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Porto Seguro, 13 de agosto de 2008 Perspectivas de Mercado de Energia Elétrica no Brasil 23º Encontro de Produtores e Consumidores de Gases Industriais.

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1 Porto Seguro, 13 de agosto de 2008 Perspectivas de Mercado de Energia Elétrica no Brasil 23º Encontro de Produtores e Consumidores de Gases Industriais Perspectivas de Mercado de Energia Elétrica no Brasil Edson Luiz da Silva Gerente de Assuntos Regulatórios e de Mercado

2 2 Agenda A Tractebel Energia e o Grupo SUEZ Atendimento à Demanda do SIN Perspectiva de Preços

3 3 Agenda A Tractebel Energia e o Grupo SUEZ Atendimento à Demanda do SIN Perspectiva de Preços

4 4 O Grupo SUEZ no Brasil: Tractebel Energia MW instalados –Maior produtor independente de energia elétrica no Brasil –~ 6,1% da capacidade total do Brasil GWh produzidos em 2007 –Hidrelétricas –Termelétricas à gás, carvão, óleo e biomassa Mais de 100 clientes livres colaboradores Valor dos Investimentos atuais no Brasil: US$ 3,3 bilhões Novos Investimentos: US$ 800 milhões –São Salvador 241 MW (100% TBLE) –Estreito MW (40% TBLE) –PCH's 50,3 MW (Rondonópolis e José Gelázio) Investimentos em estudo –Aquisição da PCH Areia Branca (19,8 MW ) –Aquisição dos parques eólicos Beberibe no Ceará ( 25,6 MW ) e Pedra do Sal no Piauí (18 MW ) –Construção da UTE - Pampa no Rio Grande do Sul (340 MW) para exportação ao Uruguai

5 5 Agenda A Tractebel Energia e o Grupo SUEZ Atendimento à Demanda do SIN Perspectiva de Preços

6 6 Um Curso Rápido sobre Sistemas de Energia Elétrica (a) Muito importante: decisões de investimento requerem muita antecedência (3 – 5 anos) e longa vida útil das instalações ( anos)

7 7 Um Curso Rápido sobre Sistemas de Energia Elétrica (b) Gerador Consumidor Entrega Física Contrato livremente negociado Consumidor Muito importante: produção ocorre simultaneamente ao consumo. A energia elétrica não é armazenável em larga escala.

8 8 Balanço Energético do SIN

9 9 Crise de Suprimento do GN Frustração total = MW-médios –2.000 MW-médios da Argentina para CIEN –300 MW – médios da Argentina para Uruguaiana –200 MW-médios da Bolívia para Cuiabá –3.500 MW-médios da Petrobrás paras as termelétricas do SIN GNL para cobrir parte da oferta de gás natural associado ao Termo de Compromisso (ANEEL- Petrobrás) em 2009 –PECÉM –Rio de Janeiro

10 10 Crise de Suprimento do GN

11 11 Agenda A Tractebel Energia e o Grupo SUEZ Atendimento à Demanda do SIN Perspectiva de Preços

12 12 Ambientes de Contratação de Energia ACR - Ambiente de Contratação Regulada ACL - Ambiente de Contratação Livre Distribuidores Privados e/ou Estatais Geradores Privados Geradores Estatais Consumidores Livres Comerciali- zadores Negociação Bilateral Processo Transparente (leilão/oferta pública/chamada pública) Leilão Leilão

13 13 Mix de Preços para o ACR PIEs existentes Geração Estatal Self dealing Itaipu Mix ConsumidoresDistribuidor Geração Nova

14 14 Perspectiva de Preços para o ACR R$ 94,56 / MWh CCEAR En. Nova: R$ 139,95 / MWh CCEAR En. Existente: R$ 77,77 / MWh ? Base Monetária: Junho/2008

15 15 Perspectiva de Preços para o ACR Energia existente forma, hoje, o colchão da modicidade tarifária – MWmed deste colchão deverá ser recontratado entre 2013 e 2014 Tarifa para o consumidor cativo dependerá das condições desta recontratação –Tratamento da caducidade das concessões é crítico para a definição dos preços »Prorrogação das concessões com os atuais concessionário e com teto de preço, alocando toda a disponibilidade de energia para os consumidores cativos e livres »Nova licitação das concessões Máximo pagamento pelo Uso do Bem Público Menor tarifa para suprimento do mercado »Concessões retornam ao Governo que passa a administrá-las

16 16 Perspectiva de Preços para o ACR Ano R$/MWh Benchmark para o ACL Fatores Críticos Despacho para garantir a segurança do suprimento (R$ 1 bi foi gasto este ano) Impacto do despacho termelétrico sobre os contratos de disponibilidade

17 17 Perspectiva de Preços para o ACL 8% Participação Termelétrica 23% Participação Termelétrica

18 18 Perspectiva de Preços para o ACL O aumento da participação termelétrica na matriz energética implicará em elevação do CMO (PLD) Esgotamento da sobreoferta da energia existente –Escassez de capacidade para contratação (lastro) –Falta de liquidez »Desequilíbrios entre agentes tende a aumentar preços das transações Alternativas para o consumidor do ACL descontratado até 2011 –Retorno para a distribuidora se esta possuir excedentes –Contratos com projetos greenfield (PCH e biomassa) –Esperar oportunidades de contratação no curto prazo Oferta Hidrelétrica (MWmed) Oferta Termelétrica (MWmed) Participação Termelétrica8%23%58%

19 19 Perspectivas de PLD – Oferta em 2011

20 20 Efeito do Leilão de Reserva no PLD

21 21 Conclusões Por construção do modelo setorial, a oferta segue a expectativa de demanda futura –A oferta está ajustada para atender uma demanda que cresce 4,8% a.a. (PIB de 4 % a.a.) –Suprimento energético pode ser um gargalo para o crescimento econômico –O restabelecimento da oferta de GN é indispensável Até 2012, perspectiva de despacho mais intenso das termelétricas –Nível mais elevado do preço spot (pode ser superior ao CME) »Diferentemente do passado, o driver de preço passa a ser o preço spot De 2013 em diante, preços dependem –Condições da recontratação da energia atualmente comprometida com CCEARs –Tratamento da caducidade das concessões –Expansão com fontes eficientes nos próximos leilões »Acelerar os estudos de inventário e ambientais

22 22 Edson Luiz da Silva Gerente de Assuntos Regulatórios e de Mercado (48) Obrigado !


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