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Grupo USS Venture NCC 71854 desde 2002 www.ussventure.eng.br.

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2 Grupo USS Venture NCC desde 2002

3 Quais os episódios em que aparecem os Romulanos? DATA ESTELAR: BALANCE OF TERROR (O Equilíbrio do Terror) – Uma nave Ave de Rapina Romulana cruza a Zona Neutra com um dispositivo de camuflagem e uma nova arma de plasma, destruindo 4 postos avançados da Federação. A lealdade de Spock é questionada quando a primeira transmissão visual de um Romulano é interceptada. DATA ESTELAR: THE DEADLY YEARS (Anos Mortais) – Sob o Comando do Comodoro Stocker, a USS Enterprise inapropriadamente cruza a Zona Neutra Romulana a Caminho da Base Estelar 10, quando é cercada e atacada por naves Romulanas. DATA ESTELAR: – The Enterprise Incident (O Incidente Enterprise) – O Capitão Kirk leva a nave a uma secreta e perigosa missão em espaço Romulano, em uma tentativa para adquirir o dispositivo de camuflagem, e a lealdade de Spock volta a ser testada por uma bela comandante Romulana.

4 Grupo USS Venture NCC desde A história do Império Romulano O Império Romulano, foi fundado há 2000 anos atrás quando um grupo de Vulcanos renegados deixaram o Planeta Vulcano. Hoje, é uma das forças mais poderosas da política galáctica do quadrante Alfa/Beta. Os romulanos são a ovelha negra dos pacíficos vulcanos. Ambas raças tem a biologia quase idêntica com sangue baseado em cobre, com suas raças tendo orelhas pontiagudas e força superior. Ainda assim, as diferencias culturais são imensas: os vulcanos são calmos e lógicos e os romulanos são passionais e arrogantes. Os Vulcanos que fundaram o Império Romulano deixaram o Planeta Vulcano há aproximadamente anos atrás, na Era do Despertar. A diferença com seus primos vulcanos, é que eles rechaçaram a filosofia de Surak sobre paz e lógica, e escolheram deixar o planeta antes de mudar seu estilo de vida. Estes vulcanos renegados fundaram diferentes civilizações incluindo a Debrune, e colonizando diferentes planetas tais como Calder II, Yadalla Prime e Draken IV. Um ramo se instalou nos planetas Romulus e Remus (também chamado Romii), subjugando os Remanos raça natural destes planetas, e fundaram o que logo se converteu no Império Estelar Romulano. No século XXIII, o Império Estelar Romulano cobre uma parte do Quadrante Beta, fazendo fronteira tanto com a Federação como com os Klingons. Foram agressivamente expansionistas e conquistaram muitos mundos.

5 Grupo USS Venture NCC desde O Império Romulano e o Planeta Natal Os romulanos são regidos por um imperador, mas o governo é exercido por um consulado e pelo senado eleito. O Proconsul do Senado é auxiliado por um Vice-Proconsul e os senadores individualmente, representam grupos específicos. Os romulanos tem um grande respeito pela lei. Os militares romulanos formam uma poderosa organização com considerável influencia política. No geral, a influencia política se ganha como resultado de conexões familiares ou através de intervenções de amigos bem relacionados. As naves romulanas são dirigidas por comandantes que são ajudados por subcomandantes e oficiais seniores chamados Centuriões. A mulher romulana tem igual papel de importância que o homem no Império; mantêm importantes posições e estão em igualdade para comandar uma nave estelar. Romulus (ch'Rihan) foi o primeiro dos dois principais planetas colonizados por aqueles que deixaram Vulcano milhares de anos atrás. É um planeta de uma beleza impressionante com muitos locais famosos como as Cataratas de Gal Gath'thong, o Valle de Chula e o Mar de Apnex, muitas áreas são montanhosas. ch'Rihan é a capital do Império Estelar Rihannsu, onde se localizam muitos escritórios e agências governamentais (O Senado Romulano, o escritório do Praetor e os quartéis generais dos militares e do Tal Shair, entre outros). Remus (Romii), ao contrário de ch'Rihan, é quase que totalmente desértico. Remus foi colonizado centenas de anos após ch'Rihan. Além de ch'Rihan e ch'Havran (capital de Remus), o Império Romulano inclui outros 100 planetas, que voluntária ou involuntariamente ingressaram para o Império.

