3,1% Total privadas53,1%62,9% CONCLUINTES10,3%10,1% Fonte: Ministério da Educação. INEP. Censo da Educação Superior Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção AUMENTOU O PESO DA FACULDADE PRIVADA

6 Egressos em eng a / total comparações internacionais Fonte:OCDE Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção

7 Egressos em eng a / total comparações internacionais (2007) Fonte:OCDE Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção

8 Engenheiros/ habitantes comparações internacionais (2007) Fonte:OCDE Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção

9 Expansão da Universidade Pública 1. UFABC – Grande ABC 2. UF Grande Dourados (MS) 3. UFSCar campus Sorocaba (SP) 4. Unifesp campi Diadema, Santos, Guarulhos (SP) 5. UF de Ciências de Porto Alegre (RS) 6. Unifal (Alfenas, campi Poços de Caldas, Varginha – MG) 7. UF Triângulo Mineiro (Uberaba - MG) 8. UF Vales Jequitinhonha e Mucuri (campi Diamantina, Teófilo Otoni - MG) 9. UF Rural do Semi-Árido (campi Mossoró, Angicos e Caraúbas - RN) 10. UF Tecnológica do Paraná (Curitiba, Apucarana, Campo Mourão, Cornélio Procópio, Dois Vizinhos, Francisco Beltrão, Londrina, Medianeira, Ponta Grossa, Pato Branco, Toledo – expansão de 8 campi, 3 novos em instalação) 11. UF do Pampa (expansão UF Santa Maria e UF Pelotas) 12. UF Vale do São Francisco (Juazeiro-BA, Petrolina-PE, São Raimundo Nonato – PI) 13. UF Tocantins (Araguaína, Arraias, Gurupi, Miracema, Palmas, Porto Nacional e Tocantinópolis) 14. UF da Integração Latino-Americana (PR, Itaipu) 15. UF da integração Luso-Afro-Brasileira (Redenção – CE) 16. UF da Fronteira Sul (Unipampa – Chapecó-SC, Erechim-RS, Cerro Largo-RS, Realiza-PR, Laranjeiras do Sul – PR) 17. UFOP – Oeste do Pará (Santarém + expansão da UF Rural Amazonas) 18. U F Recôncavo da Bahia (UFRB)

10 Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção Atendimento educacional no Brasil Material preparado pelo Prof. Dr. Rubens Barbosa de Camargo (FE-USP )

11 Formação de Doutores Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção Eng a 11,3%12,0%12,8%12,2%11,9%11,7%11,3% Exatas10,5%11,3%11,1%10,6%10,1%10,4%10,9% TOTAL Fonte: CGEE. Estudos da demografia da base técnico-científica brasileira. Brasília, Elaborado a partir de dados do MEC/INEP

12 Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção

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14 Novos marcos Legais para Inovação Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção 2004: Lei da Inovação (10.973) Nova Lei de Informática (11.077) Lei de criação da ABDI (11.080) 2005: Lei de Biossegurança (11.105) Lei do Bem (11.196) 2006/7: Lei de Regulamentação do FNDCT

15 Investimento Público e Privado em P&D (% PIB) Setor Privado é o protagonista. Nos países avançados, mais de 70% dos dispêndios são realizados pelas empresas. Grandes Empresas: mais de 60% do investimento em P&D no mundo. Inovação demanda comprometimento com o longo prazo, recursos e disposição ao risco Fonte: Elaborado pela FINEP com base em

16 Recursos Finep Investidos (2010 = 17 x 2000)

17 Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção Paradoxos Brasil forma poucos engenheiros em relação ao tamanho da população em comparação com outros países Mas a população é grande... Há aumento da procura mas salários não crescem acima do crescimento médio... Aumentos de salários percebidos pela PME/IBGE (jan-abr 2010) Trab. com ensino fundamental (33% da PO) 9,6% aumento Trab. com ensino médio (37% da PO) 7,7% Trab. com ensino superior (19% da PO) 4,2% Não há diferenciação setorial significativa

18 Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção Paradoxos... há aumento da oferta Maior número de formados eng a./ano (2008 = 2x 2000) PME/IBGE (jan-abr/2010) PO com educação superior + 8,2% PEA com educação superior +7,8% PEA total +2% População desocupada com ensino superior -1,6% Aumento da oferta Aumento da demanda

19 Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção Desafios Curso de engenharia é difícil Grande carga horária Início parece descolado da prática nada mais prático do que uma boa teoria matemática / cálculo desenvolver raciocínio abstrato física / química / biologia raciocínio sobre eventos Temas emergentes requerem base científica grande e diversificada Nanotecnologia / materiais nano estruturados Bioengenharia Modelagem de organização e gestão Olhar do cliente / usuário Sociologia (alunos normalmente detestam matérias de humanas...) Psicologia cognitiva (fundamental para software)

20 Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção Desafios Nova didática? Geração plugada (internética) X Giz, ppt, odp Papel da educação à distância na graduação Piloto Poli-PRO com Estatística Mídias móveis (celular?) Integração com a sociedade: já foi mais forte Sucesso de atividades como gestão de projetos em entidades sem fins lucrativos Falta articulação com empresas para ensino Sem agregar valor para a empresa no curto prazo! Nem só de valor vive o homem!

21 Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção Desafios Integração com empresas é difícil Estágios planejados Poli/PRO: apenas 1 empresa integrada (Brasilata, trabalho brilhante!) França / Alemanha Estágios como MOD Estágios para trabalho de formatura pré-conveniados Trabalhos de disciplinas realizados em empresas Baixa participação em pesquisas, eventos Raros laboratórios / equipes de pesquisa com patrocínio (aumentando) Baixa receptividade para visitas Precisamos cancelar disciplina de visita a empresas Ao contrário da prática nos EUA, não deixam citar nome em artigos... só em semanários onde os executivos aparecem... Doação zero...mas empresas brasileiras doam para universidades EUA/Europa

22 Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção Pontos para Reflexão Não há falta quantitativa de engenheiros (no geral) Há falta qualitativa? É o que dizem gestores de P&D de autopeças (pesquisa Poli, 2007) Engenheiros há; faltam bons engenheiros Que tipo de engenheiros a empresa brasileira demanda? Pouco investimento privado em P&D O geral prejudica as empresas que investem Quanto a empresa paga? Qual a visão que os alunos e a universidade têm de uma dada empresa? O que ela faz para atrair os melhores alunos?

23 Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção Pontos para Reflexão A disponibilidade de bons engenheiros depende de boa educação em todos os níveis Educação começa a ser mais valorizada pela sociedade A melhoria da educação só vai ser acelerada com engajamento social A empresa tem papel importante ação sistêmica, não só filantropia ou adoção de escolas; estar aberta para a escola, para os alunos O Brasil está muitos anos atrasado, pois não equacionou o acesso igualitário e justo à educação no início do séc.XX Mas tem tudo para superar esses problemas num prazo não muito longo Está em processo, é preciso juntar forças.

24 Mario Sergio Salerno Escola Politécnica da USP – Depto Eng a de Produção OBRIGADO! Mario Sergio Salerno Poli-USP, Depto Eng a Produção Laboratório de Gestão da Inovação tel


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