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C ENTRO EDUCACIONAL T ABOÃO CONTEÚDO DE ARTES E MÚSICA.

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Apresentação em tema: "C ENTRO EDUCACIONAL T ABOÃO CONTEÚDO DE ARTES E MÚSICA."— Transcrição da apresentação:

1 C ENTRO EDUCACIONAL T ABOÃO CONTEÚDO DE ARTES E MÚSICA

2 Música O som e as suas propriedades Som regular e irregular O silêncio Arte Moderna (História da Fotografia)

3 O S OM Som é tudo o que nossos ouvidos podem ouvir, sejam barulhos, pessoas falando ou mesmo música! Os sons que nos cercam são expressões da vida, da energia e do universo em vibração e movimento. Os cientistas nos ensinam que o som é o resultado das vibrações das coisas. Tudo o que existe na natureza pode vibrar. Essas vibrações se propagam pelo ar ou por qualquer outro meio de condução, chegam aos nossos ouvidos e são transmitidas ao cérebro para que possam ser identificadas.

4 V IBRAÇÃO REGULAR E IRREGULAR A vibração regular são os sons produzidos com altura definida, como uma nota musical. Esses sons são chamados de sons musicais. Por exemplo, os sons produzidos pela flauta doce ou outros instrumentos musicais. Já a vibração irregular produz sons sem altura definida, em que você não consegue distinguir a nota musical. Alguns desses sons são popularmente chamados de barulhos ou ruídos. Por exemplo: o som de um avião ou de um liquidificador. Alguns instrumentos de percussão, como os tambores, também não possuem altura definida.

5 P ROPRIEDADES DO SOM INTENSIDADE – É a propriedade que nos permite distinguir sons fortes e sons fracos. É o grau de volume sonoro. A intensidade do som depende da força empregada para produzir as vibrações. FORTE ou piano FRACO. Alguém gritando em um megafone e o canto de um pequeno pássaro são exemplos de sons fortes e fracos DURAÇÃO – É a propriedade que nos permite distinguir sons longos e sons curtos. Na música o som vai ter sua duração definida de acordo com o tempo de emissão das vibrações. LOOOOOOOOOOOOOONGO ou CURTO ALTURA – É a propriedade do som que nos permite distinguir sons graves (som mais grossos), médios e agudos (sons mais finos). A velocidade da vibração dos objetos é que vai definir sua altura. As vibrações lentas produzem sons graves e as vibrações rápidas produzem sons agudos.

6 P ROPRIEDADES DO SOM TIMBRE – É a propriedade do som que nos permite reconhecer sua origem. O timbre diferencia, personaliza o som. Por meio do timbre identificamos o que está produzindo o som. Por exemplo: quando ouvimos uma pessoa falar, um celular tocando ou mesmo um gatinho miando podemos saber qual fonte sonora produziu o som por causa do timbre.

7 O SILÊNCIO Entendemos por silêncio a ausência de som, mas, na verdade, a ele correspondem os sons que já não somos capazes de ouvir. Tudo vibra, em permanente movimento, mas nem toda vibração transforma-se em som para os nossos ouvidos! Existem sons que são tão graves ou tão agudos que o ouvido humano não consegue perceber. Alguns animais possuem a capacidade de emitir e até mesmo escutar esses sons! O elefante, por exemplo, emite infrassons (sons muito graves), que podem ser detectados a uma distância de 2 km! Já o cachorro e o gato conseguem ouvir ultrassons (sons muito agudos). O silêncio é algo complexo de experimentar: se ficarmos em silêncio, em sala de aula, ainda assim ouviremos algum som. O elefante emite e ouve sons muito graves que nós não conseguimos ouvir!

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9 Durante muito tempo, alguns escritos reverenciaram o francês Louis Daguerre como o "inventor" ou descobridor da fotografia, ou seja, aquele que primeiro produziu uma imagem fixa pela ação direta da luz. Diz a história que, em 1835, ao fazer pesquisa em seu laboratório, Daguerre estava manipulando uma chapa revestida com prata e sensibilizada com iodeto de prata, que não apresentava nenhum vestígio de imagem. No dia seguinte, a chapa, misteriosamente, revelava formas difusas. Estava criada uma lenda: o vapor de mercúrio proveniente de um termômetro quebrado teria sido o misterioso agente revelador. Rapidamente, Daguerre aprimorou o processo, passando a utilizar chapas de cobre sensibilizadas com prata e tratadas com vapores de iodo. O revelador era o mesmo mercúrio aquecido e o fixador, uma solução de sal de cozinha. Já em 1839, sua invenção, batizada de daguerreótipo - nome pelo qual a fotografia foi conhecida durante décadas - foi vendida ao governo francês em troca de uma polpuda pensão vitalícia.

10 Daguerre, mais do que um competente pesquisador, era um hábil comerciante. Provavelmente, a lenda do acaso na descoberta do revelador foi apenas uma jogada de marketing. Sem dúvida, Daguerre vinha trabalhando na idéia há muito tempo, acompanhando de perto, desde 1829, seu sócio na pesquisa da heliografia (gravação através da luz): Joseph Nicéphore Niépce, este sim o primeiro a obter uma verdadeira fotografia. Ao contrário de seu colega, Niépce era arredio, de poucas falas, compenetrado na invenção de aparelhos técnicos e na idéia de produzir imagens por processos mecânicos através da ação da luz. O apego à produção de imagens começou com a litografia em 1813, curiosamente uma atividade ligada às artes, outra das áreas dominadas por Daguerre, talentoso pintor e desenhista de cenários.

11 Em 1816, Niépce iniciou os estudos com a heliografia. Só dez anos depois conseguiu chegar à primeira imagem inalterável: uma vista descortinada da janela do sótão de sua casa. Os resultados, porém, não foram nada auspiciosos. Utilizando verniz de asfalto sobre vidro e uma mistura de óleos fixadores, o processo não era muito prático para se popularizar. Daí os méritos inegáveis de Daguerre. Seus experimentos podiam ser repetidos sem grandes dificuldades por qualquer pessoa e o resultado era melhor. O primeiro daguerreótipo foi obtido dois anos após a morte de Niépce, mas, sem suas descobertas, talvez não tivesse acontecido.

12 A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judéia. Foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Em 1835 Daguerre desenvolveu um processo usando prata numa placa de cobre denominado daguerreotipo. Apesar dos diversos pesquisadores que desenvolvem ao longo do século XIX a Fotografia, como indica o historiador Geoffrey Batchen em seu livro Burning with Desire, considera-se que a data de invenção da Fotografia é a data de apresentação do processo de Daguerre à Assembleia Nacional Francesa, em 7 de Janeiro de 1839.

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15 R EFERENCIA B IBLIOGRÁFICA Música Apostila de Educação Músical, Colégio Pedro II (Patrocínio Petrobrás) Disponível em:www.portaledumusicalcp2.mus.br História da arte PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Editora Ática, Capitulo Arte Egipcia.


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