6 Grupo USS Venture NCC desde As relações com a Terra e com a Federação - I 2153 / 2157 – Primeiro encontro e início das hostilidades O Primeiro encontro com a Humanidade foi através da nave terráquea Enterprise NX- 01, quando inadvertidamente entrou em um campo minado romulano. Os romulanos demonstraram muito interesse nos terráqueos e no seu desenvolvimento expansionista e nas inter-relações com as demais raças do quadrante. A Federação Unida dos Planetas foi criada em 2161 pela necessidade de união entre diversas raças do quadrante. Depois do estabelecimento da Zona Neutra, os romulanos não tiveram contato com a Terra nem com nenhum planeta da Federação, durante 100 anos. Durante este período, os romulanos aperfeiçoaram uma arma potencial - o Dispositivo de camuflagem. Esta é uma tecnologia que pode fazer as naves invisíveis aos olhos, bem como aos sensores, e desenvolveram potentes armas de plasma de grande energia que poderiam atravessar os defletores dos postos avançados da Federação com um único disparo / A Guerra Devido a divergências quanto à fronteira entre as duas potências foi deflagrada uma guerra com a Terra que durou de 2157 a 2160, quando, na Batalha de Cheron os Romulanos foram derrotados e assinaram um acordo de paz. O Tratado, negociado via rádio subespacial, fixou a fronteira e estabeleceu a Zona Neutra entre os dois territórios. A Zona Neutra é uma área espacial tridimensional de um ano luz de largura que separa o espaço terrestre do romulano Se alguém entrar na zona, é considerado como um ato de guerra.

7 Grupo USS Venture NCC desde As relações com a Terra e com a Federação - II 2266 / O retorno Em 2266, os romulanos voltam a cena com sua nova invenção, uma Ave de Rapina romulana camuflada com canhão de plasma. Cruzando a Zona Neutra e destruindo os Postos Avançados da Federação 2, 3, 4 e 8. Esta nave foi logo interceptada pela USS Enterprise NCC-1701, que a seguiu até dentro da Zona Neutra. Travou uma tensa batalha onde a USS Enterprise, sob o comando do Capitão James T. Kirk, enfrentou até vencer a nave romulana, mesmo sendo muito difícil sua detecção pelos sensores, devido ao dispositivo de camuflagem. O Comandante Romulano decidiu destruir a nave para não permitir que a Federação adquirisse a tecnologia de camuflagem. Em 2267 a USS Enterprise, comandada pelo Comodoro Stocker, entra na Zona Neutra e acaba cercada por naves romulanas, sendo salva por uma artimanha do Cap. Kirk. Depois deste incidente, os romulanos se tornaram mais envolvidos na política galáctica e enviaram embaixadores para a Terra e a Federação. No final de 2267, os romulanos entraram num projeto conjunto com a Federação e com o Império Klingon, para estabelecer uma colônia experimental em Nimbus III, um planeta classe M na Zona Neutra. A idéia era patrocinar uma colônia de raças mistas que pudesse converter-se no "Planeta da Paz Galáctica". O projeto sobreviveu por 20 anos ainda que tenha sido um desastre. Em 2268, os romulanos formaram uma aliança com os Klingons. Esta aliança resultou num importante intercambio de tecnologia no qual os romulanos deram a tecnologia de camuflagem aos Klingons em troca de novos e avançados projetos de naves estelares. Pouco depois, os romulanos estavam utilizando modelos de cruzadores de batalha D7 que eram capazes de ocultar-se a velocidade de dobra. Isto foi uma ameaça importante a Federação, a qual se viu forçada a violar a Zona Neutra e roubar um dispositivo de camuflagem para equilibrar as forças.

8 Grupo USS Venture NCC desde Afinal!! Os Romulanos de TOS tinham motores de dobra?? Este é um tema que gerou muitos debates entre os fans de Jornada. Tudo derivado a afirmação de Scott no seguinte diálogo na Sala de Reunião, além do fato da Enterprise realmente ser mais veloz que a Ave de Rapina do episódio: Kirk: Podemos confrontá-los com uma razoável possibilidade de vitória? Scotty: Com certeza, a força deles é simples impulso. Na verdade os Romulanos eram detentores da tecnologia de viagem no subespaço (em dobra), bem antes desses acontecimentos em Desde a dissidência do povo Vulcano, há 2000 anos antes, os colonizadores vulcanos que viriam a formar o povo Romulano tinham, pelas leis da física, que viajar pelo subespaço em velocidades acima da luz. Podemos afirmar isso pelo simples fato de Romulus estar a aproximadamente 80 anos-luz de Vulcano, e que pelas leis da relatividade, o tempo passaria mais lentamente para um grupo de pessoas viajando a bordo de uma nave espacial, em velocidades próximas à da luz (impulso) do que para aqueles que foram deixados para trás em Vulcano. Então para os colonizadores chegarem a Romulus e instalarem o Império Romulano, em condições que hoje conhecemos, teriam eles que viajar em velocidades acima da luz, por cálculos diversos a aproximadamente 20 vezes a Velocidade da Luz para minimizar os efeitos relativísticos, o que significaria viajar em dobra 2,45 até Romulus. Se contar o fato da necessidade viajar pelo subespaço para manter um vasto império interestrelar e guerras com outras raças inimigas. (Terráqueos e Klingons) Então por que a afirmação do Engenheiro Scott?... Ele estava errado? O dispositivo de camuflagem necessitava de uma grande quantidade de energia para seu funcionamento, além da energia necessária ao Canhão de Plasma. Este fato impedia a nave Romulana de entrar em dobra camuflada ou disparar seu canhão de plasma em dobra. Portanto num confronto direto, a Enterprise poderia utilizar a sua velocidade de dobra e a nave romulana simplesmente a força de impulso. Outro fato é que a Tecnologia romulana se desenvolveu num caminho diferente. Os Romulanos usam singularidades quânticas artificiais no lugar de dispositivos de matéria/anti-matéria para impulsionar suas naves, e isso pode ser confundido a análise dos sensores feita por Sr. Scottt, o levando a afirmar que não possuíam capacidade de dobra, por não terem um motor de dobra convencional.

9 Grupo USS Venture NCC desde O Dispositivo de Invisibilidade Romulano Ave de Rapina Romulana: Seu dispositivo de camuflagem consumia muita energia não possibilitando a utilização dos motores de dobra e dos escudos quando camuflados e além disso tinham que se tornar visíveis para atirar o Canhão de Plasma. A invisibilidade funcionava para os dois lados, ou seja, a nave romulana também não observava a posição da Enterprise. Os sensores de movimento da Enterprise conseguiam detectar o movimento dessa nave. Primeiro vamos entender o conceito dessa tecnologia de invisibilidade: A chamada Invisibilidade Fotônica ou Eletromagnética é obtida normalmente através de um mecanismo ou dispositivo que geraria um campo energético que desvia ou refrata a luz de modo a tornar algo que estiver dentro deste campo invisível, seja uma pessoa ou uma Nave Estelar. Este é o conceito de Invisibilidade das Naves Espaciais Camufladas em Jornada nas Estrelas, uma vez que apresentam uma certa distorção à medida em que vão ficando mais e mais transparentes, o que poderia ser o resultado de um breve ajuste do dispositivo que gera o campo. Além disso afetam não apenas a luz, mas outras ondas eletromagnéticas, por isso são indetectáveis pelos sistemas de sondagem das outras naves. Os grandes desenvolvedores dessa tecnologia foram os Romulanos, os klingons obtiveram a tecnologia através de uma aliança temporária com os Romulanos. O dispositivo de invisibilidade e/ou camuflagem apresentado nas naves romulanas sofre um imenso avanço tecnológico ao longo da Série baseada no século 23. Temos um desenvolvimento acelerado desta tecnologia a ponto da própria Federação arriscar uma ousada missão para tomar posse desta tecnologia. Cruzador D7 Romulano: O dispositivo de camuflagem desta nave permitia a utilização dos motores de dobra, porém continuava a limitação no uso dos escudos quando camuflados, e continuava a necessidade de descamuflar para atirar. Os sensores da nave camuflada não eram mais ofuscados permitindo a visualização do inimigo. Porém o grande avanço foi que os sensores dos inimigos eram capazes de detectar o movimento dessa nave.

10 Grupo USS Venture NCC desde Os Romulanos Famosos Comandante T'jona: Comandante do Novo Cruzador de Batalha Romulano D-7 que interceptou a nave da Federação USS Enterprise NCC 1701 quando o Capitão Kirk e seu imediato Spock cruzaram propositalmente a Zona Neutra Romulana em uma missão de espionagem em Ela tentou persuadir Spock a desertar para o Império Romulano, um esforço mais persuasivo devido a atração pessoal que sentia por Spock. Depois da conclusão próspera da missão (a qual o Capitão Kirk e Spock roubaram uma versão melhorada do dispositivo de camuflagem romulano), a comandante Romulana foi levada prisioneira. Embora o Capitão Kirk tenha prometido libertá-la. Comandante Romulano: O primeiro romulano visto pelos membros da Federação, que apesar de já ter estado em guerra com os romulanos, nunca haviam visualizado um romulano. Neste incidente que ficou comprovado que os romulanos descendiam diretamente dos vulcanos para a surpresa de todos. Este comandante, um excelente estrategista, destruiu vários postos avançados da Federação ao longo da Zona Neutra em 2266 com uma nova nave que podia se tornar invisível, além de uma poderosa arma de plasma. Depois de uma batalha com a nave da Federação USS Enterprise NCC 1701 destruiu-se a si próprio para que as novas tecnologias não caíssem nas mãos da Federação. Sub-Comandante Tal: Comandou o Cruzador de Batalha Romulano D-7 depois que a Comandante Romulana tentou persuadir o primeiro oficial Spock a abandonar a Federação e acabou feita refém a bordo da USS Enterprise. Tal se esforçou em seguir as ordens de sua comandante em destruir a nave da Federação mesmo sabendo que ela estava a bordo, porém a USS Enterprise acionou o dispositivo de Camuflagem roubado e consegue fugir.

11 Grupo USS Venture NCC desde As Naves Romulanas da Época Cruzador de Batalha Romulano D-7: Nave derivada de um projeto Klingon, fornecido aos romulanos durante sua aliança com os Klingons em troca da tecnologia de camuflagem. Os romulanos adicionaram o dispositivo de camuflagem e o canhão de plasma ao projeto original e produziram várias naves deste tipo. A grande vantagem era a possibilidade de entrar em dobra com a nave camuflada, e não ser detectada quando camuflada por nenhum tipo de sensor, nem mesmo romulano. Ave de Rapina: Primeira nave de guerra romulana que combinava o dispositivo de camuflagem e um poderoso canhão de plasma. Foi utilizada durante vários anos pelos romulanos onde também era usada como nave científica. Sua vulnerabilidade era a impossibilidade de entrar em dobra com o Dispositivo de Camuflagem operacional, devido ao seu alto consumo de energia, além do ofuscamento dos sensores principais. Também carregava armas nucleares convencionais utilizada na Guerra contra a Terra. Seu projeto foi abandonado quando uma Aliança com os Klingons, forneceu aos romulanos projetos de naves mais eficientes.

12 Grupo USS Venture NCC desde Artigo Por: Alm. MDaniel - USS Venture NCC Montagem e Arte Final: Alm. MDaniel - USS Venture NCC Fontes: Ex Astris Scientia - Bernd Schneider's Star Trek Site Daystrom Institute Thecnical Library Memory Alpha Site Oficial de Star Trek REFERÊNCIAS E FONTES Star Trek® e todas as séries derivadas, assim como os personagens, são marcas registradas da Paramount Pictures, uma divisão da Viacom, com todos os direitos reservados. Esta Apresentação, bem como todo o material e publicação aqui apresentados estão livremente disponíveis ao público, e tem por finalidade apenas divulgar a série e compartilhar todo o conhecimento com as gerações futuras, sem fins lucrativos.

13 Grupo USS Venture NCC desde Star Trek® e todas as séries derivadas, assim como os personagens, são marcas registradas da Paramount Pictures, uma divisão da Viacom, com todos os direitos reservados. Esta Apresentação, bem como todo o material e publicação aqui apresentados estão livremente disponíveis ao público, e tem por finalidade apenas divulgar a série e compartilhar todo o conhecimento com as gerações futuras, sem fins lucrativos. Comando Geral: Alm. MDaniel - USS Venture NCC Responsável pelo PBEM: Cap. Ari Wosniak - USS Venture NCC Construtor da Estação no SL: Ten. Com. Elemer Piek - USS Venture NCC Website da USS Venture Estação de Treinamento no Second Life


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